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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Vinte trabalhadores e suas famílias numa grandiosa manifestação na AutoEuropa

Secretário Geral da UGT tirou o tapete à CGTP denunciando que os famosos plenários dos trabalhadores não albergam mais que 500 dos 5 000 que trabalham em Palmela. Carlos Silva teve a coragem de denunciar uma manipulação clássica do PCP e seus derivados coisa que não vi nenhum jornalista fazer. Deve ser o tal jornalismo de investigação.

"Não posso estar a depender dos meus pais, ou dos pais da minha esposa, para tomarem conta dos meus filhos. Uma das coisas que me fez mudar para a Autoeuropa há 20 anos foi exactamente isso: trabalhar de segunda a sexta-feira. O sábado e o domingo era para estar em casa com a família. Se viesse trabalhar era remunerado por isso", justificou.

Que dirão a isto todos os que andam uma vida a trabalhar aos sábados e aos domingos como os médicos e os enfermeiros, os bombeiros e a maioria dos trabalhadores na actividade privada ?

Grande argumento como se fosse caso único os avós tomarem conta dos netos quando os pais estão a trabalhar.

Merkel e Macron querem pôr os cidadãos a refundar a União Europeia

Alemanha e França avançam para uma maior integração europeia, mais forte e mais democrática. O Brêxit foi o sinal que o caminho é mais Europa e o coração da Europa ouviu.

"Desejamos uma Europa mais unida, mais eficaz, mais protectora e mais democrática, que se afirme no mundo e que defenda os seus valores"

No Reino Unido são cada vez mais as vozes que duvidam do Brexit e um segundo referendo é cada vez mais provável. Se não pode se pode mudar de opinião então não estamos numa democracia.

Como "amigos no coração da Europa e no âmbito do espírito europeu", Merkel acrescentou que, Berlim e Paris irão fechar este ano um novo Tratado do Eliseu, com novos objectivos e formas de cooperação para aproximar os dois países.

"Fazemos isso para unir ainda mais os cidadãos dos nossos países e para dar um novo impulso a toda a Europa unida, para torná-la ainda mais forte", enfatizou o chanceler.

Macron apelou aos jovens de ambos os países para "descobrirem" os vizinhos, serem curiosos e participarem da consulta pública, que será lançada na primavera.

Isto quando, afinal, a Zona Euro tem a economia a crescer, cumpre o Tratado Orçamental e consolida as contas públicas. Bem ao contrário dos que previam o colapso da maior iniciativa política de que há memória.

O Bloco Central foi o responsável pelo desenvolvimento do país

PS e PSD foram os maiores responsáveis do maior período de desenvolvimento económico, social e político do país. E quando se pergunta aos portugueses todos o querem . Quanto aos partidos nenhum o quer. Estamos na antecâmara das grandes reformas e os partidos estão todos, com excepção do PCP e BE, à beira da piscina, à espera do primeiro que diga que a água está fria .

Ora, o Bloco Central foi o maior responsável pelo maior período de desenvolvimento económico, social e político da nossa história recente e fez de Portugal um país infinitamente melhor. Foram acordos explícitos ou tácitos entre o PSD e o PS que resultaram na universalidade da educação pública, no Serviço Nacional de Saúde, na Segurança Social, no reforço dos poderes das autarquias e na definição do seu papel, na solidez da condução dos negócios estrangeiros, na adesão europeia, na nossa presença na Nato, nas revisões constitucionais e em tudo o que, de facto, fez que este país mudasse. Curiosamente, quem mais defende algumas destas conquistas são os partidos que mais detestam o Bloco Central: o BE e o PCP.

Se algo a experiência da geringonça nos mostra é que é impossível mudar estruturalmente o que quer que seja com os dois partidos à esquerda do PS. Nem, em bom rigor, se esperava outra coisa. Um partido europeísta, respeitador da iniciativa privada, tem campos de acordo muito limitados com quem não acredita no projeto europeu e desconfia da iniciativa privada. E nem sequer é preciso ir a tanto, vejam-se as posições do PS e do BE e do PCP sobre a Segurança Social para perceber a impossibilidade de um acordo entre estes três num campo em que é fundamental reformar.

30 milhões de toneladas de lítio podem devolver a população ao interior do país

Portugal figura entre os dez maiores detentores de jazidas de lítio no norte e centro do país. É usado na indústria da cerâmica mas tem características para ser utilizado nas baterias para as viaturas eléctricas.

Não faltam investidores interessados mas é necessário que o governo defina os termos dos contratos por forma a prolongar no país a cadeia de valor atraindo fábricas de transformação e mesmo de produto acabado para além da extração da matéria prima .

No mapa global do lítio - a base para as baterias eléctricas e que faz soar as campainhas dos investidores -, o país "pisca" já como um dos 10 maiores produtores globais. A popularidade crescente deste mineral acompanha a revolução em curso na área da energia, que faz antever a necessidade de matérias-primas para a construção de baterias de iões-lítio para usos que vão do sector automóvel aos dispositivos electrónicos portáteis, passando pelos sistemas de armazenamento de electricidade.

Vamos lá ver se a burocracia e os mesmos de sempre que estão contra o desenvolvimento não estragam a exploração desta riqueza mineral.

Arrombar a caixa das esmolas

Foi o dinheiro dos contribuintes que salvou os bancos que não podiam falir. Agora com o montepio é o dinheiro dos pobres.

O Montepio constitui dos problemas mais tóxicos do sistema financeiro. Não admira que esteja a perder sócios e liquidez. Desenrolam-se já os estertores aflitivos, infelizmente familiares de casos anteriores. Mas, para lá da questão bancária, surge uma terceira diferença, ainda mais assustadora: como os donos do banco não são ricos mas mais de 600 mil associados da cooperativa, dependentes dela para pensões, saúde, etc., existe em potência uma larguíssima devastação social, sem par na crise recente.

Como bem diz a Mariana Mortágua é preciso ir buscar o dinheiro onde ele está .

A descentralização é a mãe de todas as reformas

Estão todos de acordo até que a descentralização "é uma palavra bonita, mas para alguém ganhar poder, alguém tem de o perder".

O autarca portuense assinalou que quase toda a gente "entende as virtudes da descentralização", até pela experiência nos outros países. Todavia, quando são levadas para o terreno algumas decisões que "podiam acender a luz da descentralização", vê "de imediato [muita gente] desatar aos gritos". "Há um corporativismo que se abastece desse centralismo abespinhado", explica.

Um dos exemplos dados por Moreira, como anunciado a 21 de Novembro de 2017, foi a decisão do Governo de transferir a sede do Infarmed para o Porto. Contestando, desde logo, o tipo de argumentos invocados pelos críticos, para os quais "a descentralização tem um custo muito elevado e causa incómodo às pessoas". "E que incómodo é causado às pessoas com o centralismo? Quanto é que ele custa ao PIB?"

A descentralização é a mãe de todas as reformas

O governo em Lisboa centraliza 89% do dinheiro

A descentralização no país mais centralizado da Europa é a mãe de todas as reformas . Todos os políticos ( com excepção do PCP e do BE centralizadores) dizem que descentralizam mas nunca o fizeram.

Descentralizar competências e os meios necessários é, na cabeça destes estadistas, perder poder . Não lhes interessa a proximidade que os municípios têm aos problemas conhecendo-os como ninguém e que por isso podem responder mais eficazmente .

António Costa já se referiu duas ou três vezes ao problema mas não se conhece ressonância na sociedade e na classe política, todos dizem que estão de acordo mas no momento de avançar ficam mudos e quietos. 

Aqui está uma boa alternativa para o PSD de Rui Rio apresentar a este governo centralizador. Maior autonomia às regiões e aos municípios, maior proximidade, mais competência e maior responsabilidade.

Em causa está o pacote legislativo relativo à passagem de competências para o nível metropolitano em Lisboa e Porto (de que são exemplo os transportes), mas sobretudo para as autarquias, em áreas que vão da gestão das praias à educação, das áreas sociais às estradas que atravessam as zonas urbanas. Na Assembleia da República está a Lei-Quadro da descentralização e há depois 23 diplomas sectoriais e uma proposta de alteração da Lei das Finanças Locais a serem discutidos com a Associação Nacional de Municípios Portugueses.

 

O Brêxit é uma enorme dor de cabeça para o Reino Unido

A primeira ministra britânica diz que : "“O Reino Unido prepara-se para sair da União Europeia, mas isso não significa que o Reino Unido vai sair da Europa”, disse Theresa May, sobre o acordo de saída do seu país da comunidade europeia, que ainda está longe de concluído. Uma das questões pendentes é a inclusão, ou não, do Reino Unido no mercado único europeu e aos mercados financeiros.

A vez de Emmanuel Macron falar sobre esse tema surgiu quando uma jornalista britânica lhe perguntou se a França queria “punir” os britânicos por quererem sair da União Europeia. “Eu não estou em posição de recompensar ou punir”, disse. “Tenho uma exigência, que é que o mercado único seja preservado. Por agora, a decisão está do lado britânico.” O Presidente francês continua a explicar a sua posição, referindo que “aqui não pode haver um acesso diferenciado aos mercados financeiros” e rematou: “Se querem ter acesso aos mercados, be my guest. Mas isso significa que têm de contribuir para o orçamento [europeu] e aceitar a legislação europeia. É isso que acontece com a Noruega”.

O Reino Unido não pode querer sol na eira e chuva no nabal .

Alemanha e França trabalham em propostas comuns para a Zona Euro

A integração da Zona Euro vai no bom caminho numa política de pequenos passos. Há toda uma série de questões que têm que ser tratadas antes de novo alargamento porque pretendente a entrar na União Europeia não faltam .

“Há que atuar agora” para cumprir a vontade comum de “uma integração rápida da zona euro nos próximos meses”, indicou Le Maire, assinalando que o objetivo é que a zona euro esteja em condições de competir com a China e os Estados Unidos. Altmaier acrescentou que o prazo indicado para encerrar um acordo sobre a reforma da zona euro “vai até finais de 2018”.

Em matéria de fiscalidade, segundo o ministro francês, a ideia é que haja uma proposta franco-alemã, o mais tardar em junho, com uma base comum em relação ao imposto sobre empresas. O ministro alemão afirmou que se deve evitar uma competição nesta matéria no interior da União Europeia (UE).

E Merkel e Schultz no mesmo governo querem despertar a Europa .

 

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