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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A Segurança Social vai ficar péssima reconhece Centeno

governo já recuou. A ideia era tirar 1 400 milhões de euros à Segurança Social para investir na reabilitação urbana. Como era uma jogada de alto risco o governo já cortou para 500 milhões. Mas ainda assim Centeno avisa que se a economia não arrancar a Segurança Social ficará péssima.

Reduzir a TZU não vai produzir um milagre. Acresce que as previsões para o investimento caíram fragorosamente e já se começa a falar que só para 2017 chegarão em pleno às empresas os subsídios da Europa. Até lá não arranca a economia nem se criam postos de trabalho . E não há milagres.

E Mário Centeno diz o que sempre foi óbvio. Ou cresce a economia e com ela as contribuições para a Segurança Social ou terá que haver corte nas pensões. Não há outro caminho, reconhece.

Aí está a realidade a bater à porta sem dó nem piedade.

A esperada ruptura com Bruxelas por parte do BE

O BE prepara o seu congresso e as propostas de alternativa que são conhecidas apontam para o que sempre foi evidente. A ruptura com as políticas de Bruxelas.

Com os olhos postos na Grécia, e com a óbvia cedência em toda a linha do Siryza, o BE força a pressão sobre o seu parceiro de coligação o PS ao mesmo tempo que se afasta do PC.

Contudo, o partido liderado por Catarina Martins vai mais longe ao sublinhar que "o desenlace do caso grego e a pressão para a entrega da banca portuguesa aos gigantes europeus" demonstram que é preciso estar preparado para tudo. Ou, sendo fiel ao texto, "que uma esquerda comprometida com a desobediência à austeridade e com a desvinculação do Tratado Orçamental tem de estar mandatada e preparada para a restauração de todas as opções soberanas essenciais ao respeito pela democracia do país".

Como António Costa sempre soube vai ter que escolher entre a UE e os seus parceiros internos e a situação das contas públicas e a sua mais que provável evolução negativa já posiciona os partidos .Se alguém tivesse dúvidas que vem aí mais austeridade a proposta do BE é transparente. Não aceita mais medidas de consolidação das contas nacionais .

Bloquistas dizem que "só é possível" salvar o Estado Social, relançar investimento e criar emprego, "rejeitando a chantagem da dívida". Ora a chantagem para os bloquistas é pagar a dívida. E a posição do BE é tão mais preocupante quando o próprio Banco de Portugal afirma que a austeridade terminou em 2015

Mas as exigências do Bloco ao PS são para cumprir sob pena de a maioria que sustenta o Governo não sobreviver

A escola pública ao serviço da ideologia política do PCP e do BE

O monopólio do estado na prestação do serviço educativo é o grande objectivo da extrema esquerda. O controlo ideológico e não a qualidade do ensino prestado aos alunos.

Os contratos da associação tentam dar a pessoas “que não tinham acesso ao ensino de qualidade” uma possibilidade de passarem a ter esse acesso, mas que a extrema-esquerda não aceita esse princípio e defende o monopólio do Estado.

A visão comunista do ensino pode resumir-se assim : bons colégios privados cheios de alunos ricos ; boas escolas públicas cheias de alunos remediados; más escolas públicas cheias de alunos pobres e sem oportunidade de frequentar uma boa escola. Resta o inferno cheio de boas intenções.

O Ministério da Educação tem 5,5 mil milhões de euros, o contrato de associação todo junto são 150 milhões. Não é defensável que seja uma questão financeira. Do que ouvimos hoje aqui [na comissão de educação] é claramente ideológico.

Mais uma chantagem contra nós

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 Catarina Martins diz que tudo não passa de uma chantagem contra o governo de esquerda. João Galamba diz que não somos só nós Bruxelas também disse que o resto da Europa está mal ( vá lá não somos só nós). E agora vem o DN na capa dizer que no investimento piores que nós só a Grécia e a Eslovénia.

Ora, é com o investimento que  cresce a economia e a criação de emprego, mas pronto, sempre temos dois atrás de nós. Por acaso a Grécia foi uma grande esperança da Catarina e do António Costa é bom seguir os bons exemplos. Até já os ultrapassamos.

E bem vistas as coisas a diferença entre Lisboa e Bruxelas são só 900 milhões...