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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A vagina "careca" de segredos

É o órgão com mais e melhor ligação ao cérebro. Descarrega "dopamina" que é um neurotransmissor envolvido no prazer, na dor e em outras emoções .  Agora usa-se "careca" mas não deve ser por nada de especial. Quanto ao "irmão", o pénis, parece que não tem nada a ver com o cérebro, o que até é verdade, porque se tivesse a ver, só tínhamos problemas graves e não problemas "grávidos".

Sigam o link que ficam a saber tanto como eu...

Isaltino é um animal televisivo

Isaltino não se ficou e veio demonstrar que isto de ser um animal televisivo é mais frequente do que parece. Está ilibado, é uma vítima, nunca fez nada, não tem dinheiro, já gastou o que pediu emprestado. E podia apresentar muitos mais recursos que os 44 que apresentou. As câmaras de televisão gostam destes políticos que vivem rodeados de suspeitas e que passam anos às voltas com a Justiça. E nós gostamos. Sonhamos que um dia também vamos ser capazes de dizer umas coisas em que só nós acreditamos e que enganamos toda a gente.

Cá no país não se aplica aquela velha máxima " é possível enganar toda a gente durante algum tempo mas não é possível enganar toda a gente o tempo todo."

O "adorado líder" ainda se aleija

Os americanos olham para as ameaças norte - coreanas com apreensão. Estão a deslocar equipamentos de guerra para o pacífico para se defenderem dos mísseis do "alucinado líder". O povo morre de fome e o homenzinho acha que a melhor forma de resolver o problema é fazer chantagem . Ou mandam alimentos ou eu ataco com mísseis nucleares. É uma opção sensata!

Como o povo miserável não tem culpa eu (correndo o risco de ser apelidado de "imperialista") ia lá e cortava a "cabeça" ao polvo. Há razões para pensar que , com sorte, nascia ali uma democracia. Cheia de problemas, mas livre de um doido e da sua corte. E, o Bernardino passava a ter a certeza que na Coreia do Norte há uma ditadura que é um vómito.

Nos túneis do Marão não há "tostão"

Temos as autoestradas que já perderam cerca de 50% do tráfego automóvel que regressou às antigas estradas nacionais. Isto tem um significado que não admite dúvidas. Nem o estado tem dinheiro para as manter nem os Portugueses precisam delas . Mas há uma situação ainda pior ( se pode haver pior). São as autoestradas que foram interrompidas algures no meio de nenhures, na planície alentejana ou em pleno pinhal. Ou os túneis do Marão.

O mesmo governo que andava a negociar os PEC l, ll, lll e lV e que acabou por assinar o memorando com a Troika andava, ao mesmo tempo, a lançar obras públicas que sabia não ter dinheiro para pagar . Claro, que não havendo dinheiro o empreiteiro abandona a obra e pede as indemnizações previstas no caderno de encargos. E, o estado, que não tem dinheiro para fazer obra tem que o arranjar para pagar indemnizações que os juros são altos e as penalizações por quebra de contrato elevadas.

Quem assim governou estaria a fazer favores a alguns amigos ou acreditaria mesmo que alguém acabaria por pagar?

 

 


Que magia terá o PS para obter da Europa o que a Europa não quer dar?

Renegociar o memorando quer dizer mais dinheiro, mais juros, mais tempo de austeridade e mais tempo com a Troika cá dentro. Acho que todos andamos a dizer que isto é tudo o que não queremos.

Que magia tem o PS para obter da Europa o que a Europa não quer dar?

Hoje, parece óbvio, que Portugal só sairá da crise quando a Europa resolver os seus problemas globais. Infelizmente, não está só nas nossas mãos a solução deste problema tão sério que o país enfrenta.

É o fim de linha, quando nada mais resultou. Isso é o ‘não pagamos’, senhor deputado, e quando se chega aí a dor e o sofrimento dos países e das pessoas não têm limite", disse Pedro Passos Coelho em resposta ao secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.

Grupos organizados de malfeitores no Estado

A Polícia Judiciária em colaboração com o Ministério da Saúde encontrou esquemas organizados dentro da Administração Pública que roubavam o estado . É, assim, em todos os sistemas fechados, que não têm concorrência e não são avaliados . Este sucesso da polícia só foi possível porque agora é corrente comparar os desempenhos de vários modelos de gestão. Desde os públicos no SNS até às parcerias público privadas passando pelos privados.

Comparando, é possível detectar desvios que são analisados e que têm uma explicação. Uma das explicações é o roubo puro e simples, para lá da má gestão e incompetência e irresponsabilidade.

Estes grupos organizados, que estavam implantados a nível nacional, andaram em roda livre décadas. Sempre mais dinheiro, sempre prejuízos, nenhuma responsabilidade. Lembro que há 2/3 anos um gestor privado foi para a administração de um grande hospital público de Lisboa tendo descoberto que nesse hospital eram roubados milhões todos os anos em medicamentos. Quando começou a implementar o controlo de stocks ele e a família tiveram que ser protegidos pela polícia, porque recebiam ameaças telefónicas de dentro do próprio hospital.

É, assim, em todas as organização sem concorrência e sem escrutínio, sejam públicas ou privadas. E, na administração pública, estes grupos organizados não existem só no SNS, é preciso, como diz o outro, continuar a "escavar". Também já foram encontrados na Segurança Social. Sem vários modelos de gestão que potenciem a avaliação e o mérito o Estado é pasto de todo o tipo de prejuízos . E, é por isto, que os sindicatos e os partidos estatistas não querem que públicos e privados prestem os mesmos serviços. Não querem comparações.

Chamam-lhes serviço público.

 

 

As autárquicas vão ser um teste duro para o PSD

As autárquicas vão reflectir estes dois anos de austeridade, e a limitação de mandatos vai reforçar essa tendência. "Porque esta é a primeira vez que vai haver eleições no seguimento da deterioração da situação económica e social do país desde o acordo com a troika; é a primeira ocasião que o eleitorado tem de votar em função desse descontentamento e é nas grandes cidades, como Porto, Lisboa, Coimbra, Aveiro, Braga, que se espera ver um efeito maior desse descontentamento".

Segundo Marina Costa Lobo, o que acontecer no Porto vai ter repercussões no PSD, que lidera a câmara. "O legado de Rui Rio não tem continuidade e, sendo assim, não vai reverter a favor do partido. Esses dois factores vão dificultar a vida aos sociais-democratas", prevê.

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