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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Rio esmaga Santana e depois tem dois anos para ganhar a Costa

A recente sondagem mostra que Rui Rio ganha folgadamente a Santana Lopes e que vai ser o próximo presidente do PSD.

Depois tem dois anos que vão ser muito difíceis para António Costa para mostrar o que vale. A economia crescerá menos que em 2017, grande parte do aumento de salários e pensões já é despesa efectiva, o BCE está a apressar a retirada da compra de dívida o que fará subir os juros e o petróleo vai na casa dos 70 dólares o que não acontecia há vários anos.

E a dívida em valor absoluto vai manter-se ao nível que está o que quer dizer que os juros a pagar vão continuar ao nível a que estão : 7,4 mil milhões a maior rubrica do orçamento logo após a despesa da saúde.

PCP e BE com o caderno de encargos mínimo concretizado vão agora subir a parada com novas exigências e já se admite que quer no Novo Banco quer na CGD os muitos milhões lá injectados são uma espada afiada sobre o cepo do défice.

É preciso afastar da área do governo os partidos anti-União Europeia . 

 

 

Sondagem - governo com nota negativa

O PS anda nos 40,2% longe da maioria absoluta e o PSD nos 27,9% . Os restantes partidos andam ao nível habitual abaixo dos 10%.

Mas o mais importante e significativo é que o governo já está com nota negativa. É óbvio que está esgotado e os eleitores já perceberam .

Comprende-se a guerra que por aí anda entre os partidos da coligação com comentários que roçam o básico. Querem desfazer a geringonça mas vão ter que aguentar mais dois anos período em que se vão anular uns aos outros.

Sondagem : continua a contagem descendente para a geringonça

A bem da verdade a contagem descendente já começou há um mês e continua agora em Novembro . Mas é descendente para todos os que se meteram na aventura de salvar a pele a António Costa. E o cheiro do poder fez o resto.

A direita sobe também pelo segundo mês o que mostra que aqueles eleitores livres que votam segundo o que lhes parece ser o interesse nacional , da mesma forma que há dois anos se passaram da direita para a esquerda estão agora a fazer o caminho inverso.

É preciso notar que nunca o PS e António Costa anunciaram aos eleitores que fariam uma coligação após eleições. Está para saber se o resultado seria outro e não inviabilizaria a solução encontrada nas costas dos eleitores. Mas os cidadãos já tinham percebido. A geringonça morreu hoje

A tendência na sondagem realizada pela Eurosondagem para o Expresso e para a SIC é clara: os principais partidos da ‘gerigonça’ recuam nas intenções de voto, enquanto os partidos da oposição ganham terreno. Já tinha sido assim em Outubro .

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 E, como, após tão nefasta e inglória coligação a sua repetição não acontecerá tão cedo (O PCP já disse que não e PS e BE não chegam à maioria e têm graves diferenças entre eles) a soma final que conta para formar governo já anda próxima dos 5%. Poucochinho, nada que um orçamento sem dinheiro e com graves desigualdades não resolva.

O país perdeu dois anos não executando as reformas estruturais sem as quais não sairemos "desta apagada e vil tristeza " 

Sondagem : Não há estado de graça que dure sempre

PS e António Costa descem na popularidade enquanto o PSD sobe apesar deste último não ter secretário geral.

Os incêndios e as diversas trapalhadas governamentais começaram o desgaste apesar do período positivo na vertente económica que atravessamos.

O PS recua quase três pontos percentuais enquanto o PSD sobe 1,7 pontos. À direita, o CDS também sobe e à esquerda só a CDU ganha terreno.

Além da descida dos socialistas, o estudo da Aximage mostra uma redução das expectativas em relação ao Governo, que passam de uma nota positiva de 61 em Outubro para 54 neste mês. Questionados sobre a actuação da equipa liderada por António Costa, 45,5% dos inquiridos consideram que está a ser "igual ao que esperavam".

Não há graça que sempre dure e o orçamento para 2018 e as previsões para 2019 indicam que vão ser anos bem mais difíceis . O PS ao beneficiar as exigências do PCP e o BE em 1 200 milhões corre enormes riscos em sectores fundamentais da governação como é já visível na Saúde ( onde faltam mil milhões) e na Educação onde a alimentação dos alunos é de má qualidade.

E há outros sectores onde a sub orçamentação está a ser violentamente contestada.

O país está a perder outra oportunidade para relançar a economia, reduzir o défice a zero e pagar uma parte importante da dívida baixando a factura dos juros.

Os portugueses já se aperceberam que o país caminha no fio da navalha.

Catalunha : os não independentistas com 51,9%

Agregados os independentistas somam 48,1% e os não independentistas 51,9% . Boas notícias para Madrid.

O partido Republicanos de Esquerda (independentista) segue na frente e o partido do sr. Puigdemond afunda.

Até às eleições muita água correrá debaixo da ponte mas, se no momento mais crítico da declaração de independência, os não independentistas levam avanço só algo de muito significativo a acontecer mudará este panorama.

Assim, a Erquerda Republicana da Catalunha surge em primeiro com 27% das intenções de voto, bem acima do partido Ciudadanos (18,5%), e do partido Socialista da Catalunha (14%) – ambos não independentistas. Só depois do trio da frente surge o PDeCat (com 11%), o partido de Carles Puigdemond, que ainda assim consegue permanecer à frente da Catalunya Sí que es Pot (11%), do PP do primeiro-ministro Mariano Rajoy (9%) e dos radicais da CUP (6,5%).

Outra surpresa é que apesar de todo o processo das últimas semanas o PP do Sr. Rajoy não desapareceu da região.

Sondagem - a surpreendente revelação

Uma larga maioria prefere que se reduza o défice do que fazer as reversões dos salários e pensões. Os salários repostos dizem respeito à administração pública e as pensões aos pensionista como é bom de ver. De fora fica a grande maioria dos trabalhadores - o sector privado.

Contrariamente ao que nos querem fazer crer o país não quer a reposição de rendimentos sem que antes tenha a certeza que as contas públicas estão consolidadas. Temos resposta para as sucessivas sondagens que mostram que PCP e BE não sobem nas intenções de voto.

Perante o desafio de ter de continuar a baixar o défice ou repor salários e pensões, 55,5% do total de inquiridos disse que adoptaria a primeira opção como prioridade. Mais de um terço dos inquiridos, mais concretamente 36,7%, daria preferência à reposição dos cortes nos salários e pensões. 5,4% revelam que escolheriam as duas opções e 2,4% não teria opinião.

Desde que tomou posse, em Novembro de 2015, o Governo liderado por António Costa já aumentou pensões em 2016 e em 2017 e repôs totalmente os salários dos funcionários públicos, que desta forma regressaram a níveis de 2010, ano anterior à chegada da troika a Portugal.

A força dos que preferem o equilíbrio das contas públicas.

 

 

Rui Rio muito à frente de Santana Lopes

Já saíram duas sondagens nacionais sobre Rui Rio/ Santana Lopes para a presidência do PSD. Em ambas ganha Rui Rio.

Na sondagem do Expresso a margem é pequena ( empate técnico) mas na do CM a margem é elevada.

Embora a votação se faça entre os membros do partido se as sondagens mantiverem uma margem confortável a nível nacional para um dos candidatos, não tenho dúvidas que será um factor decisivo para a escolha.

É que não basta ganhar internamente no partido é fundamental estar em condições de bater António Costa e, aí, nesse combate decisivo Rui Rio também é considerado o melhor .

Muita água correrá ainda debaixo da ponte mas é minha convicção que a imagem de rigor e competência de Rui Rio é reconhecida em todo o país. Os doze anos à frente da Câmara do Porto foram um exemplo de competência e de independência face aos interesses organizados.

Santana Lopes tem uma carreira mais errática, aqui e ali ferida de momentos menos bons. Num combate com António Costa o seu passado é campo fácil para ataques pessoais e políticos que Costa não hesitará em aproveitar.

Pelo que se vê bastará que Rui Rio faça a sua volta pelas distritais e apresente um programa sólido e realista de governo e que não embarque em disputas verbais com o seu adversário.

O desenvolvimento da situação na Europa e no Mundo fará o resto

 

Sondagem ainda antes do mais recente pesadelo PS recua

O PS recua pela primeira vez depois de ser governo. PCP e BE também recuam. E isto apesar da sondagem não reflectir o sentir dos votantes depois do último domingo de pesadelo .

Os votos passaram directamente do PS para o PSD naquele habitual movimento. Ora do PS para o PSD ora ao contrário. O CDS também subiu .

Quebrada a inércia que o estado de graça sempre trás tudo indica que as intenções de voto vão voltar ao padrão normal. António Costa saiu muito mal na fotografia, mostrando frieza e incapacidade de estar à altura dos acontecimentos. E os incêndios foram vistos directamente por centenas de milhares de portugueses que não esquecerão tão depressa.

Por parte do  governo, atado de pés e mãos pelo PCP e pelo BE, resta-lhe rezar que não aconteça nada de importante na frente externa. Redução do crescimento da economia na vizinha Espanha ( com o assunto Catalunha em alta), preço do petróleo a continuar a subir e compra de dívida pelo BCE a terminar.

Cá dentro já se fala em não cumprir o défice e muito menos em baixar a dívida embora Bruxelas mostre que vem em nosso socorro.

Pelo PSD vai iniciar-se a disputa para presidente do partido o que trás sempre um reforço. Para já Santana e Rio estão empatados na intenção de votos com Rio ligeiramente acima. Qualquer deles vai trazer novas ideias e, principalmente, vão mostrar que não estão metidos num colete de forças como se tem revelado a geringonça.

Porque como sempre foi evidente a geringonça serviu para salvar a pele a António Costa mas não serve para governar o país. O que separa PS, PCP e BE é bem mais do que o que os une.

E isso vê-se e atrapalha. Muito.

Sondagem - é melhor uma maioria absoluta do que a geringonça

O PS está a crescer nas sondagens enquanto PCP e BE não ganham nada em termos de intenções de voto por estarem no governo.

Os dois partidos extremistas sempre sublinharam que não estão no governo mas o povo não vai na conversa. Mantêm as suas intenções estratégicas. O comunismo e saírem do Euro e da União Europeia.

Os dois partidos são um travão na confiança e na credibilidade do governo junto das entidades europeias e dos credores. Não é impunemente que lançam programas para sair do euro( PCP) e o que se passa na Grécia (Syriza) e em Espanha com o PODEMOS faz o resto.(BE) . Todos com o mesmo objectivo. Sair do Euro e da União Europeia. Ora, a verdade é que 70% dos europeus querem manter-se na UE . Por cá também .

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Sondagem - António Costa e PS iniciam descida

O que é natural. Há um estado de graça no inicio de qualquer governo e uma fase seguinte em que se tomam decisões agradáveis mas, a seguir, inevitavelmente vêm as opções políticas de fundo e, nestas, não é possível agradar a todos.

O PS perde votos para o BE, PCP e CDS . O PSD fica na mesma posição .

António Costa também perde popularidade. A partir de agora as opções governamentais vão estar emparedadas entre a extrema esquerda e Bruxelas. A transferência de votos far-se-á entre o PS e o BE . As autárquicas não contam para o BE mas condicionam e de que maneira as políticas governamentais. 

O PS moveu-se para baixo e esse movimento costuma ser o início de uma trajectória. A economia dirá o resto.

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