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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Alemanha e Reino Unido preparam fim dos carros a gasolina e gasóleo

A partir de 2030 não haverá em circulação carros com motores a gasóleo e a gasolina . E não havendo nestes países é fácil concluir que os restantes países não terão outro caminho.

Milhões de empregos ligados à exploração do petróleo e aos motores de combustão serão substituídos pela aposta na mobilidade eléctrica que abre uma janela de oportunidade para empresas produtoras de alumínio, fibra de carbono, lítio e outros materiais especiais utilizados no fabrico de baterias, células de iões de lítio, módulos electrónicos, entre outros.

Esta pretensão está em linha com as intenções já anunciadas por alguns países da Europa, e fora dela, de acabar com as vendas de veículos de propulsão “convencional” a curto prazo. É o caso da Noruega e da Holanda, sendo que até a Índia já se está a preparar para vir a ser o primeiro grande mercado mundial a disponibilizar só e apenas automóveis eléctricos a partir de 2035.

Em 2025 todos os carros serão eléctricos

É uma revolução como foram as máquinas digitais de fotografar em relação às máquinas analógicas de fotografar.

A previsão de Tony Seba está apenas à distância de oito anos, o que pode parecer um período curto. Mas o especialista defende que, já sendo rápido, o ritmo da inovação nesta área só tende a acelerar. De tal modo que, em poucos anos, além de os carros serem movidos a eletricidade, pouca gente será dona de um carro próprio. Optar por carros elétricos, com condução autónoma, pode ser muito mais racional do ponto de vista económico: os automóveis do futuro podem ser 10 vezes mais baratos, calcula Tony Seba. São carros que podem ter, facilmente, uma vida útil de um milhão e meio de quilómetros, assinala o estudo.

             "Estamos à beira de uma das maiores revoluções mais bruscas, profundas e abrangentes que algum dia houve na indústria dos transportes. Os motores de combustão vão entrar num círculo vicioso de custos cada vez maiores”.

Uma política de gestão de fogo zero é possível ?

Não é possível nem desejável uma política de incêndios zero, porque a acumulação de combustível nas florestas é a principal causa dos fogos não controlados ( controláveis) . Também não é "deixar arder". Só pode arder desde que não prejudique infraestruturas e bens.

Esta política permite que os bombeiros e meios de combate se concentrem nos incêndios realmente perigosos e na defesa de pessoas e bens.

Consiste em deixar arder os incêndios, geralmente de origem natural, desde que não ameacem bens/ infraestruturas e desde que ardam em condições que satisfaçam os objectivos de gestão do território. Para ter uma ideia da importância deste “deixa arder” nos EUA diga-se que é superior à área de fogo controlado, que por sua vez é a principal actividade do Forest Service. Poderia esta política ser adoptada, aliás adaptada, para a Europa? Não tenho a menor dúvida de que sim. Aliás, ela já é involuntariamente praticada em Portugal (nas épocas do ano em que a prontidão do dispositivo de combate é menor)”.

Não são boas as perspectivas para Portugal reconhece António Costa

realidade acaba sempre por se impor. Depois das instituições reverem em baixa as previsões para a economia Costa não teve outro remédio senão aceitar o inevitável. O que aí vem são aumentos de impostos. Não diz quais mas os seus mais próximos já vieram dizer que o IVA dos bens essenciais não será aumentado. A ser assim restam todos os outros.

Mas o preço do petróleo nos mercados internacionais está a crescer e correspondentemente os combustíveis vão crescer já 2ª feira. Desce o imposto sobre combustíveis como prometido ? E a receita orçamental como vai ser compensada ?

"Não insisto em esconder nada", apenas garantir que o Programa de Estabilidade "assente na informação mais recente e actualizada". "Designadamente a que esta semana foi divulgada pelo FMI sobre a economia mundial, europeia" e mercados com quem Portugal tem trocas comerciais.
"Não são boas, e consequentemente, não são boas as perspectivas relativamente a Portugal", reconheceu.

Costa lembrou que "ainda esta semana a Católica fez uma revisão às suas próprias perspectivas". E diz que há três razões para o crescimento ter encolhido.

É claro que nenhuma das razões é atribuível a si próprio ou ao seu governo...

A forte subida do preço dos combustiveis vai fazer descer o imposto ?

Prepare-se vem aí uma forte subida nos preço dos combustíveis o que agrava os problemas resultantes do aumento recente do imposto. O governo vai retirar parte do imposto ? É que se não baixa o imposto a diferença do preço no retalho ainda é maior comparando com Espanha. E se baixa onde é que vai buscar a receita perdida ?

Se o governo já tinha os camiões em manifestações agora vai ser pior. As cotações estão em subida nos mercados internacionais . O aumento dos preços dos combustíveis reflecte ainda a valorização do 'ouro-negro', que desde o início de Abril já valorizou 15%. Já o euro regista uma perda semanal de 1,2%, o que agrava os efeitos da subida dos preços dos combustíveis para os consumidores europeus, dado que a matéria-prima é negociada em dólares. Por tudo isto, na próxima semana, "o aumento dos preços nas bombas vai ser mais acentuado que o habitual", antecipou ao Económico fonte do sector.

É o IVA que vai aumentar ? Costa diz que não.

A intoxicação do Galamba

Deve ser por causa dos gazes dos combustíveis mais caros que o deputado Galamba protesta contra a intoxicação da opinião pública. Que os contribuintes vão sentir muito dinheiro nos bolsos. A entrar muito e a sair pouco.

Há quem diga que o truque é mesmo esse. Sentir o dinheiro a entrar e não o sentir a sair. Vai-se à bomba da gasosa e quem é que nota que pagou mais? Os profissionais e as empresas. Os outros nem querem ver. E assim se engana o pagode.

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As mentiras fruto da superioridade moral

Não me parece. São fruto daquela maneira de estar de muita gente que ainda não aprendeu a viver em democracia. Todos os que não pensam como eles são, no mínimo, reaccionários e mentirosos. Aqui vão dois exemplos. Dizer que o crescimento da economia se deveu à procura interna induzida pelas inconstitucionalidades do Tribunal Constitucional sobre os salários e as pensões. Nada mais falso. O que se perdeu nos cortes ganhou-se no aumento dos impostos. Na economia o efeito foi o mesmo.

Quanto às exportações o Banco de Portugal diz o que é pacifico para quem está de boa fé. Os combustíveis estão muito longe de apresentarem os principais contributos para a balança comercial. Os melhores exportadores são as PME com maior incorporação de matéria prima e mão de obra portuguesas .  Torna-se evidente que o sector do vestuário está muito mais emancipado em relação às importações, é mais nacional que os outros. Portanto, ajuda muito mais do que se julga à retoma da economia. O seu peso (corrigido) no total das exportações de mercadorias até é superior ao do sector dos combustíveis. Mas "eles" é que sabem. São de esquerda.