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BandaLarga

as autoestradas da informação

BandaLarga

as autoestradas da informação

Mas um segundo referendo sobre o Brêxit porquê ?

Porque fosse qual fosse o resultado acabaria com as dúvidas por muitos anos. É o próprio Nigel Farage, principal defensor do Brexit que o afirma.

Tony Blair, ex-primeiro ministro inglês também propõe novo referendo porque acha que na altura do primeiro a população não tinha toda a informação.

É, claro, que a informação a que se referem é a que sai das reuniões difíceis entre a UE e o Reino Unido, que vão mostrando as enormes dificuldades de concretização, os prejuízos para as partes e os problemas que se estão a levantar na Escócia e na Irlanda .

Estão a chegar à conclusão que perdem todos com o Brêxit

O referendo sobre o Brexit realizou-se em Junho de 2016, tendo o "sim" vencido por 51,9% dos votos. Desde então têm sido realizadas várias sondagens, e os resultados não são conclusivos. Mas Farage não é o primeiro a falar sobre uma segunda sondagem. Nem ficou sozinho nessa análise, com responsáveis de Partido Trabalhista a defenderem a realização de um segundo referendo, como o caso de Andrew Adonis."Nigel Farage quer um referendo sobre o acordo da sra May. Concordo. Venha ele!", afirmou também através da sua conta do Twitter.

O Brexit já é uma lição

Um grupo alargado de eurodeputados britânicos escreveram uma carta à primeira ministra do seu país propondo uma segunda hipótese do povo se pronunciar quanto à saída do Reino Unido da União Europeia.

O país ficará mais pobre fora da Europa. Este é o principal argumento. Na verdade percebe-se mal que um país sozinho tenha vantagens relativamente à possibilidade de pertencer a um grupo de países que juntos representam um poderoso mercado de 600 milhões de pessoas . Na economia, no emprego, na investigação... 

  “A melhor forma de assegurar a prosperidade britânica será a de permanecer chegado à Europa, dentro do mercado único e da união aduaneira e assegurar um acordo que mantenha os britânicos dentro da sala,” assinalam os deputados que são apoiantes do movimento Open Britain (Reino Unido aberto).

Por cá há uns anões que querem sair da UE sem apresentar qualquer alternativa a não ser ficar sozinhos ou juntarmo-nos a alguns países especialmente conhecidos pela sua pobreza e graves falhas democráticas .

Mas a ambição de António Costa levou-os para o governo e é com 14% dos votos ( somados) que governam o país.

Talvez o Reino Unido tenha ainda uma última lição a dar aos pobretes mas alegretes tugas...

Um bom acordo Brexit pode ser a solução para a Turquia e Ucrânia

União Europeia não pode continuar a alargar-se sem que primeiro consolide o que já tem. Há muitas nações saídas da ex-URSS que anseiam entrar na UE. A sua dimensão não é factor impeditivo mas no que à Turquia e à Ucrânia diz respeito a coisa muda de figura.

A Turquia com os seus 80 milhões de habitantes no seio da UE passaria a ser o segundo país com mais deputados em Bruxelas logo após a Alemanha. A Turquia da Democracia frágil, dos golpes militares , da sociedade islâmica, do Presidente pode tudo.

A Ucrânia é também um enorme país com problemas políticos, sociais e económicos que pesam e com uma relação próxima embora beligerante com a Rússia

Uma hipótese para a UE responder a estes desafios, já que a sua integração levanta inúmeros problemas, é aplicar-lhe os acordos que resultarem do Brexit. Não pertencer à UE mas ter uma ligação estreita que permita soluções intermédias enquanto o tempo vai limando os pontos mais agrestes e permitir maior aproximação.

A União Europeia é uma força centrípeta que arrasta os países europeus e os da região mais próxima com as suas capacidades e horizontes alargados. Fechar a porta não é solução mas abri-la de par em par também não, pelo menos em casos muito bem determinados. . Mantê-la entreaberta é mais seguro e mais sensato.

Os países não se deslocam nem vão na cantiga de sereia dos que querem destruir a UE em nome de uma ideologia que não oferece alternativa.

Até o Brexit que começou por ser um problema pode ser uma oportunidade .

O Brêxit abre caminho a um partido pró- União Europeia

Ao contrário do que acontece em Portugal o Brêxit, junta os conservadores ingleses pró-UE e os trabalhistas ingleses pró-UE já que nenhuma deferença essencial os separa quanto à Europa. E a formação de um novo partido pró-UE começa a tomar forma.

Por cá, bem ao contrário, os interesses partidários resultaram na geringonça. Dois partidos anti-UE foram chamados a apoiar a governação que é pró-UE. É, claro, que mais tarde ou mais cedo o cenário Luso bateria de frente no paradoxo incontornável da maioria assim constituída.

Uma vez que nenhuma questão fundamental separa os conservadores pró-UE e os trabalhistas pró-UE, já começou a delinear-se uma cooperação prática entre ambos os partidos. Mas para que qualquer aliança parlamentar deste tipo tenha legitimidade democrática, deverá apresentar-se não apenas como uma coligação de parlamentares com a mesma opinião mas sim como um novo partido político, com um programa que confronte de forma realista os desafios das mudanças tecnológicas e da globalização.

É esta legitimação democrática que António Costa não tem mas que lhe está, a ele e a nós, a custar muito caro. Como teriam votado os portugueses se o PS tivesse anunciado na campanha eleitoral que se juntaria aos partidos comunistas anti-UE ? E esta é a principal razão de o actual governo não realizar uma só reforma estrutural que faria se governasse sozinho.

Na mais velha Democracia do mundo estas golpadas não têm lugar.

Brexit uma eficaz máquina de empobrecimento

Gago Coutinho, Jerónimo Fernandes

Brexit, uma bem oleada e eficaz máquina, de empobrecimento.

Expliquem isto à malta, que eu já não percebo nada disto.

Então os gajos do banco central, sobem os juros, e a libra em vez de subir de valor, cai 1% face a todas as moedas de referência, e face ao euro, o cenário é ainda mais desastroso e caiu de imediato 1,33%.????

Então os investidores não são geralmente é atraídos por juros mais altos, ao invés de terem fugido no minuto seguinte?

E a inflação já suplantou os 3%, e sem perspectivas de abrandamento.

Então o enorme sucesso económico do Brexit, previsto por vós não devia era estar a levar a inflação e os juros em sentido inverso? A inflação no RU não devia estar em valor inferior ao da zona euro? É que no RU já passou os 3% e na zona euro, essa moeda miserável sem credibilidade nem valor e pronta a implodir a qualquer momento, (segundo vossas palavras ;) ) a inflação anda pelos 0,7%, e o euro já está novamente acima dos 1,20 USD, e em trajectória de subida face a todas as restantes moedas de referência.

Já agora, sendo a UE o principal parceiro económico do RU, e estando o RU já com 4 vezes mais inflação que a da UE e a caminho de registar, não tardará muito, 500% a mais de inflação, não é isto um processo real e brutal de empobrecimento e roubo dos trabalhadores do RU, face aos da UE?

Vá lá expliquem a coisa, pois nesta matéria, os entendidos e os que têm acertado continuamente e repetidamente nas previsões, têm sido vcs os dois.. ;)

Kaifa Quaresma Armando Campos

Segundo referendo sobre o Brexit

Há muitas dúvidas sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. Já se fala num referendo ao acordo que resultar das negociações o que, na prática, seria um segundo referendo ( indirecto) ao brexit.

"Ninguém votou para ser mais pobre, mas é isso que todos nós vamos ser. O 'Brexit está a ficar fora de controlo e longe dos interesses dos trabalhadores. É por isso que nós, o povo, devemos voltar a assumir o controlo com um voto final sobre o acordo", disse a antiga líder trabalhista.

Esperemos que este processo sirva de exemplo a irresponsáveis de países bem mais pobres que o Reino Unido e que, na sua santa ignorância, exigem a saída da Zona Euro.

Foi exagerado prever o fim do Euro

O brexit tem vindo a mostrar que foi exagerado prever o fim do euro. Quem anda em bolandas é o Reino Unido enquanto a Zona Euro cresce:

"Considerando que “os eurocéticos britânicos têm vindo a prever o fim do euro desde que a moeda foi lançada”, “avisando que está condenado ao falhanço, que é ‘uma ponte a arder sem saída”, o jornal contraria o determinismo com o facto de “um dos elos mais fracos da Zona Euro parecer cada vez mais seguro”. Com a libra a afundar e o país a tentar mostrar resultados num período conturbado, os valores económicos defendidos pelos britânicos são a lição errada. "

Evitar o Brexit com novas regras para a imigração

Dá muitas voltas, passa muito tempo e exige muitas negociações mas a seguir vem o que tem que ser. No caso manter o Reino Unido na União Europeia e apertar as regras da imigração. Evitar o brexit.

É bem verdade que os que têm razão têm também que ter paciência e esperar pelo tempo certo. Ter razão antes do tempo normalmente é um drama.  

O antigo chefe do Governo britânico frisa que, existindo uma renegociação com Bruxelas, bem como mudanças na política nacional, se alcançaria o duplo objetivo de acautelar as preocupações dos britânicos e a permanência na União Europeia.

Entre as propostas incluídas no relatório está, por isso, a criação de um registo obrigatório para os imigrantes que cheguem ao Reino Unido, permitindo que as autoridades saibam se vão para ali trabalhar ou estudar.

Já alguns antes disseram isto mas a ideia só está a ganhar peso agora. Há uns anos quem dissesse algo parecido não era menos que um reaccionário.

Segundo o documento, esta medida já foi aplicada na Bélgica

O brexit levanta sérias dúvidas

Antes de ficar bem melhor o Reino Unido vai ficar bem pior com a saída da União Europeia . Para já pede um período de transição. Ora, como sabemos ( veja-se o exemplo da Noruega que está em transição há 24 anos) os períodos de transição nunca acabam.

Mas um período de transição também não é uma panaceia para o Reino Unido. Os britânicos já começam a ter um vislumbre dos custos económicos do Brexit à medida que os negócios internacionais, que outrora usaram o Reino Unido como um hub para as suas operações na Europa, começam a relocalizar algumas das suas actividades. Enquanto o governo britânico tenta manter a ficção de um rigoroso período de transição limitado, este processo vai acelerar-se. Além disso, a UE vai usar o período de transição para mudar as suas próprias regulações e, assim, os negócios que gerem emprego e as elevadas receitas fiscais vão ter de mudar-se para território da União Europeia.

A boa notícia é que o brexit vai ser um exemplo para todos. Antes de ficar bem melhor vai ficar bem pior. E de uma forma ou outra dentro da União Europeia mas em situação bem menos confortável .

O brexit custa mais que a intervenção da troika em Portugal

A França fala em 100 mil milhões de euros que o Reino Unido terá que devolver à União Europeia. A ajuda a Portugal ficou-se pelos 78 mil milhões de euros.

Há por aí uns pândegos que queriam a saída de Portugal da UE . Até lançaram uma campanha para preparar a saída, mas que morreu à nascença. Mostra bem que o que move esta gente é  o ódio à Europa. Nem contas fazem e se fazem escondem-nas ou vão dizendo que não pagam.

"Podemos sempre debater o montante, mas o facto de o Reino Unido ter de pagar o que deve ao orçamento da União Europeia é um pré-requisito não negociável no início das negociações", adiantou ainda o ministro das Finanças da França.

Queremos o nosso dinheiro de volta. Lembram-se de quem disse esta frase ?