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BandaLarga

as autoestradas da informação

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António Costa só é primeiro ministro no Parlamento

PCP não perde uma oportunidade para o lembrar. 122 deputados são mais que 107 graças aos deputados do PCP e do BE. Fora do Parlamento, António Costa, que sempre pediu a maioria absoluta, perdeu em toda a linha. E isso vê-se pelo comportamento dos partidos que apoiam o governo.

A CGTP já está na rua com greves e manifestações. O BE recomenda que o governo não se esconda atrás do Banco de Portugal nos casos do BES e do Banif . O PCP lembra a todo o momento que não integra o governo. mantém a sua autonomia politica intacta.

Centeno não é capaz de dizer onde vai buscar mais receita para cobrir o aumento da despesa mas, é óbvio, que o reajuste dos escalões do IRS não é mais que um aumento dos impostos . Os mesmos de sempre, pagam.

 Este PS fraco serve à esquerda radical, a quem mais serve? Na companhia do PCP e do BE, Costa pode repor rendimentos e aumentar impostos. Mas preparar o país para competir no mundo do euro, da UE alargada e dos mercados abertos, e construir um sistema social eficiente e sustentável, como tenta Matteo Renzi em Itália ou propõe Emmanuel Macron em França?

O PS está na posição que o PCP sempre quis . Graças à ambição de António Costa.

 

Não sabemos porque fazemos greve mas o governo sabe

É como o bêbado que chega a casa e dá uma sova na mulher. Ele não sabe porque lhe dá porrada mas a mulher sabe. Assim estão os sindicatos das empresas de transporte público. Fazem greve não por causa do governo de António Costa mas por causa do governo de Passos Coelho.

Um quadro de provocações aos maquinistas pelo governo que já não governa, merece bem uns dias de greve na quadra natalícia. Para que António Costa coloque no sapatinho as reivindicações dos grevistas. Uma espécie de greves antecipadas . Neste jogo, os utentes que pagam o passe antecipadamente, não são dados nem achados. Já pagaram o passe mas vão ficar em terra . Eles, os utentes, não sabem mas a verdade é que têm a culpa de tudo. Pagam o passe antecipadamente porquê ? É mais barato mesmo não usufruindo do serviço repetidamente ?

Outra hipótese é não precisarem dos transportes públicos. O primeiro passo é investirem o seu dinheiro num transporte que lhes assegure o serviço. Comecem por aí, vão ver que os trabalhadores dos transportes públicos se deixam de greves preventivas. É que só lhes dói se lhes forem à carteira

  "Há uma decisão de realizar um número mais alargado de greves" caso o governo não responda positivamente a questões como a alteração dos regimes de férias e dos horários dos trabalhadores. E nem o compromisso de reverter o processo de concessão da gestão do metro a privados nem a promessa de devolver os cortes feitos nas suas pensões os faz recuar. 

Não é uma greve é uma chantagem.

 

Em risco a saída do défice excessivo

orçamento do governo aumenta a despesa à volta de 2 600 milhões o que põe em risco o défice de 3% e, por conseguinte, a saída do país do grupo de países com défice excessivo. Com os prejuízos equivalentes.

Em termos de riscos que o país enfrenta, o director da Schroders considera que estes não se prendem tanto com políticas anti-euro, dado que o PS é pró-euro. Os riscos estão mais centrados precisamente no facto de as reformas económicas e as melhorias implementadas pelo anterior Governo serem anuladas.

Relativamente ao Governo de António Costa, Alan Cauberghs considera que não é estável e, disse, que não ficaria surpreendido se dentro de um ano houvesse uma nova mudança de Executivo.

É assim que é visto lá fora o governo socialista-comunista de António Costa . Por enquanto ainda ninguém disse onde é que se vão buscar as receitas. Talvez na débil economia que o PCP e o BE tanto apregoam. Vem aí o milagre rosa.

Não há dinheiro para promessas

O PS vai ver o que todos vêem quando chegam ao poder. Não há dinheiro e a situação afinal é de "tanga". O PC e o BE vão fazer de conta que obtêm muitas vitórias. Uns e outros vão perceber que o poder que têm é muito menor do que pensavam. Eleições à Syriza, baralham e dão de novo.

A verdade é que, o que quer que digam, não há dinheiro para promessas. O crescimento económico é medíocre e frágil, a dívida privada é enorme e a pública ainda sobe, a banca cambaleia e os mercados externos estão incrédulos. Com uma situação assim, a severidade europeia é a menor das nossas preocupações. A austeridade nunca foi imposta por capricho comunitário, mas pelas condições de pré-falência do país. Esta é a realidade que a oposição, quem quer que seja, sempre finge ignorar, mas que se revela subitamente quando se sobe à cadeira do poder.

As greves que fazem a vida negra aos utentes

As empresas dos transportes públicos já estão a aquecer os motores para as greves como prenda de Natal . Tudo, claro está, para defender os utentes e para cumprir as ameaças de  Arménio Carlos  da CGTP. Reverter as subconcessões aos privados é o objectivo a par da melhoria das condições salariais dos maquinistas.

O actual ministro da Economia em texto de 2011 já escrevia que era difícil de compreender que um maquinista leve para casa mais de 5 000 euros entre salário e extras .

A greve já está marcada há mais de 15 dias e "resulta de um quadro político anterior de provocação clara a estes profissionais", explicou, garantindo que se o actual Governo não mostrar vontade relativamente às suas reivindicações poderá haver mais paralisações.

Assim se vê a força do PC. Reúne com o PS no governo e ataca na rua com a CGTP. Vamos longe com esta consistência e estabilidade.

Tão jovens e já mentem

Os partidos da governação apressaram-se a acusar o anterior governo que estava a mentir quanto ao crescimento da economia, face aos dados publicados pelo INE.  

O novo Governo receberá uma economia mais equilibrada com o exterior, que deixou para trás a recessão. Embora o crescimento ainda seja débil – 1,4% no terceiro trimestre –, a actividade entrou num ciclo de recuperação, empurrada pelo consumo das famílias e com um desemprego ainda muito elevado, mas que já começou também a descer. Contudo, avista-se um ponto de interrogação no horizonte: o que acontecerá ao investimento?

O investimento privado depende da credibilidade desta solução governativa que para já causa incertezas e da rapidez com que se conseguir desburocratizar os subsidios europeus. Mas o atraso já é evidente . E os investidores ainda vão esperar para ver.

Mariana Mortágua e João Galamba tão novos e já mentem com todos os dentes.

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Pela via da produtividade em vez do consumo interno

A via do consumo interno levou-nos quase à bancarrota . Mas o verdadeiro problema da nossa economia é a produtividade . Dá trabalho e precisa de tempo mas é esse o caminho.

A este propósito, Daniel Bessa em artigo recentemente publicado no semanário Expresso, tratou esta questão de forma bastante assertiva. Considerou que o aumento de salários é uma boa intenção, mas é algo que depende da produtividade e, quando se olha para ela, constata-se que “em Portugal é 31% da verificada na Alemanha, sendo a espanhola um pouco mais do dobro e a italiana cerca de duas vezes e meia maior”. “Perante uma situação como esta, a razão e o bom senso aconselham a que se comece por subir a produtividade”, defende Daniel Bessa.

A produtividade, a par da inovação, da gestão de marcas e do ‘design’, continua a ser um dos principais ‘calcanhares de Aquiles’ da economia portuguesa. Até agora – mesmo depois da intervenção da ‘troika’ e da descida dos custos do trabalho – o problema não tem tido solução à vista. É uma questão naturalmente complexa que necessita de uma estreita colaboração entre todos os agentes económicos, desde empresas a sindicatos, passando pelo governo e instituições universitárias e que deve ser debatida sem preconceitos nem ideias feitas tendo como ‘balizas’ os nossos parceiros europeus .

Muito longe do que se passa em Portugal e com a actual solução governativa  não é possível. Quanto tempo se aguenta Mário Centeno ?

 

Vai nada, Miguel

Nem pensar. António Costa aumenta a despesa e mantém o défice abaixo dos 3% sem subir nada, muito menos os impostos. O Centeno já andou a falar aos patrões . Invistam que o governo não aumenta o IRC. Ai estava a descer ? E o défice já está abaixo dos 3% ? Prontos, vamos descer o IRS. Alteramos os escalões e a receita é a mesma. E quem é que paga mais ? Os mesmos de sempre como bem diz o Miguel. Percebem ? O vídeo dá uma ajuda.

 

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