Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

E o que diz a indústria do eucalipto ?

Diz que não há nenhuma razão científica para culpar o eucalipto como causa dos incêndios e, que, a nova regulação do sector vai ter um impacto negativo nos pequenos proprietários,  levar ao ainda maior abandono das terras do interior e a importar mais matéria prima que já monta a 200 milhões de euros/ano.

Uma indústria que tem um impacto muito importante na economia, nas exportações e no emprego.

Adianta que o eucalipto é uma das espécies que menos área ardida tem nos últimos 15 anos, citando dados do ICNF, abaixo do pinheiro bravo e “muito abaixo dos matos e incultos que representam mais de metade de toda a área ardida em Portugal”. A Navigator salienta que “tem vindo a defender a importância da prevenção como ferramenta determinante na mitigação dos riscos de incêndios, criando oportunidades de combate por construção e manutenção de infraestruturas de penetração no espaço 13 florestal e reduzindo a matéria combustível nesses espaços. Estas medidas devem ser enquadradas numa política que premeie a gestão florestal certificada”.

Explica que nas florestas da Navigator as áreas ardidas são inferiores a 1% da área sob gestão, “o que reforça a evidência de que uma floresta organizada e bem gerida é menos vulnerável ao risco de incêndios”

O défice comercial degradou-se

As exportações crescem mas as importações crescem ainda mais. O défice comercial um dos mais importantes indicadores do comportamento da economia, degrada-se . Estamos novamente a pagar os salários dos países que nos vendem.

Exportações congelam. Importações continuam a acelerar

Como resultado, o saldo comercial de bens agravou-se para os 5.383 milhões de euros nos primeiros cinco meses do ano, mais 1.280 milhões de euros do que se tinha verificado no mesmo período do ano passado. O défice comercial de bens fica, assim, prejudicado com um aumento de 30% face ao mesmo período de 2016. No primeiro trimestre, o total do excedente comercial (em conjunto com os serviços) tinha também diminuído uma vez que o contributo positivo dos serviços não bastou para compensar o contributo negativo dos bens.

Mas, enfim, como nos dizem que na vertente económica só temos tido boas notícias talvez esta seja uma boa notícia.

E a Mariana Mortágua sabe ou anda a ser enganada ?

O ajustamento pôs fim a um modelo de economia retrógado

Abrir a economia ao exterior e torná-la competitiva apostando na concorrência que as exportações exigem foi um dos mais importantes resultados do ajustamento

"Pedro Ferraz da Costa lembra que o programa de ajustamento pôs fim a um modelo de crescimento baseado no sector dos bens não-transacionáveis, no financiamento bancário de curto prazo e na criação de condições de excepção para um número restrito de grandes empresas viradas para o mercado interno e abriu caminho para o acesso concorrencial aos mercados externos como estratégia de crescimento. “Como aliás tinha acontecido quando o País se abriu ao exterior com a entrada na EFTA e depois na CEE, com grande sucesso”, avança.

“Existem actualmente condições ímpares para o crescimento: segurança; infraestruturas de qualidade; taxas de juro aceitáveis; taxa de câmbio favorável e preço baixo do petróleo, ao contrário do que aconteceu nos dois ajustamentos anteriores”, referiu.

É o turismo, estúpido

Muita gente já percebeu e mais ainda vai ter de perceber. Portugal não pode viver como um fidalgo arruinado, fingindo que depende apenas de si próprio. Nada disso. O fantástico crescimento do PIB no primeiro trimestre deste ano (2,8%, na homóloga) deve-se, diz o INE, fundamentalmente às exportações e, entre as exportações, a de serviços, sendo que esta é dominada, essencialmente, pelo turismo.

Por isso convinha que o governo não estragasse, regule, os tuck tuck, não leve a sério os moradores que dizem que andam muito amofinados com as multidões ( vão a Veneza ver o que é uma multidão de turistas).

Muitos milhares de jovens e menos jovens encontraram emprego que de outra maneira só encontrariam no estado e tudo graças à segurança do país. Ainda agora esteve cá o Papa e tudo correu pelo melhor se assim não fosse lá ia a economia e as exportações.

Abram as portas e os portões para mostrar a nossa história, a nossa gente, a nossa gastronomia, o nosso mar. Cada vez mais, uns trazem os outros.

Não ouçam os velhos do Restelo

 

Em termos de exportações ainda estamos quase no fundo

É importante a evolução das exportações que em quatro ou cindo anos passou de 30% do PIB para 40% mas se olharmos em termos globais estamos quase no fundo da tabela. E como é que podia ser de outra forma se para a extrema esquerda as exportações são uma treta e para o PS o crescimento da economia se faz pelo consumo interno ?

E convém não esquecer que as exportações se devem às empresas privadas de bens e serviços transaccionáveis em que o estado só tem um papel secundário de diplomacia económica.

"Há certamente caminho para percorrer nessa área. Sem dar números muito concretos, basta ver as estatísticas recentes, Portugal fez um caminho muito positivo, subindo de cerca de 30% do PIB para mais de 40% em relativamente poucos anos, em quatro ou cinco anos de evolução. Mas quando olhamos para os países europeus de dimensões similares a Portugal estamos quase no fundo. Há poucos que estejam com uma percentagem abaixo de nós e há muitos que estão encostados aos 100%. Mesmo países da dimensão do nosso. Quando são países muito pequenos que são plataformas transacionais essa percentagem pode ser mais alta. Pensando no tamanho de Portugal, versus o mundo, a capacidade para conquistar mercados e conquistar mais quota em cada um dos mercados onde está tem muito caminho para percorrer e claramente deve ser um desígnio nacional e uma aposta com uma ambição grande."

A realidade é uma chatice .

As exportações a puxar pela economia

Com a economia da zona euro em forte aceleração, as exportações portuguesas que têm os principais mercados europeus como destino, também aceleram. E por isso a economia vai continuar a crescer . Bem bom .

Logo agora que o PCP vai iniciar a campanha com vista a preparar o país para a saída do euro. Grande azar para os comunistas (PCP e BE) que querem sair do euro e da UE verem o país a melhorar com a aceleração da economia da zona euro.

"O bom resultado do último trimestre deve-se ao investimento, que deixou de cair e passou a subir, em quase todas as suas componentes", acrescenta o Fórum para a Competitividade.No entanto, deverão ser as exportações a liderar o processo de retoma económica.

Duas componentes muito importantes que o governo abandonou no seu programa no inicio da governação em benefício do consumo interno mas que a realidade recolocou na direcção certa. Antes tarde que nunca .

O excedente das contas externas

Este é um resultado muito importante e que se verifica já há cinco anos. Foi obtido graças à reorientação da economia Portuguesa para os mercados externos.

Basicamente, o que quer dizer, é que os salários portugueses estão a ser pagos pelos clientes do exterior. As exportações são uma treta dizia a Catarina Martins e fechar a economia ao exterior é também um dos objectivos do PCP ao querer retirar-nos da União Europeia.

excedente.png

 

Balança de pagamentos

A balança de pagamentos regista as transacções que ocorrem num determinado período de tempo entre residentes e não residentes numa determinada economia. Essas transacções são de natureza muito diversa encontrando-se classificadas em três categorias principais:

- balança corrente, que regista a exportação e importação de bens e serviços e os pagamentos e recebimentos associados a rendimento primário (ex: juros e dividendos) e a rendimento secundário (ex: transferências correntes);

- balança de capital, que regista as transferências de capital (ex: perdão de dívida e fundos comunitários) e as transacções sobre activos não financeiros não produzidos (ex. licenças de CO2 e passes de jogadores);

- balança financeira, que engloba as transacções relacionadas com o investimento, nomeadamente investimento directo, investimento de carteira, derivados financeiros, outro investimento e activos de reserva.

Fonte: Banco de Portugal

 
 
 

As exportações não estão a crescer em relação a 2015

O consumo interno não cresce o suficiente e as exportações não estão a crescer em relação a 2015. Então como querem que a economia cresça ? E que se criem novos postos de trabalho ?

As importações cresceram mais que as exportações em 2016, a poupança não existe e o crédito bancário ao consumo volta a crescer. Tal como em plena crise. Esperamos resultados diferentes porquê ?

As exportações subiram 7,6% em Novembro de 2016 em relação ao mês homólogo. Mas quando se olha para o acumulado do ano é possível ver que as exportações não estão a crescer. Só Dezembro pode mudar esta tendência.

Isto apesar de a economia estar a crescer fortemente na Zona Euro. Estamos a perder o comboio do progresso mais uma vez ? Os outros países com "os constrangimentos e a chantagem" do Tratado Orçamental crescem , pagam menos juros e carregam menos dívida .

Há mesmo mais vida para lá do  défice ? Começo a temer que não. Burro é quem repete a mesma receita e espera resultados diferentes.

exportaçoesimp.png

 

 

 

Trump vai salvar o Euro ?

Um dólar forte faz um euro fraco o que ajuda ( e muito) as exportações europeias para o maior mercado . E com a economia americana a crescer - graças ao investimento em infraestruturas - e o emprego em pleno ( gente e famílias com dinheiro e poder de compra) as exportações europeias tornam a crescer . E os beneficiados vão ser os países do sul porque os seus produtos de exportação são os que se consomem no dia a dia e que apresentam maior procura . Os produtos da Alemanha nem por isso . 

Quaisquer que sejam as desvantagens potenciais das políticas de Trump, há uma clara vantagem: impulsionarão o crescimento e o emprego numa Zona Euro onde a insatisfação económica está a gerar turbulência política - e os ganhos serão mais pronunciados nos países que mais precisam deles. Com os italianos a enfrentarem a perspectiva de um referendo sobre a permanência na Zona Euro, e os franceses a prepararem-se para as eleições presidenciais do próximo ano, o valor disto não pode ser subestimado. Na verdade, Trump pode muito bem acabar por salvar o euro. 

A treta da Catarina Martins está a safar-nos

São as exportações que estão a crescer mais do que as importações e por isso o saldo externo está bem melhor. Não quer dizer que indique só coisas boas. Por exemplo, se o investimento arrancasse as importações de máquinas fariam crescer as importações o que seria uma benesse. Mas não é o que está a acontecer.

saldo_comercial-01.png

 

“A reposição de poder de compra é uma política de substituição do investimento pelo consumo”, acrescenta Augusto Mateus, ex-ministro da Economia do governo de António Guterres. “Uma política de sacrifício do investimento é mais austera do que de sacrifício do consumo”, garante, deixando o aviso: “Os défices parecem estar controlados, mas estão a gerar problemas duradouros na medida em que comprometem o PIB potencial“.

Aliás, para o ex-ministro “a reposição de rendimentos deveria ser feita na sequência de ganhos no investimento. Caso contrário, os seus efeitos são muito modestos do ponto de vista do crescimento, não colocando o consumo a crescer 4% ou 5%”, explica.

Sem investimento não vamos lá.