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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os milhões que saem à rua no Brasil não são povo diz o PCP e o BE

Os milhões de trabalhadores que saem à rua não são povo, são o capitalismo e o imperialismo. E assim sendo podem ser milhões?

É o capitalismo que tirou 40 milhões de pessoas da miséria no Brasil nos últimos anos. Depois Lula deixou-se tentar e ficou mais dois mandatos na presidência por intermédio de Dilma. Com ela ficaram os boys e girls que povoam o estado e a administração pública. E a seguir estenderam-se para as empresas públicas . Mesmo quando é a esquerda que leva os países à ruína para os comunistas é a extrema direita. O problema é que não há um só exemplo de um país socialista que seja feliz. Nem um.

Sempre que o povo se revolta num país socialista ou perto, deixa de ser povo e a justiça passa a ser telecomandada pelos yanques. Por cá também é assim. Quem não pensa como eles é reaccionário : As ligações de Lula da Silva a Portugal estão a ser investigadas pela justiça brasileira, que pediu a cooperação das autoridades portuguesas. Em causa estão negócios como a privatização da EGF, em que Lula terá pedido o favorecimento da brasileira Odebrecht (que acabaria por não apresentar proposta), a venda da operadora brasileira Vivo, detida pela PT, à Telefónica (que permitiu a entrada da Oi na operadora portuguesa) ou a compra da Cimpor pela brasileira Camargo Corrêa.

Por cá também se prendem ex-governantes inocentes...

 

Ir buscar dinheiro onde o há diz Jerónimo

Esta política defendida por Jerónimo de Sousa, levada ao extremo, deixa-nos nas mãos do estado e do aparelho comunista. É este o modelo do PCP.

Não se trava a despesa, nem melhor se aplica, vai-se buscar dinheiro onde o há. Aos rendimentos do capital, do trabalho e das pensões. Nada mais claro para quem anda distraído. E o plano B em que a geringonça anda a trabalhar resume-se a isto. Onde buscar dinheiro.

Mas como tudo tem limites e felizmente estamos inseridos na UE e no Euro :  “há-de chegar o momento de contradição insanável, quando todos estiverem de acordo com necessidade de mais crescimento mas as amarras proibirem-nos de andar”, referindo-se à União Europeia.

Isto é, há-de chegar o momento em que já não há onde ir buscar dinheiro, resta o crescimento da economia que só se faz depois de rasgar os limites do Tratado Orçamental . Costa não podia arranjar parceiro mais transparente, bem pode dizer que não sabia, que ninguém acreditará.

 

Governo compra taxistas para abrir o sector à UBER

É assim e sempre foi assim com o PS. Há um problema, atira-se com o dinheiro dos contribuintes para cima, ganha-se em sossego mas o problema fica lá a engordar. No caso trata-se apenas de abrir o sector à concorrência. Pode demorar mais algum tempo mas não há nada que trave esta evolução. Neste sector como em todos os outros.

Por cá sempre tivemos sectores económicos protegidos . Na indústria, nas telecomunicações, na energia...sempre se negou ao utente a liberdade de escolha e sempre se assegurou às empresas as rendas necessárias.  Atrasa durante algum tempo a  inovação, a  concorrência e um preço mais baixo ( que pode ser contado em décadas) . Depois vendemos as empresas ao dinheiro estrangeiro e temos o ministro da economia a pedir para não aproveitarmos o preço mais baixo dos combustíveis do outro lado da fronteira. Como se fosse possível passar por cima das leis da economia e convencer os compradores a adquirir produtos iguais por preço mais elevado.

PC e BE esfregam as mãos. Comprar votos nas corporações amigas.