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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Morreram mais de 100 pessoas nos incêndios mas Costa diz que o ano foi saboroso

O primeiro ministro na ânsia de vender as maiores vitórias do século diz coisas absolutamente inaceitáveis e ofensivas.

2017 foi o ano que por incúria e incompetência do governo morreram mais de cem pessoas nos incêndios mas isto não impede Costa de afirmar que o ano "foi particularmente saboroso" . O mesmo Costa que fugiu para férias e que nem sequer pediu desculpas ao país. Ele que há 12 anos foi o ministro que montou a estrutura de ataque aos fogos e que por isso é, em larga medida, o principal responsável.

A sua genial reforma das florestas deu num ano "particularmente saboroso". As familias das vitimas devem ter a mesma opinião.

"Num tom mais grave, o líder do Executivo comentou que tal mudança "não é de somenos e significa claramente que algo de novo está a acontecer na Europa". "Há uma nova vontade, depois de anos muito difíceis e em que muitas divisões existiram entre os diferentes países europeus, de seguirmos em conjunto, reagindo positivamente. Se calhar o choque do Brexit foi excessivo para o que era necessário, mas o que é verdade é que desde esse momento há com que uma nova vontade de a Europa se construir", regozijou-se.

A Europa salvadora que os seus amigos do governo não querem mas que puxou para a governação para salvar a pele.

2017 foi um ano particularmente doloroso mas para o primeiro ministro o que é importante é que Centeno substituiu o holandês dos "copos e das mulheres ".

António Costa não tem um pingo de compaixão .

 

 

De que está à espera o primeiro ministro para demitir Vieira da Silva ?

Rui Mendes Ferreira

7 h ·
 

Pensamento do dia:
Vamos lá então falar de alguns factos, e deixar algumas questões, sobre a situação da Raríssimas, e o seu tratamento dado pelo actual ministro da SS, Vieira da Silva.

Facto:
O ministro da SS, Vieira da Silva, foi notificado sobre os actos de gestão irregular que se praticavam na Raríssimas. Há mais de 3 meses, e por mais que uma vez.

Facto:
Os serviços da Presidência da República receberam a 4 de Dezembro carta do ex-tesoureiro da Raríssimas a queixar-se do facto de o ministro da Segurança Social, Vieira da Silva, não lhe ter respondido a denúncias feitas em Setembro.

Facto:
O Ministro da SS, pertencia aos órgãos sociais da Raríssimas, e fez parte das Assembleias onde eram dados avales às contas, à forma, e ao actos de gestão, praticados naquela instituição.

Facto:
Face as suas funções quer no ministério, quer como membro da Mesa da Assembleia Geral da Raríssimas, Vieira da Silva, tinha obrigação de saber o que por lá se passava. Bastaria tão simplesmente ter olhado para as contas e ter lido os relatórios de gestão, aos quais estava obrigado a ter conhecimento. Se não o fez, foi por sua única e exclusiva opção pessoal.

Facto:
Se de facto não sabia mesmo o que por lá se passava, foi simplemente porque não quis saber, pois tinha essa obrigação, e assim sendo, então andou por lá a assinar de cruz, como um irresponsável, inimputável, incompetente, Ou então, se sabia, ocultou, tendo dado cobertura com o seu silêncio e atitude conivente.

Facto:
Uma lei, feita em 2014, pelo anterior governo, obriga a que todas as contas das IPSS, a partir de 2015, tenham que ser de consulta pública, e previamente divulgadas e publicadas, mas o actual ministro, que já está em funções desde Outubro de 2015, sempre se recusou ao seu cumprimento, alegando que as contas das IPSS, são do "foro privado", apesar de serem subsidiadas largamente com dinheiros públicos, e de estarem sujeitas as eventuais inspeções e ações de fiscalização, que o Instituto da SS, possam entender querer fazer.

Facto:
Só em 2016, o actual governo concedeu mais de 1.600 mil milhões de euros as IPSS, sem que o ministro Vieira da Silva, as tenha obrigado ao cumprimento da lei, de terem que publicar as suas contas e darem livre acesso à sua consulta pelo público, ou seja pelos utentes e pelos contribuintes.

Facto:
O ministro Vieira da Silva, não só não obriga as IPSS a cumprirem a lei de publicação das contas e dos relatórios de gestão, como ele mesmo, afirma ser contra essa lei.

Facto:
Os serviços de inspeção da SS, nos últimos dois anos, levaram, a cabo mais de 1600 ações inspectivas, as IPSS, tendo elaborado umas centenas de processos de contravenções, notificações e multas, mas nenhuma delas foi realizada à Raríssimas.

Facto:
E isto apesar de já há muito tempo existirem queixas, quer de funcionárias, algumas delas estando já a decorrer nos tribunais, existindo até já condenação da instituição, na pessoa da sua directora, pelos tribunais, e existindo igualmente muitas queixas contra a directora e a sua gestão, na forma nos actos, e conteúdos, por parte dos pais das crianças, que estão à guarda desta instituição.

Pergunta:
Que mais será necessário descobrir-se, para que este ministro seja liminarmente e rapidamente afastado de todas e quaisquer funções em cargos públicos? E para sempre.

Pergunta:
De que está á espera o PM Costa, para demitir o ministro Vieira da Silva?

Pergunta:
Face ao silêncio cobarde e à total inoperância do Primeiro Ministro, e dado que do Costa é só isto que podemos esperar, de que está á espera o Presidente da República, para vir ele a público declarar a sua retirada de confiança política ao ministro Vieira da Silva, fazendo com que seja despedido à força?

A mezinha é a mesma

A mezinha é a mesma seja no governo seja na Câmara. Comprar apoios. Como António nos vem habituando, não há programas nem decisões quanto aos problemas pendentes, há negociações e empurrar os problemas com a barriga. Mas isso só é possível cedendo até ao limite aos parceiros como já hoje é visível na governação.

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 PS : antes que me atanazem o juízo : mezinha é um remédio caseiro e lê-se mézinha; mesinha é uma mesa pequena

Há no PS quem não goste de António Costa

O Engº João Cravinho, reputado membro do PS, ministro e deputado, com desarmante sinceridade diz  o seguinte de António Costa :

"Segundo o Eng.º Cravinho, o descontrolo completo em que o primeiro-ministro entrou em Pedrógão Grande tem tudo a ver com o facto de aquilo que (cito) «falhou foi uma concepção de combate aos incêndios que era o modelo escolhido por António Costa como ministro da Administração Interna há dez anos». Por isso não podia demitir a ministra e foi de férias para fingir que não tinha nada com isso, entrando definitivamente em «denial», como diz Cravinho. Se Pedrógão foi uma tragédia e o 15 de Outubro outra igual, Tancos é ridículo e a habilidade do Infarmed simplesmente uma risota! "

E, foi aí, ainda segundo Cravinho, que Marcelo lhe caiu em cima : "Com o primeiro-ministro em denial, o Presidente adoptou uma “visão de longo prazo” para marcar o regime, defende João Cravinho. "

A iniciativa agora é do presidente da República que apenas espera a escolha do próximo líder do PSD. Seja ele Santana ou Rio, não só Marcelo o controlará como lhe imporá «um Presidente muito forte… que pode presidir ao Conselho de Ministros».

PCP e BE já estão de malas aviadas.

António Costa preparava-se para atear o fogo ao orçamento

Marcelo veio avisar, muito seriamente, que não é possível voltar à vida que nos empurrou para a bancarrota . É uma ilusão acreditar nisso.

António Costa veio hoje dizer o mesmo, é "impossível descongelar carreiras se queremos investir na saúde e na educação" .

Jerónimo de Sousa quer tudo para todos na função pública e Catarina Martins diz que ainda falta muito para acabar com a devolução dos rendimentos.

António Costa julgou que fugindo para férias e passando por entre os pingos da chuva conseguia levar a água ao seu moinho . Chegou à discussão do orçamento anda convencido disso, mostrando que não tinha aprendido nada. E veio com esta burrice injusta. Não há dinheiro para a limpeza na saúde onde se morre com a legionella nem para os mortos dos incêndios mas há dinheiro para as corporações.

O Presidente da República já o tinha travado em 15 de Outubro, a indignação popular encostou-o à realidade, as sondagens estão a descer e agora o orçamento deu-lhe o golpe final. Para agradar aos sindicatos comunistas dos seus parceiros parlamentares abriu a caixa mas não é capaz de suster os génios do mal.

O défice subiu 10% , a dívida ( a segunda mais alta da Europa) paga a taxa de juro mais elevada da Europa , o défice externo é o pior da Europa e, o primeiro ministro, preparava-se para deixar entrar pelo orçamento o que os eleitores não deixaram em eleições. Romper com o Tratado Orçamental Europeu.

Em apenas dois anos temos um país à deriva, com o poder na rua em manifestações dos sindicatos. É mau, muito mau.

Passos Coelho ganhou as eleições e sempre teve razão

Passos Coelho escolheu dizer a verdade. Faltavam (faltam ) 600 milhões na Segurança Social, faria as devoluções e desagravaria o enorme aumento de impostos conforme as possibilidades orçamentais.

António Costa perdeu as eleições e prometeu devolver tudo a todos para conseguir o apoio dos partidos anti-Europa . Uma mentira que, como todas as mentiras, tem perna curta e, ao fim de apenas dois anos ( meio mandato) Costa anda a tentar conter PCP e BE com o argumento de que afinal não tem dinheiro . Tem que ser de forma escalonada no tempo , aos poucochinhos, como dizia e diz Passos Coelho

É de tal forma humilhante que o sindicalista Mário Nogueira veio hoje anunciar que vai pedir ao PSD e ao CDS para, no Parlamento, votarem favoravelmente a proposta de descongelamento das carreiras dos professores e assim derrotarem o PS e consequentemente o governo.

António Costa agachou-se com medo e vai escolher a menos má das soluções. Porque são todas más como o próprio já intuiu e deixa transparecer no seu desespero televisivo. Vai deixar que seja o PSD  a lembrar-lhe que o problema é o tal diabo que sempre veio ? O crescimento da economia não chega, é poucochinho, já estamos a divergir da média da Zona Euro e da União Europeia . O país está ficar mais pobre enquanto o governo tira à sociedade civil para dar aos seus eleitores, o Estado. E, na verdade, tal como dizia Passos Coelho, o orçamento só pobre cobrir as devoluções e melhorar a vida de vida dos portugueses com mais e melhor economia, melhor emprego, melhores serviços públicos e as contas nacionais controladas.

E agora António Costa ? A humilhação de ser salvo pelo inimigo de estimação ou a humilhação de morrer às mãos dos comunistas anti-Europa ?

Saíste-me cá um estadista, pá, para mal dos nossos pecados...

 

 

Ele não sabe e não tem culpa o que é verdade

António Costa não sabe e não tem culpa o que é verdade. Estar nas várias funções que exerceu foi para António Costa o percorrer de um caminho que o levasse a primeiro ministro.

Ora, para chegar a primeiro ministro como António Costa, é necessário destituir um camarada seu secretário geral . Sem sentir culpa .

Para, mesmo perdendo as eleições, chegar a primeiro ministro, é preciso não saber que PCP e BE a troco do apoio parlamentar iriam sugar o país o mais que pudessem. E sem culpa aceitar governar sem ter ganho as eleições. 

É preciso não sentir culpa por não fazer uma única reforma que prepare o país para os maus momentos que inevitavelmente aí vêem, apesar de a sua governação coincidir com um momento positivo da economia internacional.

É preciso tratar os seus contribuintes como apanhados pela legionella, mantendo o enorme aumento de impostos à maioria da população . Sem sentir culpa e contando-nos aquelas histórias das maiores vitórias do século.

Também não sabe que os juros descem à boleia do programa de compra do BCE e que o Turismo já cá estava mesmo quando era presidente do Turismo de Portugal . Ou apesar dele.

Não tem culpa dos mortos nos incêndios nem da compra do SIRESP e nada sabe sobre os mortos da legionella. Sobre as armas roubadas não sabe nada e terem aparecido à sombra de uma azinheira ainda menos.

Não sabe nada sobre a insustentabilidade da Segurança Social  nem sobre as listas de espera na Saúde e muito menos sobre as políticas do Mário Nogueira com barba que está no ministério da Educação . E não podemos levar a mal que nada saiba sobre os outros ministérios onde não se passa nada.

E, como ministro de Sócrates, também não sabia de nada nem sabe e não sente culpa por tirar o tapete ao seu ex-primeiro ministro de quem foi segundo.

O homem não sabe e não tem culpa. O que é verdade.

O tom e as ameaças do antiquíssimo Presidente da Associação Nacional de Bombeiros

António Costa cuja experiência governamental lhe dá, necessariamente, um conhecimento profundo dos interesses instalados, calou-se perante o tom e as ameaças do antiquíssimo Presidente da Associação Nacional dos Bombeiros.

Não reconheço o argumento segundo o qual o primeiro-ministro (PM) quis dar a mão aos derrotados ( nas autárquicas ). Defendo, sim, que tal também interessa ao próprio PS: largas centenas de milhões de euros destinam-se a grupos específicos que poderão retribuir a generosidade nas próximas eleições legislativas.

Ora, pujante,  não pode ser aplicado ao reduzido crescimento económico previsto para 2018 (2,2%, real). Se a reposição dos rendimento é defensável, o atribulado contexto internacional teria exigido maior prudência na janela temporal de concretização, em especial com medidas cujo impacto não é conhecido (caso do descongelamento de carreiras).

Do lado da fiscalidade continua a não haver a preocupação de minimizar o brutal aumento de impostos da anterior legislatura. Se quase 50% dos agregados familiares já estão isentos (também existe evasão fiscal na base), os agregados com rendimento anual de cerca de 37 mil euros já são considerados ricos, a despesa com benefícios fiscais continua a aumentar (o PCP já não repara?) e a tributação sobre as empresas continua a ser uma incógnita de ano para ano.

António Costa, primeiro-ministro de Lisboa

António Costa desde os catorze anos que anda na política entre o Terreiro do Paço e S. Bento. Não conhece o país. Após dois anos de governação a realidade está aí para quem quer ver. Não há uma só reforma.

Quando olhamos para os seus dois anos como primeiro-ministro, aquilo que vemos é uma gestão política confinada ao eixo Terreiro do Paço-São Bento, com incursões pontuais a Bruxelas. O Governo leva muito mais tempo a reunir-se com o Bloco e com o PCP do que a pensar no futuro de Portugal, até porque as grandes reformas estão bloqueadas à esquerda. A chamada “geringonça” é uma máquina carente de assistência técnica permanente, pelo que não é de espantar que quando o país real telefona para São Bento a linha esteja ocupada. Não são só os bombeiros e a GNR que não conseguem contactar a Protecção Civil – o Portugal profundo também não consegue falar com o primeiro-ministro.