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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Zona Euro entra em 2018 com crescimento muito forte

O crescimento da economia na Zona Euro na entrada de 2018 é muito forte apontando para 1% no 1º trimestre.

"A Zona Euro teve um óptimo início de 2018, com a actividade das empresas a crescer a um ritmo que não se via há quase 12 anos", afirma Chris Williamson, economista-chefe da IHS Markit. "A aceleração do crescimento leva os dados para um território consistente com um crescimento económico muito forte de aproximadamente 1% no trimestre".

"Com um início de ano tão forte, esperamos ver os economistas a melhorarem as suas estimativas para o crescimento e inflação na Zona Euro em 2018, e os responsáveis pela política monetária a defenderem uma política mais restritiva".

Diziam que não crescia mas agora não se ouvem.

Alemanha e França trabalham em propostas comuns para a Zona Euro

A integração da Zona Euro vai no bom caminho numa política de pequenos passos. Há toda uma série de questões que têm que ser tratadas antes de novo alargamento porque pretendente a entrar na União Europeia não faltam .

“Há que atuar agora” para cumprir a vontade comum de “uma integração rápida da zona euro nos próximos meses”, indicou Le Maire, assinalando que o objetivo é que a zona euro esteja em condições de competir com a China e os Estados Unidos. Altmaier acrescentou que o prazo indicado para encerrar um acordo sobre a reforma da zona euro “vai até finais de 2018”.

Em matéria de fiscalidade, segundo o ministro francês, a ideia é que haja uma proposta franco-alemã, o mais tardar em junho, com uma base comum em relação ao imposto sobre empresas. O ministro alemão afirmou que se deve evitar uma competição nesta matéria no interior da União Europeia (UE).

E Merkel e Schultz no mesmo governo querem despertar a Europa .

 

Que a economia da Zona Euro não crescia diziam eles

Agora até dizem que foram eles que puseram a economia a crescer. Diziam que com o Tratado Orçamental Europeu a economia não crescia, controlando o défice e a despesa. Mas ela cresce !

O produto interno bruto (PIB) da Zona Euro vai crescer 2,2% este ano, muito próximo dos 2,4% do ano passado, que representam o melhor registo da última década.

Também o Banco Central Europeu reconhece que a economia europeia está a crescer a bom ritmo, tendo por isso admitido que poderá reduzir o programa de estímulos de forma mais rápida do que o previsto anteriormente.  

As últimas projecções apontam para que as maiores economias do euro – Alemanha, França e Espanha – cresçam todas acima de 2% este ano.

Estes três países são os nossos maiores compradores pelo que as nossas exportações vão manter-se a bom ritmo sustentando o PIB português.

A vitória da UE e da Zona Euro é uma pesada derrota para a extrema esquerda

Cumprem o Tratado Orçamental, reduzem o défice e fazem a gestão da dívida . A economia cresce apesar disso, ou por isso mesmo. Fazem, afinal, tudo o que consideravam impeditivo de obter os avanços.

Dos vinte oito países , vinte e sete crescem e saem da crise. Alguns saem com uma visão de longo prazo, são os que evitarão a próxima crise. Infelizmente não é o que se passa com Portugal. E claro, já hoje sabemos que esta governação manterá Portugal a divergir, a empobrecer face à média europeia.

Por cá vamos embalados pelo crescimento da Europa ( as exportações) ao contrário do que dizia o governo ( que assentava a sua estratégia na procura interna) e pelo programa de compra do BCE que mantém os juros baixos.

Face a esta situação o BE manda uns mimos ao PS que retribui e o PC diz que não há mais solução conjunta. Pudera, engolem sapos e a Europa, o seu inimigo de estimação, desmente-os em toda a linha.

Os que passaram e passam a vida a atacar a UE e a Zona Euro estão assim nesta situação paradoxal. Apoiam a governação pró-Europa do PS . Têm conseguido colocar areia na máquina e prejudicar o processo mas, no essencial, o que previam não aconteceu.

E o PS, pela voz do seu presidente, Carlos César, já veio dizer que não quer ser confundido com o BE e com o PCP e que o melhor mesmo é o PS obter uma maioria absoluta. 

E nas sondagens, na altura em que a economia cresce e há devolução de rendimentos, nem o PS obtém maioria absoluta nem BE e PCP capitalizam em votos o quer que seja e o governo tem nota negativa. 

Para os anti-UE é uma pesada e amarga derrota embora nos queiram fazer pensar o contrário. Até à próxima crise, em que voltarão à carga, de mãos livres e a fazer o que sabem fazer - protestar -  vão ter uma passeata no deserto.

Quanto aos que estão ao lado da Europa e da Zona Euro estão onde sempre estiveram. A favor e a apoiar uma obra política e social que manterá a Europa na primeira linha mundial.

Uma pesada derrota para aqueles que querem Portugal orgulhosamente só. 

Duas mensagens a reter do Boletim Económico de Inverno do Banco de Portugal:

1ª) A economia e o emprego vão continuar a crescer em Portugal até o final de 2020, puxados pela recuperação do investimento e por uma procura externa favorável.

2ª) No final de 2020 a distância entre o rendimento médio dos portugueses e a média da zona euro será superior à que era no início do século.

Esta é também a grande derrota das políticas do governo - continuaremos na cauda da Europa e a empobrecer face à média da zona euro.

Tudo poucochinho como António Costa nos habituou.

 

 

 

Recuperação da Zona Euro está a ganhar força

BCE revê em alta o crescimento da economia e a inflação mas avisa que ainda são necessários estímulos. Confirma que vai reduzir as compras de dívida a partir de Janeiro mas cautelosamente.

"O passo rápido de expansão económica e a melhoria significativa nas perspectivas de crescimento" que beneficia do momento cíclico da economia e resultará em melhorias no mercado de trabalho "dão espaço para mais confiança de que a inflação vai convergir em direcção ao nosso objectivo de inflação", definido como um valor próximo, mas a inferior a 2%, afirmou em Frankfurt, reflectindo em parte a revisão em alta das previsões de crescimento na região, que colocam o PIB da Zona Euro a aumentar mais de 2% por ano tanto em 2017, como em 2018.

Portugal vai à boleia mas diverge crescendo menos que a média europeia.

 

Portugal cresceu abaixo da zona euro no 3º trimestre

Dos vinte e sete países só seis ficaram abaixo de Portugal. Tendo em conta todos os países da União Europeia com dados relativos ao terceiro trimestre, apenas seis apresentaram taxas de crescimento do PIB mais reduzidas que Portugal. Quatro deles integram a Zona Euro: Grécia (1,3%), Itália (1,7%), Bélgica (1,7%) e França (2,2%). Os outros dois são a Dinamarca (+1,3%) e o Reino Unido (1,5%).
 
Entre os países da Zona Euro que apresentaram o crescimento mais elevado no terceiro trimestre destacam-se Malta (+7,7%), a Letónia (+6,2%) e Eslovénia (+4,9%).

E aí está a zona euro a crescer o que contraria frontalmente os profetas da desgraça. Portugal aproveita a boleia . Antes assim.  

A longa depressão do Euro está a acabar

Foi manifestamente exagerado o anúncio da morte do Euro, bandeira do PCP e do BE, que perderam em toda a linha.

Não só apoiam um governo que no essencial cumpre as regras do Tratado Orçamental como agora vêem o ministro das finanças do governo em que participam ser nomeado presidente do Eurogrupo.

É difícil ter maior derrota. O Euro e a Zona Euro estão economicamente a crescer, o sistema financeiro está controlado, os países sob programa estão a sair da recessão, os juros estão historicamente baixos . Sobram as dívidas que já pagam juros mais (muito) baixos, o crescimento da economia absorve uma parte e o programa de compra do BCE garante a sustentabilidade de todo o sistema.

O próximo ano vai ser um ano de reformas no sistema bancário, na fiscalidade e no aprofundamento da solidariedade entre países. Macron, presidente da França, já colocou em cima da mesa a possibilidade de se avançar para a mutualização da dívida (mas só da futura).

Entretanto, Tony Blair ex-primeiro ministro do Reino Unido, face aos problemas que o seu país sente com o Brexit, vem propor novo referendo, sustentando que o querer do povo não é imutável . E 50% do povo do UR concorda com novo referendo.

O caminho para mais profunda integração faz-se caminhando e, a longa depressão, que capturou a Europa foi um banco de ensaio que deu experiência e resiliência. A União Europeia e a Zona Euro estão agora mais capazes e interessadas em responderem com mais eficácia e mais rapidamente aos problemas que uma tão extraordinária obra política, social e económica sempre colocará .

Uma obra que envolve 600 milhões de pessoas em 28 países e com mais uns quantos a prepararem-se para entrar não se faz linearmente sem dificuldades e momentos menos bons.

Os eurocépticos e os que por razões ideológicas lutam contra vão estar os próximos dez anos a admirar a construção da obra gigante. Isso está assegurado e o futuro é promissor.

Ciclo de ouro na economia da Zona Euro

As esquerdas queriam sair da Zona Euro porque a economia no quadro do Tratado Orçamental não crescia. Afinal está a crescer e está aí à porta um ciclo de ouro.

Pelas previsões do próprio governo o crescimento da nossa economia vai reduzir-se em 2018 e 2019 e o país continuará na cauda . Apenas cinco países estarão atrás de nós. Mas nenhum destes países ( com excepção da Grécia) têm uma dívida/PIB tão má como a nossa.

É, claro, que devíamos ter trabalhado para agora beneficiar deste comportamento, se tivéssemos reduzido significativamente a dívida e posto o défice a zero. Em vez disso cortamos no investimento como nunca e aumentamos a despesa pública.

Há que encontrar um culpado... 

Afinal a economia da Zona Euro cresce mais que a dos USA e Reino Unido

A economia da zona euro está a crescer mais que as economias dos Estados Unidos e do Reino Unido . Em plena crise os anti - zona euro juravam a pés juntos que com o Tratado Orçamental não seria possível crescer e só tinhamos uma solução. Sair . 

Num mundo pós-Brexit é o quarto trimestre consecutivo em que a Zona Euro cresce mais rápido do que o Reino Unido.

Os países da moeda única não se destacam apenas face ao Reino Unido. Nos últimos dois anos têm crescido também mais rápido do que os EUA. Algo que também já não acontecia desde 2011.

A estimativa preliminar divulgada esta manhã pelo Eurostat (que não contém ainda dados por país) confirma que a economia europeia está a passar por um momento positivo. O gabinete de estatística da UE revelou também hoje que a inflação desceu para 1,4% e que a taxa de desemprego baixou dos 9% pela primeira vez desde Janeiro de 2009.  

A Zona Euro numa explosão de actividade económica

A Alemanha e a França são os motores. O crescimento acelerou tanto na indústria como nos serviços. Ainda assim, a indústria continua a liderar o crescimento – com a maior subida da produção em mais de seis anos - enquanto a actividade dos serviços teve o maior aumento desde Maio.

Em França e na Alemanha, as taxas de expansão aceleraram para o nível mais alto dos últimos seis anos, com ambos os países a registarem melhorias nos "já impressionantes" ganhos ao nível do emprego registados nos meses anteriores, sublinha o relatório.

Sempre é verdade a Zona Euro cresce e consolida-se.