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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Para um Euro cada vez mais forte

A União Europeia ainda tem muito a fazer para tornar a moeda única ainda mais forte. Para dar ainda mais prosperidade aos europeus.

“O euro nunca foi um fim em si, é apenas um instrumento para reforçar a estabilidade e a prosperidade europeia, tornando a união mais inclusiva”, uma forma de reduzir “as desigualdades que ainda existem entre estados membros e dentro dos estados membros”. E desejou “longa vida a um euro forte”.
 
No entanto, o ministro português admitiu que, apesar de ser “uma ideia muito popular” junto das 340 milhões de pessoas que usam a moeda e de esta ser “a segunda mais importante” a seguir ao dólar, também é verdade que “os últimos 20 anos não foram fáceis”.
 
Mas as instituições sabem o que fazer após esta crise .

A habitação mexeu o BE pisou

Redução de 20% nas casas para arrendar :

A situação vai piorar em consequência destas medidas, e vamos voltar ao que aconteceu nos anos 70 e 80, em que os contratos de arrendamento quase desapareceram”, sustenta Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, prevendo para 2019 uma redução de 20% na oferta de imóveis para arrendamento com as restrições impostas, à semelhança da queda já verificada no ano passado. “Vai haver mais aumentos nas rendas e a crise na habitação vai agravar-se.”

Oh ! Catarina, o estado não dá lucro.

Ai Catarina, ai Marisa, as meninas têm que rever esses conceitos.

Aprenda de uma vez que o Estado não é rico porque a riqueza é roubada ao cidadão que a produz. Que enquanto a empresa quanto maior for o lucro mais prospera e cresce, porque resulta de uma mais valia, o Estado quanto mais cresce maior é o confisco, maior é a asfixia económica e  menos prospera.   É um parasita que sem o confisco ao contribuinte não sobreviveria nem um dia.  Enquanto a empresa vive da aquisição voluntária dos seus produtos ou serviços pelo cliente, o Estado vive de roubo que destrói e mata toda a economia, ou seja, seus “clientes”. Exactamente o inverso das empresas.

Se houvesse realmente grandes  excedentes nas contas do Estado isso só  significaria que se estava a cobrar mais impostos do que os necessários.  E aí a redução da carga fiscal teria de ser ponderada. Porquê? Porque receita de impostos não é lucro.

O apoio do PCP e do BE está a revelar-se demasiado caro

O ministro da Educação diz que não é possível ceder às exigências dos professores. A ministra da Saúde diz que não é possível dar o que os enfermeiros exigem. E tudo isto apesar de a dívida ter crescido em valor absoluto e a carga fiscal ser a maior de sempre.

Agora que o crescimento da economia está a derrapar o governo vai arranjar receita como ? Continuar a aumentar a dívida ? Aumentar os impostos ? Degradar ainda mais o Serviço Nacional de Saúde ? Continuar a cortar no investimento público ?

António Costa está a pagar caro o apoio ao governo do PCP e do BE . As reversões e as devoluções de salários e pensões foram longe de mais . São justas ? São, mas o governo e o PCP e o BE sabem muito bem que a produção de riqueza ( PIB ) está hoje ao nível de 2011. Não chega como não foi suficiente durante a crise. Aumentar a despesa pública à custa do aumento de impostos e da dívida já levou o país para a mesma situação em que estamos hoje.

De tanga .

Os 4% do Aliança são notáveis

O Aliança de Pedro Santana Lopes só tem dois meses de vida, período de tempo insuficiente para lhe dar visibilidade mas, assim mesmo, arranca com 4% das intenções de voto.

O PCP anda por cá há muito tempo e anda pelos 7%, o BE pese embora o apoio de grande parte da comunicação social  também não vai acima dos mesmos 7% e o mesmo se diga do CDS . E a experiência tem-nos mostrado que não irão muito mais além.

O governo apoiado pelo PCP e o BE está a entrar numa fase difícil, com os astros que estiveram alinhados todo este tempo a desalinharem. O PS está cada vez mais longe da maioria absoluta o que mostra bem que os maus serviços públicos, as greves e a falta de dinheiro público, vão fazendo o seu caminho.

Quanto ao PSD que já ganhou muitas vezes e perdeu outras tantas pode sempre recuperar e não parece que desça muito mais. Mas também não irá crescer muito mais.

Estas considerações mostram bem que os 4% da Aliança são notáveis atendendo ao potencial de crescimento com o aumento de visibilidade que os próximos meses trará. E se Santana Lopes agarrar três ou quatro grandes questões políticas que o actual governo, por manifesta falta de apoio do PCP e do BE, não conseguiu colocar em cima da mesa pode ser um caso sério. 

A saber : 1) aliviar a carga fiscal sobre as empresas por forma a que possam pagar melhor aos trabalhadores  2) diminuir a carga fiscal sobre o consumo por forma a que os trabalhadores possam ter maior poder de compra 3) incentivar o investimento privado 4) repor o investimento público .

O que vem aí é uma redução do crescimento da economia o que se combate com as propostas acima expostas e não com mais despesa pública . Guterres com o pântano e Sócrates com a quase bancarrota mostraram bem que assim é.

Se não for este o caminho o SNS vai contra a parede e os doentes vão continuar a esperar mil dias para serem tratados.

Santana Lopes tem experiência de governação suficiente para saber como se faz.

António Costa : quem conheceu Portugal antes e depois da União Europeia

Quem ataca a UE e ou dela quer sair esquece sempre a modernização que Portugal teve com a aplicação dos subsídios que recebeu . António Costa não esquece.

O PS é o partido da UE diz e é preciso um PS forte dentro da Europa.

"O partido, que, desde o pedido de adesão e até hoje, nunca teve dúvidas de qual era a sua posição: defender a integração de Portugal, o aprofundamento do projecto europeu, defender que haja cada vez mais Europa e maior solidariedade dentro da Europa".

E ainda nos lembramos todos como havia alguns que queriam sair da UE ou do Euro .

O líder do PS disse que os portugueses "sabem bem porque é que importa defender a União Europeia", lembrando que "é graças à União Europeia que temos 32 anos de modernização, de progresso e de desenvolvimento, como era muito difícil imaginarmos que poderíamos ter tido se não estivéssemos na União Europeia".

E deu como exemplo Alqueva esse gigantesco projecto que mudou o Alentejo e que não teria sido possível sem os subsídios da Europa.

Uma grande maioria ( PS - PSD - CDS ) de eleitores são pró- UE . A minoria está contra mas paradoxalmente apoia um governo PS .

Estamos a chegar ao fim da legislatura e dá para perceber que a água e o azeite não se misturam .

E as crianças, Senhor ?

Alunos no ensino superior sem propinas depois de todo o secundário sem propinas. Mas as crianças até aos seis anos não têm creches gratuitas e mesmo a pagar são poucas e más. Será porque não votam ?

Quem puder pagar deve pagar até porque ninguém é obrigado a ir para o ensino superior e porque a licenciatura dá acesso a carreiras profissionais melhor remuneradas.

Bem melhor seria ajudar as famílias com residências, cantinas e livros. No Orçamento de Estado não há verbas para residências e acção social, muito dependente de fundos comunitários, não aumenta .

Eliminar as propinas é pedir aos pobres para financiarem os estudos dos mais ricos . Não é possível governar com dogmas ideológicos .

O actual governo com o apoio do PS, PCP e BE está a destruir o SNS

O SNS recebeu menos dois mil milhões de euros comparando com os anos da Troika.  E isso vê-se nas listas de espera de anos para os doentes, as demissões de administradores , médicos e enfermeiros, as dívidas a fornecedores, a falta de investimento em instalações e equipamentos.

Palavras há muitas e propaganda ainda mais mas, a verdade, é que hoje já não é possível esconder a situação que é a pior de sempre como muitos responsáveis a caracterizam.

A ala pediátrica do S. João é talvez o caso mais grave por se tratar de crianças oncológicas. É uma vergonha sem nome o governo ano após ano não ter disponibilizado o dinheiro necessário para retirar as crianças dos contentores em que permanecem . Trata-se de um crime não de uma cativação.

Varandas Fernandes, cirurgião ortopédico e um dos signatários de um manifesto a alertar para um Sistema Nacional de Saúde condenado à implosão, se nada for feito, esteve neste programa e foi taxativo:

O SNS atravessa talvez o momento mais crítico da sua existência. Nunca viveu uma situação tão grave, tão dramática. Temos problemas dramáticos de recursos humanos, de financiamento e de equipamento".

 

Cá na Suécia queremos que todos sejam ricos

O saudoso primeiro ministro da Suécia, vilmente assassinado em plena rua sem que alguma vez se tenha descoberto o assassínio,( o que mostra bem o poder da organização mafiosa que levou a cabo a operação para tirar a vida a um eminente social-democrata) em conversa com o nosso Otelo Saraiva de Carvalho ter-lhe-á dito : vocês lá em Portugal andam a ver se todos são pobres para serem iguais, nós cá na Suécia queremos que todos sejam ricos para que todos sejam iguais.

Mais uma vez o Bloco de Esquerda apresentou uma proposta para pisar os Cartões Verde que procuram trazer para Portugal investimento nos sectores económicos ecológicos. Tal como já procuraram pisar os Cartões Gold na tentativa de impedir em Portugal os milionários que trazem investimento no sector imobiliário.

Razões ? Trata-se de dinheiro sujo e é uma injustiça porque assim os ricos entram em Portugal mas não os pobres.

O mesmo BE que quer o país e a UE de fronteiras abertas para os migrantes esquecendo que o país não tem capacidade de os sustentar . No fundo é juntar mais uns pobres aos muitos pobres que Portugal nunca conseguiu tirar da miséria mesmo aqueles que trabalham e que não ganham o suficiente para terem uma vida digna.

Sabemos todos que é muito difícil tirar uma pessoa que seja da miséria mas é muito simples fazer propostas populistas nunca testadas e rapidamente esquecidas.

O BE tem dois padrões de propostas. Se alguma actividade económica mexe, pisa ( veja-se a habitação e o alojamento local) e procuram tirar o dinheiro de onde ele está. Como não incitam a iniciativa individual só há uma forma de atingir os objectivos : sermos todos pobres .

Como bons trotkistas que são.