as autoestradas da informação

18
Dez 14

Cuba é um país extraordinariamente pobre. "“A vida aqui é mesmo muito difícil. Em particular, espero que melhore a comida que vemos aqui chegar, se houver comércio com os EUA. Neste momento, até as cebolas se tornaram um luxo.”

Mas quem estiver à espera da chegada do primeiro McDonald’s talvez faça melhor em sentar-se: Cuba é um país pobre, onde as pessoas não têm dinheiro para extras, como um hamburger ao lanche.

Para perceber quão pobre Cuba é em relação aos EUA: o produto interno bruto cubano, diz o Banco Mundial, com dados relativos a 2011, é de 68 mil milhões de dólares. Isto é o mesmo valor que os EUA produziram nesse ano durante um dia e meio, de acordo com dados compilados pela Bloomber.

E para aqueles que não sabem ou não lhes interessa saber, Portugal, um dos mais pobres países do euro tem um PIB de 170 mil milhões de euros para uma população aproximada.

publicado por Luis Moreira às 23:27
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Após meses de intensas negociações entre Cuba e os USA com intermediação do Vaticano chegou-se ao reatamento diplomático interrompido por 50 anos.

Após a saída de cena de Fidel, Raúl Castro tem dado pequenos passos na direcção da liberalização do regime. Não pode ir muito mais além sem ajuda externa, que lhe chegará, com uma maior abertura aos países do continente americano. Onde há democracias, mais à esquerda ou mais à direita mas democracias. Ora não vai ser todo um continente a converter-se.

O regime de partido único não se aguentaria após o inexorável desaparecimento da geração que lutou na Sierra Madre contra Baptista. É necessário colocar o país em posição de, chegado o momento, reunir as condições mínimas para implementar um regime liberal, pluripartidário e de economia de mercado. Exigem-no todos quantos ambicionam uma vida melhor e que de uma forma ou outra já a experimentaram. Ou em contacto com os milhões de turistas que já visitaram a ilha ou em experiências em países irmãos .

Tal como aconteceu com a ex-URSS e a China, só para falar nos dois maiores, o desenvolvimento vai acelerar com a liberalização da economia. Única forma de tirar os respectivos povos da miséria.

 

publicado por Luis Moreira às 20:57

Trabalhadores da companhia e outros cidadãos estão contra a greve. A estes a comunicação social não trata por "um conjunto de personalidades", título que reserva para qualquer lista onde entre Mário Soares, Manuel Alegre e António Pedro Vasconcelos. Que estão sempre em todas contra o governo, este ou outro que eles não controlem.

À lista das "personalidades" faltam quatro notáveis para chegar aos "69" curioso número, enquanto à lista de trabalhadores e contribuintes não falta ninguém para chegar aos 500. Redondo.

"Os sindicatos queriam mandar na TAP" diz João Cravinho, para justificar a sua requisição civil. Pois, é isso mesmo o que os sindicatos querem continuar a fazer. Mandar enquanto todos os outros portugueses pagam.

Entretanto, o Metro, está em greve e já anunciou outra para a próxima semana, tudo para defender o "serviço público" que deixa os contribuintes " a penates". E a Refer vai pelo mesmo caminho. Roubam o Natal aos contribuintes para eles ficarem à lareira. Serviço público.

As personalidades já estiveram no "lado de lá" quando o governo era "legítimo e patriótico". Os trabalhadores, os verdadeiros, os que trabalham e não fazem política sempre estiveram do mesmo lado.

publicado por Luis Moreira às 16:16

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Não me parece ser uma realidade, é apenas uma escrita livre. Vamos deixar as leis e a Constituição do Estado. É o dia de começar a preparar o Natal. Antigamente, era o dia de preparar a árvore, com luzes a cintilar, a espera de uma consoada que, no passado, era de bacalhau com repolho, batatas, ovos cozidos e couve lombarda, com vinho ou água-pé, a comida mais tradicional de Portugal nas aldeias, onde normalmente tenho passado a Noite Boa, com os trabalhadores rurais que habitam em elas. Todo isto, caso não se não houver peru, champagne, vinho do Alentejo, carne asada e presentes, como passou a ser a seguir o 25 de Abril de 1974. Havia trabalho bem remunerado, o emprego da força de trabalho estava sempre cheio, a Missa do Galo ou de meia-noite era antes da ceia ou consoada. O Natal era uma festa que não se perdia nas aldeias, começando já no lanche com rebanhadas e filhoses, que se iam comendo enquanto se esperava pela consoada. Nas casas da cidade e da burguesia ou das famílias com mais posses, o Natal era da segunda maneira referida antes. Mas, hoje em dia?
Em frente de nós, há um orçamento que ameaça as nossas mudanças. Parece-me estar a tornar à aldeia de São João de Monte, na Beira Alta, perto de Vila Ruiva, onde a consoada eram sardinhas cozidas ao lume, uma para cada as 13 pessoas da família; ou na mesma Vila Ruiva, entre Nelas e Mangualde. Estive na festa da casa dos meus amigos trabalhadores rurais e comi o bacalhau tradicional, e os doces antes descritos, até me fartar. Por ser o analista de Vila Ruiva e escrever sobre eles, fui convidado a várias casas, entre elas, a dos morgados, uso que ainda existe na vida rural apesar da lei de Mouzinho da Silveira, casas com peru e vinho de Borba, presentes para mim e árvore de Natal com velas a arder, em duas casa apenas.
Este ano, ninguém tem a coragem de gastar dinheiro em consoadas à laia burguesa, nem os burgueses. Não sabemos o que nos espera em frente das nossas vidas. Com um 30% de desemprego da força de trabalho, despedimentos da função pública, recortes de orçamento para escolas públicas e privadas, um gás e a eletricidade a subir, as medicinas não fornecidas às farmácias e, se aparecem, são tão caras, que em caso de doença, é impossível de comprar pelo alto preço por não serem retribuídas a comparticipação da Infermed. O nosso Natal é sem presentes, sem consoada por causa das poupanças que devemos fazer para um futuro incerto. A imagem tem um grupo de aldeões a se aquecer deste frio que nos mata, enquanto conversam e lembram o Dia da Liberdade, esses tempos em que as rebanhadas e as filhoses estavam na mesa para quem quiser comer antes da tradicional missa do galo.
Poder, ainda é possível, mas o futuro próximo, se ainda estamos a espera de um veto para as alças de impostos, que já começaram, antes do orçamento ser lei? Quem não poupa, pode ficar na miséria, o orçamento de 2015 contempla subsídios recortados em treze meses, aumento dos transportes, impostos novos escalonados, passando Portugal a ser um país de pobres em risco de pedintes….Não há Natal este ano. Quem se arrisca em gastos, come o dinheiro poupado para a velhice da força de trabalho, ou para os consultórios médicos vazios que devem fechar por falta de doentes. Hoje em dia, até os magistrados, enfurecidos, por ser da administração pública, fazem greves. A justiça era naturalmente demorada. Hoje em dia, nem justiça existe. O Natal deverá ser em casa e com sopa de pão.
Queria escrever um texto mais alegre, mas a realidade o não permite. Acabo de ir as compras da semana, é bem diferente. O compramos o mínimo para matar a fome ou corremos o risco de ser pedintes.
Raúl Iturra
Dezembro 18 de 2014
lautaro@netcabo.pt
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Código para ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=jqkMbk8eX6Y

 

 

 

publicado por Luis Moreira às 14:38

17
Dez 14

Todos a quiseram privatizar mas poucos a quiseram comprar. E os sindicatos têm poder de veto de gestão.  O interesse nacional não é mais que o interesse das várias corporações que vivem à conta de todos nós.

Se a privatização da TAP não é uma história nova, as dificuldades de negociação com os trabalhadores também não. Aliás, são estes um dos principais opositores à privatização. Uma força sindical que, conforme disse Vital Moreira no jornal Económico, “exercem um eficaz poder de veto na gestão da empresa”.

A greve convocada para dias 27 a 30 de dezembro é claramente contra a privatização da empresa que o Governo quer fazer. A TAP vem definhando ano após ano e já vende aviões para pagar as despesas correntes. Mas os sindicalistas continuam à espera que o governo meta lá pelo menos 500 milhões.

Eu não quero ser accionista.

publicado por Luis Moreira às 22:02

O Engº João Cravinho diz que no seu tempo era muito diferente. Era o interesse nacional que estava em causa, pelo que se infere que agora não é o interesse nacional. Até porque o país está a sair de uma crise de que os seus camaradas são responsáveis. E , pelo sim pelo não, o melhor mesmo é isto correr mal. Compreendido.

“Mas tenho a certeza que o Governo tomará todas as medidas que considerar adequadas para garantir, na medida do possível, aquilo que a lei confere, a normalidade em serviços que são tão importantes para o país como é aquele que é servido pela TAP”. Mas isto foi dito pelo actual primeiro ministro, é muito diferente. No tempo do PS era mesmo o interesse nacional . Quem não percebe a diferença não percebe nada e nunca compreenderá o respeito que o Engº tem pela greve.

No verão de 1997 a greve era "um abuso" agora é um direito patriótico".

 

publicado por Luis Moreira às 18:30


 

Portaria 475-A/77, de 28 de Julho

  • Corpo emitente: MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES;MINISTÉRIO DO TRABALHO;PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
  • Fonte: DIARIO DA REPUBLICA - 1.ª SERIE, Nº 173-Supl, de 28.07.1977, Pág. 1856-(1)
  • Data: 1977-07-28
  • ID no dre.pt: 99338
  • Chave DRE: 19772329@s1

Sumário

Requisita, ao abrigo do disposto na alínea c) do n.º 1 do art. 3.º do Decreto Lei 637/74, de 20 de Novembro, todos os trabalhadores dos sectores do pessoal navegante técnico e do pessoal navegante comercial dos Transportes Aéreos Portugueses, E.P. (TAP). Estabelece a composição e competências de uma comissão directiva encarregada da gestão corrente da empresa.

Texto do documento

Portaria 475-A/77

de 28 de Julho

1. Considerando que o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil decidiram pôr em prática procedimentos de actuação operacional e comercial, do tipo «greve de zelo», que estão a afectar gravemente a exploração da TAP, obrigando ao cancelamento ou atraso de voos e gerando sérias perturbações ao tráfego aéreo e no serviço de aeroportos, particularmente sensíveis na época alta de turismo;

2. Considerando que a posição assumida pelo pessoal navegante da TAP é ilegítima e visa objectivamente pressionar as negociações para a revisão do acordo colectivo de trabalho da TAP, procurando conquistar regalias à margem daquelas negociações;

3. Considerando que tal actuação se traduz em elevados prejuízos imediatos e futuros para a empresa, degradando a sua imagem como companhia internacional, na fase de franca recuperação económica em que se encontra;

4. Considerando a especial relevância da exploração do serviço de transportes aéreos para o movimento turístico e o decisivo contributo deste para a recuperação económica em que o País está empenhado;

5. Considerando que é imperioso preservar a imagem do País perante o estrangeiro e, bem assim, facultar bom acolhimento aos emigrantes portugueses que neste período vêm a Portugal;

6. Considerando a necessidade de em todos os casos de conflito de interesses, de valores, sobrepor a defesa do interesse público e da economia nacional face a interesses particulares e sectoriais;

7. Considerando que o conselho de gerência da TAP solicitou do Governo a tomada de medidas excepcionais que permitam garantir o normal funcionamento dos serviços da empresa;

8. Considerando ao que se dispõe, para ocorrer a tais circunstâncias, no Decreto-Lei 637/74, de 20 de Novembro, e reconhecida pelo Conselho de Ministros a necessidade de medidas excepcionais a adoptar na defesa do interesse nacional:

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Primeiro-Ministro e pelos Ministros do Trabalho e dos Transportes e Comunicações, o seguinte:

1.º São requisitados, ao abrigo do disposto na alínea c) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei 637/74, de 20 de Novembro, todos os trabalhadores dos sectores do pessoal navegante técnico e do pessoal navegante comercial dos Transportes Aéreos Portugueses, E. P. (TAP).

2.º A requisição terá por objecto a prestação obrigatória das tarefas profissionais que estão habitualmente cometidas aos trabalhadores agora requisitados.

Para tal, deverão estes apresentar-se nos seus locais de trabalho.

3.º A requisição durará pelo prazo de quinze dias, prorrogável, ficando os trabalhadores requisitados sujeitos ao regime de trabalho decorrente das respectivas convenções de trabalho, à excepção das cláusulas n.os 62.ª, 87.ª, 88.ª, 106.ª, 156.ª e todo o capítulo IV do ACT actualmente em vigor.

4.º A requisição será executada, para todos os seus efeitos, pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, o qual fica investido dos poderes competentes para adoptar as medidas adequadas ao cumprimento específico desta determinação.

5.º A competência para a prática de actos de gestão com vista à execução integral da requisição é cometida a uma comissão directiva constituída por um representante do Ministro dos Transportes e Comunicações e pelo conselho de gerência da TAP, cabendo-lhe tomar as medidas adequadas:

a) À reposição da normalidade na execução dos serviços em causa;

b) Ao pleno exercício da sua capacidade disciplinar;

c) À definição e implementação de normas de operação para todo o período de tempo em que subsista a requisição civil;

d) À suspensão ou modificação, durante a requisição, das cláusulas do ACT celebrado entre aquela empresa pública e os sindicatos representativos dos seus trabalhadores e tudo o que seja aplicável ao pessoal requisitado, mediante proposta fundamentada dirigida aos Ministros do Trabalho e da Tutela.

6.º Durante o período da requisição, os trabalhadores ficam sujeitos às penalidades previstas nos n.os 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 9.º do artigo 11.º do Estatuto Disciplinar dos Funcionários Civis do Estado, aplicáveis por despacho ministerial, independentemente da instauração de processo disciplinar.

7.º Em todos os seus aspectos, mesmo os subsequentes, é aplicável a esta requisição o regime previsto no Decreto-Lei 637/74, de 20 de Novembro.

8.º Esta portaria entra imediatamente em vigor.

Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios do Trabalho e dos Transportes e Comunicações, 27 de Julho de 1977. - O Primeiro-Ministro, Mário Soares. - O Ministro do Trabalho, António Manuel Maldonado Gonelha. - O Ministro dos Transportes e Comunicações, Emílio Rui da Veiga Peixoto Vilar.

 

Pode consultar o DR original aqui.

Ligações deste documento

Este documento liga ao seguinte documento:

  • Tem documento Em vigor 1974-11-20 - Decreto Lei 637/74 - Ministério Da Defesa Nacional

    Define os princípios a que se deve obedecer a requisição civil. Esta medida excepcional compreende o conjunto de medidas determinadas pelo Governo necessário, para, em circunstâncias particularmente graves, se assegurar o regular funcionamento de serviços essenciais de interesse público ou de sectores vitais da economia nacional. A requisição civil depende de previo reconhecimento da sua necessidade por Conselho de Ministros e efectiva-se por portaria dos Ministros interessados.

Ligações para este documento

Este documento é referido nos seguintes documentos:

  • Tem documento Em vigor 1977-08-10 - Portaria 501-A/77 - Ministério Dos Transportes E Comunicações;Ministério Do Trabalho;Presidência Do Conselho De Ministros

    Dá por finda a requisição civil determinada pela Portaria 475-A/77, de 28 de Julho, para os trabalhadores representados pelo Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil, mantendo-se a requisição civil para os demais trabalhadores abrangidos pela citada portaria.

  • Tem documento Em vigor 1977-08-12 - Portaria 518-A/77 - Ministério Dos Transportes E Comunicações;Ministério Do Trabalho;Presidência Do Conselho De Ministros

    Prorroga por quinze dias o prazo de duração da requisição civil para os trabalhadores da TAP, prevista no n.º 3 da Portaria 475-A/77, de 28 de Julho.

  • Tem documento Em vigor 1977-09-05 - Portaria 553/77 - Ministério Dos Transportes E Comunicações;Ministério Do Trabalho;Presidência Do Conselho De Ministros

    Dá por finda a requisição civil determinada pela Portaria 475-A/77, de 28 de Julho, aos trabalhadores da TAP. A comissão directiva constituída ao abrigo do n.º 5 da citada Portaria será dissolvida após aprovação, pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, do respectivo relatório de actuação.

Aviso

NOTA IMPORTANTE - a consulta deste documento não substitui a leitura do Diário da República correspondente. Não nos responsabilizamos por quaisquer incorrecções produzidas na transcrição do original para este formato.

publicado por Luis Moreira às 15:16

West Sea, a concessionária dos terrenos dos velhos estaleiros já reparou vinte e dois navios oriundos de todas as partes do mundo e tem agora a primeira encomenda para a construção de um novo navio. Já lá trabalham 130 trabalhadores e a previsão é chegar aos 400.

Durante anos o Estado não conseguiu encomendas e nas poucas que conseguiu não cumpria prazos nem a qualidade a que se obrigava. Os sindicatos e a Comissão de Trabalhadores ofereciam aos trabalhadores belos e inflamados discursos. Como em muitos outros casos o problema não era a viabilidade da empresa e a manutenção dos postos de trabalho era a sua condição de empresa pública que interessava.

Uma bela e adequada prenda de Natal apara o Presidente da Câmara era devolver-lhe o ramo de flores que trouxe ao que chamava o funeral dos estaleiros.

 

publicado por Luis Moreira às 14:42

16
Dez 14

Pisca à esquerda mas encosta à direita. Costa reconhece e aplaude o trabalho do "Centrão".(Bloco Central)

“Se pensarmos como foi o Bloco Central, e todas aquelas medidas [implementadas pelo FMI], nada teria sido possível sem, obviamente, um grande ministro das Finanças [Hernâni Lopes], mas sobretudo sem a capacidade de liderança e de mobilização do coletivo nacional que Mário Soares teve na altura”, disse Costa, referindo-se à coligação PS-PSD que governou Portugal entre 1983 e 1985.

Há decisões no quadro da União Europeia e do Euro que só podem ser concretizadas com a participação de ambos os partidos. É essa a maioria que interessa ao país. Essa é a maioria estratégica. Maiorias improváveis à esquerda com um PS europeísta e uma esquerda anti-União Europeia, só atrapalham. Não resolvem nenhum problema nacional.

Como muito bem diz Jerónimo de Sousa é preciso que o PS deixe de ser o partido que é .

publicado por Luis Moreira às 21:57

Confirmam-se os sinais sobre o robustecimento da economia na Zona Euro no próximo ano. A atividade económica no setor privado na zona euro acelerou mais do que o previsto em dezembro e a confiança dos investidores alemães melhorou pelo segundo mês consecutivo. São duas boas notícias divulgadas no mesmo dia, esta terça-feira, que criam algum otimismo em torno das perspetivas para a economia da zona euro à entrada de 2015.

O Euro fraco, o preço do crude e as medidas tomadas pelo BCE estão a sustentar a economia na Europa. Há optimismo moderado. Espanha, Reino Unido e USA mercados importantes para as nossas exportações estão a crescer acima dos 2%. É possível a economia Portuguesa chegar aos orçamentados 1,5% em 2015.

Paralelamente o governo tem já aprovados os projectos que vão injectar 4 mil milhões de euros na economia em 2015 e espera-se o desenvolvimento do Programa Juncker a que Portugal se candidatou com 113 projectos. O impacto no emprego será notório.

publicado por Luis Moreira às 15:14

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