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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Nova PPP do novo hospital de Lisboa substitui seis hospitais centrais

Houve quem se zangasse muito com o que aqui afirmei quanto ao novo hospital de Lisboa e o consequente fecho de seis hospitais centrais na capital.

O problema agora é o que se vai fazer aos terrenos livres com o fecho das unidades de saúde na colina de Santana. Condomínios de habitação e hotelaria ou pequenos centros de saúde de proximidade e museus ? 

A questão nunca foi a competência técnica dos profissionais nem os serviços notáveis prestados. Foi (é) a inadequação dos edifícios velhos de séculos, os novos equipamentos que exigem adequadas instalações e a proximidade entre si. Só países pobres é que se dão ao luxo de ter várias unidades de saúde a prestarem os mesmos cuidados tão perto uns dos outros.

Em relação ao fecho da maternidade Alfredo da Costa o argumento espontâneo e mais conhecedor exibido em manifestações espontâneas foi " eu nasci aqui" .

As chamadas forças progressistas estiveram mais uma vez do lado errado do problema, o novo hospital foi lançado hoje em concurso público internacional.

As seis unidades são o Hospital de São José, dos Capuchos, de Santa Marta, Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa.
 

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O novo hospital de Lisboa vai ser uma PPP

Cerca de 500 milhões de euros investidos pelos privados num hospital que vai substituir os seis hospitais centrais de Lisboa.

Esta decisão para o PCP e BE não é igual a engolir um sapo é engolir uma vaca voadora. Por razões ideológicas porque por razões económicas e de excelência as PPPs na saúde têm-se revelado meritórias e boas para o Estado, privados e doentes.

Note-se que a existência de PPPs não colide, pelo contrário até reforça, o desiderato constitucional de um Serviço Nacional de Saúde de acesso universal. Por força de uma narrativa puramente ideológica, criou-se a ideia de que um sistema de acesso livre e universal tem de ser prestado apenas pelo sector público, quando assim não tem de ser. O Estado, enquanto financiador, e garantida a prestação, não tem que limitar essa prestação ao sector público, podendo estendê-la também ao sector privado, à imagem do que acontece na maior parte dos países europeus. Em boa verdade, é isso que faz com a ADSE ou com o SIGIC.

 

Apresentação do novo Hospital Central de Lisboa

O que tem que ser tem muita força. Com o encerramento dos seis velhos hospitais centrais de Lisboa poupam-se 68 milhões/ano, custos das ineficiências.

A nova unidade vai substituir os seis hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC): Capuchos, São José, Santa Marta, Curry Cabral, Dona Estefânia e a Maternidade Alfredo da Costa. No CHLC os "custos padrão por doente são 20% superiores aos dos outros hospitais do país. Esta ineficiência resulta do facto de estarmos perante instalações inadequadas e dispersas".

"Esta ineficiência representa 68 milhões de euros por ano", pelo que "a nova unidade permitirá poupar 68 milhões de euros" por ano. "A renda [a pagar ao parceiro privado] andará à volta de 16 milhões de euros por ano. Estão a ver os ganhos que podermos retirar deste projecto. São ganhos importantes, em termos de conforto, em termos financeiros", assinalou o secretário de Estado.

Agora vamos esperar pelas habituais manifestações espontâneas contra o encerramento dos velhos hospitais.

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À portuguesa curta - aos actuais velhos hospitais junta-se um novo

Os velhos hospitais do centro de Lisboa são um enorme peso no orçamento do Serviço Nacional de Saúde . Milhões que se gastam na manutenção e adaptação de edifícios que não foram construídos para serem hospitais e que oferecem serviços hospitalares iguais . Pertíssimo uns dos outros.

Mas por cá não estamos com meias medidas. A estes hospitais obsoletos juntamos um novo que a boa prática aconselha a substituir os antigos.

Mas o que já está no centro do problema é o destino a dar aos terrenos que ficarão livres com o encerramento desses velhos hospitais . Entre a preocupação de preservar a memória histórica da medicina e a construção de hotéis e de habitação de luxo, entalam-se os serviços hospitalares a prestar aos doentes e exige-se mais dinheiro . À portuguesa curta.

Pela voz de respeitados médicos, é frequente o lamento que vários hospitais se dedicam às mesmas práticas quando é óbvio que o país não tem massa crítica para dispersar exigentes conhecimentos médicos e dinheiro.

Foi assim com as autoestradas em paralelo e que agora não têm carros, com as rotundas, com a festa escolar a construir novas escolas para se encerrarem boas escolas já em funcionamento.

Os países pobres é assim que fazem. Não poupam é tudo à grande e depois logo se vê quem paga.

 

Novo hospital de Lisboa substitui seis antigos hospitais

Já aí anda o projecto de concepção/construção do novo hospital Oriental de Lisboa. Mais uma PPP na saúde, desta vez com a parte privada ligada à infraestrutura e a gestão a instituições estatais. O contrário da primeira experiência com o Hospital Amadora/Sintra. Propriedade do Estado e gestão privada. 

De acordo com as linhas gerais do projecto, apresentadas na passada terça-feira, o lançamento do concurso público internacional para a PPP terá lugar no "início do segundo semestre" deste ano (ou seja, a partir do corrente mês de Julho), estando previsto que as obras estejam em curso no início de 2020, com a abertura a ser apontada para 2023, ou seja, dentro de seis anos.

"O risco privado está essencialmente associado à construção da infra-estrutura hospitalar e à sua manutenção, de forma a assegurar a sua disponibilidade para a prestação os serviços clínicos integrados no SNS, que ficará a cargo de entidades públicas", acrescentam os técnicos.

O hospital Oriental de Lisboa vai substituir os actuais hospitais dos Capuchos, São José, Santa Marta, Curry Cabral, Dona Estefânia e ainda a Maternidade Alfredo da Costa. Em entrevista à Lusa, no final de Junho, o ministro da Saúde adiantava que "uma parte do São José ficará como hospital de proximidade, para servir aquela população mais idosa e que beneficiará muito de estar nos bairros antigos à volta" deste hospital.

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O novo Hospital Oriental de Lisboa

Mais uma Parceria-Publica-Privada para construir um hospital de 800 camas que irá substituir cinco hospitais centrais na cidade. Lá para 2024 o que quer dizer que andamos cerca de vinte anos para concretizar a obra. E manter velhos hospitais custa muito dinheiro anualmente.

A nova unidade deverá englobar cinco hospitais: São José, Curry Cabral, Capuchos, Dona Estefânia e MAC. E o Hospital do Desterro que já fechou e o de Santa Marta que pelos vistos está esquecido ou que será um pólo de proximidade naquela zona central .

Contra a opinião dos que pisam tudo quanto mexe.

Um novo e moderno hospital em Lisboa substitui seis antigos

O Centro Hospitalar de Lisboa, constituído por seis velhos hospitais vai ser substituído por um só moderno hospital. É preciso vencer resistências mas acompanhar "o estado da arte " exige instalações apropriadas e novos equipamentos. Sem isso ficamos para trás. E há o custo de ter hospitais muito perto uns dos outros a fazerem as mesmas coisas.

Só os países pobres se dão a estes luxos de duplicar custos e perder eficácia.

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Sem PPP na saúde não haverá novos hospitais

Quem olha para o Serviço Nacional de Saúde como um pilar essencial da sociedade, há muito percebeu que sem a complementaridade dos privados não é sustentável. Somos um país pobre, com um estado gastador e pasto de interesses organizados. A carga fiscal é brutal . Onde vai o estado buscar dinheiro para manter as instalações e equipamentos up-to-date ?

Veja-se o que se passa com o Hospital de Todos-os-Santos aqui em Lisboa que irá substituir os sete hospitais centrais de Lisboa. Há quanto tempo o estado não é capaz de reunir o esforço financeiro necessário para fechar hospitais velhos de séculos e abrir um novo, com todas as vantagens para os doentes e oferecendo serviços de melhor qualidade e mais baratos ? E o inevitável concurso público para uma PPP que construa e administre o hospital está decidido.

Só quem é ideologicamente cego é que não percebe que haverá cada vez mais Parcerias Público Privadas em todos os sectores. Se são bem ou mal negociadas cabe ao estado exigir rigor e critério .

O que não consigo perceber é que o SNS tenha listas de espera para cirurgia de 200 000 pessoas ,  que idosos e crianças esperem seis horas nas urgências para serem atendidos e nada disto incomode os extremosos defensores dos fracos e oprimidos .

PCP e muito principalmente o BE não estão interessados nas pessoas. O que os incomoda é a obtenção do lucro pelo privado como se o prejuízo no público ficasse mais barato a quem paga. Os contribuintes que são também os doentes.

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O novo hospital em Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais

Parece que vai ser em 2017 que arranca o novo hospital oriental de Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa ( S. José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa ) . A crise não deixou que fosse construído mais cedo mas os milhões gastos e perdidos em falta de eficácia em velhos edifícios convertidos em hospitais aconselha a sua rápida construção.

Novos conceitos e novas tecnologias podem ser desenvolvidos no novo hospital. As camas dos actuais hospitais ( 2 200) serão substituídas por cerca de 800. Mas a redimensão está ainda em cima da mesa.

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Há financiamento europeu para o novo hospital Oriental de Lisboa

Boas notícias. Com o financiamento assegurado e com as equipas técnicas a reanalisar o projecto, falta saber qual vai ser o modelo de construção, equipamento e gestão. Este hospital irá substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa cujos edifícios não são hospitais de raiz. Há pois, uma enorme racionalidade nos custos de financiamento e na qualidade dos cuidados prestados. O futuro Hospital Oriental de Lisboa deverá colher as unidades de saúde que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC): hospitais de Santa Marta, São José, Capuchos, Curry Cabral, Maternidade Alfredo da Costa e Dona Estefânia. No prazo de dois anos podemos ter o novo hospital  cujo custo andará pelos 600 milhões de euros (incluindo o mais moderno equipamento algum do qual não existe em Portugal ou rareia)