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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Vivem e sobrevivem com a despesa do estado

Dos 18 ministros e secretários de estado 12 são funcionários públicos. Quando voltarem para os seus lugares de origem beneficiarão das suas próprias decisões como as 35 horas, os aumentos salariais e o descongelamento das carreiras . Outra razão para governarem para si próprios é que representam um mar de votos.

peso da despesa pública em Portugal explica-se bem comparando o número de funcionários públicos com outros países. Este peso exige uma elevadíssima carga fiscal e um incipiente investimento público que só se faz à custa de uma dívida monstruosa.

Os números do Eurostat indicam que Portugal tem 95,335 empregados na administração central. Eram 117.972 em 2007, uma pequena redução. Na Bélgica, país federal, há 25.653 funcionários na administração central, número semelhante aos 20.393 da Áustria, também federal. A Grécia, um Estado “unitário”, tem 70.560 servidores públicos e a Hungria 16.955. A Dinamarca, que tem cerca de metade da população portuguesa, apresenta apenas 7.832, mas a Suécia, com quase dez milhões de habitantes, atira para 61.052. Se utilizássemos a Suécia como benchmark, teríamos de reduzir o número de servidores públicos em Portugal em 36%, apenas na administração central.

O governo não governa limita-se a distribuir benesses por diferentes interesses instalados. Reformas estruturais nem vê-las e o débil resultado está à vista de quem quer ver.

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