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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Os swaps são uma confusão bem organizada

Agora há uma confusão propositada sobre os swaps. A questão não é serem uma decisão que custa muito dinheiro ao país, é se foram ou não transferidos do anterior governo para o actual. E, de passagem, branqueiam-se os swaps "batoteiros". É que como no vídeo abaixo se pode ver há swaps que são crime mas sobre os quais não se fala.

A secretária de estado veio novamente confirmar que não recebeu informação nenhuma sobre estas operações. Os ministros falaram sobre o assunto, Teixeira dos Santos que não conhecia o dossier, pediu ao seu secretário de estado para preparar a informação mas este não constituiu o dossier.

Depois de termos ouvido, neste fim-de-semana, o [antigo] ministro Teixeira dos Santos, queremos ouvi-lo no âmbito da comissão de inquérito, assim como ao [antigo] secretário de Estado Costa Pina, porque precisamos de um esclarecimento sobre a razão pela qual a maior parte dos contratos de risco foram celebrados entre 2008 e 2010”. Veja o vídeo a partir do meio (5 minutos) e ficará sem dúvidas.

 

 


O trabalhador público tem um vínculo mais estável que o trabalhador privado

"O trabalhador público terá, ainda assim, um vínculo muito mais estável do que um trabalhador privado" Rosário Palma Ramalho, professora catedrática da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, alerta que, apesar das mudanças, os trabalhadores do sector público continuam a ter mais garantias no emprego do que os do privado.


Nunca tantos, viveram tão bem , durante tanto tempo

Eu defendo este governo? Longe disso. Defendo as medidas de austeridade que são necessárias para manter o país na UE e no Euro. Aposto todas as fichas nesta permanência. Aliás, a opção ideológica já foi tomada há vinte anos. Pertencemos à União Europeia, um espaço de paz, de desenvolvimento e de solidariedade nunca visto antes. Um mercado de 500 milhões de pessoas a que se vão juntar mais uns quantos países dos Balcãs e da ex- URSS.

Não vejo em parte alguma do mundo um país, zona ou continente, mais desenvolvido economicamente e mais solidário. Não é perfeito? Pois não, longe disso, mas é por isso mesmo que vale a pena fazer sacrifícios para que o controlo orçamental avance, a união bancária seja uma realidade e a democracia se aprofunde.

Sou pela austeridade porque nunca ninguém mostrou uma alternativa que nos mantivesse na UE . Sou pela austeridade porque não troco uma realidade (um feito extraordinário) por sonhos que tanto mal causaram . Sou pela austeridade porque é a melhor e a mais segura forma de deixar para os vindouros um sistema onde as pessoas, a qualidade de vida e a solidariedade contam.

 

 


O PEC lV - uma mentira repetida muitas vezes...

Agora foi Teixeira dos Santos a querer-nos convencer que tudo se resolvia com a aprovação PEC lV. Ninguém acreditou, mas convém atirar com as culpas para os outros. Neste caso todos os outros. "Ora o povo não é estúpido, nem tem a memória curta. Antes do PEC 4 (Março 2011), houve o PEC 1(Março 2010), o PEC 2 (dois meses depois!) e o PEC 3 (Setembro 2010). Quatro planos em 12 meses! Porquê? Porque os mercados, atentos às divergências dentro do governo e desconfiados das tendências despesistas do PS, não acreditaram na capacidade do governo de executar a consolidação orçamental. Como consequência, as taxas de juro da dívida portuguesa subiram a níveis que inviabilizavam, na prática, o acesso sustentado aos mercados primários.

Quem se queixa de Vitor Gaspar não acertar nas previsões, ter parido quatro PEC em 12 meses não está mal, não senhor.

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