as autoestradas da informação

25
Abr 14
publicado por Luis Moreira às 00:30

publicado por Luis Moreira às 00:10

publicado por Luis Moreira às 00:01

24
Abr 14

Esta gente que frequenta as Universidades pode ser a geração mais preparada de sempre mas é também a mais perigosa e a mais cretina. Converte a brincadeira sadia em morte. Nas suas actividades há sempre confronto, hierarquia, vencidos e vencedores. Ou já é tarde e não têm cura ou então são uns rapazolas sem auto estima e sem maturidade. Uns garotos que navegam entre a bebedeira alcoólica e a bebedeira da vaidade, do traje, da academia .Deu-lhes para se matarem uns aos outros. Um dia destes começam a matar quem tiver a ousadia de os confrontar. Andamos a gastar dinheiro com atrasados mentais que não conseguem antecipar os problemas. Meninos que precisam da segurança de um jardim escola mas que reivindicam autonomia e se consideram lídimos representantes da academia. Com esta Educação vamos longe. "Aconteceu no contexto de uma praxe mas não teve nada a ver com a praxe " diz quem viu. Aonde é que nós já ouvimos isto, tendo como fundo o barulho das ondas? 

publicado por Luis Moreira às 22:13

publicado por Luis Moreira às 18:42

"A Democracia faliu" diz em entrevista no "i" António-Pedro Vasconcelos. Já não há eleições livres, nem liberdade de expressão ? Bem isso ele não diz, mas faliu. Não se sabem as razões mas como esta democracia não é o que António-Pedro Vasconcelos gostaria que fosse, faliu, ponto! O facto de a maioria muito grande da sociedade considerar a liberdade e a democracia as maiores vitórias do 25 de Abril, para o entrevistado nada disso conta. Claro que todos tivemos a nossa utopia na data histórica. Mas os que perderam não podem continuar a gozar do que a democracia tem de melhor e não aceitarem o que tem de menos bom. Até porque os sistemas em que acreditam são mil vezes piores. Como mostra a realidade e o próprio na sua entrevista : E como é que é possível que o livro de Vítor Gaspar tenha sido apresentado por António Vitorino? Não é que eu alguma vez tivesse ilusões que António Vitorino seja socialista. António Vitorino é o que for preciso! Mas não há pudor, havia imensos socialistas na apresentação do livro. Gaspar foi o homem que estabeleceu o plano de ataque à classe média! Como é possível esta promiscuidade? Esta deliquescência da moral é uma coisa aterradora e leva as pessoas para duas posições possíveis: uma é a impotência, a resignação, o já não há nada a fazer e a outra é uma raiva irracional. Isto é explosivo, mas não é só em Portugal, é na Europa. Isto é tudo irracional, porque toda a gente sabe que não é possível pagar a dívida - a dívida vai crescendo e o país vai empobrecendo ". Com o fim do Euro a democracia seria uma coisa extraordinária...

publicado por Luis Moreira às 14:58

Não me parece. São fruto daquela maneira de estar de muita gente que ainda não aprendeu a viver em democracia. Todos os que não pensam como eles são, no mínimo, reaccionários e mentirosos. Aqui vão dois exemplos. Dizer que o crescimento da economia se deveu à procura interna induzida pelas inconstitucionalidades do Tribunal Constitucional sobre os salários e as pensões. Nada mais falso. O que se perdeu nos cortes ganhou-se no aumento dos impostos. Na economia o efeito foi o mesmo.

Quanto às exportações o Banco de Portugal diz o que é pacifico para quem está de boa fé. Os combustíveis estão muito longe de apresentarem os principais contributos para a balança comercial. Os melhores exportadores são as PME com maior incorporação de matéria prima e mão de obra portuguesas .  Torna-se evidente que o sector do vestuário está muito mais emancipado em relação às importações, é mais nacional que os outros. Portanto, ajuda muito mais do que se julga à retoma da economia. O seu peso (corrigido) no total das exportações de mercadorias até é superior ao do sector dos combustíveis. Mas "eles" é que sabem. São de esquerda.

publicado por Luis Moreira às 11:47

 

 

 

Câmara Municipal de Lisboa atribui Medalha Grau Ouro à Associação 25 de Abril

 

A Câmara Municipal de Lisboa deliberou atribuir, por unanimidade, na reunião do executivo municipal que se realizou hoje, 23 de Abril, a Medalha Municipal Grau Ouro à Associação 25 de Abril. Na proposta, subscrita pelo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, lê-se que “no momento em que celebramos os 40 anos do 25 de Abril, na evocação a na actualização renovadora dessa grande data da nossa História, é oportuno, pedagógico e justo que a Câmara Municipal de Lisboa, cidade onde ocorreram os acontecimentos capitais da Revolução e onde esta instituição tem a sua sede, homenageie a Associação 25 de Abril, louve a sua fidelidade exemplar Nota de Imprensaaos valores de Abril”.

 

A cerimónia da entrega da Medalha Municipal Grau Ouro à Associação 25 de Abri, que contará com a presença do Presidente da CML, decorrerá no próprio dia 25 de Abril, sexta-feira, às 19:30, no Largo do Carmo onde, no âmbito das comemorações municipais dos 40 anos da revolução, será inaugurada a iniciativa “Girândolas de Luz” (às 19:00).

 

publicado por Luis Moreira às 10:43
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Passados 40 anos depois da madrugada que deu origem a “o dia inicial inteiro e limpo/onde emergimos da noite e do silêncio/e livres habitamos a substância do tempo” qual o tempo que hoje nos é dado?
Cada dia que passa, assistimos à destruição do positivo que foi construído, em resultado da acção libertadora de há 40 anos!
O país está vendido, em grande parte e a pataco, ao estrangeiro!
A emigração de muitos portugueses consuma-se, levando consigo muito do saber e da capacidade indispensáveis à desejada recuperação de Portugal!
Os roubos permanentes a que os portugueses são sujeitos, da parte dos que deviam protegê-los e prover pelo seu bem-estar estão a destruir a esperança no futuro!
A ausência de uma justiça igual para todos provoca o descrédito do que deveria ser um Estado de Direito!
Os detentores do poder assumem-se, cada vez mais, como herdeiros dos vencidos em 25 de Abril de 1974!
As desigualdades, consumadas no aumento do enriquecimento dos que já têm tudo e no cada vez maior empobrecimento dos mais desfavorecidos, transforma a nossa sociedade num barril de pólvora que apenas será sustentável numa nova ditadura opressiva, com o desaparecimento das mais elementares liberdades.
O medo, pelo futuro, cada vez mais, propaga-se em variados sectores da sociedade!
Como há já alguns anos, manifestamos a nossa indignação face aos acontecimentos que se estão vivendo em Portugal e configuram, sem a menor dúvida, um enorme e muito grave descrédito dos representantes políticos, um logro à confiança dos cidadãos e um desprestígio para o nosso País.
A Democracia baseia-se num pacto social, onde os cidadãos elegem os que consideram os mais indicados para gerir os assuntos públicos e para os representar durante um período de tempo previamente acordado.
A Democracia não é, nem pode ser jamais, a concessão a uns quantos de uma patente de pilhagem para se enriquecerem durante quatro anos ou mais!
A Democracia tem o seu fundamento na confiança que os representados têm nos seus representantes e na lealdade destes perante quem os elegeu.
Quando essa confiança é traída e essa lealdade desaparece, o prestígio e a legitimidade moral da classe política desmoronam-se e o cimento da Democracia apodrece.
Tudo isto tem-se agravado, cada ano que passa.
Porque continuamos a considerar que a antecâmara do totalitarismo surge quando num Estado de Direito a classe política perde o seu prestígio, porque se transforma numa espécie de casta que deixa de servir os interesses de todos para servir apenas
os seus próprios interesses. E, porque queremos lutar pela manutenção da Democracia, que apenas será viável pela reafirmação dos valores de Abril, proclamamos a imperiosa necessidade de:
Assunção de um compromisso nacional na defesa e manutenção do Estado Social que legitimamente satisfaça as necessidades básicas, erradique a pobreza “vergonha de nós todos”, e abra um caminho de esperança e de luz para o sector mais desprotegido da sociedade portuguesa que lhe possibilite o acesso à formação, educação e emprego.
Assunção de um compromisso nacional para a promoção de um duradouro programa de educação e investigação científica, para qualificação dos jovens nas áreas fundamentais da globalização.
Assunção de um compromisso nacional para a promoção de um programa duradouro do sistema judicial, de forma a tornar a justiça mais célere e mais próxima dos cidadãos, sem descriminação entre pobres e ricos.
Assunção de um compromisso nacional duradouro de um programa de emprego agregador e integrador dos vários saberes e competências acumuladas, que incentive o regresso de milhares de “cérebros” forçados à emigração, que incorpore jovens licenciados, agregue adequados programas de formação para jovens que abandonaram os estudos, e para trabalhadores activos que necessitem actualizar e
melhorar saberes e competências.
Assunção de um compromisso nacional e duradouro de um programa de desenvolvimento económico sustentável à adopção dos objectivos enunciados para a manutenção do Estado Social e dos programas de educação, justiça e emprego.
O governo e a cobertura que lhe é dada pelo Presidente da República protagonizam os fautores do “estado a que isto chegou” razão pela qual não serão eles a quem possa continuar a confiar-se os destinos de Portugal.
Torna-se, por isso, urgente uma ampla mobilização nacional para sermos capazes de aproveitando as armas da Democracia mostrar aos responsáveis pelo “estado a que isto chegou” um cartão vermelho, que os expulse de campo!
Temos de ser capazes de expulsar os “vendilhões do templo”!
Os desmandos e a tragédia da actual governação não podem continuar!
Igualmente, temos de ser capazes de retornar às Presidências de boa memória de Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio!
O 25 de Abril foi libertação e festa, passou por participação e desenvolvimento, mas passou também por retrocesso e desilusão, fruto da corrupção e esbanjamento.
Hoje sofre revanchismo, roubo e destruição.
Que se consubstancia em despudorados ataques à saúde pública, à educação, à segurança social, ao direito ao trabalho, ao direito a uma velhice sossegada, e aponta para o fim das liberdades, da soberania e da democracia.
Temos de ser capazes de ultrapassar os sectarismos, temos de ter a capacidade de, contrariamente ao que normalmente acontece, e reconhecer o inimigo comum, mesmo antes de sermos totalmente derrotados.
Vencendo o conformismo, temos de ser capazes de resistir de novo, reconquistar as utopias, arriscar a rebeldia e renovar a esperança!
Recolocados os valores da madrugada libertadora, nessa altura, vencido o medo, poderemos então retomar a esperança de continuar a construir Abril!
Viva Portugal!
Viva o 25 de Abril!
25 de Abril de Abril de 2014

publicado por Luis Moreira às 02:48

Maria Filomena MónicaSe fosse ministra qual era a primeira medida que tomava?

Queimava todos os computadores, ficava toda a gente proibida de mandar ordens para os professores e os professores iam ensinar em vez de preencher formulários patetas. Revia todos os programas e nenhum podia ter mais que três páginas. Os professores podiam disciplinar os alunos sem aparato burocrático. Toda a burocracia que cai em cima das escolas acabava. A única maneira de melhorar é dar mais autonomia às escolas, embora com um cânone nacional, não vá os meninos do Norte ficarem todos católicos e os do Sul todos comunistas. Depois tem de haver um sistema de inspecção escolar muito poderoso e autónomo. O problema é saber quem é que pode ser autónomo em Portugal: fora dos partidos, fora do poder local, fora do ministério. Olhe, não sei resolver esse problema!

publicado por Luis Moreira às 00:29

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