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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Portugal cresceu abaixo da zona euro no 3º trimestre

Dos vinte e sete países só seis ficaram abaixo de Portugal. Tendo em conta todos os países da União Europeia com dados relativos ao terceiro trimestre, apenas seis apresentaram taxas de crescimento do PIB mais reduzidas que Portugal. Quatro deles integram a Zona Euro: Grécia (1,3%), Itália (1,7%), Bélgica (1,7%) e França (2,2%). Os outros dois são a Dinamarca (+1,3%) e o Reino Unido (1,5%).
 
Entre os países da Zona Euro que apresentaram o crescimento mais elevado no terceiro trimestre destacam-se Malta (+7,7%), a Letónia (+6,2%) e Eslovénia (+4,9%).

E aí está a zona euro a crescer o que contraria frontalmente os profetas da desgraça. Portugal aproveita a boleia . Antes assim.  

A longa depressão do Euro está a acabar

Foi manifestamente exagerado o anúncio da morte do Euro, bandeira do PCP e do BE, que perderam em toda a linha.

Não só apoiam um governo que no essencial cumpre as regras do Tratado Orçamental como agora vêem o ministro das finanças do governo em que participam ser nomeado presidente do Eurogrupo.

É difícil ter maior derrota. O Euro e a Zona Euro estão economicamente a crescer, o sistema financeiro está controlado, os países sob programa estão a sair da recessão, os juros estão historicamente baixos . Sobram as dívidas que já pagam juros mais (muito) baixos, o crescimento da economia absorve uma parte e o programa de compra do BCE garante a sustentabilidade de todo o sistema.

O próximo ano vai ser um ano de reformas no sistema bancário, na fiscalidade e no aprofundamento da solidariedade entre países. Macron, presidente da França, já colocou em cima da mesa a possibilidade de se avançar para a mutualização da dívida (mas só da futura).

Entretanto, Tony Blair ex-primeiro ministro do Reino Unido, face aos problemas que o seu país sente com o Brexit, vem propor novo referendo, sustentando que o querer do povo não é imutável . E 50% do povo do UR concorda com novo referendo.

O caminho para mais profunda integração faz-se caminhando e, a longa depressão, que capturou a Europa foi um banco de ensaio que deu experiência e resiliência. A União Europeia e a Zona Euro estão agora mais capazes e interessadas em responderem com mais eficácia e mais rapidamente aos problemas que uma tão extraordinária obra política, social e económica sempre colocará .

Uma obra que envolve 600 milhões de pessoas em 28 países e com mais uns quantos a prepararem-se para entrar não se faz linearmente sem dificuldades e momentos menos bons.

Os eurocépticos e os que por razões ideológicas lutam contra vão estar os próximos dez anos a admirar a construção da obra gigante. Isso está assegurado e o futuro é promissor.

Ciclo de ouro na economia da Zona Euro

As esquerdas queriam sair da Zona Euro porque a economia no quadro do Tratado Orçamental não crescia. Afinal está a crescer e está aí à porta um ciclo de ouro.

Pelas previsões do próprio governo o crescimento da nossa economia vai reduzir-se em 2018 e 2019 e o país continuará na cauda . Apenas cinco países estarão atrás de nós. Mas nenhum destes países ( com excepção da Grécia) têm uma dívida/PIB tão má como a nossa.

É, claro, que devíamos ter trabalhado para agora beneficiar deste comportamento, se tivéssemos reduzido significativamente a dívida e posto o défice a zero. Em vez disso cortamos no investimento como nunca e aumentamos a despesa pública.

Há que encontrar um culpado... 

Afinal a economia da Zona Euro cresce mais que a dos USA e Reino Unido

A economia da zona euro está a crescer mais que as economias dos Estados Unidos e do Reino Unido . Em plena crise os anti - zona euro juravam a pés juntos que com o Tratado Orçamental não seria possível crescer e só tinhamos uma solução. Sair . 

Num mundo pós-Brexit é o quarto trimestre consecutivo em que a Zona Euro cresce mais rápido do que o Reino Unido.

Os países da moeda única não se destacam apenas face ao Reino Unido. Nos últimos dois anos têm crescido também mais rápido do que os EUA. Algo que também já não acontecia desde 2011.

A estimativa preliminar divulgada esta manhã pelo Eurostat (que não contém ainda dados por país) confirma que a economia europeia está a passar por um momento positivo. O gabinete de estatística da UE revelou também hoje que a inflação desceu para 1,4% e que a taxa de desemprego baixou dos 9% pela primeira vez desde Janeiro de 2009.  

A Zona Euro numa explosão de actividade económica

A Alemanha e a França são os motores. O crescimento acelerou tanto na indústria como nos serviços. Ainda assim, a indústria continua a liderar o crescimento – com a maior subida da produção em mais de seis anos - enquanto a actividade dos serviços teve o maior aumento desde Maio.

Em França e na Alemanha, as taxas de expansão aceleraram para o nível mais alto dos últimos seis anos, com ambos os países a registarem melhorias nos "já impressionantes" ganhos ao nível do emprego registados nos meses anteriores, sublinha o relatório.

Sempre é verdade a Zona Euro cresce e consolida-se.

A economia da Zona Euro cada vez mais sólida

Contra as vozes dos que diziam que não era possível a economia crescer cumprindo o Tratado Orçamental , que era preciso preparar os países para a saída do Euro, a economia da Zona Euro está aí com o maior crescimento anual da década.

E há boas razões para acreditar que há espaço para continuar . Com um crescimento de 0,6% no trimestre em comparação com 0,5% no trimestre anterior, o crescimento homólogo vai em 2,2% .

Portugal vai à boleia .

Crescimento da economia mais acelerado na Zona Euro (2,2%)

Revisto em alta para o conjunto dos 13 países da Zona Euro (2,2%). A maioria das economias acelerou o seu crescimento.

Entre os 13 países da Zona Euro que divulgam os dados do segundo trimestre do ano, sete registaram um acelerar do ritmo de crescimento, com a Letónia a liderar, ao registar um aumento do PIB de 4,8%. Os Países Baixos foram os segundos que mais cresceram (3,8%) , seguidos por Espanha (3,1%). 

Na União Europeia o crescimento do PIB foi de 2,3%, o que também corresponde a uma revisão em alta do PIB, já que os dados preliminares apontavam para um crescimento de 2,2%.

Também na terça-feira, a Alemanha revelou que a economia aumentou 2,1% em relação ao segundo trimestre de 2016, registando também um acelerar do seu crescimento.

Itália revelou já esta quarta-feira de manhã que o PIB cresceu 1,5%, o que corresponde ao maior crescimento anual desde 2011.

Por estes dias a norma é crescer mais é pois natural que Portugal também cresça.

Deixaram-se de ouvir as aves agoirentas que queriam sair da Zona Euro e da União Europeia. Derrotados dizem que estão a ganhar.

Afinal pertencer à Zona Euro é bom

O brêxit, dos ingleses, tenta a todo o custo ficar dentro da Zona Euro . Vendem para a Zona Euro 230 mil milhões e importam 290 mil milhões. Querem continuar com esta troca tal como se fossem membros efectivos da zona euro. Ter as vantagens e não ter as desvantagens. O melhor de dois mundos.

Primeiro uma fase de transição em que nada ou quase nada muda. E depois desse período temporário um "sistema o mais livre possível e sem fricções". No que diz respeito ao brexit, são estas as intenções do governo britânico para as questões aduaneiras.

De acordo com o documento que o governo britânico tornou público ontem, durante o período de transição - uma espécie de união aduaneira temporária com a UE - continuaria a existir livre circulação de mercadorias entre o Reino Unido e a União Europeia e ambos partilhariam as mesmas tarifas em relação a países terceiros. No fundo, os britânicos continuariam a fazer parte da união aduaneira apesar de já terem saído. "Estar ao mesmo tempo dentro e fora da União Aduaneira é uma fantasia", escreveu no Twitter Guy Verhofstadt, o responsável máximo do Parlamento Europeu para as negociações do brexit.

E agora que a Europa cresce, afastada a crise, não são só os britânicos que tentam tudo para ficar. Em Portugal deixou de se ouvir que é necesssário preparar o país para sair e a Grécia cumpre escrupolosamente os ditâmes de Bruxelas . Os partidos anti-europa representam uma ninharia representativa do querer dos cidadãos. Cerca de 70% são pró-europa.

Mas o engraçado é que estes derrotados acham que estão a ganhar... 

Cresce a economia e o emprego na Zona Euro e na UE

E o PIB da UE ( 28 estados) cresceu 2,2% no 2º trimestre e na Zona Euro cresceu 2,1%. Os que andaram todos estes anos a desejarem a saída do país da Zona Euro calaram-se. E crescer acima de 2% quer dizer que o emprego também aumenta como se disse aqui. Vem nos livros.

É o maior crescimento desde 2011. As políticas de contenção do défice afinal estão a dar resultados.

Portugal com a sua reduzida dimensão e uma economia muito aberta ao exterior vai por arrasto. E a Grécia que estava bem pior que nós também está a sair da crise e a aproximar-se da média europeia depois de pacotes sucessivos de contenção orçamental. Num caso e noutro o turismo é o motor.

Todos a crescer. Terá isto a ver com a habilidade de António Costa ?

Desemprego caiu em 27 dos 28 estados membros da UE

Com a economia a crescer em toda a Zona Euro o desemprego caiu . Portugal tem agora 9% fixando-se abaixo da média

Entre os 28 Estados-membros da União Europeia, as taxas de desemprego mais baixas em Junho foram registadas na República Checa (2,9%), Alemanha (3,8%) e Malta (4,1%) enquanto as mais altas verificaram-se na Grécia (21,7% em Abril) e Espanha (17,1%).

Comparando com o mesmo mês do ano passado, o desemprego caiu em todos os Estados-membros da União Europeia excepto a Estónia (os dados mais recentes mostram que o desemprego se fixou em 6,5% em Maio de 2016 e 6,9% em Maio de 2017).

Entretanto o IGDP diz que a notação da dívida portuguesa só deverá sair do "lixo" lá para Setembro de 2018 um dos muitos sinais (maus) de que pode haver borrasca na execução orçamental . E a dívida que não cessa de crescer.

Oxalá que as eleições autárquicas não levem a aumentar a despesa com obras para votante ver.

Quanto ao défice (1,5%) com a evolução prevista para a economia não deve haver dificuldade em alcançá-lo.