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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A Suécia vai expulsar 80 000 falsos refugiados

A Suécia não pode receber e integrar todos os anos cerca de 150 mil imigrantes. E como não pode faz o que é justo. Recebe os verdadeiros refugiados e os imigrantes a quem pode dar trabalho e devolve à origem os outros.

Por cá reduz-se a questão à generosidade não cuidando de saber o que acontecerá a toda essa gente que procura o "inferno" que tanto odeiam. Temos trabalho para todos ? O país suporta sustentar toda essa gente? Entre eles há terroristas em preparação que não estão dispostos a aceitar a nossa forma de vida?

A decisão da Suécia é anunciada um dia depois de na Dinamarca o parlamento ter aprovado uma reforma da lei do asilo que prevê, entre outras medidas, o confisco de valores a migrantes.

opinião pública portuguesa foi submetida a uma versão da crise migratória que torna difícil assimilar alguns dos problemas criados. A proporção de refugiados é metade do total de pessoas que entraram nas fronteiras europeias e a expatriação dos migrantes que não têm direito a asilo terá custos adicionais. A crise migratória coloca questões de segurança e ameaça alterar a própria identidade europeia, tendo criado graves divisões, com um grupo de países de leste a recusar a ideia de uma política comum de imigração e asilo. Neste momento, está em perigo o próprio espaço de livre circulação de Schengen, que permite uma das liberdades essenciais na União Europeia, mas a animosidade entre governos pode já ter ultrapassado o ponto de não retorno. O número elevado de migrantes e refugiados provocou reacções de descontentamento em países como Alemanha, Dinamarca ou Suécia, o que beneficia partidos populistas que exigem limites.

 

E vão três

Três agências de rating avisam. A consolidação orçamental vai precisar de medidas adicionais.

Entre outras coisas, notamos, contudo, que a projeção de crescimento assumida para o PIB parece pender para o lado otimista. O que implica que se o crescimento económico tiver um desempenho abaixo do previsto pelo governo, serão necessárias medidas de redução do défice adicionais, para cumprir o objetivo. Aí, acreditamos que a estabilidade do governo seria colocada em causa”

A S&P tornou-se quarta-feira a terceira agência de rating em dois dias a mostrar dúvidas em relação aos planos orçamentais do governo, depois de a Moody’s e a Fitch terem feito o mesmo.

Só o governo acredita num crescimento de 2,1% contra os 1,7% de todas as instituições financeiras. Para nossa desgraça é fácil perceber quem tem razão.

A Grécia é uma lição a seguir ( Costa dixit )

Oxalá o governo português não copie o comportamento Grego de confronto do qual saiu vencido e convencido. António Costa tem que negociar e não querer ir além do que é possível por muitas reversões que tenha prometido e executado.

A grande dúvida colocada pela Comissão Europeia é a razão pela qual a redução do défice estrutural prevista para 2016 está “muito abaixo do ajustamento recomendado pelo Conselho em julho”.

Recorde-se que a este propósito, o ministro das Finanças, Mário Centeno, disse, tanto no Conselho de ministros de quinta-feira passada, como na apresentação do esboço que fez no Ministério das Finanças no dia seguinte, que o ajustamento no saldo estrutural era “significativo”. No entanto, o esforço previsto é de apenas 0,2 pontos percentuais, quando as regras exigem que o esforço seja de pelo menos 0,5 pontos percentuais.

António Costa começou por aplaudir o comportamento do governo Grego do Syriza mas logo arrepiou caminho.

Bruxelas não aceita Orçamento do Estado

Que as reservas são muitas já sabíamos mas pode ser que a primeira posição de Bruxelas seja o inicio normal do processo de avaliação. Os jornais também se dividem quanto à noticia. Para uns trata-se de uma rejeição para outros um normal pedido de mais informação.

Bruxelas não aceita o Orçamento do Estado de 2016 "porque tem sérias dúvidas nos pressupostos financeiros que constam no documento", apurou o Económico junto de fonte comunitária.

A Comissão vem assim juntar-se às agências de 'rating' e ao próprio conselho de Finanças Pública que têm manifestado dúvidas nomeadamente sobre o cenário macroeconómico e a estratégia orçamental do Executivo, considerados demasiado optimistas.

Em causa está uma previsão de crescimento de 2,1% para este ano, mas também uma redução do défice orçamental para 2,6%, com um ajustamento estrutural de 0,2 pontos percentuais.

Conseguir ajustar a posição da Comissão Europeia com as exigências do BE e, principalmente, do BCP vai ser um caso sério

 

Se não é pelo cú é pelas calças

Nas empresas públicas e no funcionalismo público há muito que se trabalha menos de 35 horas. São tantas as greves...

Vejam-se as razões para a greve da próxima sexta feira : O motivo é o atraso na entrada em vigor da semana de 35 horas. Toda a esquerda está de acordo em relação à medida, os projectos de diplomas legais baixaram à discussão na especialidade, mas Bloco de Esquerda e Verdes reclamam a aplicação imediata da medida, o PCP defende um período de 30 dias para reorganização dos serviços e o PS quer 90 dias para regulamentação. Já o ministro das Finanças quer que a medida só entre em vigor em Julho e, sobretudo, que não resulte num aumento de custos com pessoal.

Entretanto o sindicato afecto à  UGT já não faz greve. Pois se estão todos de acordo...mas para a CGTP estarem todos de acordo não é razão bastante para levantar a greve. São assim os estalinistas. Quanto pior, melhor.

 

A OPA da SONAE à PT

Se bem me lembro a SONAE oferecia 11 mil milhões pela PT. José Sócrates usou a CGD para impedir a operação que deixava a companhia em mãos portuguesas.

Recorde-se que esta não é a primeira vez que a OPA da Sonae aparece como uma matéria relevante para a investigação da Operação Marquês. Em outubro, depois do segredo de justiça interno ter sido quebrado por ordem do Tribunal da Relação de Lisboa, já tinha sido noticiado que o procurador Rosário Teixeira tinha chamado Belmiro de Azevedo, o líder histórico da Sonae, e o seu filho Paulo a depor como testemunhas no processo.

Revelando que o «Governo deu instruções» para que a Caixa Geral de Depósitos votasse contra a OPA da Sonae sobre a PT, Belmiro de Azevedo considera que José Sócrates «portou-se mal», até porque o Estado, como detentor de uma golden share, nunca deu indicações de se opor ao negócio.

PCP vai mostrar a sua força na acção sindical

A diferença eleitoral entre PCP e BE é um factor de grande perturbação. O PCP estará tentado a mostrar a sua força social e sindical para compensar a perda de votos. E o Bloco de Esquerda tenderá a pressionar o governo numa tentativa de ir buscar mais votos ao PS.

O Bloco ganha força, o PCP perde-a, pelo menos eleitoralmente. A dúvida é se os resultados eleitorais podem influenciar a estratégia dos dois partidos que apoiam o governo liderado por António Costa. O constitucionalista e ex-eurodeputado socialista Vital Moreira defende que “a enorme derrota do PCP, por sua vez, vai provavelmente causar abalos internos na liderança de Jerónimo de Sousa e levar os comunistas a acentuarem as suas reticências em relação ao governo do PS e a mostrar a sua força no terreno sindical e das lutas sociais”. O PCP, que perdeu mais de 120 mil votos em relação a 2011, tem congresso marcado para o fim deste ano e Vital alerta que “o perigo para o governo do PS não vai vir de Belém, mas sim dos parceiros de coligação”. Vital também acha que a subida do BE vai levar os bloquistas a “subir a parada no preço a obter pelo seu apoio ao governo PS”.

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Ninguém acredita no Orçamento para 2016

Se calhar nem o próprio Centeno. É cada vez mais frequente à medida que se conhece mais do projecto de orçamento, que o crescimento proposto de 2,1% não será maior que 1,7%. Que o aumento dos salários retirará competitividade à economia com nefastos resultados nas exportações

A dívida já está a crescer e as taxas de juro também só falta mesmo as agências de rating darem o golpe final.

A opinião da Moody’s vai ao encontro das projecções da Comissão Europeia, que apontam para uma taxa de crescimento na ordem dos 1,7%, ao contrário dos 2,1% estimados pelo Governo. “Acreditamos que reduzir o défice orçamental para 2,6% do PIB vai revelar-se um desafio”, avançou Muehlbronner ao Diário Económico.

 

A analista está preocupada que António Costa repita erros do passado. “Uma estratégia focada no consumo privado e no aumento dos salários acima do crescimento da produtividade poderá resultar no regresso aos antigos desequilíbrios da economia portuguesa, com défices da balança corrente e uma perda de competitividade internacional”, defende a especialista da agência de rating.

Ninguém acredita no Orçamento para 2016

Se calhar nem o próprio Centeno. É cada vez mais frequente à medida que se conhece mais do projecto de orçamento, que o crescimento proposto de 2,1% não será maior que 1,7%. Que o aumento dos salários retirará competitividade à economia com nefastos resultados nas exportações

A dívida já está a crescer e as taxas de juro também só falta mesmo as agências de rating darem o golpe final.

A opinião da Moody’s vai ao encontro das projecções da Comissão Europeia, que apontam para uma taxa de crescimento na ordem dos 1,7%, ao contrário dos 2,1% estimados pelo Governo. “Acreditamos que reduzir o défice orçamental para 2,6% do PIB vai revelar-se um desafio”, avançou Muehlbronner ao Diário Económico.

 

A analista está preocupada que António Costa repita erros do passado. “Uma estratégia focada no consumo privado e no aumento dos salários acima do crescimento da produtividade poderá resultar no regresso aos antigos desequilíbrios da economia portuguesa, com défices da balança corrente e uma perda de competitividade internacional”, defende a especialista da agência de rating.