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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Na Educação temos um ministro marioneta dos sindicatos

O ministro da Educação devia ter cuidado e dormir mal. Quando se é o único ministro da Educação de quem Mário Nogueira diz bem, ao fim de 30 anos de co-governação, então é porque todos os outros ministros estavam errados. Coisa difícil para não dizer impossível.

Primeiro e inopinadamente mudou o modelo de avaliação dos alunos sem dizer água vai e ao arrepio de todas as opiniões. A seguir quer acabar com os colégios privados que têm contratos de associação com o Estado.

Tal como os sindicalistas comunistas da FENPROF o ministro acha que é uma boa politica fechar colégios só porque são privados mesmo que sejam bons e manter as escolas públicas mesmo que sejam más.

É preciso que ao rapaz sejam dados a ler a opinião de cidadãos que deram ao longo da vida o melhor de si mesmos em prol da Educação como o Prof Marçal Grilo.

É que a escola melhora-se a partir da base para o topo e não o contrário. Com proximidade. E se entre duas escolas as famílias preferem uma delas é porque reconhecem que essa é a melhor. Seja pública ou privada.

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Para quê apear António Costa ?

Nas presentes circunstâncias há que dar corda a Costa para que mais rapidamente se possa enforcar

Se há uma coisa que devia preocupar António Costa, é esta: ninguém exige a sua demissão, ninguém parece ter pressa em derrubá-lo, ninguém lhe cobiça o lugar. Ora, não há pior sinal para um governante em Portugal.

Quase todos os oligarcas desconfiam que o governo vai acabar mal e ninguém está tentado a substitui-lo. Houve certamente muitas razões para esta súbita acalmia. Mas uma razão está talvez acima de todas: a crença em cenários favoráveis dissipou-se rapidamente, e hoje quase só o governo parece ainda preso a essa ilusão. Percebeu-se que o “fim da austeridade” teria de ser pouco mais do que simbólico, com muitas “cativações adicionais” escondidas nas notas de rodapé. Tornou-se claro que a Comissão Europeia não deixaria Costa abusar demasiado do dilúvio monetário do BCE, que tanto desespera os aforradores alemães. Não ia haver um grande banquete, com eleições à sobremesa. Portugal também não se vai transformar noutra Irlanda, que o ano passado, depois do ajustamento, cresceu 7%.

Para quê apear Costa ?

O orçamento é uma mentira piedosa

Ninguém acredita no orçamento apresentado pelo governo. E estou a falar em 2016. O crescimento do PIB no primeiro trimestre foi 1,1%, como é possível chegar aos 1,8% ?  A diferença são uns 350 milhões.

Centeno veio agora dizer que parte do Plano B - o tal que não existia - já está incorporado  na proposta orçamental. Trata-se da retenção de 0,19% das despesas dos fornecimentos intermédios - água, luz, rendas, papel, internet - algo que nem de longe alguém conseguiu controlar quanto mais reduzir. Ninguém acredita.

A Comissão de Finanças Públicas já disse hoje que o governo devia rever as principais metas orçamentais antes que soframos o vexame de ser Bruxelas a chumbá-las.

O governo de António Costa trata-nos como se fossemos todos ignorantes e imbecis.