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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os milionários americanos pedem para pagarem mais impostos

Dizia o Presidente George Bush que era preciso os milionários pagarem menos impostos para terem mais dinheiro para investir. Conseguiu que os que tinham mais dinheiro pagassem menos impostos .Mas não é por acaso que os milionários são milionários. São pessoas inteligentes, sabem o que querem. E este pedido para que o estado lhes aumente os impostos é uma forma subtil de manter o estado longe das suas vidas.

Numa empresa multinacional onde trabalhei era lei : produzam, ganhem dinheiro e não se preocupem com os impostos. A empresa paga.

Uma sociedade civil forte não precisa de viver à sombra do estado bem ao contrário do que cá se passa, em que o estado intervém na economia sempre que pode. Vejam a recente bênção de António Costa na banca dando cartas, recebendo os players a quem cabe, exclusivamente, fazer funcionar o mercado.

O Presidente da República no seu discurso de Boa Páscoa lembrou isso ao governo e na sua presença. Não cabe ao governo extravasar a Constituição. Cabe ao Presidente fazer cumpri-la sempre não só quando os partidos defendem os seus interesses ideológicos.

Nos US os empresários querem que o estado lhes saia da frente cá, procuram a sua sombra protectora e, de seguida, mais uns subsídios e umas vantagens. A diferença vê-se na produtividade e nos resultados como há bem pouco tempo por cá, na CGD, no BCP, na PT... 

Os milionários estão a dizer ao estado : não me tires o que não me podes dar. Iniciativa, empreendorismo, inovação...

"Y lejos de ser una ocurrencia, la petición (que han bautizado como "el impuesto al 1%" más rico) cuenta con el respaldo científico del Fiscal Policy Institute, un think-tank de orientación socialdemócrata."

 

 

Eram conhecidos da policia mas todos mataram

Sabe-se hoje que os terroristas de Paris e Bruxelas estavam referenciados pela polícia. E mesmo assim mataram. Como é possível ? Eram conhecidos da polícia francesa mas não da polícia belga ? É a falta de partilha de informações que explica que gente perigosa, referenciada, circule à vontade dentro do espaço europeu ? O que é preciso fazer para, depois de identificados, controlar se não mesmo expulsar gente que a polícia sabe que mais tarde ou mais cedo vai matar?

Sem segurança não há liberdade e não se está a exigir que todos e cada um dos cidadãos a viver na Europa tenha um polícia à porta. Mas os referenciados, uma minoria de muçulmanos fanáticos, têm que ser vigiados, controlados, presos ou expulsos. Uma liberdade musculada com alvos bem precisos .

A Europa já recuou no uso pelas mulheres muçulmanas de vestuário que é uma boa forma de, à luz do dia, transportar armamento e material necessário para construir bombas. Financia mesquitas onde são pregados o ódio e a intolerância. Nas escolas retiraram-se os crucifixos mas as muçulmanas podem exibir vestuário que não são mais que evidências de um religião. Quanto mais recuarmos e aceitarmos o multiculturalismo que não é mais que cedermos no nosso modo de vida, mais sinais enviamos de fraqueza.

Não somos todos iguais mas temos que respeitar a diferença entre nós. Não podemos andar a morrer às mãos de meia dúzia de fanáticos. As ligações entre os autores dos atentados de Paris e Bruxelas mostra bem o que é preciso fazer. Sem exitações.

Uma guerra a longo prazo ganha-se com convicções

Esta guerra que o Estado Islâmico nos move é uma guerra de longo prazo onde a solidez das convicções é mais decisiva do que o peso das armas. Não se acredite que deixar o nosso modo de vida( se isso fosse possível) mudaria alguma coisa. E mais vale viver com a liberdade ameaçada do que sem liberdade.

Mas há quem entre nós verta lágrimas de crocodilo. Ainda hoje o PCP dizia em comunicado que "é preciso ir às causas mais profundas" leia-se, colocar em causa os nossos princípios e a democracia, o estado de direito, a economia de mercado. É preciso dizer que não vamos por aí.

As causas mais profundas são o nosso modo de vida que os terroristas não suportam.

Mas é preciso saber quem financia o terrorismo e dar-lhe o merecido castigo. É preciso destruir os poços de petróleo e embargar o seu fornecimento aos países compradores. Uma luta que tem que ser travada lá na terra deles. E há boas razões para isso.

E de uma vez por todas não deixar entrar gente suspeita e expulsar quem viajou para países onde se fazem o recrutamento  e o treino. Temos o dever de defender a nossa terra, as nossas tradições e as nossas convicções. Se os terroristas perceberem isso percebem que morrem em vão.