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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Economia e emprego na Zona Euro no máximo de seis anos

Um longo período em que a economia recupera bem como o emprego, mostrando-se robusta e sustentável.

Na Alemanha nem por isso( embora a crescer) mas a França está de vento em popa. Isto é óptimo para Portugal pois aqueles países juntamente com a Espanha ( que também cresce) são os nossos maiores clientes. As exportações têm boas expectativas.

De acordo com a Markit, a criação de emprego na região alcançou um máximo de quase 10 anos, sinalizando que a recuperação da economia europeia está a ganhar força e é sustentável.

"A Zona Euro registou um forte arranque de segundo trimestre. O indicador PMI está em linha com um crescimento do PIB de 0,7%, acima dos 0,6% do primeiro trimestre. Um crescimento desta dimensão, se for sustentável, vai resultar numa revisão em alta das estimativas dos economistas para o PIB de 2017", Chris Williamson, Chief Business Economist da IHS Markit.

Boas notícias para quem é pró-Europeu .

FMI arrasa previsões do governo

Enquanto cá dentro vamos de vitória em vitória lá fora não acreditam. Agora é a vez do FMI .

Onde o governo vê avanços - no crescimento da economia, no défice, no desemprego - o FMI vê retrocessos . É uma rasia penosa de se ver .

De acordo com as projeções do World Economic Outlook, o défice deve baixar para 1,9% do PIB em 2017 (o governo diz 1,5%), mas a partir daqui vai sempre subir, chegando a 2,6% em 2022. O FMI faz estas contas assumindo um cenário de políticas invariantes a partir de 2017; no Programa de Estabilidade, o governo chega a um excedente de 0,5% em 2021 (o FMI diz défice de 2,4%).

Coisa pouca .

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Quem é que governa em Espanha ?

Crescimento do PIB entre 2,9% e 3,1% . Exportações cresceram em Fevereiro 17,4% . Construção civil em alta. É alguma geringonça milagreira a governar o país vizinho ? É que comparando com o que se passa cá não se percebe o foguetório .

Dizem os apoios de António Costa que a causa é o défice em Espanha permanecer em 5% . Eu acho mais que com a economia a crescer 3% é possível baixar o défice e pagar a dívida que não é tão alta como a nossa.

Numa altura em que todas as economias da União Europeia parecem dar sinais de melhoria, a primeira desde o início do ano, a Espanha sai ainda beneficiada por vários fatores externos como a desvalorização do euro e a queda dos preços do petróleo. Igual para Portugal não é por aqui.

Será a geringonça que está a atrasar a nossa economia ? É que em Espanha o PODEMOS anda aos papéis e os socialistas estão fora do governo. Queres ver que a culpa é do governo apoiado pelo PS, PCP e BE ?

É que o ministro das finanças espanholas é do PP .

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A grande reviravolta da economia na Zona Euro pode ser a grande surpresa

recuperação da economia da Zona Euro poderá ser a grande surpresa em 2017. Tudo aponta para que seja bem superior ao esperado . É agora necessário que os partidos populistas fiquem longe do poder principalmente Le Pen na França.

Onde em todo o mundo se poderá esperar uma maior aceleração do crescimento na economia ? Este ano a mais positiva surpresa económica e financeira poderá ser na União Europeia e especialmente nos países da Zona Euro.( ver vídeo )

Com Macron a ganhar em França, pode iniciar-se uma reforma similar à que Gerard Schroder lançou em 2003 na Alemanha. Uma mais forte cooperação entre a França e a Alemanha o que resultaria numa menor austeridade na Zona Euro e que prejudicaria o apoio em Itália ao Movimento Cinco Estrelas ( Populista ) .

Esta recuperação da economia já se iniciou no verão passado e já é possível fazer uma avaliação de que se trata de um comportamento sustentável.

Mas a mudança começou, pouco notada, há dois anos quando o Banco Central Europeu lançou um programa de compra de títulos superior ao programa lançado pela Reserva Federal nos US.

 

Um ano a mudar para que tudo fique na mesma

Bruxelas prevê que  a próxima será uma década perdida e que em 2027 teremos uma dívida de 131% do PIB.

Num cenário de base (central), que assume a manutenção das políticas e medidas já aprovadas ou prestes a serem-no por parte da maioria que apoia o governo, as perspetivas não são propriamente animadoras. A nível do crescimento médio real da economia, os próximos dez anos serão um género de década quase perdida, com o PIB a crescer em torno dos 0,9% ao ano.

No último ano muito mudou para que tudo fique na mesma .

Os funcionários públicos recuperaram rendimento, mas a classe média continua à espera do fim da sobretaxa. O emprego aumentou ao mesmo tempo que aumentou a precariedade e diminuiu o salário médio. O investimento, público e privado, continua mais ou menos parado. Os juros da dívida aumentaram e levam-nos mais ou menos 5% de tudo o que produzimos anualmente no país. Amortizar dívida continua a ser uma miragem.

Mas por enquanto há a estranha sensação de que vivemos todos melhor .

As exportações a puxar pela economia

Com a economia da zona euro em forte aceleração, as exportações portuguesas que têm os principais mercados europeus como destino, também aceleram. E por isso a economia vai continuar a crescer . Bem bom .

Logo agora que o PCP vai iniciar a campanha com vista a preparar o país para a saída do euro. Grande azar para os comunistas (PCP e BE) que querem sair do euro e da UE verem o país a melhorar com a aceleração da economia da zona euro.

"O bom resultado do último trimestre deve-se ao investimento, que deixou de cair e passou a subir, em quase todas as suas componentes", acrescenta o Fórum para a Competitividade.No entanto, deverão ser as exportações a liderar o processo de retoma económica.

Duas componentes muito importantes que o governo abandonou no seu programa no inicio da governação em benefício do consumo interno mas que a realidade recolocou na direcção certa. Antes tarde que nunca .

Aí está uma aceleração da economia sustentável e robusta na Zona Euro

A economia na Zona Euro acelerou novamente em Fevereiro puxada pela Irlanda, Espanha , França e Alemanha. Confirma-se que a crise está a ficar para trás . Os outros países serão arrastados nessa aceleração como é o caso de Portugal . Pelas exportações não pelo consumo interno .

A economia da Zona Euro cresceu, em Fevereiro, ao ritmo mais acelerado em quase seis anos, impulsionada sobretudo pelo aumento da produção no sector da indústria. Apesar de o sector industrial ter dado o impulso mais expressivo, com o crescimento mais acelerado da produção desde Abril de 2011, o sector dos serviços também contribuiu para a melhoria do índice, com a actividade empresarial a crescer ao ritmo mais rápido dos últimos cinco anos e meio.                                                                                                                    Agora que o PCP e o BE vão iniciar as suas campanhas de preparação para a saída do Euro...

 

A redução do défice tem que ser clara e duradora

Não chega reduzir o défice para sair dos Défices Excessivos. É preciso que não deixe dúvidas quanto ao modo como foi conseguido e seja permanente.

Mas em Portugal temos um défice duvidoso, uma dívida monstruosa e um crescimento da economia medíocre . Estão reunidos os ingredientes para que não se abram as garrafas de champanhe.

Este é o recado que o vice-presidente da Comissão Europeia nos veio transmitir . E, como a situação está bem longe de ser satisfatória , o que se discute são os SMS da CAIXA e as transferências para os off shores .

A verdade, que está à vista de todos, é que a constituição da Geringonça não deixa que se tomem as medidas necessárias para as reformas estruturais exigidas pela União Europeia . E sem essas medidas o país não arranca economicamente. E sem criação de riqueza não pagamos a dívida e a contenção da despesa pública faz-se à custa da degradação dos serviços na Educação, na Saúde, nos Serviços Prisionais.

O que conseguimos melhor ainda é o ambiente externo que em toda a Europa está a melhorar bem como nos USA . As principais economias estão a acelerar o crescimento o que vai puxar pelas nossas exportações coisa que o BE e o PCP não gostam. A tal treta da Catarina Martins.

Entretanto nos USA o FED prepara-se para aumentar as taxas de juro de referência face à melhoria da economia o que vai também empurrar o BCE para terminar mais cedo a compra de dívida. Portugal com a taxa de juro a longo prazo acima dos 4% e sem a rede de protecção do BCE arrisca-se a fazer face a um aumento das taxas de juro insustentável.

A dívida pública, que é a verdadeira medida de todas as coisas em Portugal, continua em expansão, sempre com a notação de lixo e com custos cada vez mais altos.

Porque te ris António Costa ?

A economia tem que crescer claramente acima dos 2%

Marcelo já percebeu que a economia tem que crescer bem mais do que o governo nos promete que é poucochinho . Segundo as próprias previsões do governo a economia em 2018 ainda andará abaixo dos 2% . Assim não pagaremos a dívida e os serviços públicos como a educação e a saúde ainda se degradarão mais.

"Precisamos de aumentar as taxas de crescimento, claramente, acima dos 2%. Não é apenas por uma questão de criação de emprego é para uma libertação de poupança. Uma formação de poupança é um investimento que assegura a sustentabilidade desse crescimento, nomeadamente, em termos de recursos humanos, de pessoas", afirmou o chefe de Estado este sábado em Valença.

"É muito difícil haver investimento público ou privado, a nível mais amplo ou mais restrito se não crescemos mais. Esse é um grande desafio nacional", reforçou Marcelo Rebelo de Sousa que reconheceu tratar-se de desafio que exige "um grande esforço".

Desafio que o governo não enfrenta e muito menos resolve mas não há como escapar .