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BandaLarga

as autoestradas da informação

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PS, PCP e BE têm a obrigação patriótica de governar

A esquerda não pode agora perante esta crise dar-se a joguinhos tácticos de ver quem ganha e quem perde. Só Portugal pode ganhar.

Costa, Catarina e Jerónimo fazem de conta que não percebem o que está em jogo. O país recebe uma ajuda financeira de grande monta e o que os partidos que têm governado deviam estar a negociar era a aplicação criteriosa desse dinheiro.

Não podemos voltar à distribuição desse dinheiro segundo os interesses dos mesmos de sempre e que apoiam os partidos no poder. Há que tomar decisões que desagradam a esses interesses instalados.

O PCP que sofreu pesadas derrotas eleitorais faz contas à vida e a posição é a habitual. Ou é uma política " patriótica e de esquerda" ( a deles) ou então não brincamos. Ora negociar é ceder.

O BE tem exigências que não são praticáveis e a que o PS não pode ceder A Lei Laboral dos bloquistas incendiaria a classe empresarial e travaria a criação de emprego. O mesmo com o salário mínimo. Não é que não seja justo aumentar o salário mínimo mas isso não ajudaria em nada a criação de emprego.

Grande parte dos nossos problemas só se resolvem com a criação de mais riqueza, aumento de produtividade e investimento. Tudo o  que a esquerda não discute.

O PS sabe de tudo isto mas precisa de uma maioria absoluta para governar. A geringonça revelou-se um esquema governativo de pouco alcance, sem capacidade de atacar os grandes problemas económicos e políticos.

É por isso que todos eles querem fugir às responsabilidades.

Não se pode confiar no BE, os contratos são para cumprir

Uma das exigências do BE " nem mais um euro para o Novo Banco" é impossível de praticar. Os contratos são para cumprir. É assim entre países democráticos.

Os compromissos do Estado são para ser cumpridos. E havendo um compromisso assumido, através de um contrato, o seu não cumprimento em termos de reputação de um país é extraordinariamente negativo”, respondeu o presidente da APB, quando questionado sobre os pagamentos do Fundo de Resolução ao Novo Banco. Faria Oliveira disse ainda que gostava que “fossem ultrapassadas as divergências e a disputa política” em torno deste tema.

A velha ordem " do quanto pior, melhor" voltou pela mão do BE. Irá mesmo recusar o apoio ao orçamento ? Ou vai dizer que as declarações e as ameaças que fez estão fora do contexto ?

O BE diz de si próprio que não acrescenta nada ao orçamento

O BE não se importa nada que o governo não aceite as suas exigências e, com isso, não apoiar o orçamento. O governo que governe por duodécimos.

Não é por acaso que Marcelo pressiona o PSD para apoiar o orçamento, o problema existe. PCP e BE apoiaram o governo de António Costa porque havia alguma margem para reverter rendimentos. Em plena crise acabou a margem, há decisões difíceis, já nada vale a pena. Não é bonito e o interesse nacional fica para trás.

Mas o problema da extrema esquerda é que não apoiando o orçamento pode ser acusada de muito do mal que aí vem . Daí a ideia de executar o orçamento por duodécimos caso as negociações não cheguem a bom porto. Como quem diz, não há razão para uma crise política.

Quem se mete com o PS, leva.

Sem procura o Hospital CUF - Tejo não existia

Um novo hospital privado em Lisboa, substituindo o antigo hospital CUF . Mais camas, mais blocos operatórios e 170 milhões de euros em investimento. Sem procura nenhum empresário investe.

Voltando ao CUF Tejo, Salvador de Mello frisa que é mais do que um hospital de substituição – irá albergar a unidade que deu origem à aposta no sector da saúde, em 1945, e que se localiza na Avenida Infante Santo (que lhe dá nome), em Lisboa – pois projeta o caminho que a empresa quer trilhar nos próximos anos. “Alia os 75 anos de história e de conhecimento que temos com uma visão de futuro que queremos concretizar”

A pandemia de covid-19 veio reforçar a “importância” do hospital na resposta às necessidades da população, sobretudo junto dos doentes que ficaram sem cuidados de saúde na fase mais aguda da pandemia, indica Salvador de Mello, apontando que, entre outras áreas como as cirurgias, o diagnóstico de cancros foi muito afetado. Para o presidente da CUF a prioridade, agora, devem ser os doentes não covid.

Com 1700 trabalhadores, dez blocos operatórios, 213 camas de internamento geral e 178 gabinetes para consultas e exames, o CUF Tejo vai estar centrado “nas doenças do futuro” presentes em três grandes áreas de atuação clínica: as neurociências, as patologias cardiovasculares e a oncologia.

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Enquanto o governo procura um privado para a TAP

Os representantes dos trabalhadores preparam uma petição para manter a TAP na esfera pública.

O representante dos trabalhadores manifestou ainda preocupação com o plano de reestruturação que está a ser delineado — e que o Governo terá de apresentar em Bruxelas, na sequência da ajuda financeira à companhia — , assumindo, porém, que nos vários encontros que a CT teve com o ministro da tutela, Pedro Nunes Santos, e com a administração da TAP, não lhes foi avançada informação sobre o conteúdo do plano.

É claro que os trabalhadores estão fartos de saber que o governo procura um parceiro privado . 

"A companhia aérea portuguesa quer apresentar à Comissão Europeia um plano de reestruturação que já inclua o cenário de um novo parceiro. A informação foi avançada esta sexta-feira, 4 de setembro, pelo Público, que adiantou que, para cumprir este objetivo, a TAP vai contar com a ajuda de um banco de investimento, que deverá estar escolhido nas próximas semanas."

 

 

Escola privada sem mãos a medir para tanta procura

Parabéns à Frenprof e a toda a equipa socialista do ministério da Educação.

Os pais não querem compreender as vantagens da escola pública e mesmo a pagar preferem a escola privada. Principalmente em tempos difíceis. Má experiência com ensino à distância motivou procura. Há quem tenha mil alunos em lista de espera.

Está tudo com medo da vaga que aí vem e os professores não são excepção. As baixas são mais que muitas

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Professores metem baixa e fecham escolas

Bem dizia o alucinado sindicalista Nogueira que as escolas não tinham condições para abrir. O que ele não nos disse é que seria por falta de professores.

Uma golpada só possível na escola pública onde ninguém é responsável por nada. E como todos têm a progressão na carreira garantida, faltar ou não faltar vai dar no mesmo.

Depois não querem os ranking publicados onde as escolas públicas ficam nos últimos lugares. Tudo a funcionar em circuito fechado, paredes opacas e um ministério incapaz de implementar as medidas necessárias.

Haverá professores com doenças que aconselham ficarem em confinamento ? Claro que sim, mas essa não é uma razão mais que expectável que merecia uma solução que protegesse professores e alunos e as escolas a funcionar ?

Nas escolas privadas por cada professor que falta há um professor que o substitui. E isso nota-se !

Mulheres, onde está a indignação ?

Um atrasado mental fez uma proposta inconstitucional, propondo a extirpação dos ovários às mulheres que abortem sem razão. A indignação foi geral .

Hoje soubemos que, naquela lista de espera da vergonha do SNS, há 100 000 mulheres que não foram sujeitas a rastreamento preventivo do cancro da mama. Para além das 400 000 consultas em atraso e das milhares de cirurgias que não se fizeram.

Por onde anda a indignação ? Não anda e depois querem que acreditemos que o que move a tal indignação é mesmo o bem estar das mulheres. Que não há nada de ideológico e partidário .

Tudo pelas mulheres, nada contra as listas de espera da vergonha, onde só cabe gente pobre e idosa.

O cancro da mama é outra coisa sem comparação com o aborto voluntário. E sem direito a excitações indignadas...