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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Bem vindos à Europa

Ter o que temos na União Europeia é ter muitíssimo :

Como democrata aceito muitas visões e opiniões para a Europa que não são necessariamente as minhas. Menos uma: que não exista União Europeia. Sabe que, quando temos paz, direitos, protecção social e cultura, parece-me que temos muitíssimo. E podemos conseguir tudo o resto se estivermos dispostos a trabalhar juntos e a comunicação depende menos de um idioma comum ou 24 idiomas oficiais do que da vontade de escutar os outros. A Europa é muito mais que uma união de estados, é um projecto de sociedade de direitos iguais para todos os cidadãos. De certeza que lhe parece horrivelmente idealista, mas ainda que o caminho seja longo, a direcção é mais União Europeia e a maioria quer esse caminho.

O PS europeu a pôr o PCP e o BE no seu lugar

Querem ou não sair do Euro ? Depois de Pedro Marques foi agora António Costa a atirar sobre PCP e BE.

Se o PCP tem sido coerente na defesa da saída de Portugal do euro, mesmo que "não explique a ninguém" as consequências dessa decisão, "o Bloco é mais ambíguo", comentou o cabeça de lista do PS. Dividir para conquistar.

"Afinal, [os bloquistas] estão disponíveis para fazer parte da coligação de europeístas, como Alexis Tsipras, ou está com um pé fora do euro como o PCP? Estão do lado do europeísmo ou do pessimismo? Não é tempo de ambiguidades", provocou o cabeça de lista do PS. "Nós sabemos onde estamos. Estamos do lado da Europa."

E os partidos à esquerda do PS querem ou não sair do Euro ?

Bem pergunta Pedro Marques o socialista líder da lista às europeias. E trata-se bem se percebe de uma pergunta que exige uma resposta sem tibiezas.

"Uma visão mais progressista da Europa, de uma Europa que avança, é uma Europa que recusa a xenofobia os populismos, a extrema-direita (...). Agora, há diferenças políticas entre nós e a direita, claramente, e entre nós e os liberais também, depois, nas escolhas que se fazem para o avanço do projeto europeu"

Falando explicitamente no BE e no PCP, o cabeça de lista do PS disse que as ideias dos dois partidos sobre a moeda única - de que são profundamente críticos - representam "um grande perigo".

E depois insistiu, deixando a ambos os partidos um desafio: "Onde estão os partidos à nossa esquerda quanto ao euro. Querem ou não querem a saída?". "Temos de fazer essa pergunta", sublinhou.

Neste PS até eu volto a votar

Fora da Europa seríamos muito mais pobres e menos livres

Basta olhar para o que está a acontecer com o Brexit, um gigante como a British Steel está a despedir 25 000 trabalhadores. A razão é a incerteza que rodeia a saída do Reino Unido da UE..

Portugal seria um país muito mais pobre se não pertencesse à União Europeia. Vou ser insistente: Portugal seria um país muito menos livre se não pertencesse à União Europeia. E vou repetir porque, por estes dias, não há um único candidato a eurodeputado pelos grandes partidos que queira ou saiba defender as vantagens do projeto europeu para o nosso país. Cá vai: fora da UE, tristemente entregues a nós próprios, seríamos muito mais pobres e seríamos muito menos livres.

Podendo escolher a opção recai, expressivamente, na escola privada

O sector privado na Educação continua a crescer apesar do corte do apoio do Estado nos contratos em convenção e agora nos contratos simples.

...muitos pais portugueses preferem pagar a ter os filhos na alternativa gratuita existente. Este é um fenómeno que está a aumentar. Se a crise financeira que atravessámos levou a que muitos pais se vissem na contingência de tirar os filhos do ensino privado, a verdade é que muitos outros aproveitaram as vagas deixadas e ocuparam-nas, bem como muitos outros aproveitaram a recuperação económica para regressar. Podendo escolher, a opção recai, expressivamente, no ensino privado. Em 2006, 11,2% dos alunos em Portugal estavam no ensino privado. Em 2016, esta percentagem era de 13,2% e a tendência é de crescimento. Em Portugal, os alunos oriundos de muitas famílias que têm em comum a sua capacidade financeira encontram-se em escolas privadas. Da mesma forma, os filhos de famílias com menos capacidade financeira encontram-se em escolas públicas.

Os estatistas têm medo da liberdade de escolha

Maduro quer agora o que todos querem - eleições antecipadas

A Venezuela não sairá da situação miserável em que se encontra sem eleições livres. O que a oposição sempre exigiu.

Tínhamos notícia de negociações envolvendo vários países europeus e sul americanos pelo que não se trata de uma surpresa . Surpresa é Maduro ter tanta dificuldade em perceber o inevitável.

Esperemos agora que os militares que controlam o petróleo, a distribuição alimentar e farmacêutica, tenham obtido garantias de que não haverá retaliações  e voltem aos quartéis.

Enfim uma solução pacífica.

 

As listas de espera hospitalares só têm doentes pobres

Os doentes remediados e ricos acedem aos hospitais privados. Para a direita a solução é o Estado emitir vouchers a favor dos doentes e estes serem operados ou consultados dentro dos prazos medicamente aconselhados no privado. Para a esquerda a solução é os pobres aguentarem porque a saúde não pode ser um negócio para os privados.

É chocante, não é ?

Na Educação também é mais ou menos assim. As más escolas públicas estão cheias de alunos pobres e não podem frequentar boas escolas privadas porque a Educação não é um negócio.

Num e noutro caso quem sofre é o doente e o aluno. Ganha a ideologia.

Cada vez mais os governos trocam a ideologia pelas medidas funcionais no sentido de alcançarem o bem da maioria da população. É que de boas intenções está o inferno cheio.

E o Euro é que tem culpa de o PIB português não crescer ?

Desde 2007 - 2018 que o PIB nacional cresceu 3% enquanto o PIB na Zona Euro cresceu 11 %. E a culpa é do Euro por termos esta vergonhosa performance? Os outros crescem !

O resultado económico é sabido. Desde 2007, o PIB subiu apenas 3% em Portugal, e 11% na área do euro, com todos os países a crescerem mais do que Portugal, com a exceção da Grécia e Itália. E sem financiamento e com pouca poupança, o investimento agregado só agora voltou para os valores registados antes da crise, algo que apenas se verifica também na Grécia…

 

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E a culpa do PIB não crescer é do Euro ?

Se se corta no investimento para fazer crescer a despesa pública pode esperar-se que a economia cresça ? O que está a acontecer é que o aumento do rendimento dos portugueses está a fazer crescer as importações três vezes mais que as exportações logo, o défice externo cresce. E este défice da balança comercial vai ser pago - como sempre - pelos subsídios europeus e pelas remessas dos emigrantes.

O PIB portou-se melhor do que o esperado no primeiro trimestre de 2019 devido à importação dos aviões da TAP .  Conta-me histórias, António...

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Apertem com o Joe que ele conta a história toda

Não  há mais de duas ou três pessoas que tiveram o poder de abrir as portas aos empréstimos a Joe Barardo . E como não foi só na CGD essas pessoas só podem ter sido membros do governo da altura. E como tudo aconteceu num período curto e bem determinado é fácil saber quem são essas pessoas.

Depois é só juntar os governantes e os decisores bancários envolvidos e temos a história toda cantada pelos próprios.

Chegamos então ao conteúdo da audição de JB: o que aconteceu mesmo de diferente face a outras audições? Disse mais do que qualquer outro e se não tivesse sido impedido de falar pelo seu advogado, teríamos ficado a saber muitos "detalhes picantes". Não mentiu ao dizer que não pediu nada à CGD, não mentiu quando com descaramento explicou que tinha blindado o acesso à sua colecção!

A CGD é uma entidade gerida por pessoas. Quem determinou estas operações? Quem aceitou títulos como contrapartida? Quem deixou passar dez anos e a blindagem dos estatutos da Associação detentora da colecção de arte? Afinal, JB provocou um estrondo enorme com a sua audição como se tivesse sido o mandante e o operacional.

Talvez por mera coincidência temporal, iniciou-se o ataque de poder, vergonhoso, de um banco público ao maior banco privado português (BCP). Para esta e para outras operações agora reconhecidas como duvidosas, a CGD precisou de usar umas personagens, tais como JB, Manuel Fino e outros.

Apertem com eles que eles cantam.