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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Fascismo travestido de liberdade ataca Gentil Martins

Porque se incomoda tanto Isabel Moreira e companhia com as opiniões diferentes da sua ?

Porque vêm Isabel Moreira e companhia apelar à queixa, à censura, à mordaça!? Se está tão certa da sua verdade porque não se abre à livre e salutar discussão? Porque se importa tanto com opiniões contrárias? Porque não convida, ela e as médicas de serviço que se queixaram à Ordem, Gentil Martins ou outros para debater o assunto?

Vivemos no tempo onde este fascismo higiénico travestido de liberdade intimida, condiciona e persegue por delito de opinião. E para isto lá estão os habituais “cabos da guarda” que são a confirmação que faltava sobre a absoluta ciência da sua absoluta ignorância!

Estou totalmente solidário com Gentil Martins! Que me abram um inquérito a mim também! A ditadura do politicamente correcto e a polícia política dos costumes do vale tudo continuam a querer formatar o povo, a condicionar a livre opinião e a quererem tornar normal o que não é normal e é menos bom (importa conhecer a definição de norma e de bom).

Macron venceu Le Pen com argumentos liberais

Macron começou a ganhar quando não se escondeu, defendeu as suas ideias, defendeu a Europa e a democracia. Não teve medo do populismo, obrigou Le Pen a falar de políticas concretas e com isso mostrou que ela não as tinha.

A extrema direita tal como a extrema esquerda ao aproximarem-se do poder mostraram que a oratória que têm na oposição não corresponde a soluções credíveis. Veja-se o caso da dívida. A montanha pariu um rato .

Macron, às propostas de Le Pen chamou-lhe imbecilidades que é o que são, nem mais nem menos. Ver a extrema direita ser derrotada por argumentos liberais é significativo. Macron defendeu a Europa, as leis do trabalho, o mercado livre e a democracia e não fez nenhuma concessão à sua esquerda de que precisa dos votos.

Perante uma extrema esquerda que se juntou à extrema direita, Macron sublinhou que é na UE que a França encontrará um futuro promissor para os seus filhos .

Este debate devia ser mostrado a todos os que acreditam que a social democracia e o socialismo democrático são modelos mais eficazes que as manhãs que cantam . A realidade mostra-o todos os dias. 

Acaba sempre assim

Como na Venezuela. No fascismo. Esquece-se a democracia, a liberdade, volta a pobreza e a ditadura. Volta o ódio e a violência. E voltam os presos políticos. Não há alternativa para a democracia.

E a escola pública. As pessoas não compreendem que é uma grande burla, um governo autoritário que mantém a população num baixo nível educativo, mantém as pessoas ignorantes, que pode dominar de forma mais fácil", explica a dirigente partidária.

Fala num sistema educativo paralelo orientado ideologicamente, em que "as pessoas repetem frases feitas, como 'Pátria, Socialismo ou Morte'".

Nós portugueses já tivemos a nossa dose. Sabemos bem o que é um estado monopolista, o que se esconde no monopólio público.

 

Aldrabão. Óscar Mascarenhas não é um democrata

Chama fascista a quem não pensa como ele. É uma das tácticas do PC. Todos são fascistas. Já se viu nas duras lutas pela democracia em 1974/5.

Que este texto seja publicado pelo DN e pelo Provedor dos leitores ( ou ex? ) mostra bem do que esta gente é capaz. Não gostam da democracia. Nem da pluralidade de opiniões.

Era assim no tempo do fascismo, quem não era pelo estado novo era comunista.É impressionante como são tão iguais. Irmãos gémeos.

Ganhar eleições e governar democraticamente

Ganhar eleições e governar democraticamente não livra ninguém do apodo de fascista."

Nos campos da internet onde apascenta a extrema-esquerda, reina a felicidade graças à morte de Margaret Thatcher, vulgo "a fascista". A aplicação do epíteto, em Portugal de resto muito desprendida, é elucidativa do tipo de estrutura mental que o aplica. A sra. Thatcher venceu três eleições populares? Fascismo. A sra. Thatcher desembaraçou o Reino Unido do jugo sindical que a generalidade da população não elegera? Fascismo. A sra. Thatcher encolheu o peso do Estado em prol da escolha individual? Fascismo. A sra. Thatcher modernizou económica e socialmente o Reino Unido? Fascismo. A sra. Thatcher venceu nas Falkland uma guerra iniciada por uma ditadura decidida a vergar a autodeterminação da comunidade local? Fascismo. A sra. Thatcher ajudou a derrubar os totalitarismos do Leste europeu? Fascismo, fascismo, fascismo.

Se bem percebo, um governante "fascista" é aquele que favorece a democracia, promove a liberdade, desampara a vida dos cidadãos e, se possível, combate regimes fascistas a sério. Em contrapartida, um líder "antifascista" que se preze desrespeita eleições, professa a submissão dos cidadãos, arrasa a economia e, se adicionar uns pozinhos de culto da personalidade e o adequado castigo dos dissidentes, parece-se imenso com um fascista de facto. Ou a extrema-esquerda é ainda mais tresloucada do que aparenta ou a ciência política anda redondamente enganada há largas décadas. Por mim, aposto na segunda hipótese.

Grândola Vila Morena - contra a liberdade de expressão

Pela mão do PC e do BE aí está o "fascimo do anti-fascimo". Antidemocrático, intolerante e desprezível. Usam uma cantiga em louvor da liberdade para cortarem essa mesma liberdade.  Sophia de Mello Breyner cunhou uma expressão engraçada para classificar as tácticas inquisitoriais dos companheiros de estrada do PCP: o "fascismo do anti-fascismo". Esta intolerância de esquerda foi criada antes do 25 de Abril e, como é óbvio, conheceu o seu esplendor no PREC. Mas, volta e meia, a agressividade dos virtuosos reemerge. Nos últimos dias, por exemplo, têm caído alguns pinguinhos: meninos e meninas têm usado "Grândola Vila Morena" como forma de calar outras pessoas. Uma música criada para promover a liberdade de expressão foi assim transformada numa arma contra a liberdade de expressão.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-fascismo-do-grandola-vila-morena=f788548#ixzz2LeCD2MSZ
Na foto as duas ex-assessoras do PC e do BE . Um azar dos Távoras. Encostadinhas e militantes...