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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Fraude eleitoral na Bolívia acusam movimentos da sociedade civil

As Forças Armadas Bolivianas vieram depois numa tentativa de esvaziar os protestos da sociedade civil. Não foi ao contrário. Evo Morales era o foco da contestação.

A Bolívia sofre uma grave crise desde a proclamação de Evo Morales como Presidente para um quarto mandato consecutivo nas eleições de 20 de outubro, uma vez que a oposição e os movimentos da sociedade civil alegam que houve fraude eleitoral.

Evo Morales renunciou ao cargo de Presidente da República da Bolívia no domingo, após quase 14 anos no poder, numa declaração transmitida pela televisão do país. Morales demitiu-se depois de os chefes das Forças Armadas e da polícia da Bolívia terem exigido que abandonasse o cargo

Na América Latina quem chega ao poder não quer largar o osso.

Para lá do Marão mandam os que lá estão

João Galamba, secretário de Estado Adjunto e da Energia, aprovou a concessão de exploração de lítio em Sepeda, concelho de Montalegre, a uma empresa com um capital social de 50 mil euros, a Lusorecursos Portugal Lithium.
A empresa foi constituída três dias antes da assinatura do contrato para a exploração e prevê gerar uma receita de 380 milhões de euros nas próximas duas décadas.
Hoje, Galamba descobriu que para lá do Marão mandam os que lá estão, e foi recebido em Boticas por populares em protesto contra a exploração do lítio.
Foi cercado e corrido e nem a GNR o salvou.
Alguém sabe a morada da sede da Lusorecursos Portugal Lithium? É para uns amigos.

Radicalismos e falta de senso

Há uns anos, e na falta de discurso e ideias próprias, o PSOE resolveu ir a reboque da extrema-esquerda e adotar o discurso anti-franquista num acerto de contas com a história. Tudo isto numa época em que não existia franquismo nem extrema direita para combater. Agora existe. Em Espanha, ou em Portugal, o radicalismo é a principal causa de radicalismo. O radicalismo e a falta de senso.

PS :

"O Morales caiu na asneira de fazer umas eleições fraudulentas e lixou-se. Os democratas de Cuba são mais prudentes. Em mais de 50 anos nunca arranjaram um tempinho para fazer umas eleições."

Rui Rocha

Portugal tem que ser um dos países mais pobres da Europa ?

Com este crescimento anémico do PIB, Portugal tem sido ultrapassado por quase todos os países da Europa no que diz respeito ao PIB/per capita. É destino ?

Será necessária uma nova política que liberte o potencial produtivo do país, acreditando no sector privado, que faça mais e melhor com menos dinheiro público, diminuindo a tremenda asfixia fiscal sobre as empresas e a classe média, e que aposte na maior liberdade dos cidadãos no que toca à Educação, à Saúde e à Segurança Social.

O discurso não poderá ser apenas sobre o défice e a dívida públicas, mas sim e sobretudo sobre os valores de uma sociedade mais livre e com maior capacidade de escolha que, complementada pelo papel supletivo do Estado, permita gerar mais crescimento, erradicar a pobreza e pagar melhores salários, em em antítese ao actual modelo que acredita que o Estado  é a solução

PS : a partir de Luis Mira Amaral - Expresso

As cativações que Centeno escondeu dão à Costa

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São vários os hospitais que se queixam de falta de condições para exercerem com qualidade os cuidados que prestam aos doentes. O lixo que se varre para debaixo do tapete acaba sempre por aparecer. Mas o custo é alto. Listas de espera, urgências sem médicos e enfermeiros, serviços fechados...

O dinheiro que se andou a distribuir pelas clientelas falta ao Serviço Nacional de Saúde e á Educação onde centenas de escolas não têm professores. Milhares de alunos sem aulas.

É claro que tudo isto é culpa do Passos...

A saúde não pode esperar, ADSE para todos

Há doentes em listas de espera para consultas e cirurgias por meses e até anos.

"Este é sobretudo um programa que mostra que o PS não acredita nem nos portugueses nem naquilo de que eles são capazes por isso não lhes dá liberdade de escolha nos serviços públicos, por isso não confia que eles saberão dar o melhor destino à sua vida e ao seu dinheiro",

Há consultas que demoram anos no SNS. Por preconceito ideológico o Governo aceita que os portugueses não tenham cuidados de saúde em tempo útil, não lhes permitindo escolher o sistema onde podem ser atendidos"

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Os bons malandros entre os funcionários públicos

A nova ministra da Administração Pública veio com aquela ideia sublime de beneficiar os funcionários públicos faltosos com prémios de assiduidade sempre que não faltem. A ideia para quem tem algum conhecimento de Gestão de Recursos Humanos só pode provocar riso ou fúria.

A FRENPROF está furiosa porque anda há décadas a fazer manifestações exactamente para, entre outras coisas, mostrar que os professores são profissionais de primeira e não faltam. Não são malandros diz o alucinado Nogueira.

Mário Nogueira repudiou a forma como a intenção foi anunciada, considerando que o real objetivo é "desvalorizar socialmente os trabalhadores da Função Pública para poder depois mais facilmente atacar as carreiras, tendo a opinião pública contra as pessoas".

A ideia, continuou, é "lançar novamente na sociedade portuguesa o estigma sobre os funcionários públicos do absentismo" ao passar uma imagem de que "são tão malandros que a norma é serem absentistas, logo, o prémio é algo excecional".

Eu estou com o Mário e ao lado dos "bons malandros" :
O representante dos professores questionou ainda a ministra sobre se o futuro mecanismo de promoção da assiduidade irá abranger "os professores que estão doentes", os que estão de licença de parentalidade ou os que não estão a trabalhar porque têm um familiar que faleceu, estão em formação ou estão a dar apoio a familiares doentes. "O que é que considera ser assiduidade e absentismo para dar prémios?"