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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A Educação do Rodrigues e do Nogueira

Na Finlândia cuida-se dos alunos levando-os para o séc. XXl. É parecido com o que temos cá. É só comparar :

Gráfico 6. Principais novidades da reforma curricular da Finlândia, 2016. Fonte: Finnish National Board of Education
 
Novo curriculum & aulas temáticas
O conteúdo das disciplinas foi revisto, sete competências transversais foram inseridas no processo de aprendizagem e passou a ser obrigatório, pelo menos, um período de aulas temáticas por ano lectivo.
 
Municípios e escolas decidem
A descentralização do sistema finlandês permite que sejam os municípios e as escolas a definir quantas vezes, por ano lectivo, haverá aulas temáticas em vez das tradicionais aulas por disciplina.
 
Os alunos participam
A participação dos alunos na definição das aulas temáticas é obrigatória e tem como finalidade tornar a aprendizagem mais estimulante para os alunos ao envolvê-los nas decisões.
 
Primeiro, a revisão do curriculum obrigatório. Ao contrário do que acontece em Portugal, o sistema finlandês está muito descentralizado e as suas escolas usufruem de elevados níveis de autonomia de decisão. Consequentemente, o curriculum finlandês é um documento aberto, que serve de orientação do ensino e pressupõe a devida adaptação ao nível do município (no curriculum municipal) e ao nível da escola (no seu projecto educativo). Ora, nesta recente revisão curricular, inseriu-se a obrigatoriedade de uma modalidade de ensino por temas, em vez de por disciplinas.
Ou seja, os alunos passarão a ter obrigatoriamente acesso a períodos de aulas em que, em vez de aprenderem no tradicional âmbito de disciplinas, estudam temas de forma multidisciplinar – por exemplo, a “União Europeia”, cujo estudo implica história, geografia e línguas estrangeiras. Esta abordagem temática não é inteiramente novana Finlândia.
Segundo, os municípios e as escolas decidem como implementar as aulas temáticas. Sabendo que têm de as fazer pelo menos por um período de tempo por ano lectivo, podem optar por fazê-lo mais vezes. Em Helsínquia, as escolas fá-lo-ão duas vezes por ano lectivo, sendo a opção mais comum a de cumprir a obrigatoriedade à risca – apenas uma vez por ano lectivo.
Terceiro, os alunos são envolvidos no processo de preparação dos períodos de aulas temáticas. O objectivo é combater o desinteresse dos jovens e tornar o processo educativo mais participativo e estimulante para os alunos. Assim, os alunos poderão ajudar a definir os temas acerca dos quais têm mais interesse e discutir as abordagens a seguir.
 
O que dirão disto os burocratas da 5 de Outubro e os sindicalistas da Frenprof ?

Acabem com a escola estatal monopolista

Os interesses estranhos ao interesse nacional de que fala Passos Coelho são os interesses de Mário Nogueira e da FENPROF.

E a este propósito é bom que se tenha presente que no índex da liberdade de escolha em educação, em 136 países avaliados, Portugal ocupa o 46.o lugar. Desses 136 países, só três proíbem o ensino privado. Este índex resulta de um estudo da OIDL (Organização Internacional para o Direito à Educação e Liberdade de Escolha) com base em quatro critérios. E os países que lideram este índex são a Irlanda, Holanda, Bélgica, Malta, Dinamarca, Reino Unido, Finlândia, Eslováquia e Espanha. Fora da Europa, nos primeiros lugares só figura o Chile, na sétima posição. Na Europa, só a Bulgária, Croácia e Grécia não dão financiamento ao ensino privado. E, já agora, é digno de destaque que só Cuba, Gâmbia e Líbia proíbem escolas privadas. Estes exemplos são claros e demonstrativos do que andam o governo e os seus parceiros a fazer. Muito pela negativa. Só nos resta esperar que o Presidente da República ponha ordem nesta aventura radical, irracional, onde o Estado está, de má-fé e a pretexto de meros interesses ideológicos e sindicais, a pôr em causa interesses nacionais numa área tão sensível como é a política pública de educação.

Um sindicato comunista quer o monopólio do ensino público

Para melhor manipular e mandar no ensino a Frenprof pressiona o ministro para revogar os contratos de associação entre o estado e os colégios privados. A razão é que a escola pública cobre as necessidades. Dito de outro modo, os sindicalistas não querem concorrência nem liberdade de escolha. Querem um monopólio à laia dos países comunistas.

E a seguir ao monopólio no ensino segue-se o quê ? Já tivemos que lutar contra o monopólio sindical, contra o monopólio televisivo e contra muitos outros monopólios, vai ser com o PS de António Costa que o PCP vai conseguir o que nunca conseguiu em eleições ?

Não interessa que as famílias escolham as escolas privadas. Que os alunos tenham uma boa aprendizagem e sejam felizes. O que interessa mesmo é que as escolas sejam controladas pela ideologia comunista. E quanto custam as más escolas públicas ?

O pobre rapaz que fizeram ministro nem sequer consegue disfarçar a encomenda. O Nogueira até já diz bem dele. 

 

Descentralizar na Educação - a Fenprof está contra como é óbvio

Descentralizar é aproximar os centros de decisão dos problemas. A proximidade é um poderoso instrumento de gestão. É um dos princípios basilares da moderna gestão das organizações. Mas claro, tira poder aos que centralmente e à distancia dominam os diversos centros de decisão intermédios.

O governo avançou com a municipalização das escolas, envolvendo os poderes locais na sua gestão. Proximidade, vivência do ambiente escolar e social, tudo argumentos a que a FENPROF deita mão para justificar os maus resultados escolares mas que repudia quando são implementados ."

Os contratos têm por objecto a delegação de competências do Ministério da Educação e Ciência nas áreas de políticas educativas, administração educativa, gestão e desenvolvimento do currículo, organização pedagógica e administrativa, gestão de recursos e relação escola/comunidade.

Esta municipalização de competências começa com as autarquias de Águeda, Amadora, Batalha, Cascais, Crato, Maia, Matosinhos, Mealhada, Óbidos, Oeiras, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Sousel, Vila Nova de Famalicão e Vila de Rei.

Um embuste diz o alucinado Mário Nogueira a ver as suas vítimas fugirem-lhe entre os dedos.

A verdade a que temos direito segundo a Frenprof

denúncia rezava assim : “Com a promessa de soluções milagrosas para o insucesso escolar dos filhos e de os preparar convenientemente para o ‘importantíssimo exame de inglês do Cambridge, utilizando técnicas de marketing irresistíveis, os pais quase assinam de cruz um contrato de fidelização de 36 meses com pagamento por débito direto”.

Os inquéritos chegaram a esta conclusão : "“Nesses inquéritos, no essencial, apurou-se que seis agrupamentos/escolas haviam celebrado, no âmbito da sua autonomia, protocolos de cooperação com uma empresa privada para a cedência das suas instalações, mediante uma compensação financeira, em resultado de um processo negocial, tendo subjacente o interesse do estabelecimento e a proposta apresentada pela empresa, e que as importâncias cobradas foram objeto de depósito bancário, de registo contabilístico e contempladas nos respetivos orçamentos, tendo sido cumpridos todos os requisitos legais”, esclareceu o MEC."

É isto a escola pública. Deles.

A FENPROF ameaça greve contra a decisão do tribunal

O alucinado Nogueira, primeiro faz greve contra o MEC e muda o tabuleiro da disputa política para judicial. Como o Tribunal não lhe deu razão ameaça fazer nova greve. Não se sabe contra quem, mas é de certeza contra o mundo. Não tem um pingo de vergonha quando admite que as providências cautelares tiveram como único objectivo impedir os exames de avaliação dos professores .

O acordão não deixa dúvidas. Mas para este individuo, perigoso sindicalista habituado a viver dos nossos impostos, a decisão do tribunal não tem efeito nenhum contra ele. As decisões dos tribunais só têm efeito se forem a seu favor. O estado de direito, como há muito sabemos, não tem significado nenhum para este sujeito e para quem pensa como ele.

O alucinado Nogueira agora faz greve contra as decisões do tribunal

O tribunal deu razão ao Ministério da Educação na providência cautelar interposta pela FENPROF. A Prova de Avaliação de Capacidades e Conhecimentos (PACC) - sem a qual os docentes não podem dar aulas - é um braço de ferro entre a FENPROF e Nuno Crato que parece estar para durar. Depois de ter tentado travar a realização do exame com 20 providências cautelares, o sindicato já ameaçou com nova greve caso a prova avance. O Tribunal Central Administrativo (TCA) do Norte deu ontem razão a Nuno Crato e anulou a suspensão da prova mas, de momento, o exame continua suspenso pelo Tribunal Administrativo do Funchal. Decisão da qual, em Janeiro, o ministro recorreu estando agora a ser analisada pelo Tribunal Central Administrativo do Sul.

E, é assim com estes amantes da democracia. Levam os assuntos políticos para tribunal mas, perdendo, as decisões não são para cumprir. Isso do cumprir é para o governo eles estão acima da lei!

Queixa crime contra as más escolas

A FRENPROF entrega hoje na PGR uma queixa crime contra os colégios privados com contrato com o estado. Não interessa nada ao alucinado Nogueira que as escolas sejam boas e que alunos e professores sejam felizes. O que interessa mesmo é que não são públicas. Porque sendo públicas podem ser más e muito más que não faz mal nenhum.

Ninguém explica ao alucinado sindicalista que se os colégios privados estão cheios é porque as famílias os escolheram por os considerarem melhores que a escola pública lá do sitio? E que o dinheiro dos contribuintes é para ser aplicado onde é melhor para a sociedade? Onde é que este alucinado leu que a escola tem que ser pública?

A Frenprof tem medo, muito medo

Um ministério centralizado e sindicalizado é óptimo para a Frenprof . Continua a co-governar a educação como tem feito há décadas. E ninguém lhe atribui culpas nenhumas. Sempre em manifestações como se nada tivesse a ver com os maus resultados que a "sua" escola vai tendo. E, se havia dúvidas aqui está ele a tirá-las.

(...)“Se 400 escolas e agrupamentos assinarem o contrato de autonomia, praticamente não vai haver colocações por concurso nacional."

O alucinado tem medo, muito medo, que as escolas ganhem autonomia e capacidade de decisão. Que sejam avaliadas e beneficiadas segundo os resultados.

Bom, bom é as escolas de todo o país estarem dependentes de meia dúzia de sindicalistas e de burocratas do ministério. Como se fosse possível fazer uma gestão conforme as características de cada escola a partir de um centro decisor. Bem à maneira do "directório supremo".

A sindicalista a tempo inteiro que também é professora em part - time

A pergunta que a sindicalista fez ao ministro Nuno Crato é estúpida porque sendo ela da Frenprof é óbvio que nunca perceberá o ministro e as suas políticas. A senhora, é claro, precisa mesmo de ir ao médico.

Delmira Figueiredo integrava um grupo de professores que, empunhando bandeiras da Fenprof, aguardavam a chegada do ministro na estrada, junto às instalações do IPV.

Estes sindicalistas são os mesmos que se bateram contra os rankings das escolas, as avaliações dos professores, o facilitismo, a progressão automática nas carreiras, o acesso de todos ao topo da carreira, os horários zero...