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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Ser governo acaba com populismos

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Blá, blá, bla´mas eu não os vejo a fazer nada . Esta, sim, era uma boa oportunidade de reduzir as desigualdades mas vergaram à realidade .É que nomear incompetentes políticos sai demasiado caro, muito mais caro do que pagar o adequado a gente experiente e com provas dadas.

Mesmo que tenha sido um perigoso neo-liberal que quis, enquanto ministro da Saúde, destruir o Serviço Nacional de Saúde. Deve ser isto a tal "política patriótica e de esquerda " 

 

O rei vai nu - juros tornam a subir

Pior que o nível das taxas de juro ( próximas do limite imposto pelas instituições) é a sua trajectória . Com subidas e descidas a verdade é que a sua trajectória é de subida. No inicio deste governo a diferença para as taxas a 10 anos espanholas era de 50 pontos . Agora a nossa já vai em 3,760% a roçar os 4% fatídicos segundo as agências de rating. Isto é, a diferença alargou-se para: em Itália, a taxa a 10 anos, sobe 13,1 pontos para 2,018%, em Espanha a subida é de 11,3 pontos para 1,537%, enquanto na Alemanha o avanço é de 5,0 pontos para 0,397%.

É, claro, que tal como no tempo de Sócrates, para os socialistas e afins isto é tudo mentira. Tal como é mentira que no orçamento de 2017 faltem 700 milhões de cortes na despesa estrutural, que a economia cresce poucochinho e que o défice vai ser superior ao pretendido pelo governo.

O rei vai nu mas há quem não queira ver e, pior, criticam os que avisam .É querer mal ao país...

Portugal corre o risco de um novo resgate a qualquer momento

Portugal corre o risco de um novo resgate?

Pode precisar a qualquer momento. Esta é a noção que não temos muitas vezes, mas a qualquer momento isso pode acontecer porque se as taxas de juro amanhã dispararem – repare que elas já passaram os 3,5% — chegando aos 4%, então isso será inevitável. E é com base nisso tudo que às vezes fico perplexo como é que o sistema político português e europeu não equaciona estas questões, não redefine as políticas que segue. Se olharmos para o que Shakespeare diz de que há método na loucura, aqui realmente parece que é isto que acontece. Tem de se alterar completamente a política económica.

O que é que devia mudar?

As empresas não são olhadas como deviam ser olhadas. E quem cria riqueza são as empresas, não é o Estado. O Estado consome mais de metade da riqueza que o país produz. Se não houver um foco nas empresas, no relançamento da economia, do emprego ou do investimento, vamos ter sempre uma situação anémica.

PS : os juros a 10 anos estão hoje em 3,7%

Sem grandes obras do regime o PS não goza nada

Aí estão novamente as grandes obras de betão. O novo aeroporto e o porto de águas profundas do outro lado em Almada estão a ser colocadas em cima da mesa como quem não quer a coisa.

Temos Setúbal , Sines e Lisboa ? Não interessa nada, é preciso construir um porto em Almada e trazer as mercadorias em ferrovia para Lisboa . E os terrenos a libertar ali no porto de Lisboa são tão apetitosos para construir mais uns quantos prédios de luxo com vista para o mar.

E o aeroporto, não serve o Portela mais Montijo, pode lá ser, já está tudo construído não dá gozo nenhum . Novo aeroporto já, seja onde for. Pagam a TAP e a ANA que não querem o novo aeroporto, preferem o Portela mais Montijo. Mas isso é um problema deles.

Com o país ainda a respirar mal, com uma situação financeira muito difícil , os socialistas já não escondem o apetite por grandes obras. Esperemos que as autoridades europeias não desatem os cordões à bolsa .

Os lobbies que querem o Novo Terminal de Contentores do Barreiro são exatamente os mesmos que estão a pressionar para que o Aeroporto de Lisboa na Portela não seja rapidamente ajudado pela abertura do aeroporto militar de Rio Frio ao tráfego civil, para receber os voos low-cost. Esses lobbies continuam a pressionar para que seja feito um novo grande aeroporto internacional em Alcochete ou em qualquer outro lado, desde que seja grande e custe muito dinheiro. São os mesmos lobbies que impediram o Metropolitano de chegar ao aeroporto de Lisboa durante muitas décadas. Os seus agentes deviam ser levados a tribunal para responder pelos graves danos provocados ao país.

A treta da Catarina Martins está a safar-nos

São as exportações que estão a crescer mais do que as importações e por isso o saldo externo está bem melhor. Não quer dizer que indique só coisas boas. Por exemplo, se o investimento arrancasse as importações de máquinas fariam crescer as importações o que seria uma benesse. Mas não é o que está a acontecer.

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“A reposição de poder de compra é uma política de substituição do investimento pelo consumo”, acrescenta Augusto Mateus, ex-ministro da Economia do governo de António Guterres. “Uma política de sacrifício do investimento é mais austera do que de sacrifício do consumo”, garante, deixando o aviso: “Os défices parecem estar controlados, mas estão a gerar problemas duradouros na medida em que comprometem o PIB potencial“.

Aliás, para o ex-ministro “a reposição de rendimentos deveria ser feita na sequência de ganhos no investimento. Caso contrário, os seus efeitos são muito modestos do ponto de vista do crescimento, não colocando o consumo a crescer 4% ou 5%”, explica.

Sem investimento não vamos lá.

PCP e BE engolem a dívida toda

António Costa diz coisas acertadas. É primeiro preciso fazer o trabalho de casa e só depois, em conjunto com todos os outros, falar na renegociação da dívida. É que se o BCE deixar de comprar dívida os juros escalam sabe-se lá até onde. E os credores não gostam e isso paga-se. PCP e BE não querem perceber isto.

O BE está cheio de pressa "quem espera pelos sapatos do defunto morre descalço " mas António Costa considera que esse não é um problema exclusivo de Portugal. "A dívida global que hoje existe na Europa é do conjunto da zona Euro e terá de ser assumido e encarado nesses termos", respondeu. "Nunca aceitei isolar o caso português."

Mas Costa, que disse há dois dias na RTP ser preciso esperar pelas eleições alemãs do próximo ano, assume ser necessário agir. "Temos de agir. Como? Tendo o bom senso que falta a outros". Ou seja, argumentou, agir internamente garantindo "uma boa execução orçamental", assim como a estabilidade do sistema financeiro e um melhor crescimento. "A nível europeu também temos de fazer, mas não nos podemos confundir. A dívida não é a causa, é a consequência de uma desfuncionalidade que existe."

Já sabíamos mas é bom que o BE e o PCP aprendam " que as gatas apressadas têm as crias cegas "

Macedo e Crato - de destruidores a salvadores

Macedo andou 4 anos com o objectivo único de destruir o Serviço Nacional de Saúde. Já antes, como Director-Geral dos Impostos, a sua ambição foi esconder a evasão fiscal. Oposição e sindicalistas com a óbvia cumplicidade da comunicação social todos os dias se manifestavam, apoucavam, rasgavam as vestes Neo-liberais e destruidores do serviço público.

António Costa que é pragmático ( António José Seguro que o diga) foi buscar Macedo e nomeou-o presidente da Administração da Caixa Geral de Depósitos. Oferece-lhe um vencimento superior e pede-lhe para recapitalizar a CAIXA e salvá-la.

Nuno Crato, segundo os sindicalistas comunistas amestrados, esforçava-se para acabar com a escola pública e entregar o ensino aos privados. Manifestações e arruadas dia sim dia não. O arruaceiro-mor do reino, um tal Nogueira, jurava que o fim era a fogueira.

Sabemos hoje que os alunos portugueses estão entre os que mais cresceram na avaliação PISA. Sabemos hoje que Nuno Crato tinha razão.

E os sindicalistas comunistas continuarão a prejudicar o país no altar da sua ideologia para nada lhes interessando quer os doentes quer os alunos.

Hoje sabemos que Nuno Crato tinha razão

PISA está aí por muito que os eternos arruaceiros o tentem esconder :  " Hoje sabemos que os partidos à esquerda estavam errados quanto ao seu julgamento do mandato de Nuno Crato. Ora, se o primeiro problema é a incapacidade que exibem em o assumir, o segundo é a rejeição dos resultados e das evidências empíricas que contrariam os seus próprios preconceitos. Sim, o TIMSS mostrou que os alunos do 4.º ano melhoraram sob a tutela ministerial de Nuno Crato. Sim, o PISA mostrou que os alunos de 15 anos melhoraram ao longo do mandato do anterior governo. Mas isso importa? Para o actual governo, não: sem esperar por avaliações nacionais ou internacionais, sem recorrer a estudos, sem qualquer suporte empírico e apenas munidos de preconceitos, PS/PCP/BE reverteram inúmeras medidas estruturais de Nuno Crato – na avaliação dos alunos, na avaliação dos professores, no currículo. Aquelas cujo impacto positivo agora conhecemos e lançou os alunos portugueses para cima da média da OCDE. Que os quatro partidos que apoiam o governo sejam indiferentes a isto é alarmante. E, claro, revelador de que o seu foco não é (não pode ser) a melhoria das aprendizagens dos alunos.

A renegociação da dívida é para fazer mais despesa ?

A renegociação da dívida irá fazer-se quando as condições necessárias estiverem reunidas. Não há bruta como querem o PCP e o BE mas em harmonia com os credores. E depois é preciso saber onde se aplica a folga orçamental assim obtida . Para fazer mais despesa ou para fazer as reformas de um estado gigantesco e  demasiado interveniente na economia ? É que se é para fazer mais despesa rapidamente voltaremos à situação habitual .

Com a maioria dos países controlados financeiramente será possível prolongar prazos e baixar juros, mas não obter perdões como querem os partidos da extrema esquerda. Aliás, António Costa já veio dizer isto mesmo em recente entrevista. Negociar no quadro da União Europeia , com a certeza que a dívida só será paga com a economia a crescer bem mais e, para isso, é necessário investimento que virá da Europa .

Não só estas magnas questões terão que ser resolvidas no quadro da União Europeia como também é certo que não terão solução fora dele. A alternativa é o empobrecimento e o isolamento. As notícias sobre a dívida e o espírito de negociação estão cada vez mais presentes e colhem mais aceitação.

É só preciso que os partidos da extrema esquerda não façam da chicana política a sua contribuição para dificultar a solução.

A história trágica da CAIXA - a vítima dos regimes

Pela Caixa passou a euforia da PT, um projecto de nível mundial, segundo os envolvidos ao tempo. O assalto ao BCP .  A Cimpor e os centros de poder nacionais. A aventura em Espanha que nos custou mil milhões. La Seda em Sines. Vale do Lobo, as PPP...

A presença da Caixa nos mais variados negócios é o espelho das escolhas de sucessivos governos. «O Governo mandava e a Caixa fazia, não tinha outro remédio», diz quem acompanhou o caso. Os negócios mais ruinosos aconteceram no consulado de José Sócrates, que levou os níveis de utilização da Caixa pelo Governo até ao limite. Porque a história do uso e abuso do banco público começa antes.

Além de participações em grandes empresas, que depois eram dadas como sendo privadas, a CGD financiou guerras entre accionistas no BCP, entrou na promoção imobiliária e nas parcerias público-privadas (PPP), lançou-se sozinha no projecto industrial da La Seda, agora falido, e enveredou — na sua área de negócio –- por uma expansão ruinosa em Espanha. Isto se os números do banco no país vizinho reflectirem apenas o que lá se passa, o que não merece consenso.

Os empresários e banqueiros tinham na CGD a ferramenta para serem «donos» de empresa quase sem dinheiro. O dinheiro dos depositantes da Caixa entrava nas empresas como capital e como crédito. Para os governos, era uma maneira de controlar os empresários e banqueiros e de prosseguirem as suas estratégias de poder.