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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Golpe fatal na Casa Real Espanhola

Num tempo em que os povos da Espanha saiem à rua contra o desemprego e os despejos, a Casa Real Espanhola vê-se a braços com um caso de corrupção de um dos seus membros. Apesar da evidente tentativa de colocar à margem do problema a restante família, este caso, está a atingir em cheio o sistema. É dificil perceber o que vai sobrar para a monarquia.

Para assombrar ainda mais as coisas o nome do Primeiro Ministro e o seu partido estão, também, envolvidos num caso de financiamento ilegal . Tudo isto resulta numa situação explosiva.

Além da situação de crise as províncias com ambições autonómicas estão a pressionar o poder central. Maus ventos...

Percebem a razão de ter um porto para cruzeiros em Lisboa ?

Lisboa foi considerada a 4ª cidade mais bonita do mundo. A cidade já é procurada por milhões de turistas que se maravilham com a beleza e a luz únicas.

Desenvolver o turismo de negócios, de exposições, de conferências é uma mina a céu aberto. Com um aeroporto perto e com bons acessos ao centro da cidade( que já tem), com o sol e a temperatura amenas, Cascais, Sintra e o mar , Lisboa tem as condições todas para ser das cidades mais visitadas.

Não lhe faltam hotéis, museus e praças, bairros medievais e uma Baixa saída das entranhas de um terramoto( tristemente) famoso.

A simpatia das pessoas ,o bom vinho, o bom peixe, o marisco e a segurança ...

Almada com todo o respeito que lhe devemos reúne, por sua vez ,todas as condições para ter um amplo porto para exportar/ importar,desde as suas águas profundas (17,5 m ) que asseguram a operação com os maiores barcos que atravessam o Canal do Panamá, agora alargado, até à sua experiência em conviver com a indústria naval pesada. E a sua gente trabalhadora e corajosa.

No magnifico e belíssimo estuário do Tejo reunir duas actividades fundamentais para a economia do país também será caso raro.

 

 


"Que se lixe a Troika " ? Alternativas ? A melhor é cantar a "Grândola"

No Expresso: o Henrique Monteiro perguntou o que fazer "se a Troika se lixasse "? Alguns responderam que o melhor " era chamar a Troika" para renegociar. Chamar a Troika não é argumento face à pergunta embora seja sensato. Outros preferiam sair do euro. Como é sabido sair do euro é lançar o país para sempre na miséria. Só a desvalorização da moeda seria da ordem dos 80%. Se tem mil euros no bolso , faça as contas (200 contos -(80%x200) = 40 contos.

O menos mau é cantar a "Grândola Vila Morena " !

Investimento estrangeiro- State Grid em projecto de investigação da REN

Investimento estrangeiro à boleia da venda da REN aos chineses. Até 2017, a maior accionista da REN suportará os projectos de investigação que serão desenvolvidos no centro. Rui Cartaxo, presidente executivo da empresa que assegura o transporte de energia no país, explicou que a nova estrutura irá apostar em quatro áreas: Simulação de sistemas de energia, gestão de integração em redes de fontes de energia renovável, tecnologias para redes inteligentes e economia e mercados de energia.

"Este centro é uma das iniciativas mais importantes que acompanham a entrada da State Grid na REN, será a parceria com maior valor acrescentado", adiantou Rui Cartaxo. Irá contar com a colaboração de universidades, indústria e centros de I&D nacionais e estrangeiros. "Temos já um pequena equipa a funcionar e depois deverão vir de fora umas duas dezenas de investigadores que estarão envolvidos nos projectos", disse este responsável, concretizando que já há contactos com as principais escolas de engenharia de Lisboa e Porto.

 

 


Jovens agricultores em alta

Um sucesso o programa de apoio a jovens agricultores. Cerca de 300 jovens por mês têm aderido aos programas dirigidos à  agricultura e que já montam a 22 600 . Os apoios já estão praticamente esgotados face à grande procura pelo que há agora que optimizar a aplicação dos fundos. Até ao final de 2012 foram injectados na agricultura 3,5 mil milhões, esperando-se agora a aprovação do novo pacote europeu de apoio para novos projectos.

É uma mudança estrutural na agricultura porque estes jovens têm na sua maioria graus de ensino bem superiores às gerações anteriores.

Enfim,o mar

A ministra apresentou hoje no CCB a estratégia nacional para o mar. Aumentar, até 2020, a contribuição directa do sector mar para o PIB (Produto Interno Bruto) nacional em 50%», «aumentar o contributo para 2,9% a 3,8% do PIB», ou «recuperar a identidade marítima nacional num quadro moderno, pró-activo e empreendedor», são três dos oito objectivos da Estratégia Nacional para o Mar 2013/2020, que vai ser apresentada a partir das 09:00, no Centro Cultural de Belém.

Na RTP as questões disciplinares são do foro exclusivo da administração

Como em qualquer empresa a disciplina é exercida pela administração sem prejuízo de o inquirido  ter direito a não concordar e a recorrer para os tribunais. Se não for assim, se a disciplina estiver sujeita à opinião da Comissão de Trabalhadores e do Conselho de Redacção a empresa torna-se ingovernável.

A CP andou um ano em greves porque os sindicatos discordavam dos inquéritos disciplinares que a Gerência tinha levantado a alguns trabalhadores. A administração nunca cedeu, porque, como muito bem dizia o então Presidente da CP, isso seria o primeiro passo para a sua (dele) demissão da função.

"Os dois órgãos representativos dos trabalhadores e da redacção contrariam assim as conclusões do inquérito do processo disciplinar com vista ao despedimento que a empresa abriu ao jornalista em Dezembro por causa das declarações que proferiu no Parlamento por causa do polémico visionamento de imagens da TV pública dos confrontos junto à Assembleia da República, a 14 de Novembro."

Tire Itália e ponha Portugal

"os italianos não votaram ao acaso, ao escolherem nestas eleições quem os representa. Na Itália há dois blocos sociais: O primeiro, é composto por milhões de jovens sem futuro, com empregos precários ou desempregados. A este bloco também pertencem outros excluídos, aqueles que recebem pensões de fome, os pequenos e médios empresários que vivem sob um regime de polícia de impostos, alguns dos quais o desespero atira para o suicídio. O segundo bloco social é formado por aqueles que querem manter o stato quo, aqueles que passam pela crise mais ou menos incólumes. O primeiro grupo quer a renovação, o segundo a continuidade. Quem votou em Beppe Grillo pertence em geral ao primeiro grupo. Nos próximos dias, vamos ver um renascimento do governo com outro  Monti."

O direito de se fazer ouvir e o direito de silenciar os outros

É disto que se trata : grupos minoritários que confundem o "direito de se fazer ouvir" com o "direito de silenciar os outros ". E, mais triste, usando uma cantiga que fala  em fraternidade .


                                       

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade




Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

- See more at: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3066334#sthash.QZgOZxLz.dpuf

Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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No Sporting a procissão ainda vai no adro

Severino diz que vai basear a equipa na formação e retocar cirurgicamente com dois ou três jogadores. Tem 25 milhões de euros mas também diz que a situação do clube é de polícia. Não confia em Jesualdo. Está a revelar-se um homem emocionalmente instável que "explode" facilmente. Perdeu pontos.

Bruno Carvalho, não tem experiência, tem muita ambição , demasiada para quem só tem 39 anos e, pelo que me dizem (sportinguistas) não tem uma carreira como empresário consistente. É capaz de ser um bom candidato para daqui a 6 anos.

Couceiro é o candidato apoiado pelo "sistema". Sabe muito de futebol o que é uma grande vantagem. Para a administração pode rodear-se de gente capaz . Tem um discurso de quem está com os pés assentes na terra ao dizer que o Sporting tem que tomar "medidas dolorosas",o que só peca por tardias.

Vamos continuar a ouvir com o Sporting em primeiro lugar nas nossas escolhas.