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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Já juntam Sócrates a Lula no mesmo título

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 A PT foi ao Brasil comprar a VIVO por uns biliões em concorrência com a TELEFÓNICA espanhola que, maior ( 4 a 5 vezes maior) e mais rica, não foi em fitas e não deu aquele monte de massa. Desistiu e deixou para a PT o negócio que esta fez contra tudo e contra todos. Passados uns tempos, vendeu a VIVO que era uma empresa sólida para comprar a OI, que era uma empresa cheia de dívida que, curiosamente, pertencia a uns amigos de Lula. Resultado ? Ficamos sem a PT e sem a VIVO e andamos a ver se recebemos algum da OI.

Confuso ? Olhe que se pelo meio houver umas "luvas" a coisa até se percebe embora não engane ninguém. E os primeiros ministros que na altura do negócio estavam em funções , cá e lá no Brasil, começam a aparecer juntos nas capas dos jornais. Sinais do tempo.

Quanto à CAIXA, é nossa, que havemos de fazer ?

Vergonhoso

Helena Matos :  Vergonhoso o comportamento branqueador no caso de Lula como também o foi com Sócrates desses artistas, observatórios, ONG, activistas, fundações, confederações, sindicatos, eternos rebeldes… que vivendo oficialmente do discurso da exigência sobre o sistema, quando não da gritaria contra o sistema, se transformam na muralha de aço que, qual milícia, protege o seu caudilho de qualquer escrutínio. Estes exercícios de justificação do injustificável revelam como hoje chamamos elites ao grupo de privilegiados que os líderes políticos sustentam com dinheiros públicos.

Quem ganhou a privatização da EGF foi uma empresa portuguesa - a SUMA

Uma canalhice. Mais uma desta comunicação social que alimentamos. Lula ex-presidente do Brasil teria "metido uma cunha" a Passos Coelho a favor da Odebrecht, empresa brasileira. O primeiro ministro já veio negar mas se a comunicação social não fosse o que é - uma máfia - teria sublinhado que apesar da "cunha", a empresa brasileira não ganhou o concurso e que, Passos Coelho, mais uma vez mostrou ser um político muito diferente daqueles outros que se envolveram nas negociatas do regime. Isto se a cunha existiu mesmo.

O chefe do executivo PSD/CDS-PP referiu que a EGF "foi privatizada sem que sequer qualquer empresa brasileira tivesse apresentado proposta alguma", e acabou vendida a uma empresa portuguesa -- a Suma.

"No resultado em concreto, qualquer que fosse a intenção de alguém em posicionar melhor ou pior alguma empresa, independentemente disso, isso não teve qualquer consequência com a realidade", salientou.

Quem é que anda a enganar quem ?