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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Crescimento da economia mais acelerado na Zona Euro (2,2%)

Revisto em alta para o conjunto dos 13 países da Zona Euro (2,2%). A maioria das economias acelerou o seu crescimento.

Entre os 13 países da Zona Euro que divulgam os dados do segundo trimestre do ano, sete registaram um acelerar do ritmo de crescimento, com a Letónia a liderar, ao registar um aumento do PIB de 4,8%. Os Países Baixos foram os segundos que mais cresceram (3,8%) , seguidos por Espanha (3,1%). 

Na União Europeia o crescimento do PIB foi de 2,3%, o que também corresponde a uma revisão em alta do PIB, já que os dados preliminares apontavam para um crescimento de 2,2%.

Também na terça-feira, a Alemanha revelou que a economia aumentou 2,1% em relação ao segundo trimestre de 2016, registando também um acelerar do seu crescimento.

Itália revelou já esta quarta-feira de manhã que o PIB cresceu 1,5%, o que corresponde ao maior crescimento anual desde 2011.

Por estes dias a norma é crescer mais é pois natural que Portugal também cresça.

Deixaram-se de ouvir as aves agoirentas que queriam sair da Zona Euro e da União Europeia. Derrotados dizem que estão a ganhar.

Afinal pertencer à Zona Euro é bom

O brêxit, dos ingleses, tenta a todo o custo ficar dentro da Zona Euro . Vendem para a Zona Euro 230 mil milhões e importam 290 mil milhões. Querem continuar com esta troca tal como se fossem membros efectivos da zona euro. Ter as vantagens e não ter as desvantagens. O melhor de dois mundos.

Primeiro uma fase de transição em que nada ou quase nada muda. E depois desse período temporário um "sistema o mais livre possível e sem fricções". No que diz respeito ao brexit, são estas as intenções do governo britânico para as questões aduaneiras.

De acordo com o documento que o governo britânico tornou público ontem, durante o período de transição - uma espécie de união aduaneira temporária com a UE - continuaria a existir livre circulação de mercadorias entre o Reino Unido e a União Europeia e ambos partilhariam as mesmas tarifas em relação a países terceiros. No fundo, os britânicos continuariam a fazer parte da união aduaneira apesar de já terem saído. "Estar ao mesmo tempo dentro e fora da União Aduaneira é uma fantasia", escreveu no Twitter Guy Verhofstadt, o responsável máximo do Parlamento Europeu para as negociações do brexit.

E agora que a Europa cresce, afastada a crise, não são só os britânicos que tentam tudo para ficar. Em Portugal deixou de se ouvir que é necesssário preparar o país para sair e a Grécia cumpre escrupolosamente os ditâmes de Bruxelas . Os partidos anti-europa representam uma ninharia representativa do querer dos cidadãos. Cerca de 70% são pró-europa.

Mas o engraçado é que estes derrotados acham que estão a ganhar... 

Cresce a economia e o emprego na Zona Euro e na UE

E o PIB da UE ( 28 estados) cresceu 2,2% no 2º trimestre e na Zona Euro cresceu 2,1%. Os que andaram todos estes anos a desejarem a saída do país da Zona Euro calaram-se. E crescer acima de 2% quer dizer que o emprego também aumenta como se disse aqui. Vem nos livros.

É o maior crescimento desde 2011. As políticas de contenção do défice afinal estão a dar resultados.

Portugal com a sua reduzida dimensão e uma economia muito aberta ao exterior vai por arrasto. E a Grécia que estava bem pior que nós também está a sair da crise e a aproximar-se da média europeia depois de pacotes sucessivos de contenção orçamental. Num caso e noutro o turismo é o motor.

Todos a crescer. Terá isto a ver com a habilidade de António Costa ?

Desemprego caiu em 27 dos 28 estados membros da UE

Com a economia a crescer em toda a Zona Euro o desemprego caiu . Portugal tem agora 9% fixando-se abaixo da média

Entre os 28 Estados-membros da União Europeia, as taxas de desemprego mais baixas em Junho foram registadas na República Checa (2,9%), Alemanha (3,8%) e Malta (4,1%) enquanto as mais altas verificaram-se na Grécia (21,7% em Abril) e Espanha (17,1%).

Comparando com o mesmo mês do ano passado, o desemprego caiu em todos os Estados-membros da União Europeia excepto a Estónia (os dados mais recentes mostram que o desemprego se fixou em 6,5% em Maio de 2016 e 6,9% em Maio de 2017).

Entretanto o IGDP diz que a notação da dívida portuguesa só deverá sair do "lixo" lá para Setembro de 2018 um dos muitos sinais (maus) de que pode haver borrasca na execução orçamental . E a dívida que não cessa de crescer.

Oxalá que as eleições autárquicas não levem a aumentar a despesa com obras para votante ver.

Quanto ao défice (1,5%) com a evolução prevista para a economia não deve haver dificuldade em alcançá-lo.

Portugal beneficia da pujança das economias europeias

A não ser que a geringonça tenha um braço bem comprido a verdade é que o crescimento da economia do nosso país acompanha a pujança das economias europeias. Estão todas a crescer na Zona Euro. Ora isto nada tem a ver com as políticas da geringonça.

Os indicadores avançados já disponíveis praticamente para a totalidade do segundo trimestre confirmam uma nova aceleração – algo que de resto é comum também nos restantes países da área do euro.

Acrescenta que "grande parte do contributo positivo deverá vir novamente do investimento privado e das exportações, que estarão a beneficiar da pujança dos principais parceiros económicos que pertencem á área do euro, e da variação de existências que deverá compensar a queda do primeiro trimestre".

Os tais países que compõem a Zona Euro que Portugal devia abandonar

A Zona Euro está a dar a grande surpresa que alguns esperavam

Pensamento do dia:

Sobre o RU, o Brexit, a UE, e as suas políticas económicas.

Economia do RU ao longo de 2017:

- PIB crescimento: 0,3% (a caminho da recessão, e um crescimento já inferior à inflação, o que denota já entraram num processo de empobrecimento)
-Queda enorme no poder de compra, e nos níveis salariais.
-Inversão da trajectória da Taxa de desemprego
- Inflação 2,9% (a mais alta dos últimos 5 anos)
- Moeda: Libra face ao Euro e Dollar, já acumula uma desvalorização superior a 15% com tendência para agravamento, existindo estimativas que apontam para uma desvalorização superior a 20%.
- Balança comercial altamente deficitária.
- Contas públicas: dívida pública continua em crescendo, deficit público inverteu a tendência de descida.
- A balança de capitais que até então apresentava um saldo altamente positivo, desde o Brexit, passou a deficitária, o que demonstra fuga de capitais, e diminuição brutal da entrada de investimento externo.
- Já há empresas a deslocalizar as suas bases no RU, para dentro da UE, e
este processo praticamente ainda nem se iniciou. Muitas são as empresas que
estão somente a aguardar os resultados das negociações do Brexit, para
tomarem essa decisão.
- Rating do RU em tendência negativa.

Economia da ZONA EURO 2017

- PIB com crescimento de 2,1%, e pela primeira vez desde a
sua fundação, TODOS os países membros estão a
conseguir crescer em simultâneo.
- Inflação: 1,3%, e 0,8% sem combustíveis.
- Crescimento do PIB é quase o dobro da taxa de inflação.
- Crescimento real de salários e de poder de compra.
- Prossegue a trajectória de diminuição da Taxa de
desemprego, tendo até aumentado o ritmo da sua descida.
- Moeda: Euro e face a Libra e Dollar - Euro a valorizar
novamente, e a estabilizar acima de 1,1 de USD, com
perspectivas optimistas. E a caminho da paridade com a
Libra.
- Balança comercial com superavit, e a bater recordes
nos seus excedentes.
- Contas públicas: dívida pública do conjunto dos países da
zona euro continua numa clara tendência de diminuição,
face ao PIB total.
- Deficits Públicos do conjunto dos países da zona euro, continuam a sua trajectória de diminuição, a caminho do objectivo de eliminação total, tendo atingido o valor mais baixo de sempre desde a criação da moeda única. E apesar
da contínua diminuição do peso dos gastos dos Estados nas economias, a zona euro consegue crescer de forma sustentada e comum a todos os países da eurozona, como nunca antes aconteceu.
- A balança de capitais com saldo positivo, o que demonstra que a zona euro está a captar investimento externo, e está a receber capitais provenientes das suas exportações para fora da zona euro.
- Rating da zona euro, em claro crescimento e com tendência positiva.

Para os amantes do Brexit, para os anti União Europeia, para os anti Euro, para os anti contas públicas sérias, equilibradas, e não deficitárias, a que erradamente e estupidamente muitos chamam de "austeridade", e para os amantes e defensores de endividamentos e acumulação de dívidas públicas, podem continuar nessa vossa senda da defesa do indefensável, pois só atesta a vossa ignorância.

O que vocês teimam em não querer ver, ou fazem de conta que não vêem, a sacana da realidade faz questão de vos esfregar na cara, o oposto de tudo o que vocês representam.

Já agora, para os que previam a implosão da UE e do euro, com a saída do RU, desenganem-se. Não só não aconteceu, como não irá acontecer, como a União está mais forte, vai ficar ainda mais forte e mais coesa sem os britânicos. Os factos assim o estão a comprovar.

Para vocês, tenho só as seguintes palavras: os factos e os números, resultantes da adopção das políticas contra as quais vocês estiveram e continuam a estar, são tão clarinhos e tão limpinhos, que nem é preciso dizer mais nada.

Então sempre é verdade que a economia da Zona Euro está a crescer como nunca

Então sempre é verdade que a austeridade é um processo que conduz ao crescimento da economia. Prova disso é que todos os países da Zona Euro estão a crescer. Desapareceu a submissão ao euro, ao tratado orçamental, a preparação da saída do euro, a negociação da dívida . Todos com a viola no saco . Até a Grécia está a crescer e voltou aos mercados.

As viúvas agora são alegres e os visionários andam de óculos escuros. É preciso mostrar que tudo isto se deve a António Costa.

 

A economia francesa, a segunda maior da Zona Euro, cresceu 0,5% em cadeia no segundo trimestre, o que já acontece pelo terceiro trimestre consecutivo, puxada por mais exportações e consumo, revelou o instituto de estatística do país. Em termos homólogos o crescimento foi de 1,8%. Estes dados apontam para que "um crescimento provável de 1,6% em 2017. Isto seria o desempenho mais forte em seis anos"


Espanha, a quarta maior economia do euro, também apresentou dados positivos. No segundo trimestre cresceu 0,9% em cadeia, acelerando face aos 0,8% dos primeiros três meses do ano, e recuperando finalmente o PIB perdido na crise – embora ainda com menos 1,9 milhões de empregos, nota o El País. Em termos homólogos o avanço foi de 3,1%.

 

A Áustria terá crescido 0,8% em cadeia no segundo trimestre, em linha com o trimestre anterior, mas acima das expectativas, revelando um bom desempenho no consumo, investimento e exportações. As previsões de crescimento para ano estão a ser revistas em alta para valores entre os 2% e os 2,5%.

 

Em Portugal, que divulga a sua primeira estimativa do crescimento trimestral em meados de Agosto, já se espera espera-se um crescimento homólogo no segundo trimestre entre 2,5% e 3%, isto enquanto  o desemprego continua a cair, tendo atingido os 9% em Junho.

 

Também a 28 de Julho ficou a saber-se que  o banco central irlandês reviu em alta a previsão de crescimento para este ano de 3,5% para 4,5%.

 

A expectativa é que à medida que a recuperação Zona Euro ganhe fôlego, com mais criação de emprego e utilização da capacidade produtiva, surjam pressões inflacionistas que permitam o banco central retirar estímulos com a confiança que a inflação da Zona Euro caminha para a meta dos 2%, entendida como a estabilidade de preços que o BCE deve garantir. 

Sair da Europa e ir para onde...para outra galáxia ?

primeiro ministro Grego também já é pró-europeu . Perto de sair do Procedimento do Défices Excessivos, a Grécia continua a receber os empréstimos europeus . Tsypas converteu-se, numa forma diferente da conversão do BE, e o PCP deixou de falar em submissão.

O primeiro-ministro acredita, no entanto, que a economia que lidera está a crescer. “Lentamente, lentamente. Mas o que ninguém acreditava que poderia acontecer, vai acontecer. Vamos tirar o país da crise”, disse.

As previsões de Tsipras, que identifica como prioridade a recuperação da soberania económica, é que “após oito anos, a Grécia saia do programa de assistência e da supervisão internacional”, em Agosto de 2018.

Tal como cá o modelo de assistência exigiu sacrifícios, talvez até em demasia, mas os resultados estão à vista. Com muitos erros à mistura como reconhece o próprio primeiro ministro.

A UE e a Zona Euro estão a atravessar uma boa fase com a economia e o emprego a crescer e o FMI prevê que a economia na Zona Euro cresça mais que nos USA.

Tudo vale a pena se a alma não é pequena sentenciava Pessoa.

 
 
 

A derrota dos anti UE e anti Zona Euro

"O nosso norte deve ser uma Europa mais unida e mais forte" , afirmou António Costa deixando subentendido que Lisboa apenas contempla como hipóteses futuras o terceiro (maior integração para quem quiser) e quinto (muito maior integração para todos) cenários. As palavras foram proferidas por Costa no encerramento da conferência "O Futuro da Europa em Debate", que decorreu esta sexta-feira, 14 de Julho, em Lisboa, e que foi promovida pela Comissão Europeia com o objectivo de iniciar uma discussão sobre os cinco cenários presentes no Livro Branco que a instituição liderada por Jean-Claude Juncker lançou para discussão pública.

Depois da ameaça colocada ao futuro da integração europeia pelo Brexit e pelo calendário eleitoral de 2017, o líder do PS considera que a recente celebração do 60.º aniversário do Tratado de Roma "foi um ponto de viragem".

A vitória é de quem sempre foi pró UE e pró Zona Euro e, ao invés, a derrota é de quem sempre foi e continua a ser anti UE e anti Zona Euro.

Não ponham a narrativa ao contrário. A UE e a ZE estão bem e recomendam-se têm soluções e caminham para mais integração e não para menos.

 

Por onde andam as vozes da desgraça ?

O PCP até tinha afivelada uma campanha para preparar o país para a saída da Zona Euro. Entrou mudo e saiu calado. No Brexit as vozes da desgraça subiram de tom. Era agora. Não foi, pelo contrário a Zona Euro está a crescer e a fortalecer-se.

O BE também achava natural que o país se preparasse para uma eventual saída do Euro . Era o tempo do milagre Siryza e do Podemos . E apareceram os estudos sobre a saída do Euro e logo aí se viu que as soluções propostas empobreciam o país de forma definitiva.

Mário Draghi, o presidente do BCE, em Sintra, sublinhou que as vozes da desgraça "são agora sussurros que mal se ouvem" .O fim do Euro era um desejo manifestamente exagerado.

É necessário que o caminho a trilhar não se desvie da direcção certa, com uma economia robusta, a sustentabilidade das contas públicas e o olhar no futuro.

A maioria silenciosa está onde sempre esteve. Com a União Europeia e a Zona Euro.