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BandaLarga

as autoestradas da informação

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A cultura de direitos adquiridos só existe na Europa

Mas só é possível mantê-los se a democracia políticamente os garantir e a economia os sustentar. 

Os alertas que foi deixando, para a falta de competitividade fiscal da Europa, mas também para os riscos de um modelo político assente no conceito de direitos sociais adquiridos, são igualmente extensíveis a Portugal. E, para Paulo Portas, os factos são indesmentíveis: numa Europa incapaz de lidar com o défice demográfico e com a concorrência dos grandes blocos económicos, a rigidez do modelo social só vai acentuar essas diferenças.

A cultura de direitos adquiridos só existe na Europa. Os direitos adquiridos só existem quando há condições para os pagar, de os financiar. Na China e nos Estados Unidos não existe essa cultura. Deixemos de olhar para o umbigo e passemos olhar para o mundo como ele é“, defendeu Paulo Portas, que participou esta terça-feira numa conferência informal sobre “Geoestratégia do Mundo em 2018”, organizada pela Câmara de Comércio.

Nunca houve um tão drástico corte do investimento em Portugal como actualmente .