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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ó querida, estão aqui a dizer que vai um carro em contra mão . Um ? Centenas !

Desta vez é a Moody's a prever : Num relatório divulgado esta sexta-feira, 19 de Maio, a agência de notação financeira antecipa que a subida do PIB deverá abrandar de 1,7% este ano para 1,4%, em 2018, abaixo das estimativas do Governo que apontam para um crescimento da economia de 1,9% no próximo ano. Já o défice deverá deteriorar-se para 2% do PIB em 2018, o que compara com os 1% previstos pelo Executivo de António Costa.  

E há quem diga que o caminho não é este :

No paper são identificadas três formas de utilizar essa expansão orçamental: investimento público, financiamento de reformas estruturais e recapitalização dos bancos para resolver o problema do malparado. Blanchard admite que as experiências passadas em Portugal podem suscitar alguma preocupação, com investimento em estradas em vez de educação, mas que a quebra do investimento público dos últimos anos indicia que se pode justificar um reforço

Na sua avaliação à situação portuguesa actual, o economista nota que estamos perante uma recuperação tímida, em que a economia mantém muitos dos problemas estruturais anteriores, com crescimento baixo e produtividade quase estagnada. 

Ó querida, estão aqui a dizer que vai um carro em contra mão . Um ? Centenas !

 

Muitas vitórias mas continuamos no "lixo"

Desta vez foi a agência de notação financeira Moody's que decidiu manter a dívida portuguesa no lixo. Falam, falam, mas eu não os vejo fazer nada. Vitória atrás de vitória mas nada. Parece que vem aí a saída dos défices excessivos, anunciada hoje mesmo por António Costa para contrabalançar a manutenção do país no lixo.

Entre as restantes grandes agências, também a Fitch e a Standard & Poor’s colocam Portugal neste patamar e com perspectiva "estável". Apenas a canadiana DBRS tem a dívida soberana do país fora de "lixo", no último grau da categoria de investimento de qualidade – sendo que o "outlook" é "estável".

Ao ser a única agência que mantém Portugal acima de "lixo", a DBRS tem o poder de ligar ou desligar Portugal da máquina do Banco Central Europeu, uma vez que é a única actualmente que garante a elegibilidade da dívida nacional para os programas de compra do BCE.

Dívida elevada, altas taxas de juro e débil crescimento

Segundo a Moody's Portugal e Itália não têm margem para absorver choques nas taxas de juro e na economia.

O responsável da agência nota que os países que tinham um rácio de dívida pública baixo continuam a reduzi-lo, enquanto economias com endividamento elevado, como Portugal e Itália, continuam a aumentar o rácio de dívida, o que "não é positivo".

"Se as taxas subirem nos próximos anos, os países mais periféricos são impactados no rácio da dívida sobre o PIB. E se houver um choque no crescimento pode não haver capacidade" para dar resposta do ponto de vista orçamental, considera o analista.

 O director da divisão de risco soberano da Moody´s defende que a Zona Euro está agora mais bem preparada para lidar com choques do que em 2012 mas não em Portugal .

O crescimento da economia em Portugal está a abrandar não a acelerar

Ao contrário dos outros países que estiveram sob programa a economia em Portugal está a abrandar diz a agência de notação Moody's . Faltam reformas estruturais para a economia aquecer.

Após ter publicado a sua avaliação ao Orçamento do Estado para 2016 na semana passada, a Moody’s veio a Portugal explicar as suas perspectivas. A agência de notação financeira aponta o dedo ao abrandamento da economia e destaca que são necessárias mais reformas estruturais. Quanto às compras de activos, desvaloriza a dependência de Portugal em relação à DBRS, pois o BCE arranjará uma solução se o "rating" passar a negativo.

Já andava por aí quem escrevesse que a aprovação do orçamento pela Moody's tinha desaparecido das notícias. Infelizmente, a Moody's veio cá dizer que nesta altura não pode matar o orçamento à nascença. Mas que estão muito doentes, quer o orçamento quer a economia, estão. Ainda é cedo para começar a deitar as pazadas de terra com que se faz o funeral .