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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Uma austeridade disfarçada

O governo não fez o que disse que ia fazer . A austeridade é a mesma do governo de Passos Coelho mudou o método . E tem sido na verdade um milagre . Agora com o Programa de Estabilidade e Crescimento está aí sem disfarces.

Controlar o "monstro estatal" fazendo crer que estamos melhor do que estávamos . Olha para o que eu digo não olhes para o que eu faço . Devolver salários e pensões ao mesmo tempo que aumenta os impostos indirectos que demoram mais tempo a serem percepcionados pelo contribuinte . E não olhes para o teu poder de compra nem para as análises e estatísticas.

Portugal já tinha sido um caso de estudo pela resistência que os cidadãos revelaram perante a dose de austeridade a que foram submetidos especialmente em 2012. Volta agora a ser um caso de estudo, para economistas e políticos, que queiram investigar como se aplica uma política de austeridade financeira, com o apoio da esquerda tradicional e moderna, e convencendo a população em geral que a sua vida está e vai ficar muito melhor do que de facto está. É de se lhe tirar o chapéu.

Tudo reafirmando o empenho na União Europeia e na Zona Euro . Voilá .

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Taxar os robôs ou pagar um salário a quem ficar desempregado ?

Não vale a pena tentar parar as águas de um rio com as palmas das mãos . Da mesma forma não vale a pena tentar parar a robotização do trabalho porque ela é inexorável. Quando o primeiro tear mecânico chegou a Inglaterra a Rainha Vitória vetou a sua utilização . E sabe-se a luta que os trabalhadores travaram para impedir a industrialização da economia.

Mas se a robôtização vai tirar postos de trabalho é preciso desde já preparar os trabalhadores para as novas tarefas que os esperam. Porque serão criados novos sectores em que a presença humana será necessária ( tomar conta de crianças e idosos por exemplo ) libertar "massa cinzenta" que só o ser humano possui . Acelerar a investigação e a inovação, criar novos produtos cada vez mais inovadores e mais baratos que chegarão a todos.

E, quanto aos problemas da taxação dos impostos para o estado e para a Segurança Social ? Taxar os robôs, ou seja, taxar os postos de trabalho seja a função exercida por robôs  ou por seres humanos ? Ou pagar um salário universal a todos os trabalhadores sem trabalho ?

A produtividade continuará a crescer em flecha , a riqueza produzida será muito maior, com muito menos custos . Acredito que no curto prazo este caminho possa ser controlado até certo ponto mas, a médio e longo prazo estaremos perante "uma crise de transição" bem mais profunda do que a que vivemos actualmente.

É preciso começar a pensar ( o que exige mais gente a investigar e a formar-se) para fazer o que só o homem pode fazer. E isso, não há robô que o faça.

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Mais um imposto de guerra este no SNS

grupo parlamentar do PS apresentou na Assembleia da República uma proposta de "desconto de 5% sobre a factura" . Chamem-lhe o que quiserem é mais um imposto este sobre os fornecedores do Serviço Nacional de Saúde. Este governo tem uma imaginação invulgar para sacar dinheiro aos cidadãos e às empresas.

Atendendo ao princípio da igualdade, tal “imposto de guerra” deveria então abranger todos os credores do Estado, designadamente os credores internacionais.

Pelas razões expostas, a FNS apela ao bom senso e sentido de Estado dos deputados do PS, advertindo contudo que se a medida se concretizar poderá acarretar graves consequências para a economia e o emprego, para a confiança dos agentes económicos e para a atração do investimento, sobretudo no setor em questão.

Entretanto, também as empresas de dispositivos médicos avisam que uma contribuição extraordinária sobre as vendas ao Serviço Nacional de Saúde fará com que empresas encerrem em Portugal ou reduzam os seus trabalhadores.

Face à situação de guerra orçamental em que se encontra o país estes argumentos são caramelos. Não anda Centeno em Bruxelas a apoiar a renegociação da dívida Grega ?

A CARRIS não produz EBITDA produz impostos

Vai continuar a transportar pessoas em más condições, ao sabor das greves dos sindicatos,uma por semana . E quanto ao não produzir EBITDA ( lucros), o problema é que nunca os produziu. Sempre produziu prejuízos o que quer dizer que foi e é paga por impostos. António Costa diz tudo o que lhe vem à cabeça mesmo aquilo de que sabe muito pouco, isto no pressuposto que se trata de ignorância e não de má-fé

O fanatismo ideológico não é ser a favor da Carris do Estado ou da Carris privada , o fanatismo é ser a favor de empresas públicas que não cumprem o objectivo para que foram criadas, deixando ao frio e a chuva os passageiros mais pobres nas greves semanais. Ou servirem de instrumento de luta política dos partidos que dominam o aparelho de estado e os sindicatos em que os funcionários só têm direitos e nenhum dever.

As empresas de transporte público em Portugal, têm um único objectivo, como se vê na actual sonolência em comparação com a gritaria histérica no tempo do governo anterior. E António Costa não tem vergonha de estar a pagar o favor que PS, PCP e BE lhe prestam ao manterem o seu governo de derrotados em funções.

Perdi o prazer de gastar dinheiro

Agora quando me alargo num bom restaurante fico a matutar no dinheiro que gastei. Lá se vai metade do prazer. É a isto que se chama insegurança face ao futuro do país ? Ou sou eu que vou para velho ?

Antigamente gastava e não se falava mais nisso. Nunca fui de gastar em carros por exemplo, talvez porque na minha profissão no pacote remuneratório incluía o uso de um carro da empresa. Por isso nunca tive uma bomba embora tivesse usufruído de bons carros. Mas chapa ganha chapa gasta foi o padrão.

Ao longo da vida fui comprando a casa onde vivo, construí uma casa na praia e um apartamento para rendimento. O resto era para o dia a dia. E não se pensava mais nisso. Mas já não é assim. E isso irrita-me e é por ter acordado a matutar no dinheiro que gastei no fim de semana. Não me faz falta, basta compensar nas próximas semanas mas acordei assim. Será por causa da instabilidade fiscal ? Onde é que o governo me vai sacar mais uns impostos ? E os anunciados são mesmo como nos são apresentados?

Recebi uma notificação para pagar uma "taxa municipal para a protecção civil", que não vem no orçamento. Quer dizer para além dos tais impostos que aumentam mas não carregam na carga fiscal, à socapa, apanhamos com estas taxinhas. Sempre que me chega um envelope das finanças ou da câmara fico fulo.

Como querem eles que a economia cresça pelo consumo interno se nos tiram o dinheiro ? Já um homem não pode dormir descansado. Qual vai ser o próximo imposto, taxa ou taxinha ? A mim tiram-me o dinheiro e a alegria. Chega, não ?

 

 

O meu filho votava no Bloco de esquerda e os amigos no PS

Segundo o governo a carga fiscal não aumentou nem aumenta mas os impostos aumentam todos os dias. Agora prepara-se para arrebentar com um negócio fluorescente que dá trabalho a muita gente.

O meu filho e o seu grupo de amigos ( arquitectos que compram e reabilitam prédios antigos) estão possessos. Investiram e agora o governo tira-lhes o tapete. Votavam todos no PS e no BE. E há milhares de famílias que viram nesta prestação de serviços uma boa oportunidade de ganhar a sua vida já que não encontram trabalho.

Pois é, o PS e o BE na última sondagem já baixaram dois pontos percentuais( só num mês) é melhor prepararem-se para a fuga de intenções de votos. E é em Lisboa, Porto e nas grandes cidades onde as eleições se ganham e se perdem.

Para além do regime fiscal bem mais favorável, o arrendamento local gera receitas mais elevadas do que o tradicional, o que levou muitos proprietários a apostar nesta oferta. Com isso, desviaram-se prédios do arredamento habitacional para a nova oferta, muito procurada por turistas estrangeiros,( e estudantes ) mas também se têm recuperado muitos prédios devolutos e degradados nos centros de Lisboa e Porto.

Temos que ir buscá-lo onde ele está, diz a Mariana mas, no caso, ainda não está.

Só os tótós é que pagam o imposto sobre o imobiliário

Ainda as meninas do BE não eram nascidas e já quem tinha responsabilidades na gestão das empresas (  e que garantiam pessoalmente as operações bancárias) se divorciavam e passavam o imobiliário das famílias para a ex- mulher. Agora com este inteligente imposto sobre o imobiliário o estado não arrecadará receita dos imóveis mas vai atafulhar os tribunais de processos de divórcio.

O mesmo governo que concede e convida os "Gold" para comprar imobiliário no país é o mesmo que muda as regras a meio do jogo. Toma que é para não seres parvo, acumulador de dinheiro.

Para Vasco Valdez, este "fetichismo" de tributar os ricos "é uma coisa perfeitamente absurda", até porque "o património está arrendado" e as rendas daqui provenientes são tributadas em sede de IRS ou de IRC ou então "não está arrendado" e as pessoas "podem ter um grande património mas podem não ter dinheiro para pagar aquele imposto".

"Disseram-nos em tempos, designadamente este Governo, que o que era bom era comprar casinhas para pôr no mercado de arrendamento. As pessoas que compraram as casinhas e agora levam com o imposto de sobreposição [em relação ao IMI]?", afirmou, recordando ainda que este novo imposto poderá também incidir sobre "casas recebidas de herança com rendas relativamente baixas mas com valor patrimonial tributário hoje em dia já alto".

 

Nem o défice

O FMI acaba de anunciar que o défice das contas públicas nacionais ficarão nos 3%, 0,8% acima da previsão do FMI e 0,5% acima do previsto pelo governo.

Face ao comportamento dos indicadores que têm sido anunciados pelas várias instituições financeiras não estamos perante surpresa nenhuma. O governo tem vindo a empurrar os problemas para a frente mas quando é assim chega sempre o momento em que é preciso respirar . Nessa altura a verdade na sua crueza nota-se.

Centeno, que é um técnico mas não é um político, já tinha deixado antever que a sua função resumia-se a conseguir um défice abaixo dos 3% para que Portugal saísse dos países com débitos excessivos. Corremos o risco de enfrentar um sério revês, com o BCE a deixar de nos comprar dívida, a ficar sem parte ou todo o programa dos fundos estruturais e ter que pedir novamente ajuda externa.

Os contribuintes, que estavam mergulhados na incerteza de ter que pagar mais impostos, novos e velhos, agora já podem dormir mais descansados. Os impostos que o governo vem lançando para a opinião pública são mesmo impostos para pagar.

Hoje soubemos que até o vinho vai ser taxado com um IVA mais alto, uma actividade exportadora que vê assim a sua competitividade prejudicada . Depois do sol e das vistas e do dinheiro onde estiver só resta o ar.

Mas não desesperem, com esta solução que António Costa encontrou para salvar a pele, vamos lá chegar.

Ao resgate.

 

 

Marcelo é danado para a brincadeira

Pode ser que a cobrança de impostos seja uma boa surpresa em Setembro. Vale a pena esperar mais uns dias, diz Marcelo enquanto se rebola a rir face à nota de análise da UTAO .

Marcelo, assim como a maioria de nós sabe, que enquanto o governo estiver atrelado à extrema esquerda, não haverá saída para o investimento e para a economia. Aliás, em entrevista recente, o Primeiro Ministro já veio dizer que " ir ao dinheiro onde ele esteja" não é próprio do discurso do PS afastando-se assim do BE. O PCP também foi bastante mais sensato face à patetice da Mariana Mortágua.

Nenhum de nós quer o mal do país mas é preciso dizer que " o rei vai nu" e Marcelo não quer ser criticado por um lado por não avisar e por outro lado por ter pressa e não dar tempo à geringonça.

O problema é que se fala cada vez mais de um segundo resgate e quanto mais Marcelo esperar mais em cacos fica o país. Ora, Marcelo quer uma solução entendimento entre os partidos pró-União Europeia mas, só com eleições legislativas e após as eleições autárquicas onde cada um vai por si.

Marcelo vai continuar a desvalorizar até quando o governo não tiver refugio.

 

 

Se mexe, taxa-se ; se cresce, regula-se

O estado no seu melhor. O turismo mexe ? Taxa-se. O arrendamento local, cresce ? Regula-se. E com esta sede um dia destes estamos a subsidiar para que os turistas, voltem.

Um sector de serviços a ganhar corpo, a dar trabalho a milhares de pessoas, a recuperar imóveis nos centros históricos, taxa-se passando de 5% para 28%. É a melhor forma de os informais se manterem longe do fisco. E, como, a actividade é sazonal a receita não chega para as despesas.

O alojamento local é “uma atividade de prestação de serviços”, que inclui custos associados aos serviços de limpeza, comissões de sites, check-in e check-out, luz, água, gás e internet, e que o arrendamento tradicional é “um rendimento passivo de um bem imóvel”, cujos custos são o IMI, o condomínio e reparações (que o alojamento local também suporta), a associação alertou que a subida do imposto iria”penalizar toda uma atividade que traz rendimento a milhares de famílias por um problema antigo restrito a algumas poucas freguesias”.

Como se percebe o Estado já está a matar a galinha dos ovos de ouro. A taxar e a regular.