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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Fui aumentado 1,80 euros/mês

Vou recomeçar as minhas viagens. Nos últimos cinco anos nasceram-me duas netas tive que ajudar . Mas agora vai ser um fartote. Fui aumentado, a austeridade acabou, o desemprego que também atingiu a minha família ficou (ficará) para trás . Aí estão as amanhãs que cantam.

E vamos ter mais aumentos e devoluções do que foi " roubado". Quem paga não sei mas a tal economia que PS/PCP/BE diziam anémica sofreu nas duas últimas semanas um fulgor inusitado. Qual 1,7% de crescimento qual carapuça. Tudo o que seja menos de 3/4% não é nada. E se for preciso pomos a economia a crescer 5/6%, basta aumentar o consumo. Da última vez o país foi para a bancarrota com esta politica mas, caramba, não podemos estar a pensar que o diabo continua aí à esquina.

E é assim. Voltam os emigrantes ( já vieram a público 100 empresários dizer que o investimento está a todo o vapor) porque agora é só escolher o melhor emprego entre várias oportunidades e todos bem pagos . Até os refugiados que aí estão a chegar vão ajudar à recuperação.

Parece que não mas Deus é do PS.

 

A palavra dos comunistas não convence o PS

A palavra de um comunista não precisa de assinatura. Mas se é para cumprir não custa nada assinar o acordo escrito. Como vai o Presidente da República apreciar um acordo que não está escrito ?  Se nem um acordo escrito lhes apanham como é que esperam responsabilizá-los no governo ?

Os "barões" do PS já perceberam a tramóia. Querem-nos no governo. Ficam com o pescoço no pelourinho . Esta de a palavra de um comunista ser mais segura que a palavra dos não comunistas faz parte da velha melodia que dá o comunismo como moralmente superior. Não é . Se querem ficar eternamente  na posição confortável de quem oferece a lua então não andem a vender supostos acordos de incidência governamental

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O que fará Cavaco Silva ?

O PCP nunca apoiará por quatro anos um governo, seja ele qual for. Já o BE está interessado em chegar ao governo e às mordomias correspondentes.  Não tem influência social, nem autárquica nem sindical. Joga tudo na influência parlamentar e governamental embora vá passar pelas várias fases do Syriza. De radical a moderado.

Acordo não há e já se fala em dois acordos. Mas com dois acordos é possível manter a estabilidade governativa ? E no PS cresce a oposição e Costa é um lider frágil junto da população.

Será que o Presidente da República vai dar posse a um governo que depende do cumprimento de dois acordos distintos? Mesmo que Cavaco Silva dê posse ao governo do PS com apoio de Bloco de Esquerda e PCP, até quando irá funcionar um equilíbrio tão instável? Por isso, até pode dar-se o caso de PS, Bloco de Esquerda e PCP se juntarem na votação para fazer cair o governo, António Costa ser indigitado, formar governo e tomar posse para cair pouco tempo depois quando apresentar a proposta de Orçamento.

Cá para mim e tendo em vista as recentes manobras do PS e do PCP ( e este o que diz publicamente) creio que Cavaco Silva não dá posse a António Costa, deixa Passos Coelho num governo de gestão ( contra a sua vontade ? Ele diz que sim) e no prazo certo o novo presidente tem que fazer o inevitável. Convocar eleições antecipadas.

Então com uma coligação PS+BE e outra PSD/CDS frente a frente os portugueses podem escolher um governo maioritário e com toda a legitimidade democrática.

 

Avante, António Costa

Jerónimo de Sousa : Num comunicado enviado às redações, o Partido Comunista deixa claro que propõe, “no imediato“, a “valorização dos salários, pensões e reformas, com devolução do que foi roubado“, o “aumento do Salário Mínimo Nacional para 600 euros em 2016“, a “defesa da contratação coletiva e reposição dos direitos individuais e coletivos retirados nas sucessivas revisões do código de trabalho”, o “financiamento da Segurança Social”, a “reposição da proteção e dos apoios sociais perdidos em 2010” e, entre outras coisas, a “reversão das privatizações, designadamente nos transportes“.

O boicote do almoço na Mealhada

Já estavam 300 membros do PS inscritos no almoço para Sábado, uma iniciativa de Francisco Assis. Como vai sendo próprio de António Costa o almoço foi boicotado com a marcação para o mesmo dia de uma reunião dos órgãos máximos do partido. O objectivo do boicote é claro. Antecipar a votação do acordado com PCP e BE por forma a esvaziar as criticas que se adivinham . A partir de agora quem critica está a prejudicar o partido . 

Neste encontro, o ex-líder parlamentar do PS preparava-se para lançar uma corrente interna de militantes e simpatizantes socialistas que discordam de uma viragem à esquerda deste partido, principalmente, através da celebração de um acordo de Governo com o PCP e o Bloco de Esquerda.

Este setor do PS, pelo contrário, entende que os socialistas, na sequência dos resultados das últimas eleições legislativas, deveriam ser "oposição responsável" a um Governo PSD/CDS.

O Observador sabe que Assis não quis colocar à prova os dirigentes que já tinham confirmado presença no almoço e que, por fazerem parte da Comissão Nacional do partido, teriam de fazer uma escolha: ou iam à reunião, ou ao almoço. Esta decisão de António Costa caiu mal junto dos socialistas próximos de Assis, que referem que a data escolhida – coincidente com a hora do encontro na Mealhada — causou algum embaraço. Ainda não há nova data para o encontro.

Centeno e Catarina um par improvável

O Prof Centeno é especialista em Relações laborais e em Segurança Social, tendo uma vasta obra publicada em revistas internacionais de relevo. A Catarina Martins nunca ouviu falar destes assuntos. Agora veja como eles estão a acordar no enlace .

O Prof Centeno apresentou uma série de medidas que tiveram um destino comum. O cesto do lixo :

Relativamente à primeira proposta, Catarina Martins já nos comunicou que tinha ficado pelo caminho nas conversações entre o BE e o PS. Sobre a segunda proposta, Catarina Martins já nos comunicou que foi ao ar. Quanto à terceira proposta, Catarina Martins já nos comunicou que caiu.

Quanto à quarta proposta não se fala disso. Mas fala-se de uma relacionada, o salário mínimo. A literatura económica diz-nos que o salário mínimo, se não estiver alinhado com as condições do mercado de trabalho, provoca desemprego. É precisamente por esse motivo que cada vez mais economistas defendem que se recorra a complementos salariais em vez do salário mínimo. Há vários estudos que mostram que estes complementos aumentam o emprego.

Estão a ver como o possível acordo é consistente e credível ? O Prof Centeno a ceder em toda a linha à catedrática Catarina ?