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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As máscaras chinesas contra fumos e poeiras causam alarme

Foi um médico chinês que trabalha no Hospital de Gaia que leu as instruções e deu o alarme. As máscaras usadas pelos profissionais são eficazes para fumos e poeiras.

O JN sabe que a situação causou grande preocupação entre médicos, enfermeiros e assistentes operacionais que estão a lidar diretamente com doentes Covid-19. Além do modelo não constar das normas da DGS, a informação que vem nas caixas das máscaras, escrita em mandarim, indica que a proteção é contra poeiras e fumos. O alerta terá sido dado por um profissional chinês depois de observar as caixas.

Perante o alarme gerado, o JN sabe que o hospital decidiu retirar as máscaras de utilização e pôr a uso outras que ainda tinha em stock.

A primeira lição desta pandemia é que a União Europeia tem que recuperar as indústrias que, por ganância, deixou fugir para a China.

Não adianta tentar impedir o desemprego por decreto

Sem economia e sem empresas não há como impedir o desemprego em massa e com ele brutais problemas sociais.

“As empresas não precisam de mais endividamento mas antes de tesouraria que lhes permita fazer face aos compromissos no curto prazo e manter os empregos em termos duradouros“, escreve Saraiva ao primeiro-ministro. E pede a “injeção direta de fundos nas empresas”.

António Saraiva deixa ainda um aviso ao primeiro-ministro. “Não adianta tentar impedir o desemprego por decreto se não houver economia e as empresas não tiverem trabalho“, escreve, em referência às sucessivas declarações de António Costa e do ministro da Economia, Pedro Siza Vieira.

Medidas paliativas, endividamento adicional, montantes parciais e apoios pontuais não resolvem problema nenhum e chegaremos ao final do ano com uma economia desestruturada, uma sociedade civil desmobilizada e uma crise social eminente“, antecipa António Saraiva.

É bem verdade sem empresas não há emprego e não há produção de riqueza

Eu conheço um país que muitos de nós não conhecem

Afinal nós Portugueses até somos bons... Quem diria??

"Eu conheço um país que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil).
Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas. Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins.
Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.
Eu conheço um país que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint) e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).
Eu conheço um país que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo, que também está a construir o maior plano de barragens (dez) a nível europeu (EDP).
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT), que é líder mundial em software de identificação (NDrive), que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da Nasa (Critical)e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra)
Eu conheço um país que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano. E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.
Eu conheço um país que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e que revolucionou o conceito do papel higiénico(Renova).
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde).
Eu conheço um país que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra) e que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).
Eu conheço um país que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos, que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, que tem uma das melhores seleções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo).
Eu conheço um país que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).
O leitor, possivelmente, não reconhece neste país aquele em que vive. Este país é Portugal. Tem tudo o que está escrito acima, mais um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas, ótima gastronomia. Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL."

Nicolau Santos," in Revista up da TAP"

Os médicos na China não morrem, desaparecem

Há conhecimento de médicos chineses que primeiro alertaram para a doença até então desconhecida, desapareceram.

Em março, depois de o novo coronavírus se alastrar um pouco por todo o mundo, a médica de Wuhan juntou-se a outros profissionais de saúde para denunciar as condições de saúde pública na cidade, numa entrevista à revista Renwu, depois de ter assistido à morte de vários colegas devido à Covid-19 e de ter criticado as autoridades por tentarem impedir alertas precoces do surto.

Já vimos isto em outras ditaduras. Os críticos não morrem, desaparecem. É mais fácil e mais eficaz. E há quem goste  a bem da Nação nada contra a Nação .

Nunca tantos viveram com esta qualidade de vida

Onde o mais indigente vive com mais conforto do que alguma vez na história da Humanidade

Se assim não for, hordas de radicais das ideologias – das colectivistas às nacionalistas, da esquerda à direita –, que começam já a mostrar as garras, declararão os óbitos e escreverão apressados epitáfios ao capitalismo, ao globalismo e à democracia liberal. Os mesmos capitalismo, globalismo e democracia liberal, que nos permitem enfrentar, com um conforto sem par na história da humanidade, esta ameaça. Os mesmos que nos permitem ter uma fé inabalável na ciência para a descoberta de uma vacina e de medicamentos que mitiguem os sintomas desta doença e das próximas. Os mesmos que nos permitem esperar uma mobilização da indústria para fabricar ventiladores e equipamentos de protecção individual. Os mesmos que nos garantem uma cadeia de distribuição para que não nos faltem alimentos e papel higiénico (!) em casa. Os mesmos que nos permitem exigir verdade na apresentação de factos. Os mesmos que nos asseguram escrutínio público das medidas tomadas e das consequências das mesmas. Os mesmos que nos forneceram a tecnologia que nos permite estar em contacto permanente com os que amamos e agora se encontram à distância. Os mesmos que nos libertaram para rir no meio do medo. Os mesmos que nos forjaram na convicção moral de que todos, independentemente da sua condição, merecem protecção; e que quando assim não é justamente nos permitem a indignação.

Não foram os países autoritários ou autocráticos, nem colectivistas ou socialistas, nem nacionalistas e fechados ao outro, que nos entregaram este mundo livre, próspero e confortável em que vivemos. Com falhas seguramente. Com margens de indignidade ultrapassadas seguramente. Com desequilíbrios no uso dos recursos naturais seguramente. Mas onde nunca tantos viveram tão bem e tantos aspiraram legitimamente viver melhor. Onde, para recuperar uma formulação antiga, o mais indigente vive com mais conforto que em qualquer outro período da História.

 

Se a banca tiver lucro com a crise isso sim seria repugnante

A banca deve muito aos portugueses. Ninguém compreenderia se a banca tivesse mais do que lucro zero em 2020 e 2021.

É preciso que a banca ajude todos aqueles que nos últimos anos foram chamados a contribuir para a salvar .

"A banca sabe perfeitamente que se as empresas morrerem, a banca morre com elas. Vamos acreditar que vamos ter uma banca atuante", acrescentou. Rio terminou a ideia reiterando que aquilo que compete aos bancos é "pagar aos portugueses aquilo que tanto lhes deve", recordando assim os apoios públicos de que o setor foi alvo em anos recentes. 

Recorde-se que, na sexta-feira passada, o Banco Central Europeu recomendou a todos os bancos que supervisiona, bem como às instituição financeiras mais pequenas, que não distribuam, nem anunciem, dividendos pelo menos até 1 de outubro como forma de assegurar a máxima liquidez possível à economia.

A banca é um sector vital agora e para o período de recuperação económica..

A curva da taxa de novos casos está a abrandar

Comparando vê-se bem que as percentagens de subida estão a abrandar. Não só em Portugal mas também em Espanha e em Itália. Mas os números absolutos impressionam.

Para se perceber a evolução da taxa de novos casos, é possível fazer uma comparação com as últimas semanas para se ver esse abrandamento: entre 16 e 22 de março, os aumentos de testes positivos por dia foram de 35%, 35%, 43%, 22%, 30%, 25% e 25%; entre 23 e 29 de março foram de 29%, 15%, 27%, 18%, 20%, 21% e 15%. Agora, nestes primeiros três dias da semana, as subidas foram de 7,5%, 16% e 11%. Ou seja, apesar do número elevado de novos casos em termos brutos (hoje foram 808, ontem houve um novo máximo de 1.035), que já eram “esperados” nesta fase de combate à pandemia no país, a curva da taxa de novos casos tem sofrido uma descida.

Um helicóptero a repartir dinheiro directamente por todos os cidadãos

Entregar um cheque directamente a cada família é a única maneira de fazer chegar o dinheiro da União Europeia aos cidadãos. De outra maneira o dinheiro vai perder-se nos bolsos dos habituais. Os que influenciam as decisões dos governos.

Sendo assim, quais os passos seguintes? Num outro discurso de Ben Bernanke, também em Novembro de 2002, podemos encontrar algumas pistas. E está ligada a uma proposta de Friedman, conhecida como Helicopter Money. Bernanke defende que uma forma de estimular a economia é através de uma redução de impostos financiada com emissão de dívida pública comprada directamente pelo Banco Central, com o compromisso de que o governo nunca terá de a amortizar.

Parece impensável que uma política destas seja seguida na Europa. Isso equivaleria a que o BCE financiasse directamente os governos nacionais, o que vai contra as regras dos tratados europeus, estimulando o comportamento irresponsável de muitos governos. E, convenhamos, estes governos já demonstraram em diversas ocasiões de que não precisam de estímulos extra para serem irresponsáveis.

Como poderia o BCE distribuir dinheiro desta forma pelos cidadãos europeus? John Muellbauer, professor em Oxford, propôs que se entregasse 500€ a cada pessoa que tivesse número de contribuinte ou que se recorresse aos cadernos eleitorais. Isto, claro, com a garantia de não o pedir de volta. Ou seja, tratar-se-ia de uma dádiva e não um empréstimo, pelo que corresponderia a um aumento permanente da moeda em circulação.

Se se chegar ao ponto de se mandar imprimir dinheiro para distribuir, prefiro que seja um helicóptero a reparti-lo por todos em vez de ser entregue aos governos ou a Juncker para o distribuir por interesses seleccionados. Apesar de tudo, é mais justo e menos arriscado.

Carta aberta ao governo holandês

Um grupo alargado de eminentes economistas holandeses arrasa o PM e o ministro das finanças do seu país pela falta de solariedade demonstrada aos países mais fracos do sul da Europa.

"Atualmente não existem soluções holandesas, alemãs, francesas ou espanholas. A cooperação com os outros países é agora literalmente vital. Agora é a hora da solidariedade. Começa com nós mesmos. Governo, pare de bloquear. Assuma a responsabilidade. Pense de forma construtiva, para os outros e para nós próprios."

"... nós temos de escolher os nossos momentos. Os países devem, naturalmente, reformar-se e pôr em ordem as suas contas domésticas. Para o conseguirmos, teremos certamente de nos fazer ouvir no futuro. Mas agora não é o momento para essa discussão. A ameaça comum do vírus requer clemência e ajuda. Podemos e devemos mostrar solidariedade a partir da nossa posição relativamente confortável.

Agora é necessária uma ação europeia convincente. Os primeiros passos já foram dados. A Comissão Europeia encontrou dezenas de biliões dentro do orçamento atual e as necessidades orçamentárias foram aliviadas. O BCE anunciou que vai estimular a economia, entre outras coisas, comprando mais de um bilião de euros em dívidas. As recentes decisões do BCE são particularmente significativas, especialmente o Programa de Compra de Emergência Pandémica. Na margem, o ESM também foi ligeiramente ampliado.

No entanto, a maioria das medidas são de natureza nacional. É impressionante como os Estados membros do norte da UE são capazes de gastar mais dinheiro do que os do sul. A Alemanha anunciou um pacote de ajuda no valor de mais de 350 mil milhões de euros. A própria Itália apresentou um pacote de 25 mil milhões de euros, muito menos e muito mais problemático, devido à situação financeira precária da Itália. Especialmente agora, o apoio pan-europeu aos países mais fracos é crucial. Também eles devem ser capazes de prosseguir uma política de apoio. O coronavírus é um inimigo comum, o que requer políticas comuns.

Uma inovação do hospital da Cruz Vermelha no ataque ao vírus

Julgo que é inovador e que é a primeira vez que se faz. Pelo menos nunca li nada sobre o assunto.

Basicamente trata-se de despistar através de uma análise ao sangue quem tem uma qualquer infecção. Isso vê-se pela "velocidade de sedimentação" e pelo aumento de certos componentes do sangue.

Feita a despistagem, os infectados seguem para uma segunda análise que se dirige objectivamente à detecção do coronavírus. Vantagens ? 

A análise ao sangue faz-se em 10 minutos ( com resultados) e reduz enormemente o universo de pessoas a analisar para o coronavírus.

Nos últimos dias houve uma disputa entre o corpo médico do hospital - que defendia que o hospital devia continuar a prestar os cuidados para que está direccionado e continuar limpo do vírus - e a administração que decidiu avançar com esta inovação.

Se assim é não está mal visto não senhor e é um exemplo notório da tal capacidade de desenrascanço dos Lusos.