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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Na CGD há direitos adquiridos e nenhuma vergonha

Benefícios que mais ninguém tem são considerados direitos adquiridos por quem beneficia deles. A mesma CGD que nós contribuintes temos que recapitalizar com o nosso dinheiro. Importam lá os prejuízos ?

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai deixar de pagar aos trabalhadores o subsídio de refeição durante os dias de férias, de acordo com uma nota interna, disse hoje à Lusa o coordenador da Comissão de Trabalhadores .
 
Mas a Comissão de Trabalhadores já veio dizer que considera o subsídio de refeição durante os dias de férias, um direito adquirido. É sempre assim, entre nós: por mais infundados e iníquos que sejam os privilégios públicos - sempre pagos pelos contribuintes -, eles são sempre direitos adquiridos e intocáveis para quem deles beneficia.
 
Nas empresas públicas é um fartar e é claro que não querem uma gestão profissional . Tem que atender ao social...

O direito à greve não pode ser um exclusivo dos dirigentes sindicais

O direito à greve é um direito dos trabalhadores conseguido com muitas lágrimas e quando era difícil. Agora, o que temos, são greves como instrumento político partidário e um quintal onde dirigentes sindicais mandam a seu belo prazer. Estava na cara que esses abusos levariam a correcções. Estão aí no Reino Unido e vão ser imitadas por muitos outros países.

O governo conservador britânico anunciou esta quarta-feira novas medidas que vão dificultar a organização de greves no Reino Unido, ao aumentar a percentagem de apoio exigida, penalizar os piquetes e permitir a contratação temporária.

O projecto de lei dos sindicatos, que começa a ser debatido na Câmara dos Comuns, exige que uma greve só possa realizar-se após uma votação de pelo menos 50% dos membros do sindicato que a convoca.

Nos serviços públicos essenciais, como a saúde, educação, bombeiros, transportes, segurança de fronteiras e energia, para se realizar uma greve é necessário o apoio de pelo menos 40% dos sindicalizados.

Embora pareça o contrário é uma forma eficaz de defender os serviços públicos. Os actuais abusos levam à sua privatização ou concessão da exploração a privados. Porque o exercício partidário da greve leva ao prejuízo dos utentes com menos possibilidades como é evidente nos transportes públicos, por exemplo

Mário Soares confunde "direitos humanos" com "direitos adquiridos"

Mário Soares tem todas as semanas uma alucinação. A desta semana é que "em Portugal não há direitos humanos". Ora todos sabemos que o estado social deixou de funcionar, as liberdades estão interditas e o Estado de Direito está no aljube. Numa palavra mata-se gente . Ou será que Soares trocou o conceito e queria dizer "direitos adquiridos"? É que se os direitos "humanos" nunca são de mais os "adquiridos" nem sempre. Arrisco mesmo a dizer que quando alguns têm direitos "adquiridos" a mais outros há que têm direitos "humanos" a menos.

Só há direitos adquiridos se forem sustentáveis

Se os direitos adquiridos não forem financeiramente sustentáveis, extinguem-se. "Direitos atribuídos pelos que exercem o poder ou direitos apropriados em processos reivindicativos não são direitos adquiridos, são direitos concedidos sob condição de possibilidade e financiados por dispositivos distributivos. Quando se alteram as condições sociais (equilíbrios demográficos) e económicas (taxas de crescimento do produto e das receitas fiscais) os dispositivos distributivos deixam de ser financiáveis e os direitos, atribuídos ou apropriados, caducam e extinguem-se. Estes direitos resultam de contratos "internos" a essa sociedade e foram atribuídos pelos responsáveis políticos para obter os votos que os conservem no poder.
São diferentes os contratos "externos" que são celebrados pelo Estado para contrair dívida junto de credores, para financiar obras que concretizam programas de políticas públicas ou para fazer seguros de crédito. Esses financiamentos contribuem para manter a ilusão que dá votos aos que exercem o poder, mas tem como obrigação irrecusável o seu pagamento porque não são direitos atribuídos ou apropriados.

Ao contrário do que diz Pacheco Pereira.

Quando uma geração concede a si própria benefícios que as outras vão pagar

Todos gritam mas nem todos têm razão : Os reformados estão hoje entre os críticos mais vociferantes. Mas seria bom que notassem que não descontaram o suficiente para as reformas que agora gozam. (...)
Se alguém pode dizer-se roubado, não são os actuais pensionistas, mas os nossos filhos e netos, que suportarão as enormes dívidas dos últimos 20 anos, e não apenas na segurança social.
Outro mito cómodo é o que diz que os direitos dos trabalhadores e o Estado social estão a ser desmantelados. De facto, os direitos que a lei pretendeu conceder nunca foram dos trabalhadores, mas de alguns trabalhadores. Muitos empregados no privado nunca tiveram aquilo que agora cortam aos funcionários públicos.
Os exageros das regulamentações neste campo são só benefícios que um grupo atribuiu a si mesmo. Como isso aumenta os custos do trabalho, prejudica fortemente o crescimento e o emprego, agravando as condições dos mais necessitados.
Quanto ao Estado social, ele teve como principais inimigos aqueles que durante décadas acumularam supostos direitos sem nunca se preocuparem com o respectivo financiamento. Aproveitaram os aplausos como defensores do povo, receberam benefícios durante uns tempos e, ao rebentar a conta, zurzem agora aqueles que limpam a sujidade que eles criaram. Em todos os temas políticos, como no campo ambiental, esquecer a sustentabilidade é atentar contra aquilo mesmo que se diz defender.

O direito de se fazer ouvir e o direito de silenciar os outros

É disto que se trata : grupos minoritários que confundem o "direito de se fazer ouvir" com o "direito de silenciar os outros ". E, mais triste, usando uma cantiga que fala  em fraternidade .


                                       

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade




Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

- See more at: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=3066334#sthash.QZgOZxLz.dpuf

Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Há de facto alguns fenómenos nos últimos dias em que tem havido uma triste confusão entre o direito que todas as pessoas têm de se fazer ouvir, inclusive nos seus protestos, com o direito a silenciar os outros. Porque esse direito a silenciar os outros não existe em relação a nada nem a ninguém numa sociedade tolerante e democrática como a nossa", disse Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Frisando que o tema não foi abordado na reunião do executivo, o governante afirmou que o Governo "não confunde situações pontuais" com o que, disse, "é o sentir, os princípios e os valores democráticos e de tolerância da generalidade da sociedade portuguesa".

"As situações que têm ocorrido são de grupos perfeitamente minoritários, que de todo em todo não se confundem com a maneira com que os portugueses e a sociedade portuguesa em geral aceita em termos de tolerância o jogo democrático e o respeito pelos outros", comentou.

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Democratas do mesmo lado da barricada

Depois de Augusto Santos Silva, temos Francisco Assis a defender a Constituição e a Democracia: O deputado do PS, Francisco Assis, saiu hoje em defesa de Miguel Relvas, afirmando que os protestos que obrigaram o ministro dos Assuntos Parlamentares a sair da conferência da TVI sem discursar foram protagonizados por "um pequeno grupo de estudantes ululantes", com um "comportamento arrogante e intolerante". Num artigo de opinião hoje publicado no jornal 'Público', Assis escreve que "essa rapaziada, com a minúscula desculpa de uma certa inconsciência, usou de uma violência incompatível com a afirmação do primado da liberdade". Para este responsável, "Relvas foi vítima de actos civicamente inaceitáveis e, por isso mesmo, condenáveis. Ponto final".»

É verdade que os democratas acabam no PS, à sua esquerda há intolerância e nenhum apego aos direitos e garantias consagrados na Constituição a não ser que circunstancialmente lhes aproveite.