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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Economia e emprego na Zona Euro no máximo de seis anos

Um longo período em que a economia recupera bem como o emprego, mostrando-se robusta e sustentável.

Na Alemanha nem por isso( embora a crescer) mas a França está de vento em popa. Isto é óptimo para Portugal pois aqueles países juntamente com a Espanha ( que também cresce) são os nossos maiores clientes. As exportações têm boas expectativas.

De acordo com a Markit, a criação de emprego na região alcançou um máximo de quase 10 anos, sinalizando que a recuperação da economia europeia está a ganhar força e é sustentável.

"A Zona Euro registou um forte arranque de segundo trimestre. O indicador PMI está em linha com um crescimento do PIB de 0,7%, acima dos 0,6% do primeiro trimestre. Um crescimento desta dimensão, se for sustentável, vai resultar numa revisão em alta das estimativas dos economistas para o PIB de 2017", Chris Williamson, Chief Business Economist da IHS Markit.

Boas notícias para quem é pró-Europeu .

A grande reviravolta da economia na Zona Euro pode ser a grande surpresa

recuperação da economia da Zona Euro poderá ser a grande surpresa em 2017. Tudo aponta para que seja bem superior ao esperado . É agora necessário que os partidos populistas fiquem longe do poder principalmente Le Pen na França.

Onde em todo o mundo se poderá esperar uma maior aceleração do crescimento na economia ? Este ano a mais positiva surpresa económica e financeira poderá ser na União Europeia e especialmente nos países da Zona Euro.( ver vídeo )

Com Macron a ganhar em França, pode iniciar-se uma reforma similar à que Gerard Schroder lançou em 2003 na Alemanha. Uma mais forte cooperação entre a França e a Alemanha o que resultaria numa menor austeridade na Zona Euro e que prejudicaria o apoio em Itália ao Movimento Cinco Estrelas ( Populista ) .

Esta recuperação da economia já se iniciou no verão passado e já é possível fazer uma avaliação de que se trata de um comportamento sustentável.

Mas a mudança começou, pouco notada, há dois anos quando o Banco Central Europeu lançou um programa de compra de títulos superior ao programa lançado pela Reserva Federal nos US.

 

PC e BE não dizem a verdade sobre a saída do Euro

Ouvi, numa palestra, o prof Ferreira do Amaral que foi o primeiro a assinalar os problemas da nossa integração na Zona Euro, dizer que tecnicamente é muito difícil um país sair . Desde logo porque o sigilo absoluto não é possível e bastaria o mais pequeno zum-zum para que biliões de euros voassem para fora do país. Só cá ficariam as pequenas poupanças. Passarmos da Europa a 27 para uma espécie de ‘orgulhosamente sós’ salazarista, sem recursos suficientes para nos bastarmos a nós próprios. Uma Venezuela para pior.

Como em certos países podemos ter milhões no bolso mas que não dão para comprar um frango ou um bife. E como as dívidas (incluindo as das famílias e individuais são em euros ) serão pagas pela nova moeda que vale 40% menos, vamos de mal a pior. Nunca mais conseguiremos pagar aos credores, deixaremos de ter acesso aos mercados para nos financiarmos e os juros disparam para valores ainda mais incomportáveis.

Ora PCP e BE sabem isto muito bem, o seu problema não é o euro . É um conceito de vida que em Portugal representa 14% dos votos . Abandonar a democracia , a economia social de mercado e o estado de direito.

Mas os dois partidos radicais escondem do povo a verdade .

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Zona Euro intacta - cenário com 75% de possibilidades

Sem Le Pen em França, com Schultz na Alemanha ,  com a Grécia a cumprir o terceiro resgate e a Itália a resolver os seus problemas bancários a manutenção do Euro tem 75% de possibilidades e, neste cenário, é bem possível que outros países se juntem, incluindo uma reaproximação do Reino Unido .

- a Alemanha ressuscita o seu apoio às obrigações europeias - dívida emitida em conjunto pelos países da Zona Euro

- A Alemanha dá ínicio a um período de expansão orçamental aumentando a procura interna puxando pelas outras economias pelas importações 

- Uma União Orçamental incipiente começa a tomar forma com a Alemanha a concordar em compensar em determinadas circunstâncias os gastos dos países dos países do sul

- Criação de um ministério das finanças da Zona Euro

- Concretização da União Bancária e sistema comum de garantia de depósitos

E Trump com os seus radicalismos move uma guerra comercial à Alemanha com vista a diminuir o excedente externo entre os dois países. Putin força a pressão nas fronteiras da União Europeia levando os países europeus a fortalecer a coesão .

Nada está adquirido, o processo é original, nunca foi tentado antes, não será nunca linear mas é um pilar essencial para o a paz no mundo, para o desenvolvimento e para mais igualdade

 

Uma União Europeia a duas velocidades

No 4º trimestre de 2016 a economia cresceu acima da média da Zona Euro mas em termos anuais ainda é poucochinho (1,4%) . Temos que crescer bem acima dos 2% para pagar a dívida e criar postos de trabalho. Sem isso nada feito até porque os grandes começam a falar cada vez mais insistentemente numa União Europeia a duas velocidades.

Quem tem pernas não pode estar eternamente à espera dos atrasados, ora Portugal tem no PCP e no BE dois travões que nos atrasam irremediavelmente face à europa . Não há almoços grátis e António Costa vai pagar a factura. É por isso que o primeiro ministro tomou a iniciativa de juntar os atrasados ( Grécia, Portugal, Itália , Espanha ) numa força comum para responder ao bloco de países em aceleração para o pelotão da frente .

Convém olhar para o afundamento da Grécia que depois da euforia anda de austeridade em austeridade . O BE nunca mais falou dos seus amigos gregos.

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PS. O PCP e BE nunca se converteram verdadeiramente à democracia e o seu apoio ao actual governo começa a apresentar os seus custos, ao tentarem eliminar a existência de um órgão independente como o Conselho de Finanças Públicas, que é, em última análise, um garante de que os governos não estão a enganar os eleitores sobre os verdadeiros custos orçamentais das suas opções políticas.

 

As exportações a puxar pela economia

Com a economia da zona euro em forte aceleração, as exportações portuguesas que têm os principais mercados europeus como destino, também aceleram. E por isso a economia vai continuar a crescer . Bem bom .

Logo agora que o PCP vai iniciar a campanha com vista a preparar o país para a saída do euro. Grande azar para os comunistas (PCP e BE) que querem sair do euro e da UE verem o país a melhorar com a aceleração da economia da zona euro.

"O bom resultado do último trimestre deve-se ao investimento, que deixou de cair e passou a subir, em quase todas as suas componentes", acrescenta o Fórum para a Competitividade.No entanto, deverão ser as exportações a liderar o processo de retoma económica.

Duas componentes muito importantes que o governo abandonou no seu programa no inicio da governação em benefício do consumo interno mas que a realidade recolocou na direcção certa. Antes tarde que nunca .

Aí está uma aceleração da economia sustentável e robusta na Zona Euro

A economia na Zona Euro acelerou novamente em Fevereiro puxada pela Irlanda, Espanha , França e Alemanha. Confirma-se que a crise está a ficar para trás . Os outros países serão arrastados nessa aceleração como é o caso de Portugal . Pelas exportações não pelo consumo interno .

A economia da Zona Euro cresceu, em Fevereiro, ao ritmo mais acelerado em quase seis anos, impulsionada sobretudo pelo aumento da produção no sector da indústria. Apesar de o sector industrial ter dado o impulso mais expressivo, com o crescimento mais acelerado da produção desde Abril de 2011, o sector dos serviços também contribuiu para a melhoria do índice, com a actividade empresarial a crescer ao ritmo mais rápido dos últimos cinco anos e meio.                                                                                                                    Agora que o PCP e o BE vão iniciar as suas campanhas de preparação para a saída do Euro...

 

Bons dados económicos na Zona Euro

A economia está a crescer de forma robusta em alguns países da Zona Euro . A crise está a ficar para trás na zona .

O produto interno bruto (PIB) da Zona Euro cresceu 0,5%, no quarto trimestre do ano quando comparado com os três meses anteriores, e aumentou 1,8% em termos homólogos, superando as estimativas dos analistas que apontavam para um crescimento de 1,7%. Este dado foi revelado já depois de se saber que a Alemanha crescer 1,9%, acelerando o ritmo de crescimento, que a economia de França aumentou 1,1% e que Espanha cresceu 3,2%.

A contribuir para o optimismo dos investidores está também o mercado de trabalho, já que o desemprego na Zona Euro voltou a descer em Dezembro, terminando o ano nos 9,6%, o que representa o registo mais baixo desde Maio de 2009.

O último indicador conhecido foi o da inflação, que também superou as estimativas. A inflação na Zona Euro subiu de 1,1% em Dezembro, para 1,8%, em Janeiro, um valor já próximo da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de 2% .

Esperemos que Portugal aproveite o bom ambiente externo europeu e faça o seu trabalho . A nossa má situação económica é mesmo por razões internas .

 

 

Portugal cresce abaixo da Zona Euro

A divergir da Zona Euro à volta dos 1,2% enquanto os restantes países cresceram em conjunto à volta de 1,7%. Acresce que temos a segunda maior dívida, pagamos as taxas mais elevadas logo atrás da Grécia e temos a segunda maior dívida . Bonito.

Mas o pior é que temos uma solução de governo que junta um partido que tem como objectivo estratégico permanecer na Zona Euro e os seus parceiros têm o objectivo estratégico contrário, querem sair . Lindo !

É como ter uma equipa de futebol em que a defesa marca golos na própria baliza e a avançada marca golos na baliza contrária. Alguma vez ganha ?

E 2017 vai ser igual com uma ligeira aceleração ( 1,3%/1,4%) muito longe do que o país precisa ( pelo menos entre os 2% e os 3%) sem o que não pagamos a dívida, não baixamos os juros e não criamos postos de trabalho . Maravilha !