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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A Europa e a liberdade

Mudar em nome de quê ? Isso não nos dizem : "

É que as instituições que temos na Europa, não sendo perfeitas, demoraram muito a construir, deram muito trabalho a solidificar. O caminho não pode ser destrui-las em nome de um qualquer mundo novo, de um homem novo ou de um mundo sem europeus. Esta é a Europa de Vitor Hugo, de Churchill, mas também de Schuman, Monnet, Adenaeur, Spaak ou Gasperi, Esta é a Europa que não se fez de um só golpe… mas de realizações concretas: é uma construção sempre inacabada de paz, liberdade e bem-estar social.

Continuar a lutar, em conjunto, por esses valores, será o grande desafio. Afinal, não se pode pedir aos homens que construam o melhor dos mundos, mas sim um mundo um pouco melhor do que aquele que encontraram. Um mundo melhor, com democracia, mas sobretudo com a garantia da liberdade. Esta é também a história do movimento europeu que deverá continuar a passar pelo aperfeiçoamento, pela reforma, pela transformação gradual das instituições europeias. Tradição e modernidade, diversidade e identidade, qual Europa de valores e princípios num mundo globalizado, onde os europeus continuem a fazer a diferença.

O que são " grandes diferenças" orçamentais ?

A Comissão Europeia veio dizer que há grandes diferenças entre o governo português e as instituições europeias. Seria bom que António Costa explicasse o que isso quer dizer . É que face à barragem de críticas vindas de todos os lados a credibilidade do documento já se foi. E quanto mais tempo passa mais o país se parece com aquela ópera bufa que vimos a Grécia protagonizar e que teve como resultado um 3º resgate .

Mil milhões de euros é muito dinheiro e não há como resolver o assunto pela lado da despesa. O aumento de impostos é a única saída e quem vai pagar são os mesmos de sempre.

"Quanto às discussões que estão a decorrer, há grandes diferenças e estamos a trabalhar com as autoridades portuguesas para reduzir a distância" entre ambas as partes, explicou a responsável da Comissão.

E cada vez mais se fala de rejeição. Só politicamente será possível resolver a questão agora que estamos como nunca nas mãos de terceiros. Obrigado António Costa, conseguiste.