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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Trabalhadores do aeroporto de Bruxelas celebraram os atentados

Os terroristas islâmicos nem precisam de esquemas para terem acesso aos aviões. Neste aeroporto Belga pelo menos 50 apoiantes do EI trabalham lá com acesso aos cokpites. Se a empresa que administra o aeroporto considera o multiculturalismo dos seus trabalhadores uma vertente importante nos seus recursos humanos, então dê-lhes trabalho nos gabinetes da administração. Os passageiros é que não podem estar à mercê de uma bomba facilmente colocada no avião. Ou o perigo já está incluído no preço ?

Há 30 anos quando se iniciaram os ataques terroristas na Europa, os passageiros já sentados no seu lugar eram chamados à pista e cada um alinhava com a respectiva bagagem. Bagagem sem dono não viajava. Entretanto as vozes dos idiotas úteis foram subindo de tom e hoje estamos nas mãos destes assassinos.

Como se vai percebendo à medida que se conhece mais vamos largando mão dos nossos princípios e dos nossos valores incluindo a segurança dos cidadãos.

"É uma falha gigantesca de segurança. A carta dos agentes, divulgada por diversos sites belgas como o HeT Belang Van Limburg, garante que entre os funcionários do aeroporto existem radicais islâmicos infiltrados nas lojas free shop, serviços de bagagem e de limpeza, com acesso às plataformas e cokpit dos aviões."

Lisnave distribui prémio pelos trabalhadores

Dois quadros da empresa compraram-na pelo valor simbólico de um euro. Desactivaram as instalações de Almada e concentraram tudo em Setúbal. Hoje a Lisnave é um caso extraordinário de sucesso.

Repararam 107 navios em 2015 e os seus lucros aumentaram para o dobro em relação ao ano anterior. Trabalharam em permanência cerca de 400 trabalhadores mas todos os dias entram na empresa cerca de mil devido ao nível elevado de encomendas.

Num ano em que reparou 107 navios, a Lisnave atingiu vendas de 113,2 milhões de euros, acima dos 85,6 milhões de euros obtidos em 2014. Estes navios eram detidos por 56 clientes diferentes, provenientes de 19 países.

Aqui não há greves, nem barcos devolvidos pelos clientes nem encomendas fora de prazo.

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Um governo a prazo por vontade própria

Ontem na SIC os profs Ferreira do Amaral e João César das Neves ( não podiam estar mais afastados ideologicamente) convergiam na análise que faziam ao país . Um Orçamento preso por arames e uma economia a definhar. Uma banca com enormes problemas e o investimento a cair drasticamente. Tudo num país onde não há dinheiro.

O Programa Nacional de Reformas não passa de generalidades há muito prometidas. E a reforma do estado faz-se contra os interesses instalados algo que Costa não fará.

Se a economia na Europa não crescer significativamente ( o que parece certo) Portugal não cumprirá as metas do orçamento e não crescerá o suficiente. Se os resultados forem melhores do que o previsto o PS vai querer a maioria absoluta com eleições antecipadas. Se forem piores a oposição fará cair o governo porque PCP e BE já se terão afastado. Vem aí o orçamento rectificativo, o orçamento para 2017 e as autárquicas. A posição conjunta de PS+PCP+BE poderá ficar pelo caminho logo no primeiro porque Bruxelas vai exigir.

Não há dinheiro. Nem para solver os problemas da banca nem para investimento. O que o governo apresenta como novo não é mais do que baralhar e dar de novo. Entre Bruxelas e PCP e BE o PS não hesitará.