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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A chantagem da actriz Catarina Martins

Comissão Europeia hoje veio confirmar as previsões de todas as entidades financeiras internacionais e nacionais. O BE pela voz da Catarina Martins chama-lhe chantagem. Bem vistas as coisas o BE descobre sempre na opinião alheia uma mentira ou uma chantagem. É a sua natureza e a sua concepção de democracia. Quem não está por mim é contra mim. Não vale perder tempo com tal defunto.

Depois, feitas as contas, ao fim do 1º trimestre o buraco vai em 700 milhões o que a doce Catarina deve achar uma grande mentira se não mesmo uma chantagem. Pois não foi uma chantagem o que a UE fez com a Grécia ? O mano Siryza não foi obrigado a corrigir as contas ?

Pois se a UE não negoceia a dívida ( que com este governo cresceu para 233 mil milhões) e negociar para a actriz Catarina é perdoar dívida, não é isto uma chantagem ? E dizer que os salários e pensões devolvidos foram comidos pelo aumento dos impostos indirectos não é uma chantagem?

Bem, aqui a bloca tem razão. Dar com uma mão e tirar com a outra é mesmo uma chantagem.

No SNS a liberdade de escolha avança

Os utentes através do seu médico de família vão ser encaminhados para os hospitais que mais rapidamente os possam atender e não somente para o hospital de referencia da zona. Segundo a especialidade e com comparticipação dos custos de transporte se for caso disso.

Com a nova regra, os hospitais passam a estar obrigados a aceitar todos os doentes que lhes sejam encaminhados pelos médicos de família, venham de onde vierem. O processo previsto é relativamente simples: ao indicar o doente para consulta de especialidade, surgirá no programa informático do médico de família uma lista com os dez hospitais mais próximos com valência pedida – uma vez que nem todos os hospitais têm todas as especialidades ou tratam casos específicos como o cancro. Surgirão também os tempos de espera. 

A partir desse momento, em  diálogo com o médico, e em virtude da urgência, o doente poderá escolher para que hospital dessa lista quer ser encaminhado ou optar por ir ainda mais longe.

Não é tudo mas já é um avanço assinalável da liberdade de escolha . Vai ser necessário estender a liberdade a outros sectores públicos prestadores únicos de serviços . A liberdade também passa por aqui . Enquanto isso o ministério da Educação " mija para trás como a burra".

É só uma questão de tempo. Portugal será um país europeu e moderno orientado para servir os cidadãos e não as corporações de interesses. Custe o que custar. Já foram travadas outras guerras contra os monopólios públicos e privados e a liberdade venceu.

Bruxelas não acredita nas contas de Centeno

Todas as entidades financeiras nacionais e internacionais já apresentaram previsões menos optimistas que as do governo e à medida que o tempo avança esse pessimismo confirma-se. Hoje foi Bruxelas a confirmar em baixa as previsões. A diferença entre Bruxelas e Lisboa corresponde a um buraco orçamental monumental.  

Os impostos indirectos travam o crescimento da economia. Como sempre foi previsto dar com uma mão e tirar com a outra o efeito no consumo não é nenhum.

Bruxelas antecipa que o consumo privado desacelere de 2,8% para 1,8%, prevendo ainda uma forte travagem do investimento, que deverá crescer neste ano apenas 1,6%, ou seja, praticamente metade dos 3% que a Comissão previa no arranque do ano e bem aquém dos 3,9% observados em 2015. As exportações também crescerão menos (4,1%, depois de 5,2% em 2015), mas as importações sofrerão uma desaceleração mais acentuada (4,3% após 7,4%).

Quem o afirma é a Comissão Europeia que voltou a rever em baixa, de 1,6% para 1,5%, a sua previsão para a evolução do PIB português neste ano, antecipando deste modo uma estagnação da taxa de crescimento face a 2015. Para 2017, Bruxelas também cortou uma décima aos seus números, esperando que a economia cresça 1,7%.

 

Os alunos preferem as escolas privadas

O Ministério devia perguntar-se porque preferem os alunos frequentar as escolas em associação quando há oferta pública e privada.

O agrupamento de 15 escolas, conta Fátima Ribeiro, já chegou a ter 1700 alunos. Hoje, está "com 600 e tal, já com o pré-escolar e o 1.º ciclo". E o principal motivo para essa realidade, garante, é a concorrência direta do colégio. "Começámos a perder alunos porque os alunos começaram a ir para o colégio sem pagar nada. Até aí pagavam. Havia escolha para o ensino que pretendiam, privado ou público, mas se queriam o privado tinham de pagar. Agora toda a gente pode ir para o privado, porque não paga nada. E o Estado paga a dobrar", critica. A dobrar ? Mas o estado não paga por aluno o mesmo na pública e na privada?

"Queixam-se de que os alunos deixam as escolas públicas e vêm para cá? Se calhar deviam questionar-se por que o fazem", dispara. "Eu também já fui presidente da associação de pais de uma EB 2,3. Esta é uma escola diferente, com valores", explica. "E os pais sabem discernir o que é melhor para os seus filhos. Aqui têm a certeza de que não há atrasos com colocações de professores, que se falha um professor este é automaticamente substituído", explica.

Falta a liberdade na Educação

 

Escolher a escola segundo o seu proprietário e não segundo a sua qualidade é um absurdo. Sabemos hoje, pelos resultados apresentados pelos países que ousaram transformar a liberdade no pilar
principal dos seus sistemas educativos, que a escola vivida em liberdade é uma escola mais dinâmica e mais significante, resultando sempre numa melhoria dos resultados dos seus alunos e num elevado grau de  por parte das suas comunidades.

Para as famílias e para os alunos só interessa que a escola seja boa. Se é pública ou privada é assunto que poderá interessar a políticos e a sindicalistas.

Resiste, pois, a esperança de milhares de famílias que o Sr. Ministro não tropece nesse radicalismo que, voluntariamente ou não, constitui um ataque ideológico contra as escolas com contrato de associação e uma submissão à agenda de quem vive do sistema educativo mas é inimigo da educação.