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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Novo hospital de Lisboa substitui seis antigos hospitais

Já aí anda o projecto de concepção/construção do novo hospital Oriental de Lisboa. Mais uma PPP na saúde, desta vez com a parte privada ligada à infraestrutura e a gestão a instituições estatais. O contrário da primeira experiência com o Hospital Amadora/Sintra. Propriedade do Estado e gestão privada. 

De acordo com as linhas gerais do projecto, apresentadas na passada terça-feira, o lançamento do concurso público internacional para a PPP terá lugar no "início do segundo semestre" deste ano (ou seja, a partir do corrente mês de Julho), estando previsto que as obras estejam em curso no início de 2020, com a abertura a ser apontada para 2023, ou seja, dentro de seis anos.

"O risco privado está essencialmente associado à construção da infra-estrutura hospitalar e à sua manutenção, de forma a assegurar a sua disponibilidade para a prestação os serviços clínicos integrados no SNS, que ficará a cargo de entidades públicas", acrescentam os técnicos.

O hospital Oriental de Lisboa vai substituir os actuais hospitais dos Capuchos, São José, Santa Marta, Curry Cabral, Dona Estefânia e ainda a Maternidade Alfredo da Costa. Em entrevista à Lusa, no final de Junho, o ministro da Saúde adiantava que "uma parte do São José ficará como hospital de proximidade, para servir aquela população mais idosa e que beneficiará muito de estar nos bairros antigos à volta" deste hospital.

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O novo Hospital Oriental de Lisboa

Mais uma Parceria-Publica-Privada para construir um hospital de 800 camas que irá substituir cinco hospitais centrais na cidade. Lá para 2024 o que quer dizer que andamos cerca de vinte anos para concretizar a obra. E manter velhos hospitais custa muito dinheiro anualmente.

A nova unidade deverá englobar cinco hospitais: São José, Curry Cabral, Capuchos, Dona Estefânia e MAC. E o Hospital do Desterro que já fechou e o de Santa Marta que pelos vistos está esquecido ou que será um pólo de proximidade naquela zona central .

Contra a opinião dos que pisam tudo quanto mexe.

Um novo e moderno hospital em Lisboa substitui seis antigos

O Centro Hospitalar de Lisboa, constituído por seis velhos hospitais vai ser substituído por um só moderno hospital. É preciso vencer resistências mas acompanhar "o estado da arte " exige instalações apropriadas e novos equipamentos. Sem isso ficamos para trás. E há o custo de ter hospitais muito perto uns dos outros a fazerem as mesmas coisas.

Só os países pobres se dão a estes luxos de duplicar custos e perder eficácia.

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Sem PPP na saúde não haverá novos hospitais

Quem olha para o Serviço Nacional de Saúde como um pilar essencial da sociedade, há muito percebeu que sem a complementaridade dos privados não é sustentável. Somos um país pobre, com um estado gastador e pasto de interesses organizados. A carga fiscal é brutal . Onde vai o estado buscar dinheiro para manter as instalações e equipamentos up-to-date ?

Veja-se o que se passa com o Hospital de Todos-os-Santos aqui em Lisboa que irá substituir os sete hospitais centrais de Lisboa. Há quanto tempo o estado não é capaz de reunir o esforço financeiro necessário para fechar hospitais velhos de séculos e abrir um novo, com todas as vantagens para os doentes e oferecendo serviços de melhor qualidade e mais baratos ? E o inevitável concurso público para uma PPP que construa e administre o hospital está decidido.

Só quem é ideologicamente cego é que não percebe que haverá cada vez mais Parcerias Público Privadas em todos os sectores. Se são bem ou mal negociadas cabe ao estado exigir rigor e critério .

O que não consigo perceber é que o SNS tenha listas de espera para cirurgia de 200 000 pessoas ,  que idosos e crianças esperem seis horas nas urgências para serem atendidos e nada disto incomode os extremosos defensores dos fracos e oprimidos .

PCP e muito principalmente o BE não estão interessados nas pessoas. O que os incomoda é a obtenção do lucro pelo privado como se o prejuízo no público ficasse mais barato a quem paga. Os contribuintes que são também os doentes.

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O novo hospital em Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais

Parece que vai ser em 2017 que arranca o novo hospital oriental de Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa ( S. José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa ) . A crise não deixou que fosse construído mais cedo mas os milhões gastos e perdidos em falta de eficácia em velhos edifícios convertidos em hospitais aconselha a sua rápida construção.

Novos conceitos e novas tecnologias podem ser desenvolvidos no novo hospital. As camas dos actuais hospitais ( 2 200) serão substituídas por cerca de 800. Mas a redimensão está ainda em cima da mesa.

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Há financiamento europeu para o novo hospital Oriental de Lisboa

Boas notícias. Com o financiamento assegurado e com as equipas técnicas a reanalisar o projecto, falta saber qual vai ser o modelo de construção, equipamento e gestão. Este hospital irá substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa cujos edifícios não são hospitais de raiz. Há pois, uma enorme racionalidade nos custos de financiamento e na qualidade dos cuidados prestados. O futuro Hospital Oriental de Lisboa deverá colher as unidades de saúde que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC): hospitais de Santa Marta, São José, Capuchos, Curry Cabral, Maternidade Alfredo da Costa e Dona Estefânia. No prazo de dois anos podemos ter o novo hospital  cujo custo andará pelos 600 milhões de euros (incluindo o mais moderno equipamento algum do qual não existe em Portugal ou rareia)

 

 

 

Quem vem de fora diz que temos hospitais a mais.

Estamos todos à espera que se construa um novo hospital para se fecharem os hospitais centrais de Lisboa. Mesmo com o novo hospital ( 500 milhões de euros) há quem diga que não devemos encerrar hospitais. Mas quem tem experiência diferente em países ricos ( USA e Brasil) diz que não é necessário construir um novo hospital. Os doentes podem ser distribuídos pelos hospitais existentes em Lisboa e arredores.

Nós por cá vamos vivendo à "tripa forra" e vamos chorando por que não há dinheiro para os pobres e para as pensões. "Grupo Amil adquiriu hospitais da Caixa Geral de Depósitos (CGD) há um ano e apesar das dívidas e prejuízos do passado, a situação financeira já se encontra "estável". E como é que agora, com um novo gestor, o hospital de Cascais consegue estar a endireitar contas? "Fizemos algumas mudanças de gestão e aproveitámos recursos humanos", explicou José Magalhães. Enquanto que antes este hospital tinha uma administração que se tinha de preocupar com a gestão, agora "a gestão está centralizada", o que traz vantagens por exemplo na altura de fazer aquisições pois o grupo tem uma "mão mais pesada" e consegue negociar melhores preços. E a eu a lembrar-me da "ópera bufa" que se montou à volta do encerramento da Maternidade Alfredo da Costa .

Reorganização da oferta hospitalar em Lisboa e Coimbra

Vão avançar as reformas hospitalares de Lisboa e Coimbra :

Nova unidade vai concentrar seis hospitais

O novo Hospital de Lisboa Oriental vai substituir os seis hospitais que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central - São José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa.

 

Poupança está estimada em 166 milhões de euros

O estudo que suportou as conclusões da comissão de avaliação liderada por Luís Filipe Pereira estima uma poupança anual em encargos operacionais (custo das existências, vendidas e consumidas, fornecimento de serviços externos e pessoal, incluindo a valorização da actividade não transferida para o novo hospital a custos marginais) e investimento corrente de cerca de 166 milhões de euros a preços de Junho de 2012.

 

Projecto avançará em PPP ou empreitada directa

Após o despacho de não adjudicação, o Ministério da Saúde, que mantém a intenção de avançar com este investimento, vai agora decidir em que moldes avançará com o projecto. Caberá à Unidade Técnica de Acompanhamento de Projectos (UTAP) analisar se o novo hospital será construído em PPP ou através de empreitada directa.  

Em Coimbra, nos CHUC, a reorganização permitiu reduzir 427 camas, com a fusão de vários serviços .

A Maternidade Alfredo da Costa deve fechar mas não merece estes vexames

Grupos que aparecem não se sabe de onde muito indignados porque a MAC vai fechar. Grupos de gente conhecida com advogados activistas à cabeça a recorrerem aos tribunais. Tribunais a decidirem sobre matérias de que nada sabem.

O grupo hospitalar central de Lisboa há muito que devia ter fechado e substituído por um hospital novo. Construído de raiz, com novas instalações e equipamentos adequados ao modelo de medicina que se pratica hoje em dia. É pacífico, no que diz respeito às maternidades, que o melhor ambiente para a segurança das parturientes e bebés, são os hospitais gerais onde existe uma vasta gama de valências médicas que as maternidades não têm. É, assim ,no mundo civilizado, salvo cá no burgo.

Somos um país profundamente conservador, avesso à mudança, ao progresso, às novas ideias. Agora, com a infeliz coincidência de terem morrido uma mãe e dois bebés ( estes, depois de terem sido transferidos para Santa Maria numa tentativa última de os salvar) a MAC sofre ataques desproporcionados que não merece. Onde está o cordão humano que de forma espontânea se serviu da MAC para fazer política?