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BandaLarga

as autoestradas da informação

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E que dizer do representante pessoal do PM na TAP ?

Um amigo de António Costa é seu representante pessoal nas negociações na TAP. De borla. A que título ? O interessante é que os partidos acham que é natural . Ninguém pia.

Lê-se e não se acredita: os gabinetes de António Costa e do ministro da tutela, Pedro Marques, confirmam que “não há contrato porque [Diogo Lacerda Machado] não tem atuado a título profissional, tem atuado pro bono como representante pessoal do primeiro-ministro”.

Sabe-se agora que o amigo é administrador da Geocapital, empresa de Stnaley Ho, milionário chinês. Tal como é chinesa a HNA, que entrou com capital na TAP. Geocapital essa que há 10 anos comprou uma empresa no Brasil em parceria com a TAP, num negócio que se revelou “ruinoso”. 

É, pá, andam a brincar com o nosso bolso...

 

Se não tivesse 70 anos esta seria a melhor fase da minha vida

Fui buscar a inspiração ao Delito de Opinião e à Helena Sacadura Cabral.. Depois dos 50 anos é que é bom. Estou de acordo.

Só faço o que gosto e faço o que até agora não podia fazer. Levo as netas ao colégio e já tenho tempo para apreciar o cheiro dos livros e a beleza das jovens mães. E "estar sem fazer nada" é a melhor coisa do mundo. Eu há muito que sabia que os nossos amigos "da provincia"  tinham razão mas, como a maioria, nunca tive tempo para me dedicar a desporto tão magnifico.

Os ingleses passam os 60 anos e enfim são felizes, diz uma sondagem. Longe de mim querer voltar aos 30 anos . E aqui para nós se voltasse aos 30 anos fazia as asneiras todas que fiz ora, saber isto, é ser inteligente coisa que aos 30 anos ninguém é. Saber viver.

Por isso eu digo. Se não tivesse perdido a juventude e o cabelo, a destreza física ( fui feliz a fazer desporto) e a vontade de andar sempre em viagem ( aproveitei bem) os meus 70 anos seriam a melhor fase da minha vida. Seriam...

Na banca nem só Angolanos nem só Espanhóis

Temos a CGD que é do estado mas que deve ser um banco de financiamento às PMEs e à economia e não um banco que financia os grandes negócios das grandes empresas.

E o capital português devia juntar-se para comprar o Novo Banco . Assim, com CGD e Novo Banco, o país controlaria  uma quota parte maioritária do mercado e a espanholização ou a angolanização seriam afastadas. Não vejo como Bruxelas poderia impedir ou obstaculizar esta arrumação da banca em Portugal.

Não é necessário nacionalizar o Banco Novo, não só porque já temos a CGD na posse do estado como constituiria mais um pesado encargo para as contas nacionais. Mas não tem que ser obrigatoriamente comprado por dinheiro estrangeiro. 

Uma coisa é certa, se o governo começa a envolver-se nos negócios privados teremos mais BANIF(s) com Bruxelas a dar cartas.

O Expresso noticiou que António Costa e a empresária angolana, para ultrapassar o impasse no BPI, reuniram-se em Lisboa e terão conciliado posições com o grupo financeiro espanhol La Caixa, com a filha do Presidente de Angola a vender a sua participação no BPI aos espanhóis e o BPI a ceder as suas acções do banco angolano BFA a capitais angolanos.

"Os governos socialistas de José Sócrates, um deles  com a participação do actual primeiro-ministro, intervieram em negócios privados, na banca, em empresas de telecomunicações e na comunicação social. Essas interferências políticas em negócios privados dão mau
resultado, o país já viu esse filme", recordou o deputado social-democrata, referindo-se à antiga PT e a bancos como a Caixa Geral de Depósitos ou o BCP."

Vergonhoso

Helena Matos :  Vergonhoso o comportamento branqueador no caso de Lula como também o foi com Sócrates desses artistas, observatórios, ONG, activistas, fundações, confederações, sindicatos, eternos rebeldes… que vivendo oficialmente do discurso da exigência sobre o sistema, quando não da gritaria contra o sistema, se transformam na muralha de aço que, qual milícia, protege o seu caudilho de qualquer escrutínio. Estes exercícios de justificação do injustificável revelam como hoje chamamos elites ao grupo de privilegiados que os líderes políticos sustentam com dinheiros públicos.

Eleições antecipadas

Mesmo que Marcelo não as queiraOs socialistas continuam a acreditar que é possível viver com duas coligações, uma à esquerda para consumo interno e outra à direita para consumo em Bruxelas. Os sociais-democratas, no entanto, insistem em dizer aos socialistas que "no dia em que precisarem" deles se devem demitir. Bom, mas nós vimos a caranguejola a apoiar a geringonça. Pois vimos, mas apenas porque estava preso ao passado e àquilo que de mau deixou como herança orçamental. A partir de agora, Orçamento aprovado, a caranguejola sente-se livre e a geringonça perde espaço de manobra. Se a execução orçamental correr mal, as esquerdas correm o risco de ficar a pregar no deserto, insistindo em culpar o governo anterior. Se a geringonça tiver de apresentar o famoso plano B e partir um ou dois dos arames que a seguram, não pode pedir à caranguejola que empreste outra vez o fio de nylon para se manter de pé. Estamos nisto. Com a agravante de ser a partir de Bruxelas que se mexem os arames da geringonça e o fio de nylon da caranguejola.