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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Um velório em ambiente rock

Estamos contra, não aceitamos, exigimos este caminho de reposição de rendimentos...depois vamos ver amocham como os outros.

Ver o velho e coerente PC amarrado de pés e mãos e a engolir o próprio veneno dá que pensar. Como todos os outros há que ceder nos rendimentos e pensões para segurar os transportes estatais. E a tristeza de ver a CGTP a fazer de conta que se vai a eles...

Se o que está a acontecer fosse com um governo PSD não faltariam manifestações de rua mas como se trata da geringonça nem piam. Jogos de poder tal como todos os outros. Esperemos que acabe de vez aquela história da defesa intransigente dos trabalhadores em qualquer circunstância.

A UGT não ameaça, está disponível para negociar. Em 2017 os salários congelam. Mais uma palavra dada que não é honrada.

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O veto ao estado totalitário

O Presidente da República vetou a vontade do PCP e do BE terem os transportes urbanos totalmente estatais. Tal como fez saber que não gosta da escola pública totalmente estatal bem como o Serviço Nacional de Saúde.

Que ninguém duvide, se deixarmos, rapidamente, o país estará nas mãos dos sindicatos comunistas. E se mesmo assim não reagirmos sabemos o que nos espera. Já aconteceu nas nacionalizações em 1975 ( até uma barbearia foi estatizada) onde não houve limites.

O ex-presidente da Câmara de Lisboa, agora primeiro ministro, que nos garantiu que queria reverter os transportes urbanos para a órbita municipal vê-se agora, por força dos apoios da extrema esquerda, forçado a dar  o dito por não dito. Mais uma vez palavra dada não é palavra honrada.

Na Educação, nos muitos anos de governação socialista, nunca os contratos de associação foram rasgados ou mesmo reduzidos. Na Saúde, a complementaridade entre hospitais estatais e hospitais privados era uma vantagem com vista a optimizar a capacidade instalada a bem do doente. Os 160 000 pacientes em filas de espera para cirurgia dentro do prazo clínico razoável, aí estão para nos lembrar que serão sempre as pessoas a sofrer com as ideologias totalitárias.

É isto que devemos a António Costa e ao seu apego ao poder. A visão totalitária estatista que irá tão longe quanto a chantagem o permita. Bem andam os investidores que não metem cá dentro um tostão furado.

Dezoito por cento dos votos (PCP+BE) governam o país.

Na óptica da tesouraria o 1º semestre cumpriu

Levando em conta o que entrou como receita e o que saiu como despesa a execução orçamental do 1º semestre foi boa. Falta agora saber o montante da despesa já feita mas não paga bem como os aumentos de salários e pensões e, do lado da receita, a redução do IVA na restauração e o menor crescimento da economia a que corresponde menos impostos.

Os dados agora divulgados refletem as entradas e saídas nos cofres das administrações públicas durante os primeiros seis meses de 2016, isto é, numa ótica de tesouraria, critério diferente daquele que é utilizado a nível europeu para o cálculo do saldo orçamental, para o qual interessam os compromissos assumidos, independentemente de terem já gerado receita ou despesa.

Gato escondido com rabo de fora ?

Veleiros no Tejo ou um quadro de Vieira da Silva ?

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Sob um sol abrasador e a cantada luz de Lisboa os veleiros dançam suavemente ao sabor da brisa. Quem quiser saber mais alguma coisa sobre a pintura impressionista é dar uma saltada a Santa Apolónia. Não se sabe bem se estamos perante a realidade se da impressão que nos deixa o emaranhado de mastros e velas de todas as cores. Há um quadro de Vieira da Silva que antecedeu este dia o que prova que a arte está muito para além da vida.

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De um lado os carrascos que emprestam o dinheiro do outro as vítimas que o recebem

Políticos e jornalistas ganharam o hábito, nos últimos tempos, de falar de sanções por défice excessivo na Zona Euro como se fossem punições impostas por torcionários a vítimas inocentes e indefesas, surpreendidas por acontecimentos de que não são responsáveis. Não é objectivamente verdade: os procedimentos acordados por todos os participantes no euro foram concebidos para proteger todos dos potenciais incumprimentos de alguns na utilização de uma moeda que é comum - não há vítimas de um lado e castigadores do outro. Não é subjectivamente verdade: os responsáveis políticos portugueses sabem muito bem que escolheram voluntariamente a via do incumprimento, esperando continuar a beneficiar do endividamento garantido pela integração na Zona Euro.

Acabam os subsídios e é vê-los de mão estendida a ameaçar com os tribunais...

O fanatismo da maioria socialista europeia

Há que avisar António Costa e Catarina Martins que ameaçam a Comissão Europeia com os tribunais. Sanções em duplicado. Multas e suspensão dos fundos estruturais às diversas regiões.

Os socialistas da Europa querem sancionar os socialistas do país mais pobre depois da Grécia ( outro que também batia o pé). Mas o que isto mostra é que tanto um como outro sabem bem que Portugal sem os subsídios europeus não tem para onde se voltar. E a agressividade torna-se lamento.

Os mais desfavorecidos são as vítimas do radicalismo de esquerda .  “O que fica cada vez mais claro à medida que o processo das sanções se desenrola é o fanatismo e a completa irresponsabilidade da Comissão Europeia”. Olha quem fala em fanatismo e em irresponsabilidade. Quem agride permanentemente quem paga as contas.

Para quem tinha dúvidas quanto à alternativa apresentada aí está. Cortas nos subsídios levamos-te a tribunal.

Hospital pede aos doentes papel higiénico

Até na austeridade se exige alguma dignidade. Pedir papel higiénico aos familiares dos doentes dá uma imagem escatológica da austeridade. Que ainda por cima não é assumida pois como se sabe o virar de página da austeridade está concluída.

Mas num assomo de grande generosidade os familiares e doentes podem usar o gel de banho e perfumes a que estão habituados para mais e melhor conforto. Nada de austeridade como se vê. 

Pagamentos em atraso aos fornecedores e às grávidas ; escolas sem dinheiro para pagar a água e a luz. Como poderia ser de outra forma se a economia não cresce metade do orçamentado ? A receita do IVA está muito aquém do esperado e com a entrada da taxa reduzida na restauração o desastre ainda vai ser maior.

E o corte na despesa de 600 milhões proposto pelo governo anterior e tanto atacado está convertido em cativações no mesmo montante. Coincidências.