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BandaLarga

as autoestradas da informação

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O PCP quer aumentar a despesa do estado

O problema não é aumentar o imposto sobre os valores imobiliários a partir dos 100 000 euros, embora ache que quem poupou este montante deva ser valorizado e não castigado.E 100 000 euros é uma importância insignificante. Nem sequer criar uma taxa sobre as rendas energéticas e, muito menos, uma sobretaxa em sede de IRS sobre altos rendimentos. O que preocupa é o que irá fazer o PCP com mais esta arrecadação de impostos.

É bom de ver que nas mãos dos comunistas, bloquistas e socialistas ( alguns socialistas) estes montantes serão aplicados em mais despesa pública tornando o estado ainda maior. Para estes partidos o dinheiro que o estado retira às famílias e às empresas nunca é reorientado para estimular mais criação de empresas e de postos de trabalho.

A Portugal nos últimos vinte e cinco anos chegaram comboios cheios de dinheiro ( elevada carga fiscal + subsídios europeus + dívida ) e mesmo assim o dinheiro não chegou aos mais pobres. Serviu, na maioria das vezes, para alimentar clientelas . E o PCP tem as suas nas empresas públicas com os seus défices escondidos. 

Não basta dizer onde vai buscar mais dinheiro é preciso saber onde o aplica. Por exemplo, tornar gratuitos os manuais escolares é o caminho mais fácil. Bem melhor seria que não se substituíssem os manuais todos os anos

 

 

A Irlanda não quer ser como Portugal

Face à instabilidade da actual posição política que sustenta o governo e ao aumento das taxas de juro da dívida que já tocaram nos 4,5%, o actual ministro Irlandês e candidato nas próximas eleições a novo mandato diz que " não queremos ser como Portugal ".

A legislatura de Enda Kenny foi marcada pela intervenção da troika. Aliás há já vários olhares sobre Irlanda, tendo em conta o que aconteceu em Portugal, mas também em Espanha que, embora não tenha sido resgatada financeiramente, sofreu uma crise económica. E o desfecho nas eleições tanto em Portugal como em Espanha acabou por ser o mesmo. Os partidos no poder - em Portugal liderado pelo PSD e em Espanha pelo PP - venceram as eleições, mas sem maioria.

Irlanda é, por estes dias, por isso, foco de vários olhares, até dos investidores. "As eleições de 2015 no sul da Europa produziram surpresas significativas e uma situação política confusa", assumiu, anteriormente, Jens Peter Sorensen, analista do Danske Bank. "As eleições na Irlanda podem produzir um resultado semelhante", contribuindo para uma volatilidade "de curto prazo" nas obrigações do tesouro do país.

Banca e empresas públicas custam-nos 43 mil milhões

Portugal é um dos países que mais escondeu défices nos bancos e nas empresas públicas que foram parar à dívida que todos estamos a pagar.

Segundo o estudo "Fiscal costs of contingent liabilities" de economistas do Fundo Monetário Internacional, os contribuintes pagaram 24,5% do PIB - cerca de 43 mil milhões de euros - a bancos (11% do PIB) ou empresas públicas (12,1%). Valor foi parar à dívida portuguesa, hoje a mais cara do euro.

A culpa é das instituições financeiras do Estado que não controlam e auditam mal