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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Adelino Amaro da Costa andava armado com pistola de calibre de guerra

O que se sabe é que a venda de armamento foi retomada após a sua morte. Venda que ele , enquanto ministro da Defesa, tinha proibido. Sentia-se ameaçado, andava armado .

Adelino Amaro da Costa andava armado com arma de calibre de guerra depois de ter manifestado a sua preocupação pela venda de armas ao Irão”, disse o dirigente do CDS/PP que compareceu na Assembleia da República na sua condição de presidente da VIII comissão parlamentar. O eurodeputado precisou que foi o antigo chefe de gabinete de Amaro da Costa que lhe fez a revelação.
Na sua presença perante a comissão de inquérito, Melo fez o ponto da situação em que ficaram os trabalhos da comissão que presidiu. E, acima de tudo, apresentou uma cronologia dos acontecimentos que indicia a relação da sabotagem do avião com a oposição do ministro da Defesa do Executivo da Aliança Democrática à venda de armas portuguesas. Assim, em Abril de 1980, Amaro da Costa não autorizou a venda de armas à Guatemala, na altura em Guerra Civil, à ditadura Argentina, e, em Agosto daquele ano, à Indonésia, então potência ocupante de Timor-Leste. Em 2 de Dezembro de 1980, solicitou informação à Direcção-Geral de Armamento sobre a exportação de armas para o Irão.

E, morreu, muito convenientemente, num desastre de uma avioneta nunca explicado.

 

 


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