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BandaLarga

as autoestradas da informação

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As armas de Tancos apareceram à sombra de uma azinheira

Se calhar nem roubo terá havido dizia o ministro das Forças Armadas. Isto foi uma narrativa inventada pela oposição. Não passa de uma falha no inventário. Um telefonema anónimo estragou mais uma narrativa.

Mas as armas apareceram hoje, só pode ser um milagre a juntar-se aos muitos  com que o governo nos presenteia todos os dias. Não foi em Fátima mas foi na Chamusca onde também há azinheiras.

Este caso das armas de Tancos mostra, não fora as vítimas dos incêndios, ainda com mais crueza que este país não tem governação.

Atado de pés e mãos pelas exigências partidárias do PCP e do BE o governo, limita-se a fazer exercícios orçamentais para agradar aos seus apoios . Também quer agradar a Bruxelas com o mínimo possível nem que seja com cativações que deterioram o funcionamento dos serviços públicos.

E, agora, quem no governo e nos seus apoiantes quis ridicularizar o roubo de armas de guerra em Tancos não se demite ? O Estado falha novamente nas suas obrigações mais primárias . Não há dinheiro para reparar a rede do quartel nem para substituir as câmaras de vigilância.

O que restava ( poucochinho) sumiu-se para o aumento dos salários das clientelas.

As armas de Tancos fugiram pelos próprios pés.

Primeiro tinha sido gravíssimo de tal forma que foram, sumariamente, embora provisoriamente, demitidos uns quantos comandantes militares.

Passados dias o roubo era o resultado das cativações de verbas pelas finanças que não deixaram a tempo, arranjar o buraco na vedação e substituir as câmaras de vigilância.

Logo que o governo viu que este caminho levava à responsabilização, arrepiou caminho, e as armas afinal nem eram armas, eram sucata, não tinham nenhum poder destrutivo.

Passados dois dias as demissões dos comandantes foram revertidas ( especialidade da casa).

Sabemos agora pela voz do ministro que se calhar não houve roubo nenhum as armas desapareceram por sua vontade . Livre e espontânea.

E, assim, em vez de um escândalo e de uma vergonha temos armas com pernas. Onde fica a reputação do Exército aí o governo não diz.

Está encontrado um culpado e o governo não tem nada a ver com o assunto. Como habitualmente. 

As armas de Tancos a explodir nas mãos de Costa

O Chefe do Estado Maior das Forças Armadas foi ao Parlamento dizer que as armas roubadas estavam activas e que são um perigo. O roubo é um assunto grave. Lá se vai a narrativa do governo.

E o Sistema Nacional de Informações não alertou para qualquer hipótese de um quartel ser assaltado.

O roubo é um assunto gravíssimo, as armas vão cair nas mãos do crime organizado ou no terrorismo e, sim, matam gente, nada têm de sucata. Mas esta narrativa de o governo querer enganar o povo não é menos grave.

Em qualquer país decente o governo e as autoridades militares teriam muito que explicar, mas por cá, com Costa no governo, está tudo explicado e tudo encerrado.

A fornecer o terrorismo e ou a máfia

Agora o Estado português dedica-se a fornecer armas de guerra ao terrorismo ou à máfia, senão mesmo aos dois. Porque as armas pesadas que foram roubadas não se deslocam sozinhas há logo a ideia que houve ajuda de quem conhecia as rotinas e a vigilância .

É gravíssimo o que aconteceu em Tancos que coloca em perigo não só o nosso país mas também os países europeus. A confiança foi-se e em casos com esta gravidade não volta mais. Se o boom do turismo por cá se deve em parte à desconfiança noutros destinos turísticos, resta-nos rezar para que nada aconteça entre nós. Se acontecer o motor da economia que está a puxar pelo crescimento gripa.

Por esse mundo fora depois das labaredas e das mortes trágicas a notícia de um roubo de armas de guerra, pode dar inicio a uma reacção que pode ser também ela trágica. Bem anda o primeiro ministro a focar-se na popularidade, tem boas razões para estar preocupado.

Eu já tinha avisado aqui

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Os próximos actos terroristas serão atribuídos às granadas Lusas

Também devido ao calor e a circunstâncias inusitadas roubaram granadas, munições e armas de guerra do paiol da Base de Tancos. O governo não fala no assunto por respeito aos mortos em Pedrógão Grande.

O descontrolo e o laxismo começam a dar frutos, será que o presidente Marcelo já foi averiguar o que se passou? Não tarda dizem que as granadas eram de pólvora seca, só quando rebentarem nos assaltos é que se descobre a verdade. O que é feito do inquérito ao roubo de armas? Qual foi a conclusão? É este o país real em que vivemos. De confiança .

Mais um inquérito porque o assunto é grave. Não roubaram pistolas mas sim granadas ofensivas Se bem me lembro aquelas que têm um grande raio de acção e matam muita gente. A polícia civil e militar já estão em campo.

Só nos faltava mais esta, agora os ataques terroristas serão atribuídos às granadas portuguesas . Os países amigos têm mesmo razões para terem confiança neste país que arde à terça e deixa roubar armas de guerra à quarta.

Um estado de gelatina. Não guarda as suas populações e é uma ameaça para as populações vizinhas. É possível ser mais incompetente ?

Trabalhar no fio da navalha

Os dois agentes da GNR nem tiveram tempo de disparar as suas armas. Um morreu e o outro está em estado muito grave em consequência de tiros à queima roupa. Na cabeça.

Muito se fala nas frequentes mortes de cidadãos americanos por agentes da polícia. Lá dispara-se primeiro e pergunta-se depois. É o resultado da venda livre de armas.  Os agentes policiais sabem que é muito provável que o suspeito esteja armado e, por isso, as acções policiais de urgência são executadas no fio da navalha. Mata quem dispara primeiro.

Por cá há aquelas circunstancias que levam os agentes à prisão, como o caso do agente que disparou sobre um carro em fuga e matou uma criança que o pai levou para a cena do assalto.

Morrer ou ir para a prisão é esta a escolha ?

Os assassinatos desta madrugada deviam ser objecto de uma profunda análise. De um e outro lado estão seres humanos mas a Lei só está de um lado e não pode dar mais garantias aos suspeitos do que às autoridades. Os agentes policiais não podem morrer porque a Lei os obriga a disparar depois.

 

Adelino Amaro da Costa andava armado com pistola de calibre de guerra

O que se sabe é que a venda de armamento foi retomada após a sua morte. Venda que ele , enquanto ministro da Defesa, tinha proibido. Sentia-se ameaçado, andava armado .

Adelino Amaro da Costa andava armado com arma de calibre de guerra depois de ter manifestado a sua preocupação pela venda de armas ao Irão”, disse o dirigente do CDS/PP que compareceu na Assembleia da República na sua condição de presidente da VIII comissão parlamentar. O eurodeputado precisou que foi o antigo chefe de gabinete de Amaro da Costa que lhe fez a revelação.
Na sua presença perante a comissão de inquérito, Melo fez o ponto da situação em que ficaram os trabalhos da comissão que presidiu. E, acima de tudo, apresentou uma cronologia dos acontecimentos que indicia a relação da sabotagem do avião com a oposição do ministro da Defesa do Executivo da Aliança Democrática à venda de armas portuguesas. Assim, em Abril de 1980, Amaro da Costa não autorizou a venda de armas à Guatemala, na altura em Guerra Civil, à ditadura Argentina, e, em Agosto daquele ano, à Indonésia, então potência ocupante de Timor-Leste. Em 2 de Dezembro de 1980, solicitou informação à Direcção-Geral de Armamento sobre a exportação de armas para o Irão.

E, morreu, muito convenientemente, num desastre de uma avioneta nunca explicado.

 

 


Melhor que uma má arma só uma boa arma

Este é o argumento daquela direita que existe nos Estados Unidos e que facilita as matanças frequentes de crianças e de inocentes. Há que fazer negócio com o armamento, o lobby poderoso tem conseguido manter a pretensa liberdade de se comprarem armas sem limite acima dos dezoito anos . São os homens que matam, não são as armas. Pois, se os homens não tivessem as armas não matavam com esta frequência .
Obama, é um americano civilizado, está horrorizado com estas matanças. O mesmo Obama que lançou e implementou o "Obama care" e, que apesar de se bater por causas que na Europa são consensuais, tem metade do país contra si.

Que país é este que prefere chorar os mortos?

Nos US ano após ano somos confrontados com assassinatos em massa perpretados por jovens sobre outros jovens. Os pais têm armas de guerra em casa com que os filhos se habituam e que numa qualquer dificuldade usam para matar tudo o que encontram à sua frente, a começar pelos pais.
Mas os políticos preferem ver morrer gente inocente a limitar a liberdade de comprar armas desde que se tenha dezoito anos.. O lobby das armas é muito poderoso, diz que não são as armas que têm culpa, são as pessoas que fazem uso indevido delas.
Mas este é o país que combate países vizinhos para impedir o tráfico de drogas para, segundo dizem, salvar os jovens do inferno.
"Que América é esta que prefere a livre compra de armas à liberdade de uma inocente criança? Que outro país passa por tantos massacres permanentes em escolas? Em que outro país o fascínio por armas é constitucional e politicamente protegido? Em que outro país, de cada vez que um massacre como o de Connecticut acontece, os políticos dizem que não é hora para falar da lei, mas de chorar e rezar pelos mortos? Os EUA têm uma doença que se revela como nenhuma outra e ela não é nem a saúde mental dos monstros que tiram a vida a crianças numa escola nem é a cultura de violência com a qual os adolescentes crescem."

Que país é este que prefere chorar os mortos?

Nos US ano após ano somos confrontados com assassinatos em massa perpretados por jovens sobre outros jovens. Os pais têm armas de guerra em casa com que os filhos se habituam e que numa qualquer dificuldade usam para matar tudo o que encontram à sua frente, a começar pelos pais.
Mas os políticos preferem ver morrer gente inocente a limitar a liberdade de comprar armas desde que se tenha dezoito anos.. O lobby das armas é muito poderoso, diz que não são as armas que têm culpa, são as pessoas que fazem uso indevido delas.
Mas este é o país que combate países vizinhos para impedir o tráfico de drogas para, segundo dizem, salvar os jovens do inferno.
"Que América é esta que prefere a livre compra de armas à liberdade de uma inocente criança? Que outro país passa por tantos massacres permanentes em escolas? Em que outro país o fascínio por armas é constitucional e politicamente protegido? Em que outro país, de cada vez que um massacre como o de Connecticut acontece, os políticos dizem que não é hora para falar da lei, mas de chorar e rezar pelos mortos? Os EUA têm uma doença que se revela como nenhuma outra e ela não é nem a saúde mental dos monstros que tiram a vida a crianças numa escola nem é a cultura de violência com a qual os adolescentes crescem."