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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ser agricultor já dá prestígio

Mudar as mentalidades é o mais difícil de tudo mas na agricultura essa dificuldade está a ser superada. Gente jovem com formação técnica superior está a render-se cada vez mais à agricultura. E os resultados estão bem à vista.

"Quando o país aderiu à CEE [1986], a população ativa na agricultura era 25%, agora são 5%", lembra. E a produção agrícola atingiu, no ano passado, 6,84 mil milhões de euros, o valor mais alto de sempre. "Os agricultores com mais lucros são os que vendem o produto transformado, ou seja, que conseguem acrescentar valor".

Capoulas Santos, o novo ministro da Agricultura, já traçou uma meta ambiciosa: "Manter o setor agrícola a crescer a um ritmo duas vezes superior ao resto da economia."

E como se chegou aqui? Capoulas Santos atribui a mudança na agricultura ao "processo de integração europeia que ocorreu há 30 anos", que levou à criação de infraestruturas, outras plantações e novos equipamentos. Mas a pedra de toque desta transformação foi a formação, defende o ministro. "Um simples trator tornou-se um computador com rodas, que exige muito mais qualificações".

"Em 2010,  Portugal exportava 62% do valor do que importava e, em outubro de 2015, esse valor subiu para 97%." Em 2014, as exportações somaram 1100 milhões de euros. A meta é duplicar esse valor para dois mil milhões de euros em 2020.

No processo da integração europeia, Capoulas Santos reconhece ter havido um "ajustamento estrutural fortíssimo", que "provocou uma alteração do perfil da nossa agricultura". Essa mudança traduziu-se, segundo refere, "no grande crescimento de alguns setores que adquiriram vocação exportadora", apontando como exemplo "o vinho, o azeite, o leite ou as hortofrutícolas". E admite que "o futuro passa pelo reforço desta aposta".

Não conseguimos é exportar a Catarina Martins que diz que exportar é uma treta...

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A pobreza do Miguel Tiago

O deputado Miguel Tiago não conheceu aquela selecção francesa que só tinha um jogador branco. Eram todos de origem africana excepto um, magrebino, que era o melhor de todos. Zidane. Nenhum se fez explodir nem preparou e executou ataques terroristas. Nessa altura em França eram todos ricos ?

Mas se a culpa é da pobreza não haverá, entre os africanos, hindus , ucranianos e outros, gente pobre?

Claro que esse argumento defendido pelo PCP e pelo BE não tem pés nem cabeça. A Europa confronta-se com uma organização politica e religiosa, cheia de dinheiro e de petróleo. Se quisesse com esse imenso dinheiro tiraria da pobreza milhões de muçulmanos em vez de andar a comprar armamento para as suas guerras santas. E é a direita que tem culpa desta opção por parte da organização terrorista?

E também não consta que nos bairros pobres em Portugal, Espanha, Grécia e Roménia floresçam terroristas.

Os países ocidentais têm culpa de muitas coisas, mas o terrorismo, de que são vítimas, não é uma delas. O terrorismo islâmico tem os seus responsáveis. São Estados, partidos e famílias. Servem-se das condições existentes nos meios imigrados para recrutar soldados rasos. Mas estes não são os responsáveis. Os bairros segregados fabricam terroristas, não fazem o terrorismo. Já há quem diga que a culpa do terrorismo reside nas políticas e nos governos da direita. Se de alguma coisa os governos europeus são culpados será eventualmente de não terem melhores polícias. E de não terem mais coordenação antiterrorista entre as várias polícias. Essas, sim, são culpas nossas.

 

Bloquista admitem ruptura ainda em 2016

E avisam que pode levar à ruptura. Reestruturar a dívida é a exigência do BE . Já vimos o mesmo com o Syriza. Deu em mais um resgate. Alguém acredita que será Bruxelas a ceder?

Tenho para mim se e quando houver contas nacionais consolidadas haverá da parte da UE uma maior abertura para reestruturar a dívida. Não será difícil com a quantidade de dívida nacional que o BCE comprou. Alargar prazos de pagamento, manutenção de juros baixos, pagamento dos dividendos do BCE ao accionista Portugal com contrapartida do pagamento da dívida. Tudo isso é possível mas leva tempo e obriga a politicas que  o BE não pode aceitar. 

Por isso, "sem outra política para a dívida, muito dificilmente o Orçamento do Estado para 2017 continuará o sentido de mudança que, mesmo mitigada, encontramos no OE deste ano. A reestruturação da dívida continua no centro da nossa alternativa", lê-se no texto que o i reproduz.

"Não é difícil antecipar que as exigências e imposições da UE vão agravar-se no contexto da preparação e discussão do próximo Programa de Estabilidade (PEC) e do OE para 2017, elevando a tensão política e a pressão sobre o Governo".

A chantagem a que António Costa se expôs vai ganhando forma e pressão. O PS sempre soube que seria assim.