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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Socialismos à portuguesa curta

A avó Mimi apreciou  o esforço do governo quando a aumentaram Euros 1,97 por mês em 2016 e até que a tenham reduzido em Euros 16,71 em  2017 para garantir que as contas públicas do 1º semestre aparentem um excelente aspecto pelo menos até às autárquicas. Mas esta alteração de agora faz muita diferença aos que como a avó Mimi têm os magros euros contados.

Se em cima desta redução somarmos os aumentos da electricidade, gás,transportes, leite, pão e telecomunicações, a que não conseguem fugir, então percebe-se que são os mais pobres que mais vão sofrer .

O Galamba e a Mariana estão confortáveis ? É esta a política nova ? É isto que temos que calar sob pena de sermos reaccionários ?

Aplaudimos as migalhas de 2016 e calamos os roubos de 2017 ? É isto a "política patriótica e de esquerda ? Até o Jerónimo de Sousa já protestou tão óbvio é o assalto . Onde está a indignação nas ruas ? É esta a estabilidade ? Sofrer e calar é a solução ? Sair do Euro, já ? Já vimos isto vezes de mais e o que vem a seguir também .

Não, obrigado !

PS : com Luis Duque - expresso

Estão todos no coração dos socialistas

Não conseguiram afastar-me do coração dos socialistas diz José Sócrates. É como o corno que diz que a mulher antes de o enganar tirou a aliança e isso mostra que ela continua a amá-lo. Os socialistas vão amando-o ou detestando-o conforme as necessidades e não fazem promessas. Leiam o que dizia João Galamba :

Em 2009, o socialista João Galamba ainda se demarcava claramente das ideias, propostas e métodos da extrema-esquerda: “É uma fantasia achar que se resolve o problema da pobreza e das desigualdades criando um escalão de 45% de IRS e um imposto sobre as grandes fortunas. Os nossos problemas também não se resolvem nacionalizando a banca, os seguros e o sector energético — e muitos menos se resolvem introduzindo mecanismos de controlo administrativo e burocrático dos juros. Em tudo o que cheire a economia a solução do BE é sempre a mesma: estatismo e penalização da iniciativa privada.”

No PS o que interessa é estar no poder, a ideologia já deu frutos . O PS defensor da União Europeia, democrático e defensor de uma economia social de mercado continua nos nossos corações. Estar no coração dos socialistas ( de alguns) é outra coisa bem diferente.

 

O Galamba tinha razão vem aí uma espiral recessiva

João Galamba gritava a plenos pulmões que vinha aí uma espiral recessiva quando o anterior governo executava o programa da Troika. E não é que passados dois anos tem razão ?

Pelo menos é o que o FMI pela voz da sua directora veio hoje dizer. Portugal caminha para uma espiral recessiva com a actual política para a economia.

Segundo o FMI, "mesmo na ausência de desafios imediatos, falhar na resolução destas fragilidades pode colocar Portugal numa trajetória de médio prazo insustentável e deixar [o país] vulnerável a choques", pelo que "sem uma política significativa, Portugal não vai conseguir ajustar-se às contingências da união monetária nem explorar totalmente os benefícios da integração" europeia.

Entretanto, António Costa agarra-se como pode ao cumprimento do défice único indicador que ainda pode atingir como se não houvesse vida para além do défice. Cresce a dívida, crescem as taxas de juro, a economia definha. Portugal é já o país que paga a maior carga de juros da dívida entre os países europeus.

Costa troca défice por votos do PCP e BE

A campanha já está no terreno. Leia-se a entrevista de João Galamba. O défice não vai ser nada 2,5%, vai ser 3% para tirar o país dos défices excessivos e viva o velho.

O PCP não aguenta subir o IVA e congelar os salários e as progressões nas carreiras na função pública. A CGTP já anda por aí a ameaçar. O BE perdida a batalha do crescimento económico e das exportações e sem alternativa ao aumento dos rendimentos foi a banhos. Espera para ver em Setembro com o orçamento de 2017.

Ainda ontem saímos de um aperto já estamos metidos noutro. Estabilidade.

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Vamos ajudar o João Galamba - ex - espiral recessiva

Ali n' O Insurgente, abriram uma espécie de petição para ajudar o socialista João Galamba a compreender o que se está a passar com a economia portuguesa. Sempre pronto para ajudar cá estou a publicar um graficozinho . Bem sei que o mais cego é quem não quer ver mas faço o que posso a mais não sou obrigado. Penso eu de que...

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 Olhem para ele aqui : "não há mudanças na estrutura da economia portuguesa " . Já afivelou a ideia central para as próximas eleições . Já alguém se lembra da sua " espiral recessiva " ?

Para quê eleições antecipadas ?

"O PS ainda não está preparado para ser governo" diz o deputado socialista João Galamba. Então para quê exigir eleições antecipadas? Ainda há um grande trabalho a fazer para mobilizar a sociedade portuguesa e para o PS se constituir como uma verdadeira alternativa.

O PS não está preparado. O PCP não pode governar com 8% dos votos. O BE está numa fase de autofagia. Há coisas que me escapam de todo!

A dívida do PS é impagável diz o deputado do PS João Galamba

A dívida é impagável diz o deputado João Galamba um dos que defendeu com unhas e dentes as políticas socratinas que nos trouxeram a esta situação. Entrou para deputado na quota da ex-namorada do Sócrates e, como não há almoços grátis, tem que pagar com estas inspiradas tiradas.

Não é nada com eles, foi tudo obra da crise mundial que nos apanhou a nós mas não a todos os países decentes. Agora o que se esperava era que o Galamba dissesse como se faz, já teve mais que tempo para mostrar o que vale.

 

 

 

Simplex por ajuste directo

Quem fez campanha na blogoesfera por Sócrates também foi beneficiado por contratos, por ajuste directo, de assessoria financeira ao governo. Agora é deputado do PS pela mão do mesmo José Sócrates. Tudo campanhas de difamação como não pode deixar de ser.

A notícia de ontem do CM, que dava conta de que o blogue Simplex, criado para apoiar a campanha de José Sócrates, foi alimentado com os meios do Governo, criou verdadeiras reacções de desagrado na blogosfera. O blogue Câmara Corporativa foi um dos que deu eco do ‘desagrado’ dos cronistas do Simplex que, no essencial, não vêem qualquer problema no facto dos assessores do Governo enviarem através dos computadores do Governo informação para ser publicada na internet. Tudo isto aconteceu durante a campanha.