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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Dentro de oito anos não há carros a gasolina e a gasóleo

Quem o afirma é um professor de uma universidade americana. "Computadores sobre rodas" é o que vem aí e puxados a energia eléctrica. Não esteja surpreendido na Alemanha já há quem pense assim

O petróleo cairá para os 20 dólares o barril o que colocará os produtores em muitos maus lençóis. São milhões de postos de trabalho que serão reconvertidos . A nova indústria está a ser desenvolvida pela Apple e pela Google e não nas marcas tradicionais de automóveis .

Com energia limpa tudo vai mudar ao nível do ambiente e as grandes cidades vão ser mais limpas e menos barulhentas. Desde a AutoEuropa que não conseguimos atrair um investimento estrutural com uma grande criação de postos de trabalho e a formação de um cluster.

Nós cá em Portugal temos lítio, sol e gente capaz, o grande objectivo era conseguir trazer para o país a gigafábrica de produção de baterias .

 

A nova esperança do PCP e do BE

O povo Venezuelano procura no lixo os alimentos que faltam nos supermercados .É este o resultado da nova esperança que há quinze anos crescia na América do Sul e que fazia os nossos amigos do povo exultarem. E na Venezuela não há desculpas pois está plantada em cima de um mar de petróleo.

“É cada vez mais difícil a situação que se vive na Venezuela, com a economia em acelerado colapso e um número cada vez maior de pessoas mergulhadas na mais absoluta pobreza”, escreve a Fundação AIS, em comunicado.

A fundação de cunho pastoral que apoia projetos em países onde a Igreja Católica está em dificuldades estima de 82% da população viva hoje abaixo do limiar da pobreza, “sem recursos económicos suficientes para a própria sobrevivência”. Dada a falta de alternativas, são cada vez mais as pessoas que recorrem à Igreja, procurando comida e medicamentos, que escasseiam na Venezuela. Em algumas paróquias são distribuídas até 600 refeições por dia.

Segundo o relatório anual de 2016 da OVV, nos últimos meses, tem havido uma proliferação dos chamados “crimes por fome”. Os grupos de crime organizados têm também vindo a crescer em número e em sofisticação. O narcotráfico e violações de direitos humanos têm aumentado e, dada a falta de autoridade da polícia, nas ruas respira-se o sentimento de insegurança.

A Venezuela é o segundo país mais violento do mundo, apenas ultrapassado por El Salvador.

Como em todos os países socialistas/comunistas falta em alimentos o que sobra em ideologia . Como quer esta gente ser levada a sério se não têm um único exemplo de sucesso ? É para isto que o PCP e o BE querem voltar depois de saírem do Euro ?

O petróleo do Mar do Norte acabou o do Algarve está a nascer

Tornou-se proibitivo explorar o petróleo do Mar do Norte aos preços actuais. As condições são muito difíceis em grande profundidade e num mar muito agitado onde as ondas podem chegar aos 40 metros. Além disso mais de 2/3 dos poços já estão esgotados. O mesmo está a acontecer na Bacia do México. O contrário do nosso mar onde as condições de exploração são competitivas aos preços actuais ( 50 dólares).

Mas mesmo assim há quem se oponha à exploração do petróleo e do gaz no Algarve por supostamente prejudicar o turismo. Quem sabe do assunto em Portugal ( Partex e Galp) já veio dizer que não há problemas ambientais nem visuais porque a exploração se faz directamente no fundo do mar sem plataformas à superfície.

Mas cá em Portugal como não sabemos para onde vamos nem o caminho que queremos seguir até o petróleo é uma má notícia. Não há bom vento quando não se conhece o porto seguro.

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Avante camarada, cairás maduro

O PCP veio a público apoiar o perdedor Nicolás Seguro que, na Venezuela, apanhou uma sova de todo o tamanho nas eleições  apesar de todas as ameaças. Começou com as aparições de Chavez até às aparições das prateleiras dos mercados sem pão, sem açúcar, sem leite, sem fruta...

A culpa, para além do preço do petróleo que os malandros imperialistas fizeram descer para 50 dólares, é a contra-revolução. Ora, como é óbvio, não há razão nenhuma fazer descer o preço do petróleo. Portugal, por exemplo, pode pagá-lo a 200 dólares não fosse estar nas mãos dos canalhas do PS. Internacionalismo proletário é o que falta ao PS para já não falar nos fascistas do PSD/CDS.

Por acaso, só por acaso, os camaradas angolanos andam de mão estendida a pedir dinheiro também eles anavalhados pelo imperialismo. Tudo gente séria que anda por aqui a comprar tudo o que mexe, a empurrar a economia, e a paga é dizerem que as crianças lá em Angola  morrem porque não há saneamento básico.

A contra-revolução mais uma vez corta o passo ao glorioso caminho da libertação dos povos. Mas por cada comunista que perde outro ganhará como mostra o férreo controlo que fazemos aqui ao governo do derrotado Costa. Se não fossemos nós, os ceguinhos nem sequer teriam percebido a oportunidade. Andam a ler mal a Constituição, é preciso a visão revolucionária que nunca terão.

Mas que não se enganem : é preciso educar os povos e, isso, é uma questão de tempo. Isto não será sempre assim.

Venceremos !

Portugal livre de petróleo

As pás das ventoinhas que geram energia com o vento, estragam a paisagem e o barulho que fazem ferem os ouvidos dos cidadãos. As barragens submergem a paisagem virgem e são um atentado à vida selvagem. Os painéis para energia solar cobrem vastas áreas de terreno . A exploração de gás e petróleo dá cabo do turismo e da biodiversidade. E queremos um país livre do nuclear sem centrais nucleares.

Mas todos querem gozar as vantagens que a energia oferece cuja importação nos custa entre  dois mil e quinhentos milhões e três mil milhões conforme o preço nos mercados internacionais.

Os outros que fiquem com os prejuízos ambientais que alguém terá que pagar. Não queremos nós que os credores nos paguem metade da dívida ? Então, já agora...

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Carros eléctricos no centro das cidades e a gasóleo fora delas

A poupança na importação em petróleo pode ser da ordem dos 40% e ganhamos todos em saúde. Está dependente das estruturas de apoio de reabastecimento das baterias que por enquanto são limitadas. Mas tudo pode ser muito mais rápido se tivermos carros a energia eléctrica dentro das cidades e a gasóleo fora delas. O que já é uma realidade. O mesmo carro com as duas motorizações.

A adopção de carros eléctricos pode significar a redução das importações de petróleo em 40% até 2030. A conclusão é de um estudo citado esta terça-feira, 10 de Março, pelo britânico The Guardian.

A análise pressupõe a existência de mais de seis milhões de veículos eléctricos em 2030. Duas décadas depois, o indicador deverá ascender aos 23 milhões de viaturas.

Com as perspectivas de redução até 47% nas emissões de dióxido de carbono, motivada por esta opção de mobilidade. Para quem estiver interessado estão aqui os preços.

Aqui está uma boa política a que o estado pode deitar mãos incentivando e subsidiando a compra deste tipo de veículos que inclui os de duas rodas.

Graças ao petróleo a economia pode crescer até 2,5%

A economia portuguesa pode crescer até 2,5% e a dívida ficar abaixo do previsto.  Isto contando apenas com o preço médio do barril do petróleo. Em vez de 1,5%, o PIB nacional pode subir 2,5%. É preciso recuar a 2007 para encontrar um ano com crescimento igual. A dívida pode baixar para 122,3%, contra uma previsão do Governo de 123,7% do PIB.

O saldo da balança corrente e de capital é o que mais beneficia com esta alteração, passando de um excedente de 1,5% para 5,2% do PIB.

No orçamento  o Governo prevê um preço médio de 96,7 dólares para o petróleo e traça cenários apenas para um valor superior.

Mas em termos gerais é possível admitir um cenário simétrico para avaliar as implicações de uma descida. O mercado de futuros aponta nesta altura para que a cotação média do ‘brent' ao longo deste ano se situe nos 58,73 dólares - até hoje, o preço médio está em 51,27 dólares.

Petróleo a 40 dólares o barril

Só com o preço a 40 dólares o barril é que os convencionais produtores conseguirão travar a exploração de petróleo de xisto betuminoso nos US. Para os consumidores que já pagaram a 150 dólares e mesmo mais, esta é que é a grande novidade. O preço do petróleo irá fixar-se à volta dos 40 dólares. Até pode ser que os países produtores se juntem para concertar posições mas a barreira de entrada na indústria dos 40 dólares essa, é irremovível.

Para a economia mundial é uma notícia fantástica. Só por este factor o PIB crescerá mais 1% ( o orçamento português para 2015 prevê um preço de 96,7 o barril) e a nossa factura ao exterior descerá cerca de 9 milhões de euros dia, mantendo-se a importação de 300 000 barris/dia.

Entretanto, e estranhamente, passou quase despercebida a notícia que uma empresa inglesa encontrou seis bacias de petróleo e gás no nosso território e cujo montante ascenderá a 43 mil milhões de euros. Pouco menos de metade da riqueza criada num ano.

Esperemos que a luta das corporações interessadas não deixe o petróleo e gás português no seu profundo sono por mais uns anos, enquanto andamos a contribuir para o bem estar dos outros. É que a importação deste e doutros produtos dá comissões a muita gente.

Portugal poupa 8,76 milhões por dia em petróleo

Portugal continua a importar 300 000 barris de petróleo por dia mas paga menos ao exterior 44% do que pagava em Novembro.

A atual queda da cotação do petróleo Brent reduz o custo anualizado das compras de petróleo para Portugal para 5,347 mil milhões de dólares, o que compara com o custo equivalente anual de 9,131 mil milhões de dólares que Portugal teria de suportar para comprar petróleo durante um ano, à cotação de 7 de novembro de 2014.

Ou seja, com a queda da cotação do petróleo ocorrida nos últimos dois meses, Portugal está a registar uma poupança anual potencial de 3,78 mil milhões de dólares, o que equivale a 3,2 mil milhões de euros.

Entre as várias consequências a economia pode crescer mais 1% do que o previsto, isto é, 2,5%, com a consequente queda do desemprego, maior receita fiscal e menos subsídios sociais.

Bem dizia Maria Luis Albuqurque que teríamos surpresas positivas em 2015.



Na economia estamos perante a bonança perfeita

Tanto quanto se pode prever a economia goza agora de condições que há muito não se reuniam.

O Euro está em depreciação, o petróleo em queda, as taxas de juro da dívida portuguesa a diminuirem e a Euribor em valores contidos.

Juntas, estas quatro condições formam um cenário de estímulo ao crescimento económico como já não se via há muito: as exportações ficam mais baratas, as importações mais caras e os próprios custos de financiamento das empresas e das famílias parecem ganhar com este ‘mix' de indicadores. Depois da crise dos últimos anos, surge assim uma aparente conjuntura favorável a mais estímulos e oportunidades de crescimento. 

E o BCE apronta-se para intervir com a compra de dívida pública, a Espanha criou 223 000 empregos. Os USA crescem acima dos 3% tal como o Reino Unido e a Alemanha aumenta a capacidade de compra dos seus trabalhadores. Países para onde segue a maior fatia das nossas exportações.

Falta a Grécia que não quis seguir a mesma política que Portugal implementou.