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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Maioria absoluta para Macron

Na segunda (terceira) volta das presidenciais franceses o presidente eleito tem muitas probabilidades de obter uma maioria absoluta e assim abrir caminho a um apoio parlamentar maioritário ao seu programa liberal social e pró-europeu.

Já por aí havia muito quem desejasse ardentemente que a extrema direita viesse a ser a maior força parlamentar . Vão ter que esperar apesar de sabermos que não só era o que desejavam como o seu pensamento político, no essencial, é o mesmo.

Nunca tanta gente viveu com a qualidade de vida que a União Europeia propriciou durante tanto tempo . Teve uma crise ? Nunca ninguém disse que se trata de um sistema perfeito mas os cidadãos não estão para deitar fora o menino com a água do banho. Basta olhar em volta e ver quem embala o berço dos mais miseráveis. Dos que não têm Serviço Nacional de Saúde, nem Educação, nem Segurança na Velhice e na infância. E, enquanto assim for, bem podem as carpideiras de serviço prometer os melhores dos mundos.

Em segundo lugar surgem Os Republicanos (direita), com 19%, seguidos da Frente Nacional (extrema-direita), com 18%, da França Insubmissa (Esquerda), 15%, e do Partido Socialista, 7%.

Vou ali à Síria e volto já

Mais de 800 ingleses viajaram para a Síria desde 2014 e é o segundo país europeu com mais terroristas.  Estão lá seis meses a cortar pescoços e a seguir voltam. Como se tivessem ido de férias. É isto a liberdade de circulação no espaço Schengen ?

Que os cidadãos circulem livremente na espaço europeu ( se não estiverem a contas com a polícia) percebe-se agora, cidadãos com raízes islâmicas, muitos deles sinalizados pela polícia, radicalizados, e mesmo assim viajam para territórios onde se semeia o ódio e se treina o terrorismo e voltam é algo que está para lá da minha compreensão.

Qualquer destes cidadãos uma vez saídos ( a não ser por razões comprovadas o que reduziria o montante  a vigiar) já não entravam. É o mínimo de bom senso que se exige.

A polícia acredita que o bombista suicida se tratava de Salman Abedi, um cidadão líbio, de 22 anos, e terá morrido no local. Era o segundo mais novo de quatro irmãos e teria imigrado para o Reino Unido para fugir ao regime do ditador Muamar Kadafi. O ataque foi entretanto reivindicado pelo autoproclamado Estado Islâmico, que se referiu a Salman Abedi como um dos seus “soldados do califado”.

"Não tenho grandes ilusões com os responsáveis políticos atuais. O terrorista de Berlim já havia estado sob vigilância e, inclusive, a Alemanha tentara extraditá-lo para a Tunísia. Mas como a Tunísia usou todas as manigâncias para não o receber (compreensivelmente), permitiu-se que um islâmico potencialmente perigoso ficasse pela Alemanha (e por onde Schengen permitisse) à solta, que, pobrezinho, se a Tunísia não o quer, não podia ficar apátrida. Tudo (incluindo mortos num mercado de Natal) menos isso. Agravos a um radical potencialmente mortífero é que não. Que civilização é esta que prefere proteger direitos de potenciais terroristas a proteger a nossa segurança? "

Afinal nao e uma bolha e uma bola de neve

Para quem ficou muito zangado com a hipotese de haver uma bolha esta ai uma bola de neve. Tem a particularidade de inchar e rebentar .

Sobre o caso específico de Portugal, os avisos que vêm no Relatório de Estabilidade Financeira são mais sérios: há mais obstáculos que impedem uma dinâmica sustentável da dívida pública do país, onde as taxas de juro deverão superar o crescimento económico, provocando um ‘efeito de bola de neve’.

Em relação a Portugal, está juntamente com Itália nos países com elevado nível de endividamento público face à media da Zona Euro e que estão à mercê de um “efeito bola de neve”. “Os esforços para manter a dinâmica da dívida num caminho sustentável enfrentam alguns obstáculos em alguns países (isto é, Itália e Portugal), onde as taxas de juro deverão superar o crescimento económico, provocando um ‘efeito de bola de neve'”, considera o BCE.

Pronto agora estamos mais sossegados

 

PS > tenho um problema no teclado que justifica a falta de acentos

Uma ALTICE (ssíssima) golpada

Que eu saiba MEO e PT não são marcas são designações comerciais de empresas independentes e com natureza jurídica própria. Para lhe mudarem o nome comercial vão ter que as extinguir e criar uma só empresa com a designação jurídica de ALTICE .

A primeira consequência , é que aqueles cerca de 3000 trabalhadores que estão em casa a receber o seu salário vão ser envolvidos num processo que visa entrar em ruptura com o contrato em vigor. E vão direitinhos para o desemprego . Direitos adquiridos ? Marca global ? Pois sim, conta-me histórias que eu gosto.

Depois de criarem uma empresa global, estabelecem a sede numa off shore onde se pague uma baixa taxa de IRC ( na Holanda ou no Luxemburgo) e, para efeitos fiscais, os prejuízos  da ALTICE que opera na Colômbia, por exemplo, reduzem aos fabulosos lucros que obtém em Portugal ( por exemplo) . Com um pouco de sorte arrecadamos os descontos para a Segurança Social e do IRS.

Para vergonha de quem colocou a PT nas mãos de "caçadores" de fortunas, não de empresários, ainda havemos de saber como é que o Estado através da CGD e do BES impediu a OPA da SONAE, empresa portuguesa.

Mas agora resta-nos chorar e fazer de conta que o Estado vai impedir a golpada e o desemprego de uns milhares de trabalhadores, de peito feito, vou gostar de ver o António Costa distribuir culpas por tudo quanto mexe menos, é claro, pelos seus camaradas do governo a que ele próprio pertenceu. 

Alemanha e Reino Unido preparam fim dos carros a gasolina e gasóleo

A partir de 2030 não haverá em circulação carros com motores a gasóleo e a gasolina . E não havendo nestes países é fácil concluir que os restantes países não terão outro caminho.

Milhões de empregos ligados à exploração do petróleo e aos motores de combustão serão substituídos pela aposta na mobilidade eléctrica que abre uma janela de oportunidade para empresas produtoras de alumínio, fibra de carbono, lítio e outros materiais especiais utilizados no fabrico de baterias, células de iões de lítio, módulos electrónicos, entre outros.

Esta pretensão está em linha com as intenções já anunciadas por alguns países da Europa, e fora dela, de acabar com as vendas de veículos de propulsão “convencional” a curto prazo. É o caso da Noruega e da Holanda, sendo que até a Índia já se está a preparar para vir a ser o primeiro grande mercado mundial a disponibilizar só e apenas automóveis eléctricos a partir de 2035.

Crises : Cavaco e Costa

CRISES | CAVACO E COSTA
Sendo personalidades políticas tão distintas, eis primeiros-ministros de cognome comum: como D. Manuel I foi o nosso rei Venturoso, ao gerir e colher os frutos do trabalho do seu antecessor (D. João II), Cavaco Silva e António Costa foram governantes venturosos. Os seus antecessores, Mário Soares e Passos Coelho, respetivamente, herdaram terríveis crises financeiras do país e tiveram de chefiar governos de salvação nacional e de decretar brutais medidas impopulares. Como cirurgiões rigorosos, com os seus ministros das Finanças, usaram o bisturi da austeridade, fizeram cortes que doem, para tratar a doença da bancarrota e preparar o doente para melhores e mais saudáveis tempos. Sujeitaram-se a demagogias baratas e a todas as mentiras das oposições, a ódios de cidadãos em revolta e a designações injustas e ofensivas das suas pessoas e das suas intenções. Fizeram o que tinham de fazer, nas circunstâncias. E salvaram o país, foram patriotas apenas tendo por rumo os interesses do país. Fizeram o «trabalho sujo», limparam o lixo que outros lhes deixaram e, como é habitual, foram penalizados nas eleições seguintes. Os que vieram depois - Cavaco em 1986 e Costa em 2015 - colheram os frutos do trabalho duro e difícil dos que os antecederam, chamando a si os louros e a popularidade. A política e a memória das pessoas são isto. Florestas de enganos, teatros de faz de conta. O poder e a sua embriaguez, poderosos atores.

Mas quem foi responsável por esse "processo tão traumático" e quem mais contribuiu para que dêle se tivesse começado a sair ??!!...

António Costa : "Esta tem de ser a última vez que passamos por um processo tão traumático, que destruiu empregos empresas, rendimentos, poupanças, e expectativas de vida de tantos portugueses"

 

Mas o homem já não se lembra que foi o partido do qual era então o n°2 que levou o pais para uma pré-bancarrota e para uma recessão e que foi por isso que foi inevitável passar por "um processo tão traumático" ?!... 

E o homem já se esqueceu que o "processo tão traumático", austeridade e recessão, começou ainda com o governo de que fazia parte ?!...

E o homem não reparou que entretanto, quando o partido dele estava numa oposição frontal ao programa da Troika e do governo então em funções, foi invertido o "processo tão traumático" com a criação de "empresas, empregos, rendimentos, poupanças" e com uma progressiva melhoria das "expectativas de vida de tantos portugueses" (a começar por milhares de desempregados") ?!...

E o homem faz de conta de não perceber que a continuação da recuperação desse "processo tão traumático" só tem sido possivél porque o governo da "gringonça", que ele lidera, deu o dito por não dito e não acabou com a austeridade nem reverteu o essencial do ajustamento anterior ?!...

Até onde pode ir e convencer a propaganda despudorada assente no revisionismo histórico sobre o que aconteceu na última década em Portugal ?!...      

Não podemos passar por outro processo tão traumático

processo traumático é gastar como se não houvesse amanhã, levar a dívida a 130% do PIB, o défice a 11,2% ou é sair da bancarrota com medidas que empobrecem colectivamente ?

A situação actual que está a tirar o país da bancarrota seria possível sem o programa da troika ? E seria possível fora do quadro da UE e da Zona Euro ? É que não podemos dispensar a disciplina orçamental e financeira a que os tratados europeus nos obrigam.

O BE já anda a pressionar o governo para gastar a margem conseguida com mais despesa pública . O PCP continua a falar em chantagem e constrangimentos . Isto é, prontinhos para levar o país novamente para a situação de que estamos a sair. O processo traumático que não podemos voltar a ter, como disse hoje António Costa, é um dos objectivos da extrema esquerda. E voltar a questionar a UE e exigir a saída da Zona Euro. 

O PS olha em volta e vê os partidos irmãos a soçobrar e a desaparecerem do espectro político. Basta rever a situação em vários países europeus. Em Espanha, na França, na Alemanha, no Reino Unido ... e, manda a prudência, alinhar com as políticas europeias . Bem podem apregoar que "têm uma alternativa" mas, como está bem à vista, cumprem com os tratados europeus. 

O PS e o CDS não deviam "ir além da troika" porque não só a troika foi longe demais como em várias decisões estava errada, como os próprios reconhecem.

Com as elites que temos, a classe política irresponsável e a tendência congénita para desbaratar "em mulheres e copos" a disciplina orçamental e financeira europeias são um balsamo.

Olhemos pois, para a saída do Procedimento dos Défices Excessivos e para as obrigações daí decorrentes, como uma garantia e não como uma festa.

Mas o chefe de Estado foi mais além e deixou um aviso ao Executivo: "Apelo a que se converta esta decisão em mais confiança cá dentro e lá fora em relação a Portugal, mais investimento, mais crescimento e mais emprego. (…) Amanhã, o trabalho continua." Marcelo explicou que este é um "passo fundamental mas não é o último passo".

 

 

 

Transformar a energia de um carro em movimento em energia electrica

Muita gente achou um disparate a previsão de um economista americano que dá oito anos para os carros a gasolina e a gasóleo desaparecerem substituídos por energia eléctrica.

Chega agora a notícia que já foi feito um primeiro teste em que um carro transforma a energia gerada pelo movimento do carro em energia eléctrica. Numa dimensão muito maior o principio é carregar as baterias com o movimento do carro tal como já se faz hoje .

Nós vemos o carregamento dinâmico como uma das soluções para melhorar e facilitar a utilização dos veículos elétricos”, afirma Eric Feunteun, Diretor do Programa de Veículos Elétricos do Grupo Renault. “Nós somos inventores e por isso queremos carregar os veículos elétricos sem necessitar de fios. Esta demonstração de carregamento dinâmico é a incarnação desta ideia”, explica Steve Pazol, vice-presidente e diretor geral da Wireless Charging, Qualcomm Incorporated.

O Projeto FABRIC teve início em janeiro de 2014 e terminará em dezembro de 2017. Congrega 25 parceiros, de nove países europeus, onde se incluem construtores de automóveis, fornecedores de equipamentos, fornecedores de serviços e organismos de pesquisa sobre as infraestruturas automóveis, estradas e energia. Tem como principal objetivo proceder à análise da fiabilidade do carregamento dinâmico de veículos elétricos como meio para aumentar a difusão destes veículos

Vejam lá se os oito anos previstos são um excesso e como tal um disparate