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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Agora anda por aí a juntar os cacos

Não resistem . Deitam tudo abaixo mesmo que contra o programa de governo de que fazem parte. Agora anda por aí a ver se consegue juntar os cacos. Não ouviu ninguém e ao contrário do que afirma é ele que está em ruptura com tudo o que se vem fazendo na última década por ministros de vários governos.

Isto tudo, menos de uma semana depois de António Costa ter afirmado taxativamente que as provas do 6.º ano eram para manter, aliás como previa o programa eleitoral do PS, que na página 45 afirma a importância d e: "Garantir a estabilidade do trabalho nas escolas, o que pressupõe reformas progressivas, planeadas, negociadas e avaliadas." Pois, vê-se! A única coisa que se conclui é que neste Governo o CEO manda pouco ou nada.

Quem exulta é o Nogueira da Frenprof que há trinta anos anda a co-governar a Educação. Contra os alunos e a favor das políticas do PCP.

 

 

A descentralização é a base da reforma do estado

Reformar o estado é, antes de tudo, descentralizar. Vai, pois, no bom caminho esta decisão do governo. Agora vamos ter que ver quais são as competências e os meios financeiros, de recursos humanos e técnicos que a acompanham.

O plano de descentralização do Governo hoje anunciado prevê a eleição dos presidentes das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto por voto direto dos cidadãos, realizando-se em simultâneo com as eleições autárquicas de 2017. E após a conclusão do plano de descentralização do Governo, as atuais comissões de coordenação de desenvolvimento regional (CCDR) terão os seus poderes revistos e serão eleitas a partir de 2017 por voto indireto.

Ou seja, de acordo com o membro do executivo, as CCDR serão eleitas por voto dos representantes das câmaras e das assembleias municipais das respetivas áreas territoriais.

A Educação é que, por aquilo que constatamos, não descentraliza. O respectivo ministério está a voltar a ser o ministério dos professores e dos sindicatos . E do sindicalista Nogueira que não disfarça o gozo.

 

Pagar os juros mais altos desde 2014

Parece haver uma procura bastante na emissão de dívida mas a um juro de 2,9% o mais alto desde 2014. Depois de algumas decisões do actual governo que afectam a credibilidade externa do país a subida da taxa de juro da dívida não é surpresa nenhuma. E o mais grave é que o pagamento da dívida se vai fazer mais lentamente o que representa mais 11 mil milhões de euros.

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 Na comparação feita com a última emissão sindicada, feita em abril de 2015, importa referir que nessa altura os investidores aceitaram um prémio de risco de 155 pontos base, que compara, então, com os 205 a 210 que estão a ser propostos (ainda não definitivos). Poderá tratar-se, portanto, de um alargamento do prémio de risco de meio ponto percentual no espaço de menos de um ano.

É bem verdade que não há almoços grátis

Um presidente da República à moda do BE

Que ninguém se engane. Para o BE o verdadeiro presidente é aquele que desobedecer à União Europeia. Segundo Mariana Mortágua essa é a grande diferença entre os candidatos e  Marisa Matias.

"Já sobre Sampaio da Nóvoa, sublinhou que o "papel do Presidente da República será o de confrontar e desobedecer às instituições europeias", ao contrário do que tem sublinhado o ex-reitor da Universidade de Lisboa, que se tem batido apenas por uma Europa diferente. Mariana salientou ainda que o próximo Chefe do Estado tem de "fazer valer a Constituição contra os ataques e as chantagens da União Europeia".