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BandaLarga

as autoestradas da informação

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ANA (privada) já encontrou solução para o aeroporto de Beja

É esta a diferença entre as empresas privadas e as públicas. Quem está fora do negócio, do "core business", está fora das soluções. É assim em todos os negócios. O aeroporto de Beja não tinha qualquer utilização, enterraram-se lá cerca de 33 milhões mas aviões nem vê-los. A ANA, privada, em pouco tempo encontrou solução para aquela estrutura.

O aeroporto de Beja, que resulta do aproveitamento civil da Base Aérea n.º 11 e custou 33 milhões de euros, começou a operar a 13 de Abril de 2011, mas, desde então, apesar de aberto, tem estado praticamente vazio e sem voos e passageiros na esmagadora maioria dos dias.

"Espera-se que esta aposta da Hi Fly em Beja seja o primeiro passo para o desenvolvimento de uma parceria com vista ao desenvolvimento de outras actividades no aeroporto" alentejano, refere a ANA.

Segundo o presidente da Hi Fly, Paulo Mirpuri, citado no comunicado, o acordo estabelecido com a ANA para a utilização do aeroporto de Beja "como placa giratória para a frota entre contratos" da companhia, nomeadamente para o estacionamento e manutenção de aeronaves, é "bastante positivo".

E é assim, quem não sabe fecha a loja

 

Com o próximo PR o governo mandará cada vez menos

Como se viu já no Parlamento a factura a pagar pelo governo pelo apoio de PCP e do BE, é cada vez mais alto, o que dará ao próximo presidente da república um poder cada vez mais forte.

"Avança a edição impressa do Expresso que, ganhando Marcelo como se prevê, António Costa acredita ter no próximo presidente um bom parceiro – e é capaz de ter razão. Mas a questão não é essa. A questão é que, com ou sem Marcelo, o próximo inquilino em Belém será uma peça fundamental do puzzle de que já constam PCP e BE. A juntar a um parlamento que algumas vezes se tem substituído ao governo (com PCP e BE a comandar as operações), Costa terá no palácio de Belém um presidente mais interventivo – leia-se, alguém que não se coibirá de influenciar decisões executivas, sob a ameaça de dissolver o parlamento e convocar eleições. E assim vai encolhendo o espaço do primeiro-ministro para governar nos seus próprios termos."

Seja quem for que ocupe o Palácio de Belém