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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Em S. José deixam morrer pessoas no METRO encerram linhas

As corporações que se auto intitulam de prestadores de "serviço público" deixam morrer pessoas nos hospitais e encerram linhas no METRO . A sociedade civil tem que se erguer contra estes senhores que a coberto dos seus privilégios, fazem tábua rasa dos direitos mais elementares da população que lhes paga o vencimento.

“Pese embora o transtorno pessoal e familiar que esta quadra festiva obriga a várias categorias profissionais de toda a sociedade, o serviço público desenvolvido pelos profissionais de diferentes áreas tem de ser garantido, sob pena de, colocando em causa os direitos de milhares de cidadãos, deixar de poder ser assim reconhecido”, defende a holding.

E agora pasmem com as razões apresentadas pelo sindicato : A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), contactada pela agência Lusa, disse que esta situação se deve sobretudo a dois fatores: a saída de profissionais, nos últimos anos, sem que tenham sido repostos nos quadros, e a falta de diálogo com os órgãos representativos dos trabalhadores.

Já em relação ao S. José o bastonário veio dizer que a culpa era dos "cortes"...

Eles querem lá saber das pessoas a quem prestam o tal "serviço público" que justifica tudo. O MP tem a obrigação de investigar estes crimes

 

A Grécia já está a reverter na Segurança Social

Cortes nas pensões que vão de 15% para as mais baixas até  30% nas mais altas. E este é o segundo corte. No primeiro as pensões caíram de uma média de 1 500 euros para uma média de cerca 870 euros. É a tal intenção de reverter o empobrecimento.

Além dos cortes nas pensões o governo do Syriza propõe o aumento das contribuições das empresas em 1% e a dos trabalhadores em 0,5% . Por cá as mesmas medidas são neoliberais quando não passam de medidas para salvar a Segurança Social. Mas o actual governo está a pegar na margem de manobra conseguida pelo governo de Passos Coelho para desbaratar, oferecendo aumentos de 2 euros que não aquecem nem arrefecem os contribuintes mas que destróiem as contas nacionais. Há quem diga que é reverter o empobrecimento que foi induzido pelo desbaratar do governo de Sócrates, com as mesmas politicas que Costa quer agora voltar a implementar.

Não há pior cego do que quem não quer ver.

 

Já estamos a reverter a compra de carros

Deve ser esta a tal reversão do empobrecimento. A venda de carros ultrapassou os 231 000 e é a maior dos últimos cinco anos. Como o dinheiro da reversão prometida pelo actual governo ainda não chegou aos bolsos dos funcionários públicos e dos pensionistas , isto quer dizer que já estamos a gastar por conta.

Nada que não se esperasse. Aumentar as importações é o único efeito certo das medidas tomadas por António Costa. E como comprar carro não é propriamente a prioridade dos que ganham o salário mínimo e não é com um aumento de 25 Euros/ que o podem fazer, então quem os está a comprar são os que se queixam que nos últimos anos foram muito penalizados.

Assistimos desde 2013 a uma retoma do mercado após a fortíssima queda ocorrida nos anos de 2011 e 2012, não se tendo verificado ainda a recuperação para valores considerados normais para a dimensão do país" .

Ainda assim, desde 2010 – quando foram vendidos 272.754 automóveis e antes da chegada da troika a Portugal – que não se registavam dados tão positivos.

As vendas de automóveis em Portugal subiram 24% em 2015 face a 2014. No total do ano foram comercializadas 231.645 unidades, entre ligeiros de passageiros, comerciais e pesados.

A venda dos ligeiros de passageiros indica-nos que o empobrecimento dos cidadãos não atingiu a calamidade que nos querem impingir. Os comerciais e pesados indica-nos que a actividade económica não se afundou como nos querem fazer crer.

Será por ser assim que a oposição foi derrotada nas eleições ?