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BandaLarga

as autoestradas da informação

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Colégios recebem todos os alunos sem cobrar

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 Foi o que pensei logo que o ministério avançou com esta guerra inútil para os alunos mas incontornável como cumprimento das exigências do PCP. Manter as turmas cujo financiamento foi cortado pelo estado e entre proprietários, pais, economia local e poder local encontrarem uma solução. Pois bem ela aí está.

Não só as turmas são criadas como ultrapassam a questão avançada pela secretária de Estado que tem as duas filhas no Colégio Alemão. Não há limite de habitação. Quer isto dizer o que é óbvio e que é a única reivindicação das famílias. Somos nós que escolhemos a escola que queremos que os nossos filhos frequentem.

Esta posição é de uma enorme importância no reforço da sociedade civil face à prepotência do estado sindical-comunista. Se as famílias não reagirem um dia destes, temos os sindicatos comunistas da Educação a exigirem o monopólio do sistema de ensino, público e privado, acabando com este último. Já o tentaram na Banca, nas Telecomunicações, na Saúde e nada os impedirá de avançarem sobre o ensino.

Como tantas vezes, na comunicação social, na organização sindical, o povo reage agora nas escolas defendendo a liberdade de escolha. 

O Plano de Negócio da GCD aumenta isolamento do PCP

Se a recapitalização da Caixa é feita em condições de mercado então o seu Plano de Negócio não pode deixar de ser implementado segundo as mesmas condições. E isso obriga a considerar uma reorganização do banco, com o objetivo de recuperar a rentabilidade de longo-prazo através de um aumento de eficiência, da redução do custo do risco de crédito e do corte de custos”, referiu o Ministério das Finanças.

Ora, entre outras coisas que o mercado definirá, o corte de custos terá que passar pelo despedimento de trabalhadores, cerca de 2 500 que somará aos 2 700 já despedidos nos últimos anos. Se assim não for não teremos aumento de eficiência nem corte de custos.

O PCP já veio dizer que não está de acordo com a redução de trabalhadores embora, saiba que não pode ser de outra maneira a não ser voltar atrás à CGD dos prejuízos e das injecções de capital sacadas aos contribuintes.

Mas o PS defende que “Todos os planos de reestruturação têm redução de custos, implicam sempre redução do número de trabalhadores e encerramento de balcões, mas isso é transversal a todo o setor bancário em Portugal e no estrangeiro e advém dos desenvolvimentos tecnológicos e de toda a atualização do modelo bancário”.

O BE não diz nada reserva cada vez mais para si ser o pêndulo da balança até que se perceba que PS e BE chegam para governar não precisando do PCP.

Do pior que há no ser humano

Henrique Monteiro : De um lado o racismo do outro o desprezo pela vida humana. Dar a outra face e perdoar são princípios do Cristianismo e de outras religiões ocidentais o que não é o forte do Islamismo.

Porque razão está um jovem no hospital em perigo de vida tal a desproporção da violência ? E porque razão os jovens filhos do embaixador não apresentam ferimentos ? Estes já assumiram que agrediram o jovem quando já estava no chão com pontapés. Isto não é legítima defesa. É crime. E porque foram os trabalhadores do lixo que às tantas da madrugaram avisaram as autoridades ? Trata-se de outro crime, abandono de vítima.

Para lá do álcool e da juventude há em confronto duas concepções de vida. A imunidade diplomática não pode estar acima de crimes que atentam contra a vida humana.

É assim no Ocidente e em Portugal.

É o Eurogrupo que está segurar as taxas de juro a Portugal

As taxas de juro a 10 anos estão acima dos 3% e mostram nervosismo, acentuando-se pontos de subida seguidos de pontos em baixa. Mas nunca descendo abaixo dos 3% que é o triplo do que paga Espanha para o mesmo prazo. E em Espanha a economia cresce 3,2% enquanto em Portugal a única coisa que cresce é a dívida.

Se estivéssemos fora da UE como deseja o PCP já estávamos aí com o FMI a aplicar-nos uma daquelas conhecidas receitas cavalares. Felizmente que não é o caso.

E quanto ao investimento também só estamos à espera que os subsídios europeus cheguem à economia pois nem o país tem dinheiro nem os mercados querem financiar-nos.

Ontem o Banco de Portugal reportou que a dívida pública tinha crescido de 128,9% para 131,6% o que com o comportamento medíocre da economia acentua a desconfiança dos mercados.

A esperança ténue de alguma boa notícia só pode vir da Europa a tal que o PCP classifica de chantagista. Como bem diz Jerónimo de Sousa não dá a bota com a perdigota.

 

Uma Educação que não responde às necessidades dos alunos

Os pais desesperam, os alunos não têm colocação mas o ministro e a secretária de Estado ( com as filhas no Colégio Alemão) vão fechando boas escolas privadas em associação. Que a política do ministro tinha (tem) a ver com a necessidade de entregar o sistema aos sindicatos já sabíamos o que não sabíamos é que a realidade se impusesse tão depressa.

Nas boas escolas públicas não há vagas e nas más também não, mas vai ser nestas que vão ser colocadas as crianças que não têm meios para viverem numa zona decente.

Há duas semanas foi avançado que, só na região de Lisboa, existiam centenas de crianças em lista de espera para frequentar o ensino pré-escolar.

É este Estado anafado e ineficiente que quer dominar todo o sistema de ensino não temendo deixar de fora as crianças com maiores dificuldades sociais. 

Boas escolas públicas cheias de alunos remediados; más escolas públicas cheias de alunos pobres; boas escolas privadas cheias de alunos ricos. É este o resultado da política comandada pelos sindicatos comunistas na Educação. 

A UE do pós-Brexit será a Europa da paz da união da liberdade e dos sonhos

Voltar aos principios poderosos que levaram à União Europeia. Merkel voltou a lembrar que a União Europeia nasceu de alguns dos "mais sombrios momentos da História europeia" e, perante "gigantescos desafios", deve trabalhar cada vez mais em conjunto, contribuindo para maiores níveis de crescimento económico, maior segurança nas suas fronteiras e maior criação de emprego para os jovens. 

Os países mais poderosos não devem tomar decisões pelos outros mas devem liderar, sem exarcebar nacionalismos. A segurança exige mais coesão entre todos. O crescimento da economia exige maior solidariedade e a Política exige maior integração.

Não, o Brexit não é o fim da UE é o que nos dizem Merkel, Holland e Renzi .

O ângulo de visão de quem está próximo do BE sobre o Burkini

Por cá, no mundo ocidental e particularmente em Portugal, há sempre uns bem pensantes que estão sempre, mas sempre, contra o modo de viver e a cultura da sua própria terra. Mas quem vive junto dos problemas e conhece o essencial, mesmo sendo politicamente independente - ou por isso mesmo- não engole patranhas ideológicas carregadas de ódio. 

" O salafismo não é uma prática religiosa, mas a construção de uma identidade político-religiosa totalitária que se reflecte na sua pretensão de representar os muçulmanos do mundo, a denominada Umma.

Quando menciono o papel do comunitarismo, falo na estratégia de guetização que pretende impor através do tecido muçulmano francês um alinhamento que se expressa através de clivagens e reivindicações. Especificamente, a exigência de determinados alimentos, roupas — no caso mencionado, o burkini –, comportamentos, escolas. Rejeitando todas as outras práticas do Islão por um direito de excomunhão, a exclusão acaba por ser o único destino dos takfir.

As próprias crianças recusam o Islão dos pais, nesta lógica de doutrinamento, levando por vezes à ruptura"

A Espanha é um exemplo Portugal é um problema

A Espanha até é capaz de ir para eleições novamente mas navega para porto seguro. Não caiu no logro de eleger para governar partidos extremistas anti-europeus. E é preciso não esquecer que o ambiente internacional é o mesmo para os dois países.

Assim, de um lado está "o exemplo espanhol" que, "com determinadas reformas e um esforço suficiente para estabilizar o seu sistema bancário, virou a esquina de vez em 2013", afirma a agência na nota, exemplificando com o facto de "o investimento ter aumentado rapidamente, levando a um crescimento do PIB perto de 3% e a uma recuperação significativa do emprego." Recorde-se que Espanha pediu um resgate financeiro para a banca, não tendo tido repercussões no resto das políticas económicas e financeiras. 

Mas, sublinha o Berenberg, "o grande problema [de Portugal] é o crescimento interno. Apoiado por três pequenos partidos de extrema-esquerda, o Governo minoritário socialista que ascendeu ao poder em Novembro de 2015 inverteu algumas reformas-chave, aumentando o salário mínimo e o número de feriados. Para um país com um desemprego ainda elevado, esta é uma maneira de deter o investimento em vez de o promover."

A Berenberg questiona se Portugal estará prestes em entrar numa nova crise, depois de um "fraco crescimento económico de 0,2% no segundo trimestre" e de a agência DBRS "ter alertado para a possibilidade de rever o ‘rating’ de Portugal", o país fica numa situação fragilizada. "Uma descida de ‘rating’ da DBRS fará com que as obrigações soberanas de Portugal sejam ilegíveis para a compra do BCE", realça.  

Denunciar o falhanço socialista não chega

Já ninguém tem dúvidas que a governação é um falhanço. Os índices económicos mostram-no bem. Economia que não cresce, investimento que não arranca, emprego que não se cria, a dívida e os juros crescem. E como corolário as contas externas degradam-se muito significativamente. Estamos a voltar a 2011.

O país já sabe tudo isto e o que aí vem só vai confirmar o falhanço. Por parte da geringonça o que se pode esperar é o passa culpas para Bruxelas que, aliás, Jerónimo e Catarina ensaiam há muito. Com o espartilho do Tratado Orçamental não há como sair da situação, repetem à saciedade. Mas a verdade é que, para dar só dois exemplos que nos são mais próximos, a Espanha cresce a 3,2% e a Irlanda a 2,5%.

Enganaram-se ou enganaram-nos com a política do consumo interno. Perante o cenário negro esperar-se-ia que o governo mudasse de caminho mas o PCP diz que mudar é voltar ao empobrecimento e o BE não se pronuncia.

Para a oposição não vale a pena continuar a mostrar o que já é evidente. Não chega, é preciso apresentar uma alternativa que não seja voltar à austeridade do corte de salários e pensões. E apresentar um "Estudo macroeconómico" como fez o PS sem qualquer aderência à realidade também não serve. O PSD não tem às cavalitas o PCP e o BE. Resta uma alternativa séria.

Fazer crescer a economia, voltar a fortalecer as exportações, baixar os juros da dívida ( a Espanha paga 1% nós 3%) e, facilitar o investimento privado já que o estado não tem dinheiro. 

Para conseguir tudo isto é condição primeira afastar PCP e BE da governação para que a confiança regresse. Ninguém investe quando todos os dias os apoios do governo ameaçam a democracia e a nossa permanência na União Europeia.

E reconhecerem que poderão ter-se enganado, sendo melhor mudar de caminho ?

O factor que, segundo a nova maioria, deveria acelerar o crescimento do PIB era o consumo das famílias. E este não tem faltado: as famílias estão a gastar acima do seu rendimento disponível ( a sua poupança encontra-se em mínimos históricos, sendo agora negativa) e o crédito ao consumo aproxima-se de máximos históricos. Mesmo assim, o crescimento do PIB não acelera.

Uma conduta de acordo com práticas recomendáveis deveria levar o governo e a maioria parlamentar a dizerem-nos alguma coisa.Porque é que estando a ser implementada pelas famílias(é o que parece...)a estratégia delineada não está a dar o resultado pretendido?

Deverá o Estado ele próprio, consumir mais, endividando-se mais? Deverá incentivar as famílias a gastarem mais, endividando-se mais? Ou, pura e simplesmente, reconhecerem que poderão ter-se enganado, sendo melhor mudar de caminho ?

Prof Daniel Bessa - Expresso