Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Este tipo é burro todos os dias

Este Nuno Santos é o tal que dizia que a dívida não é para pagar. Agora vem com esta sobre a devolução aos contribuintes de uma parte da sobretaxa do IRS e do IVA. Confunde montante da receita com saldo do imposto. É burro todos os dias e ainda por cima diz que é economista. E deputado. E da Comissão Política do PS. Como é que o país pode avançar com políticos tão bem preparados ?

"O Governo não pode fazer um anúncio a seis meses das eleições", afirmou, porém, Pedro Nuno Santos. "Não se podem fazer anúncios desses quando não se tem a certeza", disse.  Nem a seis meses e muito menos daqui para a frente. Ao contrário do PS que pode dizer tudo o que quiser principalmente se hoje é verdade e amanhã  for mentira.

O deputado lembrou que o Governo está a assumir compromissos com base em dados da execução de meio deste ano "quando de certeza a meta [do défice] de 2014 vai ser incumprida" devido ao impacto orçamental que terá a venda do Novo Banco." Mas como se vê ele a meio do ano já tem a certeza que a meta do défice não será cumprida.

O que o comissário não quer dizer é que o segundo semestre é sempre melhor do que o primeiro na receita do IVA e do IRS. Mas isso deve ser mais uma mentira...

Tudo é eleitoralismo por estarmos perto das eleições

Qualquer medida tomada pelo governo vai ser crismada como eleitoralista. Seja qual for.  E a razão é a mais simples mas também inevitável. Cada vez estamos mais perto das eleições

Os contribuintes são informados que a receita arrecadada pelo estado em sede de IVA e de IRS está acima do orçamentado ? Eleitoralismo. Os contribuintes, com as contas do 1º semestre, confirmam que o estado pode vir a devolver parte do imposto pago ? Eleitoralismo.   

Aliás, o coro já foi ensaiado . O governo deixou de ter legitimidade. O presidente da República marcou as eleições. Isto não está na Constituição mas serve para o barulho . É velho como o mundo. Quando não há  argumentos monta-se um arraial. Uma "grândolada" também serve e é mais fino.

Nos primeiros seis meses do ano, a receita de IRS e IVA está a crescer 4,2%, acima dos 3,7% inscritos pelo Governo no Orçamento do Estado para este ano. Segundo a regra definida pelo Executivo, isso significa que o Estado poderá devolver 100 milhões de euros aos portugueses, através de um crédito fiscal. 

Há quem se sinta zangado por causa desta boa notícia para os portugueses. Se viesse dos "nossos" seria de esquerda assim, é de direita. Interessa lá que seja uma boa ajuda para as pessoas.

A devolução da sobretaxa do IRS pode ser total

Vamos saber hoje com a divulgação da execução orçamental do 1º semestre às 17 horas. Tudo indica que é mais uma boa notícia e que a devolução da sobretaxa do IRS em 2016 pode ser total . Quer dizer que tanto IVA como IRS - os dois impostos directamente ligados à actividade económica - estão a ter um comportamento superior ao orçamentado. Mais IRS quer dizer mais gente empregada e IVA mais consumo.

Uma bela ajuda à campanha de 2015 e aos nossso bolsos em 2016.  Ou seja, o governo prometeu no Orçamento de Estado que, caso as receitas de IRS e de IVA excedessem o previsto, devolviam esse excedente no próximo ano aos contribuintes.

E de caminho luta-se pela maioria absoluta que está longe mas que todos desejam.

42% são falsas urgências hospitalares

Com a Triagem de Manchester, em que os doentes que acorrem às urgências dos hospitais são classificados segundo a gravidade dos sintomas, é possível enviar os chamados " pulseiras verdes" (falsas urgências) para um Centro de Saúde de referência . Como os Centros de Saúde não estão abertos à noite, esses doentes poderiam ser enviados para hospitais que, no momento, estivessem mais aliviados ( hospitais públicos e privados).

Desta forma, acabavam-se as longas filas de espera. É assim que outros países resolvem o desespero de médicos e pessoal hospitalar bem como dos doentes e familiares.

Mas cá em Portugal tudo é bem mais difícil. Até temos um Bastonário dos Médicos incendiário que, sobre o assunto, não tem mais argumentos do que dizer que as longas filas de espera são resultado dos "cortes cegos na saúde". O mesmo argumento do PCP.

Como se as longas filas de espera fossem exclusivo deste período. A verdade é que sempre existiram aqui e noutros países bem mais ricos e organizados que nós.

A diferença é que, lá nos países onde se resolvem os problemas, não existem bastonários que fazem parte do problema.  Nem bombeiros que deitam gasolina para o fogo.

Os "Vistos Gold" aplicam-se aos marcianos ?

 É só "dar corda aos sapatos". É gente pacifica ? Há para aí tanta seita que mais uma não fará mal ao país. Até pode vir a ser um atractivo turístico de primeira água. Já estou a ver milhares de pessoas com o nariz no ar à espera dos ET. Estamos perante um evento turístico religioso( para-religioso ?). Olhem para Fátima ( sem comparação) não é já, há muito, um tremendo destino turístico ?

É, claro, que convém perguntar aos países que não aceitaram a oferta as razões do não, antes de aceitar. Mas, por mim, já estou a sonhar com uma infra-estrutura monumental, no interior do país, procurada por milhares de pessoas, com comércio, hotelaria e transportes .

"Aos 27 anos de idade, Claude Vorilhon (conhecido actualmente por “Rael”) vivia a sua paixão como piloto de automóveis de corrida e jornalista. Isso iria mudar a 13 de Dezembro de 1973, quando, a caminho do seu trabalho, ele teve um encontro com um ÓVNI que transformou a sua vida para sempre. A partir desse dia, ele começou a viajar por todo o mundo relatando a sua incrível experiência em conferências e entrevistas mediáticas.

Ouça Rael a descrever em detalhe o que viveu naquele dia."

 

 

embaixada.jpg

 

TALVEZ SEJA JÁ TARDE

Se a maioria actualmente no poder fosse de direita, não teria sido discutida, hoje, no parlamento, a imposição do pagamento de taxas moderadoras a quem queira abortar. Teria, sim, sido reposta a discussão pública acerca da lei que aceita a interrupção da vida humana, indiscriminadamente e sem motivo sério. E tê-lo-ia sido, não hoje, mas há quatro anos.

 

Num quadriénio em que se legislou, bem, no sentido de prevenir o punir os maus tratos a animais, quando se especula e trabalha no sentido de conferir ao animal a dignidade de pessoa e, de quando em vez, ressurgem as pouco serenas discussões acerca das touradas, consentir que a vida humana intra-uterina seja ceifada arbitrariamente com o apoio dos meios clínicos mais avançados, pagos por todos nós, é algo que fere, não só o sentimento geral, como a elementar harmonia que deve enformar qualquer sistema jurídico.

 

Não podemos sujeitar um cão ao isolamento, à fome ou à doença, mas é-nos permitido pôr termo à vida de um feto, sem invocar motivo, que pode até ser o simples rompimento da relação que lhe deu génese. E assim é tão francamente, que há um número considerável de mulheres que fazem mais de um aborto por ano; numa época em que, salvo acidentes marginais, só engravida quem quer, a prática assemelha-se a um desporto. À vista de todos.

 

Independentemente da posição que se tenha relativamente à questão principal, impor a obrigação de pagamento de taxas moderadoras a quem queira fazer um aborto é, pois, da mais elementar justiça e equidade.

 

Não há motivo algum para que um doente as pague e esteja delas isenta a mulher, saudável, que quer abortar, sendo, para mais, que o custo do aborto ao SNS, estipendiado por todos nós, é muito superior ao da generalidade dos tratamentos, quer pela natureza do próprio acto, quer pela precedência de que goza.

 

Andaram bem, pois, os deputados afectos ao governo, ao ignorar o berreiro infrene, as frases feitas sem conteúdo e as manifestações ruidosas, sempre amplificadas pela bem orquestrada comunicação social.

 

Pena que, pelo menos aparentemente, só no final do seu mandato a maioria se tenha dado conta de que os eleitores não vão na arreata dos vanguardistas desordeiros.

 

Foram cobardes durante quatro anos. Demasiado iguais aos outros.

 

Receio bem que já seja tarde para que a maioria que vota os veja como diferentes.

António, se não consegues unir o partido, eu consigo

Foi em Janeiro de 2013 na agitada reunião em que António Costa enfrentou António José Seguro. Se não consegues unir o partido eu consigo. Mas parece que não. Mais uma vez Costa, falha. Não consegue unir o partido, nem deslocar nas sondagens nem sequer encontrar um candidato consensual às presidenciais.

Numa rápida visita aos últimos meses, percebe-se que o compromisso de unir o partido tem vindo a esboroar-se. E em várias frentes, contaminando-lhe a campanha. Nas listas. Na escolha do candidato presidencial - César de um lado, Costa do outro. Sampaio da Nóvoa à esquerda e Maria de Belém à espreita. Na reação à Grécia e a Sócrates. Na TSU. Nos discursos sobre o país - positivos para uma plateia de chineses, negativos para portugueses. Nos resultados das sondagens. Enfim, tudo tem servido para amolecer a cimentada liderança que Costa prometeu ao partido depois de um Seguro “de Pirro”.

A vida não está fácil para António Costa. É bem verdade que Roma não paga a traidores. Seguro escangalha-se a rir de puro gozo.

A obra pública é precária por natureza

Grande parte do desemprego existente teve origem na obra pública - construção civil- modelo que vigorou nos últimos 15 anos. Ou as auto-estradas prosseguiam ou o desemprego era inevitável. Nada nem ninguém pode mudar isto. Completamente insustentável.

O primeiro-ministro referiu que "a estimativa é que pelo menos um terço do desemprego gerado tenha tido proveniência neste setor em termos diretos", ao qual se soma outro de atividades afetas: "E a área dos serviços, de um modo geral, representou mais de 30% também do desemprego gerado durante esse período".

"Nunca teremos dinheiro para poder financiar este tipo de atividade ao nível que ela registou durante mais de 15 anos.

Quem engana quem ?

 

Segundo António Costa o PS não voltará às políticas de Sócrates

É, em certa medida, um discurso histórico. O PS está finalmente a afastar-se das políticas económicas de Sócrates depois de andar 4 anos a reafirmar o acerto das mesmas apesar dos miseráveis resultados. São as sondagens ?

O PS, se for governo, não seguirá as políticas do Syriza na Grécia que se revelaram um desastre para o país. Convém, no entanto, esclarecer que o Syriza já foi o "farol" de Costa.

Seguir as políticas de austeridade nem pensar como aconselham os resultados obtidos. Isto apesar de Portugal estar em franca recuperação. Mas, entende-se, não se pode ir para eleições a dizer o mesmo que o adversário.

Restam então as políticas salvadoras do PS. Reformar o estado( o que com o PS quer dizer aumentá-lo), aumentar o dinheiro no bolso às famílias e com isso, puxar pelo consumo interno, e atacar o desemprego com mais investimento público e privado. Original e meritório. O problema é que o consumo interno já está a crescer e a aumentar o crescimento mas, também, já está a deteriorar as contas externas com um maior aumento das importações. Carros de alta gama e de luxo. É só continuar que mais depressa que tarde estamos como em 2007/2008.

Quanto ao investimento público é só continuar o trabalho do actual governo com os subsídios europeus e com o Programa Juncker . Quanto ao investimento privado, já está a crescer há pelo menos dois anos e vai continuar se as eleições legislativas e presidenciais não estragarem.

Para quem não percebeu ai está "o caminho" . Nunca ninguém tinha dado por nada.