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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Apresentação do novo Hospital Central de Lisboa

O que tem que ser tem muita força. Com o encerramento dos seis velhos hospitais centrais de Lisboa poupam-se 68 milhões/ano, custos das ineficiências.

A nova unidade vai substituir os seis hospitais do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC): Capuchos, São José, Santa Marta, Curry Cabral, Dona Estefânia e a Maternidade Alfredo da Costa. No CHLC os "custos padrão por doente são 20% superiores aos dos outros hospitais do país. Esta ineficiência resulta do facto de estarmos perante instalações inadequadas e dispersas".

"Esta ineficiência representa 68 milhões de euros por ano", pelo que "a nova unidade permitirá poupar 68 milhões de euros" por ano. "A renda [a pagar ao parceiro privado] andará à volta de 16 milhões de euros por ano. Estão a ver os ganhos que podermos retirar deste projecto. São ganhos importantes, em termos de conforto, em termos financeiros", assinalou o secretário de Estado.

Agora vamos esperar pelas habituais manifestações espontâneas contra o encerramento dos velhos hospitais.

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À portuguesa curta - aos actuais velhos hospitais junta-se um novo

Os velhos hospitais do centro de Lisboa são um enorme peso no orçamento do Serviço Nacional de Saúde . Milhões que se gastam na manutenção e adaptação de edifícios que não foram construídos para serem hospitais e que oferecem serviços hospitalares iguais . Pertíssimo uns dos outros.

Mas por cá não estamos com meias medidas. A estes hospitais obsoletos juntamos um novo que a boa prática aconselha a substituir os antigos.

Mas o que já está no centro do problema é o destino a dar aos terrenos que ficarão livres com o encerramento desses velhos hospitais . Entre a preocupação de preservar a memória histórica da medicina e a construção de hotéis e de habitação de luxo, entalam-se os serviços hospitalares a prestar aos doentes e exige-se mais dinheiro . À portuguesa curta.

Pela voz de respeitados médicos, é frequente o lamento que vários hospitais se dedicam às mesmas práticas quando é óbvio que o país não tem massa crítica para dispersar exigentes conhecimentos médicos e dinheiro.

Foi assim com as autoestradas em paralelo e que agora não têm carros, com as rotundas, com a festa escolar a construir novas escolas para se encerrarem boas escolas já em funcionamento.

Os países pobres é assim que fazem. Não poupam é tudo à grande e depois logo se vê quem paga.

 

Novo hospital de Lisboa substitui seis antigos hospitais

Já aí anda o projecto de concepção/construção do novo hospital Oriental de Lisboa. Mais uma PPP na saúde, desta vez com a parte privada ligada à infraestrutura e a gestão a instituições estatais. O contrário da primeira experiência com o Hospital Amadora/Sintra. Propriedade do Estado e gestão privada. 

De acordo com as linhas gerais do projecto, apresentadas na passada terça-feira, o lançamento do concurso público internacional para a PPP terá lugar no "início do segundo semestre" deste ano (ou seja, a partir do corrente mês de Julho), estando previsto que as obras estejam em curso no início de 2020, com a abertura a ser apontada para 2023, ou seja, dentro de seis anos.

"O risco privado está essencialmente associado à construção da infra-estrutura hospitalar e à sua manutenção, de forma a assegurar a sua disponibilidade para a prestação os serviços clínicos integrados no SNS, que ficará a cargo de entidades públicas", acrescentam os técnicos.

O hospital Oriental de Lisboa vai substituir os actuais hospitais dos Capuchos, São José, Santa Marta, Curry Cabral, Dona Estefânia e ainda a Maternidade Alfredo da Costa. Em entrevista à Lusa, no final de Junho, o ministro da Saúde adiantava que "uma parte do São José ficará como hospital de proximidade, para servir aquela população mais idosa e que beneficiará muito de estar nos bairros antigos à volta" deste hospital.

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O novo Hospital Oriental de Lisboa

Mais uma Parceria-Publica-Privada para construir um hospital de 800 camas que irá substituir cinco hospitais centrais na cidade. Lá para 2024 o que quer dizer que andamos cerca de vinte anos para concretizar a obra. E manter velhos hospitais custa muito dinheiro anualmente.

A nova unidade deverá englobar cinco hospitais: São José, Curry Cabral, Capuchos, Dona Estefânia e MAC. E o Hospital do Desterro que já fechou e o de Santa Marta que pelos vistos está esquecido ou que será um pólo de proximidade naquela zona central .

Contra a opinião dos que pisam tudo quanto mexe.

Um novo e moderno hospital em Lisboa substitui seis antigos

O Centro Hospitalar de Lisboa, constituído por seis velhos hospitais vai ser substituído por um só moderno hospital. É preciso vencer resistências mas acompanhar "o estado da arte " exige instalações apropriadas e novos equipamentos. Sem isso ficamos para trás. E há o custo de ter hospitais muito perto uns dos outros a fazerem as mesmas coisas.

Só os países pobres se dão a estes luxos de duplicar custos e perder eficácia.

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Sem PPP na saúde não haverá novos hospitais

Quem olha para o Serviço Nacional de Saúde como um pilar essencial da sociedade, há muito percebeu que sem a complementaridade dos privados não é sustentável. Somos um país pobre, com um estado gastador e pasto de interesses organizados. A carga fiscal é brutal . Onde vai o estado buscar dinheiro para manter as instalações e equipamentos up-to-date ?

Veja-se o que se passa com o Hospital de Todos-os-Santos aqui em Lisboa que irá substituir os sete hospitais centrais de Lisboa. Há quanto tempo o estado não é capaz de reunir o esforço financeiro necessário para fechar hospitais velhos de séculos e abrir um novo, com todas as vantagens para os doentes e oferecendo serviços de melhor qualidade e mais baratos ? E o inevitável concurso público para uma PPP que construa e administre o hospital está decidido.

Só quem é ideologicamente cego é que não percebe que haverá cada vez mais Parcerias Público Privadas em todos os sectores. Se são bem ou mal negociadas cabe ao estado exigir rigor e critério .

O que não consigo perceber é que o SNS tenha listas de espera para cirurgia de 200 000 pessoas ,  que idosos e crianças esperem seis horas nas urgências para serem atendidos e nada disto incomode os extremosos defensores dos fracos e oprimidos .

PCP e muito principalmente o BE não estão interessados nas pessoas. O que os incomoda é a obtenção do lucro pelo privado como se o prejuízo no público ficasse mais barato a quem paga. Os contribuintes que são também os doentes.

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O novo hospital em Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais

Parece que vai ser em 2017 que arranca o novo hospital oriental de Lisboa que vai substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa ( S. José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa ) . A crise não deixou que fosse construído mais cedo mas os milhões gastos e perdidos em falta de eficácia em velhos edifícios convertidos em hospitais aconselha a sua rápida construção.

Novos conceitos e novas tecnologias podem ser desenvolvidos no novo hospital. As camas dos actuais hospitais ( 2 200) serão substituídas por cerca de 800. Mas a redimensão está ainda em cima da mesa.

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Há financiamento europeu para o novo hospital Oriental de Lisboa

Boas notícias. Com o financiamento assegurado e com as equipas técnicas a reanalisar o projecto, falta saber qual vai ser o modelo de construção, equipamento e gestão. Este hospital irá substituir os velhos hospitais centrais de Lisboa cujos edifícios não são hospitais de raiz. Há pois, uma enorme racionalidade nos custos de financiamento e na qualidade dos cuidados prestados. O futuro Hospital Oriental de Lisboa deverá colher as unidades de saúde que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC): hospitais de Santa Marta, São José, Capuchos, Curry Cabral, Maternidade Alfredo da Costa e Dona Estefânia. No prazo de dois anos podemos ter o novo hospital  cujo custo andará pelos 600 milhões de euros (incluindo o mais moderno equipamento algum do qual não existe em Portugal ou rareia)

 

 

 

Quem vem de fora diz que temos hospitais a mais.

Estamos todos à espera que se construa um novo hospital para se fecharem os hospitais centrais de Lisboa. Mesmo com o novo hospital ( 500 milhões de euros) há quem diga que não devemos encerrar hospitais. Mas quem tem experiência diferente em países ricos ( USA e Brasil) diz que não é necessário construir um novo hospital. Os doentes podem ser distribuídos pelos hospitais existentes em Lisboa e arredores.

Nós por cá vamos vivendo à "tripa forra" e vamos chorando por que não há dinheiro para os pobres e para as pensões. "Grupo Amil adquiriu hospitais da Caixa Geral de Depósitos (CGD) há um ano e apesar das dívidas e prejuízos do passado, a situação financeira já se encontra "estável". E como é que agora, com um novo gestor, o hospital de Cascais consegue estar a endireitar contas? "Fizemos algumas mudanças de gestão e aproveitámos recursos humanos", explicou José Magalhães. Enquanto que antes este hospital tinha uma administração que se tinha de preocupar com a gestão, agora "a gestão está centralizada", o que traz vantagens por exemplo na altura de fazer aquisições pois o grupo tem uma "mão mais pesada" e consegue negociar melhores preços. E a eu a lembrar-me da "ópera bufa" que se montou à volta do encerramento da Maternidade Alfredo da Costa .

Reorganização da oferta hospitalar em Lisboa e Coimbra

Vão avançar as reformas hospitalares de Lisboa e Coimbra :

Nova unidade vai concentrar seis hospitais

O novo Hospital de Lisboa Oriental vai substituir os seis hospitais que compõem o Centro Hospitalar de Lisboa Central - São José, Capuchos, Santa Marta, Estefânia, Curry Cabral e Maternidade Alfredo da Costa.

 

Poupança está estimada em 166 milhões de euros

O estudo que suportou as conclusões da comissão de avaliação liderada por Luís Filipe Pereira estima uma poupança anual em encargos operacionais (custo das existências, vendidas e consumidas, fornecimento de serviços externos e pessoal, incluindo a valorização da actividade não transferida para o novo hospital a custos marginais) e investimento corrente de cerca de 166 milhões de euros a preços de Junho de 2012.

 

Projecto avançará em PPP ou empreitada directa

Após o despacho de não adjudicação, o Ministério da Saúde, que mantém a intenção de avançar com este investimento, vai agora decidir em que moldes avançará com o projecto. Caberá à Unidade Técnica de Acompanhamento de Projectos (UTAP) analisar se o novo hospital será construído em PPP ou através de empreitada directa.  

Em Coimbra, nos CHUC, a reorganização permitiu reduzir 427 camas, com a fusão de vários serviços .